18 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Habeas corpus suspende audiência de ‘braço direito’ da primeira-dama do Estado Fernanda Richa

gaeco_provopar_richaNunca antes na história do Paraná se expediu tantos habeas corpus em tão pouco tempo. Em tempos de atuação forte do Gaeco, praticamente todos os integrantes do primeiro escalão do governo do estado têm um “salvo conduto” judicial pronto para usar a qualquer momento.

A faz-tudo da primeira-dama do Estado, Fernanda Richa, Carlise Kwiatkowski, é a mais nova beneficiária de um habeas corpus concedido pelo desembargador Luiz Fernando Tomais Keppen, do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

Nunca é demais recordar que o presidente do IAP (Instituto Ambiental do Paraná), Luiz Tarcísio Mossato Pinto, manteve-se no cargo graças a um desses habeas corpus concedido pela Justiça.

Carlise, que é do Provopar, se negou três vezes a comparecer em audiência no TRE como testemunha em processo sobre a distribuição de cobertores em comícios eleitorais em favor de Beto Richa (PSDB). Então, a Corregedoria Regional Eleitoral determinou que a Polícia Federal a conduzisse coercitivamente ao juízo.

A insistente fuga da mulher que é braço direito de Fernanda Richa na ONG Provopar, aliás, desde a época de FAS (Fundação de Ação Social) da Prefeitura de Curitiba, intrigou e chamou a atenção dos promotores do Gaeco — o combativo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado. Leia mais