31 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa e pré-candidato Professor Galdino “afrouxaram o sutiã” na convenção do PSDB de Curitiba

richa_psdb_curitibaComo o Blog do Esmael havia antecipado ontem (30), o governador Beto Richa (PSDB) não compareceu neste domingo (31) à convenção municipal do PSDB de Curitiba. O tucano temia vaias e coro de “Fora Beto Richa” até no ninho da capital paranaense. ... 

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31 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Exclusivo: Juiz condena Romanelli e Nereu à inelegibilidade até 2023

romanelli_nereuOs deputados Nereu Moura e Luiz Cláudio Romanelli, ambos do PMDB, foram condenados pela 3ª Vara da Fazenda Pública, de Curitiba, por ato de improbidade administrativa na Assembleia Legislativa do Paraná. A decisão do juiz Roger Vinicius Pires de Camargo Oliveira é de primeira instância, portanto, ainda cabe recurso dos réus. ... 

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31 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Em carta, grevistas de fome pedem intervenção federal no Paraná

Os senadores Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB) deverão receber uma inusitada carta, nesta segunda-feira (1º), elaborada por três grevistas de fome que pedem a intervenção federal no Paraná.

Escrita de próprio punho, os professores Pierre Pinto, há sete dias em greve de fome, e Nilsa Barbosa da Paz, no quinto dia sem comer nada, denunciam descaso do governador Beto Richa (PSDB) com a educação e solicitam ajuda do Senado da República.

“O descaso total com a educação e com os servidores públicos do Estado do Paraná é tamanho que nós iniciamos uma greve de fome há uma semana. Outras medidas não parecem ser suficiente para sensibilizar o governador Beto Richa”, diz um trecho do documento que também segue assinado pela estudante Júlia Campos, da FAP/Unespar.

O Blog do Esmael visitou ontem à noite os grevistas de fome. Eles concederam uma entrevista especial (clique aqui para assistir ao vídeo), onde relataram os motivos da media extrema que tomaram e apelam aos senadores pela intervenção federal no Paraná.

“A greve de fome continuará até a saída do governador Beto Richa do governo”, prometem os três heróis da Praça 29 de Abril — a antiga Praça Nossa Senhora Salete, cenário do massacre autorizado pelo tucano.

No testamento, os grevistas colocam a responsabilidade de suas vidas nas mãos dos senadores Requião e Gleisi:

“Nossas vidas correm risco, o povo do Paraná clama pela ação de seus senadores. Não há amor maior do que dar a vida pelos outros. Não há missão mais importante do que cuidar das pessoas. Esperamos que os senhores senadores lembrem dessas três vidas e das milhares de crianças e adolescentes que estão há meses sem aula”, registram os três grevistas acampados a 50 metros do Palácio Iguaçu e em frente à Assembleia Legislativa.

E agora José?

Leia a íntegra da carta aos senadores:

Link alternativo para o documento.

http://www.esmaelmorais.com.br/wp-content/uploads/2015/05/carta_senadores.pdf

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31 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Governo Richa faz “blitzkrieg” contra professores no Paraná

Desde a semana passada, o Palácio Iguaçu colocou em prática uma verdadeira “blitzkrieg”—termo criado pelos nazistas para designar “guerra-relâmpago” – contra professores e servidores públicos em greve no Paraná.

O Blog do Esmael anotou que o governo Beto Richa iniciara guerra suja contra educadores nas redes sociais cuja intervenção no Facebook e grupos de WhatsApp objetivam cindir a categoria, semear a desconfiança, e disseminar informações falsas. Esse trabalho ciberterrorismo é coordenado pela “Tenda Digital”, uma organização clandestina que funciona nos bunkers do Palácio Iguaçu.

Paralelamente, o governo do estado divulgou no Portal Transparência “supersalários” de professores. Os profissionais do magistério contestaram os valores e fizeram “memes” na internet sobre o tema.

Ato contínuo, o governo Richa foi ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) solicitar o bloqueio de R$ 1,24 milhão da conta da APP-Sindicato pelos dias parados na greve. A contraofensiva veio com a mesma intensidade: o deputado Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição, também anunciou ação pelo bloqueio de R$ 1,36 bilhão do tesouro estadual para o pagamento da data-base de 8,17%.

Você acha que a “blitzkrieg” acaba por aqui? Claro que não. Os diretores das 2,1 mil escolas vivem momentos de incrível assédio moral. Eles estão sendo enquadrados para que punam educadores em greve. Os que se recusarem ao papel de carrascos sofrem ameaça de processo administrativo e afastamento de cargo, embora todos eles tenham sido eleitos democraticamente pelo voto direto.

Além disso, o Palácio Iguaçu começou a distribuir novamente farta verba de propaganda para rádios e jornais no interior do estado, bem com emissoras de TV. O enredo é o mesmo: criminalizar a greve da educação.

A greve está fácil de resolver, segundo o deputado Professor Lemos (PT). Segundo ele, caiu no 1º quadrimestre o alerta de limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Ou seja, o governo está gastando menos com pessoal e isso possibilita a reposição dos 8,17%. “Basta vontade política”, opina o parlamentar.

O diabo é que Beto Richa parece preferir o cenário de terra arrasada tal qual a tática do Exército Vermelho na 2ª Guerra Mundial contra o exército alemão. Pretende minar a resistência dos educadores prolongando a greve em uma espécie de “perde-perde”.

Mas diferente dos russos que venceram os nazistas, o tucano não tem apoio popular. A rejeição do governador paranaense bateu na casa dos 100%.

Resumo da ópera: “A história se repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa” (Karl Marx, em O 18 Brumário de Luis Bonaparte).

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