20 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Metade dos brasileiros é contra protestos nos jogos da Copa, diz pesquisa

Diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, vê diminuição de apoio a protestos contra a Copa no Brasil; movimento de junho passado perde força, segundo sondagem nacional do instituto; metade dos brasileiros não está nem aí com manifestações.

Diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, vê diminuição de apoio a protestos contra a Copa no Brasil; movimento de junho passado perde força, segundo sondagem nacional do instituto; metade dos brasileiros não está nem aí com manifestações.

Sondagem nacional realizada pela Paraná Pesquisas aponta que 47,6% dos brasileiros apoiariam protestos durante os jogos da Copa do Mundo. Praticamente o mesmo índice, 47,27%, não apoiariam manifestações no período da competição mundial. ... 

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20 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Quem é a direita brasileira?

por Breno Altman, especial para o Brasil 247O sr. Reinaldo Azevedo, a quem injustamente referiu-se a ombudsman da Folha de S. Paulo como rottweiler do conservadorismo, continua a desmentir sua colega de redação. Qualquer comparação com uma raça canina tão forte e cheia de personalidade é realmente despropositada. Se o nobre animal lesse jornal, provavelmente se sentiria insultado. O colunista, tanto pelas posições que defende quanto por estilo, está mais para cachorrinho de madame.

Deu-nos mais uma prova, no dia 6 de dezembro, em artigo intitulado “Direita já!”, de qual é o seu pedigree. A ideia básica é que falta, no Brasil, uma força política que tenha competitividade eleitoral e, abraçando claramente valores de direita, faça oposição ao governo. Ou que acredite na hipótese de se tornar dominante exatamente por defender esses valores. Ainda mais longe vai o santarrão do conservadorismo: o PT provavelmente continuará a governar porque não seria possível “candidatura de oposição sem valores de oposição”.

O que Azevedo esconde do leitor, por ignorância ou má fé, são as razões pelas quais a direita brasileira atua disfarçada. Esse campo ideológico, afinal, esteve historicamente comprometido com a quebra da Constituição, o golpismo e a instituição de ditaduras. Seus valores de raiz são o autoritarismo, o racismo de índole escravocrata, o preconceito social, o falso moralismo e a submissão à s nações que mandam no mundo. Vamos combinar que não é fácil conquistar apoios com essa carranca.

Não é de hoje que direitistas recorrem a truques de maquiagem para não serem reconhecidos. A mais comum dessas prestidigitações tem sido a de se enrolar em supostas bandeiras democráticas para cometer malfeitos. Exemplo célebre é o golpe militar de 1964, quando bateram nas portas dos quartéis e empurraram o país para uma longa noite de terror, em nome da liberdade e da democracia.

A ditadura dos generais foi o desfecho idealizado pela “direita democrática”, depois que se viu sem chances de ganhar pelo voto e tomou o caminho da conspiração. O suicídio de Getúlio Vargas sustou a intentona por dez anos, mas os ídolos de Azevedo estavam à  espreita para dar o bote. As provas são abundantes: estão presentes não apenas nos discursos de personalidades da “direita democrática” de antanho, mas também nas páginas dos jornalões da época, que clamavam pela ruptura constitucional e a derrubada do presidente João Goulart.

Algumas dissidências desse setor, a bem da verdade, tentaram se reconciliar com o campo antiditadura, depois de largados na estrada pelos generais ou frustrados com sua truculência. A maioria dos azevedinhos daquele período histórico, no entanto, seguiu de braços dados com a tortura e a repressão. Eram ativistas ou simpatizantes do partido da morte. Batiam continência como braço civil de um sistema talhado para defender os interesses das grandes corporações, impedindo a organização dos trabalhadores e massacrando os partidos de esquerda.

O ocaso do regime militar trouxe-lhes isolamento e desgaste. A direita pró-golpe, mesmo transmutada em partidos que juravam compromisso com a democracia reestabelecida, não teve forças para forjar uma candidatura orgânica nas eleições presidenciais de 1989. Acabaram apoiando Fernando Collor, um aventureiro de viés bonapartista, para enfrentar o risco representado por Lula ou Brizola. O resto da história é conhecido.

Depois deste novo fracasso, as forças reacionárias ficaram desmoralizadas e sem chão. Trataram, em desabalada carreira, de aderir a algum pastiche que lhes permitisse sobrevida, afastando-se o quanto podiam da herança ditatorial que lhes marcava a carne. Viram-se for Leia mais

20 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Richa vai pedir a Dilma prorrogação de 10 anos na concessão do pedágio com promessa de reduzir tarifa em 30%

Governador Beto Richa voltará a discutir com Dilma, no começo de 2014, proposta de prorrogação de pedágio por mais 10 anos no Paraná; em nome das concessionárias, tucano oferecerá em contrapartida a redução em 30% no preço das tarifas; deputado André Vargas ironiza a obsessão de Richa que só pensa em mais pedágio!; "Enquanto o governo federal faz o programa

Governador Beto Richa voltará a discutir com Dilma, no começo de 2014, proposta de prorrogação de pedágio por mais 10 anos no Paraná; em nome das concessionárias, tucano oferecerá em contrapartida a redução em 30% no preço das tarifas; deputado André Vargas ironiza a obsessão de Richa que só pensa em mais pedágio!; “Enquanto o governo federal faz o programa “Minha Casa, Minha Vida”, Richa faz o “Meu Pedágio, Minha Vida””, compara o petista.

O governo Beto Richa (PSDB) já tem na agulha a bala de prata! para reduzir o preço das tarifas de pedágio no Paraná.  ... 

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20 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Por decreto, Beto Richa oficializa calote em fornecedores até 2014

O governador Beto Richa (PSDB) oficializou por decreto calote em fornecedores até 2014. A medida publicada no Diário Oficial (veja abaixo) cancela empenhos e suspende pagamentos. Ontem este blog já abordou o assunto (clique aqui) e hoje volta à  vaca fria.

A moratória do tucano tem relação com a grave crise financeira que castiga o governo do estado. Não há dinheiro nem mesmo para combustível das viaturas da PM, conforme relatos neste espaço (clique aqui). Policiais foram flagrados empurrando veículos em várias cidades paranaenses.

Não fosse um empréstimo do Banco Mundial e ele não tinha como pagar o 13!º dos funcionários!, revelou o secretário de Estado da Indústria e Comércio, Ricardo Barros (PP), conforme anotou o jornalista Ilimar Franco, de O Globo.

O governador reagiu à  declaração do secretário na mesma coluna de Ilimar Franco: Barros mentiu e foi desleal! ao dizer que ele só pagou o 13!º em função de um financiamento do Banco Mundial.

O duelo entre Barros e Richa foi observado de “camarote” pelo atento jornalista e blogueiro maringaense à‚ngelo Rigon, parceiro do Blog do Esmael no “Caderno Maringá”.

Na prática, o governo Richa aplica calote em fornecedores que podem paralisar obras e serviços essenciais aos paranaenses, como o programa Leite das Crianças; entretanto, o dinheiro para a farra publicitária está garantido; nenhum veículo de comunicação ficará sem receber as gordas verbas neste final de ano, ou seja, donos de jornalões e jornalecos terão um Natal nababesco.

Confira a íntegra da decreto do calote:

Decreto 9623 !“ 17 de Dezembro de 2013
Publicado no Diário Oficial n!º. 9108 de 17 de Dezembro de 2013

Súmula: Cancela os empenhos não processados, bem como, suspende os atos de liquidação e efetivação de despesas relativos aos empenhos processados, de recursos provenientes do Tesouro do Estado de fontes não vinculadas.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARANà, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 87, inciso V, da Constituição Estadual e considerando o disposto na Lei n!º 4.320, de 17 de março de 1964 e na Lei Complementar n!º 101, de 4 de maio de 2000 e tendo em vista o disposto no protocolado sob n!º 13.026.361-5,

DECRETA:

Art. 1!º Ficam cancelados, a partir desta data, no âmbito do Poder Executivo Estadual, os empenhos não processados do exercício financeiro de 2013, relativos aos recursos de quaisquer fontes, ficando automaticamente cancelada a Declaração de Disponibilidade Financeira !“ DDF correspondente.

Art. 2!º Ficam suspensos, a partir da presente data, no âmbito do Poder Executivo Estadual, a efetivação de despesas relativas aos empenhos processados a conta de recursos do Tesouro, os quais constituirão automaticamente, restos a pagar.

!§ 1!º Após 31 de janeiro de 2014, os restos a pagar serão automaticamente cancelados, sendo que o pagamento que vier a ser reclamado poderá ser atendido à  conta de dotação destinada a de spesas de exercícios anteriores, mediante o reconhecimento de dívida pela autoridade competente.

!§ 2!º A inscrição em restos a pagar, decorrente de despesas de investimentos, somente ocorrerá se estiver autorizada pela Secretaria de Estado da Fazenda, em função do condicionamento ao limite de metas fiscais estabelecidas.

Art. 3!º Fica revogado o art. 4!º do Decreto n!º 176, de 15 de fevereiro de 2007 e o art. 3!º do Decreto n!º 9.218, de 29 de outubro de 2013.

Curitiba, em 17 de dezembro de 2013, Leia mais

20 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Coluna do Ricardo Mac Donald: “Ex-prefeito Luciano Ducci promovia orgias pantagruélicas”

Ricardo Mac Donald, capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, em sua coluna derradeira de 2013,  acusa o ex-prefeito Luciano Ducci de ter promovido a maior comilança da história e farra com diárias da prefeitura de Curitiba;  "[Em comida] Ex-prefeito gastou R$ 229 mil, em 2012, e Fruet gastou R$ 104 mil, em 2013", compara o colunista, que ainda provoca: "Agradeço os apoios e as críticas, desejando aos amigos e inimigos um ótimo 2014"; leia o texto.

Ricardo Mac Donald, capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, em sua coluna derradeira de 2013, acusa o ex-prefeito Luciano Ducci de ter promovido a maior comilança da história e farra com diárias da prefeitura de Curitiba; “[Em comida] Ex-prefeito gastou R$ 229 mil, em 2012, e Fruet gastou R$ 104 mil, em 2013”, compara o colunista, que ainda provoca: “Agradeço os apoios e as críticas, desejando aos amigos e inimigos um ótimo 2014”; leia o texto.

por Ricardo Mac Donald* ... 

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