1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Datafolha: Padilha, “poste” de Lula, começa com 4%; Alckimin tem 43%

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, "poste" de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro "poste" do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que "de poste em poste o Brasil ficará iluminado"; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Datafolha afirma que Alckmin seria reeleito para o Palácio dos Bandeirantes no primeiro turno com 43%, se as eleições fossem hoje; pesquisa que será divulgada nesta segunda (2), na Folha de S. Paulo, aponta ministro Alexandre Padilha, “poste” de Lula, com apenas 4%; coincidência ou não, Haddad, outro “poste” do petista, começou com 3% e hoje é prefeito de São Paulo; ex-presidente brinca que “de poste em poste o Brasil ficará iluminado”; poste! mais famoso de Lula é a presidenta Dilma.

Coincidência ou não, em julho de 2011, o então “desconhecido” ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, candidato do PT à  prefeitura de São Paulo, estreou nas pesquisas com 3%. Apelidado de “poste” de Lula, o moço venceu a eleição mesmo com o bombardeio midiático do julgamento do mensalão. ... 

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1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Linha auxiliar do DEM e PSDB, PSOL lança Randolfe à  presidência

do Brasil 247 Acaba de surgir no cenário da eleição presidencial de 2014 o pré-candidato que pode fazer o papel de Robin Hood da disputa: tirar pontos de quem tem muitas intenções de voto para entregar a quem ainda não tem percentuais suficientes para chegar ao segundo turno.

Neste domingo 1, o PSOL escolheu o senador Randolfe Rodrigues (AP) como pré-candidato do partido para a eleição presidencial de 2014. A disposição da legenda em ter seu próprio candidato no próximo ano é total. Tanto que houve uma acirrada disputa entre ele e a ex-deputada Luciana Genro (RS), que também pleiteava o privilégio.

Primeiro, o grupo do senador teve de mostrar força para barrar a intenção do grupo de Luciana de realizar prévias no partido, batendo os adversários por 201 a 186 votos. Em seguida, por aclamação, Randolfe foi o escolhido. Ele só poderá ser oficializado, no entanto, em junho, em convenção.

O surgimento de um chamado candidato nanico na disputa presidencial é do maior interesse da oposição melhor estruturada. No momento, a julgar pelas pesquisas, os pré-candidatos do PSDB, Aécio Neves, e do PSB, Eduardo Campos, não conseguem somar intenções suficientes para provocar um segundo turno. Por todas as simulações, a presidente Dilma Rousseff ganharia sua segunda corrida ao Palácio do Planalto já em primeiro turno.

Na missão de tentar somar votos para si próprio, Randolfe usará o tradicional discurso do PSOL, de crítica radical pela esquerda ao PT. Ele poderá, com a crítica permanente, desgatar a presidente e, assim, baixar seu atual alto índice de intenções. Se recolher, diretamente, todos os votos que tirar Dilma, Randolfe terá cumprido seu papel. Mas mesmo se não obtiver para si próprio os dividendos dessa estratégia, contribuirá para que a oposição chegue mais perto do segundo turno.

Com Randolfe pela esquerda e, se resolver disputar, Joaquim Barbosa pela direita do campo ideológico, o quadro eleitoral de 2014 terá duas novidades capazes de alterar o marasmo atual, pelo qual Dilma não vê adversários à  sua altura.

PSOL escolhe presidente e candidato à s eleições presidenciais de 2014

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O 4!º Congresso Nacional do PSOL elegeu hoje (1!º) como presidente da legenda Luiz Araújo, professor substituto da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e assessor da liderança do partido no Senado. Araújo, que concorreu com candidatos de duas chapas, é mestre em políticas públicas em educação pela UnB. Além disso, foi secretário de Educação de Belém, entre 1997 e 2002, e presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 2003 e 2004. Ele vai substituir o deputado federal Ivan Valente (SP).

Os quase 400 delegados do PSOL, que estão desde sexta-feira (29) na cidade goiana de Luziânia, também escolheram o senador do Amapá Randolfe Rodrigues como candidato do partido para as eleições presidenciais de 2014. Concorreu também a ex-deputada federal pelo Rio Grande do Sul Luciana Genro, filha do atual governador do estado, Tarso Genro. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as legendas têm entre 10 e 30 de junho de 2014 para realizar as convenções partidárias que oficializarão os candidatos e coligações para as eleições de outubro do ano que vem.

Segundo a assessoria do PSOL, cerca de 600 militantes participaram do encontro, entre delegados e observadores eleitos nos congressos estaduais de todas as regiões do país. O evento, realizado este ano no Centro de Treinamento Educacional da Confederação Na Leia mais

1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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àndios aproveitam visita de ministras da Casa Civil e Meio Ambiente para protestar no Paraná

do site Aquigora.net
Um grupo de índios aproveitou a visita das ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) a Marechal Cândido Rondon, região Oeste do Paraná, neste sábado (30), para fazer um protesto. O grupo de índios, reforçado por alguns estudantes locais, concentrou-se nas proximidades do Clube Concórdia, onde aconteceu o evento envolvendo as ministras.

Portando faixas e cartazes, os manifestantes reivindicaram atenção do Governo Federal para a demarcação de terras indígenas. Equipes do BPFron acompanharam o manifesto, garantindo que ele transcorresse de forma ordeira.

Assim que chegaram ao Clube Concórdia, as ministras receberam representantes dos indígenas. Após uma conversa, eles entregaram um documento formalizando a reivindicação à  ministra Gleisi Hoffmann.

As ministras Gleisi Hoffmann e Izabella Teixeira estiveram no município para dois momentos: a assinatura da ordem de serviço para as obras de adequação da BR 163 no trecho urbano de Marechal Cândido Rondon e para o lançamento estadual do sistema de Cadastro Ambiental Rural.

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1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Assista: depois de consumir R$ 20 milhões, Richa paralisa obra de hospital!, denuncia Requião

Em plena campanha pelo quarto mandato de governador, Requião tem utilizado a internet como plataforma para disseminar críticas a Richa; neste final de semana, no município de Telêmaco Borba, senador veiculou no Youtube obra do Hospital Regional abandonada pelo tucano depois de consumir R$ 20 milhões; "Comece a trabalhar Beto Richa. Tente fazer alguma coisa nesse tempo que lhe resta", recomendou o senador, que vem elevando o tom cada vez mais; assista ao vídeo.

Em plena campanha pelo quarto mandato de governador, Requião tem utilizado a internet como plataforma para disseminar críticas a Richa; neste final de semana, no município de Telêmaco Borba, senador veiculou no Youtube obra do Hospital Regional abandonada pelo tucano depois de consumir R$ 20 milhões; “Comece a trabalhar Beto Richa. Tente fazer alguma coisa nesse tempo que lhe resta”, recomendou o senador, que vem elevando o tom cada vez mais; assista ao vídeo.

oEm campanha pelo Palácio Iguaçu, o senador Roberto Requião (PMDB) já definiu bem seu alvo preferencial: o governador Beto Richa (PSDB). Em novo vídeo gravado, o peemedebista acusa o tucano de abandonar a construção do Hospital Regional de Telêmaco Borba, cuja obra teria consumido R$ 20 milhões. ... 

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1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Rossoni admite realizar nova eleição para o Tribunal de Contas; assista

do G1 PR, com informações da RPC TVO presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Valdir Rossoni (PSDB) disse neste sábado (30) que defende uma nova eleição para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Paraná (TCE-PR). Em julho deste ano, o então deputado Fábio Camargo foi escolhido pelos pares na Alep. Porém, na quarta-feira (27), uma liminar do Tribunal de Justiça (TJ) o afastou das funções.

Assista ao vídeo:

A decisão da desembargadora Regina Portes Afonso foi tomada na quarta-feira (27) devido a um processo movido por um dos candidatos derrotados na eleição, Max Scrhappe. Na ação, ele alega que Camargo foi beneficiado pelos demais deputados durante as eleições.

Para Rossoni, a realização de uma nova escolha ainda depende de uma decisão final do Judiciário. No que depender do presidente da Assembleia, para tornar esse processo o mais transparente possível, eu defendo uma nova escolha!, diz o deputado, que promete pedir o auxílio do Ministério Público, do TJ e do TCE-PR. “Eu acredito que eu me cerco melhor para que não haja equívoco na escolha para conselheiro, que é importante para a fiscalização das contas do poder público do estado”, pontua.

Certidão positiva

Uma das alegações de Schrappe para questionar a eleição de Camargo é em relação aos documentos apresentados pelos candidatos. Na ação, ele diz que o então deputado apresentou uma certidão positiva de processos criminais, ou seja, um documento da Justiça que indica que ele responde por processos dessa natureza. Contudo, o regulamento da eleição exigia que as certidões fossem negativas.

Na quinta-feira (28), o deputado Elio Rusch (DEM), que presidiu a comissão responsável por analisar os currículos dos candidatos, declarou que não houve favorecimento a Fábio Camargo. Quando perguntado sobre a certidão positiva, ele disse que a certidão positiva não invalidaria a candidatura. “à‰ uma certidão positiva, mas não é condenatória. Não existe um elemento que impediria ele de ser candidato”, afirmou o parlamentar.

Decisão mantida

A determinação da desembargadora terá validade até que o processo contra Fábio Camargo seja devidamente julgado. Na sexta-feira (29), após ser notificado, o presidente do TCE-PR, conselheiro Artagão de Mattos Leão, designou dois auditores para substituir o conselheiro afastado. Os auditores Ivens Linhares e Sérgio Valadares da Fonseca vão representar Camargo nas sessões do Tribunal Pleno e da Segunda Câmara, respectivamente.

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1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Marcos Coimbra: “Barbosa passou dos limites em seu desejo de vingança”

por Marcos Coimbra*, em CartaCapital, via Viomundo

A figura de Joaquim Barbosa faz mal à  cultura política brasileira. Muito já se falou a respeito de como o atual presidente do Supremo conduziu o julgamento da Ação Penal 470, a que trata do mensalão!. Salvo os antipetistas radicais, que ficaram encantados com seu comportamento e o endeusaram, a maioria dos comentaristas o criticou.

Ao longo do processo, Barbosa nunca foi julgador, mas acusador. Desde a fase inicial, parecia considerar-se imbuído da missão de condenar e castigar os envolvidos a penas exemplares!, como se estivesse no cumprimento de um desígnio de Deus. Nunca mostrou ter a dúvida necessária à  aplicação equilibrada da lei. Ao contrário, revelou-se um homem de certezas inabaláveis, o pior tipo de magistrado.

Passou dos limites em seu desejo de vingança. Legitimou evidências tênues e admitiu provas amplamente questionáveis contra os acusados, inovou em matéria jurídica para prejudicá-los, foi criativo no estabelecimento de uma processualística que inibisse a defesa, usou as prerrogativas de relator do processo para constranger seus pares, aproveitou-se dos vínculos com grande parte da mídia para acuar quem o confrontasse.

Agora, depois da prisão dos condenados, foi ao extremo de destituir o juiz responsável pela execução das penas: parece achá-lo leniente. Queria dureza.

Barbosa é exemplo de algo inaceitável na democracia: o juiz que acha suficientes suas convicções. Que justifica sua ação por pretensa superioridade moral em relação aos outros. E que, ao se comportar dessa forma, autoriza qualquer um pegar o porrete (desde que se acredite certo!).

Sua figura é negativa, também, por um segundo motivo.

Pense em ser candidato a Presidente da República ou não, Barbosa é um autêntico expoente de algo que cresceu nos últimos anos e que pode se tornar um grave problema em nossa sociedade: o sentimento de ódio na política.

Quem lida com pesquisas de opinião, particularmente as qualitativas, vê avolumar-se o contigente de eleitores que mostram odiar alguma coisa ou tudo na política. Não a simples desaprovação ou rejeição, o desgostar de alguém ou de um partido. Mas o ódio.

à‰ fácil constatar a difusão do fenômeno na internet, particularmente nas redes sociais. Nas postagens a respeito do cotidiano da política, por exemplo sobre a prisão dos condenados no mensalão!, a linguagem de muitos expressa intenso rancor: vontade de matar, destruir, exterminar. E o mais extraordinário é que esses indivíduos não estranham suas emoções, acham normal a violência.

Não se espantam, pois veem sentimentos iguais na televisão, leem editorialistas e comentaristas que se orgulham da boçalidade. Os odientos na sociedade reproduzem o ódio que consomem.

Isso não fazia parte relevante de nossa cultura política até outro dia. Certamente houve, mas não foi típico o ódio contra os militares na ditadura. Havia rejeição a José Sarney, mas ninguém queria matá-lo. Fernando Collor subiu e caiu sem se Leia mais

1 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Datafolha confirma que “bomba” do mensalão virou um “peido de véia”

Exagero da velha mídia golpista acabou martirizando os "mensaleiros" Dirceu, Genoino e Delúbio; pesquisa Datafolha comprova que "bomba" das prisões virou "peido de véia" diante do crescimento de Dilma; "Quando você exagera na dose dos ataques gera um sentimento de revolta nas pessoas. Ao contrário do que você pretende, o atacado passa a ser visto como um injustiçado, uma vítima", opina o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; nas redes sociais, diante do iminente triunfo eleitoral da candidata do PT e de Lula em 2014, cresce a virulência dos ataques de "cibertucano" -- os ciberguerrilheiros ligados ao PSDB -- que flertam com o fascismo ao destilarem ódio.

Exagero da velha mídia golpista acabou martirizando os “mensaleiros” Dirceu, Genoino e Delúbio; pesquisa Datafolha comprova que “bomba” das prisões virou “peido de véia” diante do crescimento de Dilma; “Quando você exagera na dose dos ataques gera um sentimento de revolta nas pessoas. Ao contrário do que você pretende, o atacado passa a ser visto como um injustiçado, uma vítima”, opina o jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo; nas redes sociais, diante do iminente triunfo eleitoral da candidata do PT e de Lula em 2014, cresce a virulência dos ataques de “cibertucano” — os ciberguerrilheiros ligados ao PSDB — que flertam com o fascismo ao destilarem ódio.

No último feriadão de 15 de Novembro, da República, o ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), fez o que fez com apoio incondicional da velha mídia, buscando xeque-mate em Dilma Rousseff. Rasgou até a Constituição em nome de um objetivo político. ... 

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