7 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann ajudou a enterrar ‘o pedágio mais caro do mundo’ no Paraná

Gleisi Hoffmann ajudou a enterrar ‘o pedágio mais caro do mundo’ no Paraná

A lava jato pode até ter ficado com os louros a partir da Operação Integração, mas a retomada ou não — pela União — das rodovias concessionadas às empresas de pedágio teve o dedo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Em 2011, ela pediu auditoria ao Tribunal de Contas da União (TCU) para revisar os contratos de pedágio no Paraná. “Deu resultado”, comemora. Leia mais

25 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Romanelli: Pela ‘redução já’ do pedágio

Romanelli: Pela ‘redução já’ do pedágio

O deputado Luiz Claudio Romanelli (PSB) escreve sobre as duas décadas de luta contra o abuso do pedágio no Paraná, as decisões da Justiça Federal em benefício das concessionárias e a omissão do Ministério Público Federal nesse período. O parlamentar sugere que a lava jato, para redimir os pecados pretéritos desses órgãos jurisdicionais, peticione a redução da tarifa do pedágio no juízo correto. “Na praça de Jataizinho, a tarifa do pedágio, cairia dos absurdos R$ 22,00 para R$ 5,50.” Leia mais

28 de dezembro de 2017
por esmael
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Próximo governador terá papel de ‘acabar’ ou ‘continuar’ pedágio mais caro do mundo

Daqui a menos de 4 anos, em novembro de 2021, chegará ao fim as concessões das rodovias paranaenses às atuais pedageiras. Caberá ao próximo governador, a ser eleito em 2018, a decisão de ‘acabar’ ou ‘continuar’ com a tarifa mais cara do mundo nas 27 praças de pedágios espalhadas pelo Paraná. Leia mais

7 de Fevereiro de 2017
por esmael
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“Avião de rosca” de Richa volta a escandalizar

Que o “avião de rosca” faz um barulho danado todos já sabemos, mas o que poucos têm conhecimento é que o governador Beto Richa (PSDB) torrou 49 milhões com o aluguel de jatinhos e helicópteros junto à empresa de Helisul Táxi Aéreo.

9 de novembro de 2015
por esmael
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Faciap também diz não ao ‘pedágio mais caro do mundo’ de Beto Richa

A Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), por meio de seu conselho administrativo, há pouco mais de uma semana, posicionou-se contra a prorrogação dos contratos do ‘pedágio mais caro do mundo’ como pretende o governador Beto Richa (PSDB).

O posicionamento da entidade é importante porque ela é uma das integrantes do G7 — o grupo das sete maiores do setor produtivo paranaense. A informação da manifestação contra a prorrogação dos contratos do pedágio é do site da Faciap.

Para os empresários do sistema Faciap, “o problema não está no pedágio em si, mas nos altos valores cobrados nas praças do Paraná, além das diversas e importantes obras ainda não realizadas nas estradas, e sem previsão de concretização”.

Além da Faciap, já se posicionaram contra a prorrogação do pedágio mais caro do mundo a Fiep (Federação das Indústrias do Paraná), Fecomercio (Federação do Comércio do Paraná), Fecoopar (Federação e Organização das Cooperativas do Paraná) e ACP (Associação Comercial do Paraná).

Só querem a perpetuação das pedageiras nas rodovias do estado, até o ano de 2.050, as próprias concessionárias, o governador Beto Richa, conhecido como o “Rei do Pedágio”, e estranhamente a Faep (Federação da Agricultura do Paraná) e a Fetranspar (Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná).

Ou seja, no mundo produtivo ligado ao G7, o placar é de 5 contra dois. Portanto, o lobby do pedágio perde esse debate de goleada para a sociedade e para daqueles que geram riqueza e trabalho.

A recente decisão da Faciap, que reforça a posição de vanguarda da Fiep, ocorre num momento em que a política de ampliação das praças de pedágio despertam interesse das editorias policiais, pois, na semana passada, o empresário Tony Garcia, amigo de infância do governador tucano, denunciou que há mutreta na Parcerias Público-Privada (PPP) para duplicar a PR-323.

De acordo com o amigo de infância de Beto Richa, a obra da PR-323, orçada em R$ 8 bilhões, prevê o depósito anual de R$ 95,7 milhões pelo governo do estado para ajudar a custear as despesas com a duplicação de 220 quilômetros da rodovia entre Paiçandu e Francisco Alves.

Segundo Tony, a forma de escolhida da Odebrecht — “única” interessada na obra — foi “criminosa”. E é sobre isso que o amigo de infância do governador se dispõe a falar aos deputados, se convocado pela Assembleia Legislativa.

21 de agosto de 2014
por esmael
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Ibope tem contratos milionários nos governos Dilma e Richa

Requianistas abrem suspeição sobre Ibope, que registrou ontem pesquisa no Paraná; instituto tem relações comerciais com os governos Dilma Rousseff (PT) e Beto Richa (PSDB); contratos são milionários cujas cifras são de R$ 6,4 milhões com o governo petista e R$ 2,3 milhões com o governo tucano; levantamento que deverá ser divulgado na semana que vem foi contratado pela RPCTV/Globo.

Requianistas abrem suspeição sobre Ibope, que registrou ontem pesquisa no Paraná; instituto tem relações comerciais com os governos Dilma Rousseff (PT) e Beto Richa (PSDB); contratos são milionários cujas cifras são de R$ 6,4 milhões com o governo petista e R$ 2,3 milhões com o governo tucano; levantamento que deverá ser divulgado na semana que vem foi contratado pela RPCTV/Globo.

A tropa de choque do senador Roberto Requião (PMDB), candidato ao Palácio Iguaçu, pôs a barba de molho ao saber pelo Blog do Esmael que o Ibope registrou ontem pesquisa sobre intenção de voto ao governo do estado (clique aqui). Leia mais

10 de julho de 2014
por esmael
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Em nota da Copel, governo Richa contesta senador Requião

O governo Beto Richa (PSDB) se defende como pode de ataques dos adversários. Nesta quinta (10), através da Copel, o tucano emitiu nota rebatendo as acusações do senador Roberto Requião (PMDB) acerca de contratos, dos supersalários e farra na criação de diretorias na estatal de energia (clique aqui).

O peemedebista prometeu se eleito revisar acordos e tarifaços praticados por Richa, bem como demitir diretores da empresa com salários que, segundo o parlamentar, passam de R$ 80 mil por mês.

“Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil”, diz um trecho da nota.

Leia na íntegra a resposta da energética:

Em relação à s informações divulgadas pelo candidato Roberto Requião, a Copel esclarece:

– O número de diretores da empresa atualmente é de 10, dois a mais que os oito diretores do governo anterior, pois foram criadas duas novas subsidiárias: Copel Renováveis e Copel Participações. Os salários dos diretores são do mesmo patamar praticado no governo anterior, desconsiderando a correção da inflação, e são muito inferiores a R$ 80 mil.

– A participação da Copel em empreendimentos fora do Paraná, não apenas em eólicas mas também em hidrelétricas e sistemas de transmissão, ocorre de forma totalmente legal e com viabilidade econômica, fruto de vitórias em leilões do Governo Federal ou aquisições aprovadas pela Aneel. São empreendimentos que visam a aumentar a receita da empresa e fortalecer a Copel, garantindo mais dividendos ao Estado do Paraná, acionista majoritário da Companhia.

– Em seus leilões de energia, feitos por meio de editais públicos, a Copel Geração vende a diversas geradoras e comercializadoras de energia de todo o Brasil. No último leilão de energia feito pela Copel Geração, por meio de edital público, em outubro de 2013, a energia oferecida pela empresa foi comprada pela Tradener e mais seis outras empresas:

Safira, Norske, EDP, Comerc, Bio Energias e Bolt, pelo preço do mercado naquele momento. Em deze

24 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Com Lula em Cuba, àlvaro questiona empréstimos do BNDES

do Brasil 247
O senador àlvaro Dias (PSDB), vice-líder do PSDB, ingressou, nesta segunda-feira (24), com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o tribunal obrigue o governo federal a divulgar informações sobre contratos firmados entre o BNDES e os governos de Cuba e Angola. Em 2012, o BNDES desembolsou US$ 875 milhões para os dois países. O pedido é feito no dia em que o ex-presidente Lula viajou a Cuba para visitar o Porto de Muriel (leia mais aqui), construído com recursos do BNDES.

O pedido de àlvaro Dias recorreu ao STF depois que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior lhe negou acesso à s informações. O mandado de segurança é contra a presidente Dilma Rousseff, o ministro Mauro Borges Lemos (MDIC) e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, por “ato atentatório à  moralidade e à  transparência pública”.

Dias entregou o pedido ao presidente do STF, Joaquim Barbosa, que prometeu encaminhá-lo até amanhã para um ministro relator analisar o caso. “à‰ direito líquido e certo de qualquer parlamentar provocar atos de fiscalização, com base em prerrogativa constitucional da Casa a que pertença. Lamentavelmente, nada parece obrigar o Poder Executivo federal a expor suas negociações internacionais nem mesmo ao Poder que lhe é controlador por excelência”, disse o senador.

O tucano pede, no mandado de segurança, “pleno acesso” aos documentos e informações relativos à s operações do BNDES junto aos dois países. Também afirma que, se o pedido for negado, que haja uma determinação para que o ministério e o governo repassem as informações à  oposição. O senador ainda pede a notificação das “autoridades coatoras” !“Dilma, Coutinho e Lemos!“ para que apresentam as informações no prazo legal.

13 de novembro de 2013
por esmael
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Agência de publicidade Ccz “papa tudo” na Grande Curitiba

Ciro Cesar Zadra, da CCZ, atende ao mesmo tempo governo do Paraná (R$ 143,5 mi) e a prefeitura de Curitiba (parte de R$ 27 mi); depois de perder conta da multinacional General Motors, agência de publicidade apadrinhada pelo Palácio Iguaçu avança em licitações nos municípios da região metropolitana de Curitiba; empresa já teve êxito na cidade de Almirante Tamandaré; mercado e o mundo político perguntam: quem o padrinho da Ccz Publicidade?

Ciro Cesar Zadra, da CCZ, atende ao mesmo tempo governo do Paraná (R$ 143,5 mi) e a prefeitura de Curitiba (parte de R$ 27 mi); depois de perder conta da multinacional General Motors, agência de publicidade apadrinhada pelo Palácio Iguaçu avança em licitações nos municípios da região metropolitana de Curitiba; empresa já teve êxito na cidade de Almirante Tamandaré; mercado e o mundo político perguntam: quem o padrinho da Ccz Publicidade?

Ccz Publicidade e Marketing é uma agência de propaganda que atende ao governo do Paraná tem uma fatia gorda dos R$ 143,5 milhões previsto no aditivo assinado no começo do ano pela Secretaria de Estado da Comunicação Social (clique aqui). Leia mais

24 de setembro de 2013
por esmael
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Membro da CPI acusa Richa de cometer crime ao retirar ações “ganhas” contra o pedágio no Paraná

por Péricles de Mello*

Quanto mais avançam os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – que investiga os contratos de concessão das rodovias paranaenses, mais salta aos olhos como a questão do pedágio foi embaralhada, como se disseminou a confusão em torno dos contratos, aditivos e ações judiciais. De modo que hoje se torna imperativo que se restabeleça a clareza: é este o principal papel da CPI.

Tendo estudado o pedágio do Paraná desde o meu primeiro mandato como deputado estadual, estou convencido de que há alguns pressupostos básicos: em primeiro lugar, na gênese dos contratos de concessão já existe uma deturpação, que é o superfaturamento das obras.

Esse superfaturamento foi calculado, no estudo que promovi juntamente com o professor Joel Larocca, relativo ao Lote 5 (Rodonorte), em 2000, em praticamente 97%, no item serviços iniciais, e 52% nos serviços realizados ao longo da concessão. Essa circunstância vicia os contratos desde o momento de sua assinatura. A esse respeito, vale lembrar que a Rodonorte nos deu uma resposta que é uma peça pífia, que nada responde.

Por isso, não posso concordar com a posição expressa, na última sessão da CPI, pelo auditor do TCE Alexandre Antonio dos Santos e pelo ex-auditor Homero Figueiredo Lima, segundo a qual já é tarde para contestar os contratos originais e a prioridade é se concentrar nos aditivos. Considero perfeitamente possível e necessário questionar, com a ajuda de técnicos capacitados, os contratos originais, pois ali se encontram as razões das altas tarifas e dos péssimos serviços oferecidos pelas concessionárias. à‰ necessário dizer que a auditoria do TCE sobre dois lotes foi um trabalho magnífico no qual obrigatoriamente nos apoiaremos.

Em segundo lugar, temos os próprios aditivos: o de 2000 e o de 2002. Esses aditivos reajustaram as tarifas, modificaram o ritmo das obras previstas (sempre em prejuízo dos usuários), isso quando simplesmente não cancelaram serviços, e alteraram a Taxa Interna de Retorno-TIR, elevando-a de 17% para 22%. Só para se ter uma ideia, nos novos pedágios federais a TIR é de 7,5%.

Evidentemente, deve-se lutar para anular esses aditivos. Só no Lote 3, isso significaria (segundo o TCE) a obrigação de um investimento de cerca de R$ 360 milhões nos trechos desse lote.

Exatamente neste ponto deve-se destacar a ridícula e inexplicável atitude do governo Beto Richa de suspender todas as ações judiciais que envolvem o pedágio. Primeiro por 180 dias, depois por outro período igual, depois ainda por outro período de seis meses e que pode ser prorrogado novamente.

Uma delas, a ação 7929-7, pede a anulação dos aditivos e a Justiça caminhava para dar ganho de causa ao Estado, já tendo solicitado uma perícia à  Fipe e à  FGV. Por isso, é incompreensível a atitude do governador de pedir a suspensão desta ação em particular, com objetivo de realizar uma auditoria, e sinalizar que quer um acordo com as concessionárias.

O fato é a que a suspensão desta ação, num momento que se caminhava para uma solução favorável ao Estado (e, portanto, aos usuários e a toda a população do Paraná), é injustificável. Na última sessão da CPI, a