7 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann ajudou a enterrar ‘o pedágio mais caro do mundo’ no Paraná

Gleisi Hoffmann ajudou a enterrar ‘o pedágio mais caro do mundo’ no Paraná

A lava jato pode até ter ficado com os louros a partir da Operação Integração, mas a retomada ou não — pela União — das rodovias concessionadas às empresas de pedágio teve o dedo da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). Em 2011, ela pediu auditoria ao Tribunal de Contas da União (TCU) para revisar os contratos de pedágio no Paraná. “Deu resultado”, comemora. Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Péricles de Mello: Beto Richa “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio

O deputado estadual Péricles de Holleben Mello (PT) escreve que o governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio. “O governo Beto Richa sabia de tudo isso, mas ao invés de lutar pelo direito do povo, preferiu, como dissemos, o caminho “gentil” da conciliação.” Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Péricles de Mello: Beto Richa “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio

O deputado estadual Péricles de Holleben Mello (PT) escreve que o governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio. “O governo Beto Richa sabia de tudo isso, mas ao invés de lutar pelo direito do povo, preferiu, como dissemos, o caminho “gentil” da conciliação.” Leia mais

2 de Março de 2018
por esmael
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Péricles de Mello: Beto Richa “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio

O deputado estadual Péricles de Holleben Mello (PT) escreve que o governador Beto Richa (PSDB), do Paraná, “sabia de tudo” sobre a atuação da máfia do pedágio. “O governo Beto Richa sabia de tudo isso, mas ao invés de lutar pelo direito do povo, preferiu, como dissemos, o caminho “gentil” da conciliação.” Leia mais

24 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Veja quanto deveria custar (sem propina) o pedágio nas rodovias do Paraná

Veja quanto deveria custar (sem propina) o pedágio nas rodovias do Paraná

A partir da informação da Operação Integração, da lava jato, segunda qual o pedágio está superfaturado em até 400% nas 27 praças que integram o Anel da Integração, o Blog do Esmael simulou o preço que deveria ser cobrado dos usuários das rodovias paranaenses. Abaixo, confira os valores sem a propina. Leia mais

24 de Fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Para Osmar Dias, tucano Beto Richa “debocha” e expõe amizade com pedageiras; ouça o áudio

Para Osmar Dias, tucano Beto Richa “debocha” e expõe amizade com pedageiras; ouça o áudio

O ex-senador Osmar Dias (PDT) afirmou em entrevista à rádio Graúna, de Cornélio Procópio, na quarta (21), que o governador Beto Richa (PSDB) “debocha” ao lançar uma “pedra fundamental” para duplicar parte da BR-369. Segundo o pedetista, a obra é responsabilidade contratual da concessionária, não do governo ou do usuário da rodovia. Leia mais

28 de Abril de 2016
por esmael
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Contra o golpe, ‘ Frente Povo Sem Medo’ tranca rodovias no país

O contorno Sul de Curitiba, na BR 376, que liga a capital paranaense ao Sul do país, amanheceu bloqueado pelos militantes da ‘Frente Povo Sem Medo’. O protesto é contra o golpe de Estado perpetrado pelo vice Michel Temer.

O movimento organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) abrange ainda rodovias que cortam outros 8 estados.

Os protestos contra o golpe de Temer também são executados pelas Brigadas Populares e pelo MLB (Movimento de Luta nos Bairros e Favelas), ambos integrantes da Frente Povo Sem Medo.

7 de dezembro de 2015
por esmael
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Beto Richa só pensa naquilo: ‘prorrogar o pedágio mais caro do mundo’

richa_pedagio_assaltoO governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), jocosamente conhecido em Brasília como o “Rei do Pedágio”, esteve mais uma vez hoje no Distrito Federal pedindo pela prorrogação do pedágio mais caro do mundo.

No último dia 1º de dezembro, o tucano autorizou novo aumento nas 27 praças de pedágio instaladas nas rodovias do estado. O reajuste anual médio para 10,28%, portanto, acima da inflação acumulada de 9,93% nos últimos doze meses (índice IPCA).

O mundo produtivo é contra a prorrogação do pedágio mais caro do mundo porque sabota a economia do Paraná. Cinco das 7 entidades do setor produtivo — o G7, liderado pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) — se opõem à perpetuação do pedágio mais caro do mundo.

28 de Maio de 2014
por esmael
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Coluna do Ademar Traiano: Promessas de Gleisi atrasaram o Paraná

Ademar Traiano*

Os paranaenses têm uma qualidade que é muito elogiada no Brasil: promessa feita é promessa cumprida. Todos sabem que o fio do bigode! tem validade aqui no Paraná. Talvez por isto, vez por outra, o paranaense acaba acreditando em promessas feitas ao vento.

Nos últimos três anos, a União – sob a batuta de Gleisi Hoffmann, que chefiou a Casa Civil do governo federal – comprometeu-se com o estado em uma série de melhorias na área da infraestrutura, que não saíram do papel. Foram duplicações de rodovias federais, investimentos na modernização dos portos e a construção de uma nova linha ferroviária, que não foram e não serão concretizados em curto prazo de tempo. O que se dirá do projeto aeroviário da Infraero que até o momento é discurso e propaganda de televisão.

Todas estas demandas, pedidas pelo setor produtivo paranaense e também pela sociedade civil, foram encaminhadas ao governo federal em março de 2011. Muitas delas viraram promessas que foram dadas como certas por representantes dos ministérios e da Casa Civil. Mas, até hoje são incertezas, como é o caso da rodovia Boiadeira. Esta rodovia teve quatro datas de licitação anunciadas com muita pompa e barulho, mas nada de efetivo aconteceu.

O ritmo demorado e publicitário do governo federal também prejudicou o projeto de construção da rodovia duplicada da BR-101, cujo traçado é interrompido apenas no Paraná. Foram diversas justificativas da União, que atrasaram um projeto de extrema importância.

Hoje o estado conduz este projeto sozinho, além de ter em andamento o maior plano de duplicações de rodovias dos últimos 20 anos. Serão 267 quilômetros em obras entregues ou andamento ainda neste ano e outros 300 quilômetros que começarão em 2015.

A série de anúncios e esquecimentos da União afetou a construção da nova ferrovia entre Maracaju/Paranaguá/Pontal do Paraná. Este projeto é uma conquista do Governo do Paraná e do G7, grupo que reúne o setor produtivo. Em 2012, graças mobilização dos paranaenses, que conseguiram um traçado dentro do Estado.

A briga dos paranaenses permitiu que o Estado garantisse uma ligação importante entre as áreas produtoras de grãos do Brasil, facilitando o escoamento pelo porto de Paranaguá. Seria uma ferrovia moderna, que cruzaria e ampliaria a área de atuação da Ferroeste. Até mesmo um calendário da licitação foi anunciado pelo governo federal à  imprensa.

O assunto morreu nas entranhas da burocracia federal, mas não foi esquecido pelo governo do Estado. Para facilitar a vida dos produtores paranaenses, a Ferroeste recebeu investimentos, que permitiram adquirir mais locomotivas, além de recuperar as existentes. Por intervenção do governo estadual, o trajeto atual duplicou, graças a uma parceria, ganhando mais 250 quilômetros, levando safra do Oeste até Ponta Grossa.

Na área dos portos, os paranaenses fizeram sua lição de casa. Reuniram o setor produtivo e criaram um plano de desenvolvimento portuário. O Paraná foi primeiro estado brasileiro a estar 100% ajustado ao marco regulatório do setor e, portanto, preparado para fazer os arrendamentos de áreas. O governo federal puxou para si está responsabilidade e nada saiu do papel. Com exceção dos investimentos no exterior beneficiando os portos de Cuba e do porto projetado para o Uruguai, que devem competir com os portos brasileiros.

Diante das dificuldades, o Paraná não se encolheu e está investindo mais de R$ 470 milhões nos portos, com novos shiploaders, dragagem e melhorias na malha viária de acesso ao Porto de Paranaguá. Ao mesmo tempo aguarda as melhorias das rodovias anunciadas pelo Dnit que são tão urgentes e necessárias, mas que não se efetivaram.

Todas as promessas da União, de cifras bilionárias, estão paradas. Na área das rodovias, nem mesmo o empréstimo do Proinveste foi depositado na conta do governo estadual, apesar de três liminares do Supremo Tri

20 de novembro de 2013
por esmael
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Não confunda: Beto Richa anuncia mais pedágio na PR-445

Governador Beto Richa, em Londrina, em 24 horas, "inaugurou" novos pedágios na PR-445, entre Londrina e Mauá da Serra; ontem, veio à  tona informação de 4 novas praças na PR-323, entre Maringá e Guaíra; enquanto isso, na Assembleia, corre uma CPI do Pedágio.

Governador Beto Richa, em Londrina, em 24 horas, “inaugurou” novos pedágios na PR-445, entre Londrina e Mauá da Serra; ontem, veio à  tona informação de 4 novas praças na PR-323, entre Maringá e Guaíra; enquanto isso, na Assembleia, corre uma CPI do Pedágio.

Por favor, não confunda a localização de novas praças de pedágios “inauguradas” pelo governador Beto Richa (PSDB). Anote aí para você não se embaralhar com as informações. Leia mais

23 de setembro de 2013
por esmael
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Público x privado: Estado pode ampliar capacidade das rodovias, diz Gleisi

do Brasil 247
Alvo de críticas desde que um dos primeiros leilões de estradas do governo Dilma não atraiu interessados, a ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, falou ao jornal Valor Econômico para tentar rebatê-las. Segundo ela, é “besteira dizer que não gostamos do setor privado” (leia aqui a íntegra).

De acordo com a ministra, o que se busca é um modelo intermediário entre as concessões dos governos FHC e Lula. No primeiro, segundo ela, o foco era a arrecadação e os pedágios saíram caros demais. No segundo, buscou-se a menor tarifa, mas os investimentos na recuperação e ampliação das estradas não foram satisfatórios.

“O modelo é adequado. à‰ resultado de uma análise dos processos de concessões de rodovias que tivemos até agora. As primeiras concessões, no governo Fernando Henrique, tinham foco na arrecadação. Vendia-se o direito de explorar uma rodovia, sem necessariamente uma preocupação com o investimento e o nível de serviço. Temos hoje pedágios caros. A segunda fase de licitações de rodovias, para se contrapor a esse modelo, adotou o critério de menor tarifa. Conseguimos pedágios baratos, mas não necessariamente retorno em termos de investimentos necessários para melhorar algumas rodovias”, disse a ministra aos jornalistas Daniel Rittner e Leandra Peres.

Segundo ela, nessa nova fase, haverá um modelo equilibrado, numa equação que permita ganhos ao investidor, pedágios moderados para os usuários e boa manutenção das estradas. Quando isso não for possível, ela avisa que os investimentos serão realizados pelo governo, como será o caso, por exemplo, da BR-101, na Bahia. “O que deixa uma concessão de pé é a capacidade e a concordância do usuário em pagar aquela tarifa”, diz Gleisi. Não sendo possível, existe “a opção será ampliar a capacidade das rodovias por meio de obra pública”.