Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

1 de setembro de 2013
por esmael
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Richa quer comissionados do governo agindo como “trolls” nas redes sociais

Em reunião com servidores comissionados, no sábado, Richa pediu para que todos entrem no Facebook e no Twitter para fazer o combate político virtual nas redes sociais; na prática, o tucano quer criar um exército de "trolls" visando uma guerra cibernética nas eleições de 2014.

Em reunião com servidores comissionados, no sábado, Richa pediu para que todos entrem no Facebook e no Twitter para fazer o combate político virtual nas redes sociais; na prática, o tucano quer criar um exército de “trolls” visando uma guerra cibernética nas eleições de 2014.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), reuniu-se ontem (31), em Curitiba, com o primeiro e segundo escalões para pedir aos comissionados — cerca de 5 mil servidores — ingressem nas redes sociais para fazer o combate político virtual nas redes sociais. Leia mais

1 de setembro de 2013
por esmael
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Reviravolta no PCdoB do Paraná. Elton desafia Gomyde

Elton Barz, ligado ao prefeito Gustavo Fruet, ameaça projeto de Gomyde na presidência do PCdoB; legenda vermelha vive guerra intestina cujo desfecho no próximo sábado, Dia da Independência, ainda é incerto; três ex-presidentes, defenestrados na intervenção de junho, conspiram contra o diretor do Ministério do Esporte.

Elton Barz, ligado ao prefeito Gustavo Fruet, ameaça projeto de Gomyde na presidência do PCdoB; legenda vermelha vive guerra intestina cujo desfecho no próximo sábado, Dia da Independência, ainda é incerto; três ex-presidentes, defenestrados na intervenção de junho, conspiram contra o diretor do Ministério do Esporte.

O PCdoB encerrou neste domingo (1!º) a temporada de 75 convenções municipais no Paraná. O partido vai à  convenção estadual no próximo sábado, 7 de setembro, em Curitiba. Cerca de 150 delegados foram eleitos para a etapa final que escolherá a nova direção da agremiação. Leia mais

1 de setembro de 2013
por esmael
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Requião avança no Litoral e Região Metropolitana de Curitiba

Roberto Requião avança sobre a Região Metropolitana de Curitiba e Litoral; tecnicamente empatado com a ministra-chefe da Casa Civil em segundo lugar, de acordo com a Paraná Pesquisa, o peemedebista escolhe o governador Beto Richa como alvo preferencial em sua pré-campanha; para o senador do PMDB, o tucano é o pior, mais preguiçoso, negocista e desastrado da história: Lernismo predador sem o talento do Lerner", define.

Roberto Requião avança sobre a Região Metropolitana de Curitiba e Litoral; tecnicamente empatado com a ministra-chefe da Casa Civil em segundo lugar, de acordo com a Paraná Pesquisa, o peemedebista escolhe o governador Beto Richa como alvo preferencial em sua pré-campanha; para o senador do PMDB, o tucano é o pior, mais preguiçoso, negocista e desastrado da história: Lernismo predador sem o talento do Lerner”, define.

Depois de começar seu périplo rumo à  candidatura ao governo do Paraná pelo Norte e Norte Pioneiro, na semana passada, o senador Roberto Requião (PMDB) avançou neste final de semana para o Litoral e Região Metropolitana de Curitiba. Leia mais

1 de setembro de 2013
por esmael
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Recado dos professores do Paraná: “Beto Richa, nunca mais!”

Nas ruas, portando cartazes, educadores mandam recado aos paranaenses: "Beto Richa, nunca mais!"; movimento denuncia calote tucano de R$ 50 milhões, cortes na formação, dentre outras barbaridades que deixaram a Educação no limbo. Foto: Nosso Norte APP Forte/Facebook.

Nas ruas, portando cartazes, educadores mandam recado aos paranaenses: “Beto Richa, nunca mais!”; movimento denuncia calote tucano de R$ 50 milhões, cortes na formação, dentre outras barbaridades que deixaram a Educação no limbo. Foto: Nosso Norte APP Forte/Facebook.

Não para de chegar imagens dos protestos realizados pelos educadores no último “30 de agosto” em várias cidades do Paraná. Em Londrina, por exemplo, ilustrada pela foto acima, os manifestantes portavam cartazes que não deixaram dúvidas sobre seu sentimento: “Beto Richa, nunca mais!”. Leia mais

1 de setembro de 2013
por esmael
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Depois de atingida por bosta de cavalo, Globo pede desculpa pelo passado; mas e o presente?

do Brasil 247
Quase meio século depois do golpe militar de 1964, a poderosa Globo fez um mea culpa histórico. Reconheceu que errou ao apoiar a ditadura, mas disse que seu erro foi compartilhado por outros meios de comunicação, como Folha e Estado de S. Paulo.

O reconhecimento ocorre um dia depois de a Globo ser alvo de um protesto violento, em São Paulo, quando um grupo de Black Blocs atirou esterco na sede da emissora. “à€ luz da História, contudo, não há por que não reconhecer, hoje, explicitamente, que o apoio foi um erro, assim como equivocadas foram outras decisões editoriais do período que decorreram desse desacerto original”, diz o texto, divulgado hoje pelo grupo editorial da família Marinho.

No mesmo texto, a Globo afirma que a democracia “é um valor absoluto”. Mas será que a Globo de hoje, de fato, respeita a soberania popular ou continua combatendo, com a mesma ênfase de sempre, governos trabalhistas, como fez com João Goulart, antes de 1964, Leonel Brizola, no Rio de Janeiro, e, agora, com o projeto Lula-Dilma?

Terá mesmo a Globo se arrependido ou são lobos que se vestem de cordeiros para aplacar a fúria das ruas?

Abaixo, o editorial do Globo:

Apoio editorial ao golpe de 64 foi um erro

RIO – Desde as manifestações de junho, um coro voltou à s ruas: A verdade é dura, a Globo apoiou a ditadura!. De fato, trata-se de uma verdade, e, também de fato, de uma verdade dura.

Já há muitos anos, em discussões internas, as Organizações Globo reconhecem que, à  luz da História, esse apoio foi um erro.

Há alguns meses, quando o Memória estava sendo estruturado, decidiu-se que ele seria uma excelente oportunidade para tornar pública essa avaliação interna. E um texto com o reconhecimento desse erro foi escrito para ser publicado quando o site ficasse pronto.

Não lamentamos que essa publicação não tenha vindo antes da onda de manifestações, como teria sido possível. Porque as ruas nos deram ainda mais certeza de que a avaliação que se fazia internamente era correta e que o reconhecimento do erro, necessário.

Governos e instituições têm, de alguma forma, que responder ao clamor das ruas.

De nossa parte, é o que fazemos agora, reafirmando nosso incondicional e perene apego aos valores democráticos, ao reproduzir nesta página a íntegra do texto sobre o tema que está no Memória, a partir de hoje no ar:

1964

Diante de qualquer reportagem ou editorial que lhes desagrade, é frequente que aqueles que se sintam contrariados lembrem que O GLOBO apoiou editorialmente o golpe militar de 1964.

A lembran