4 de Abril de 2013
por esmael
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Mujica sobre Cristina Kirchner: “A velha é pior que o vesgo”

do Brasil 247

Presidente do Uruguai, José Mujica deixou escapar nesta quinta-feira um crítica à  colega argentina Cristina Kirchner, sem perceber que seu microfone estava ligado. Foi durante entrevista coletiva em Sarandí Grande (a 138 km de Montevidéu), transmitida ao vivo pela internet pela Presidência uruguaia.

Enquanto conversava com aliados, Mujica disse que “essa velha é pior que o vesgo”, numa referência ao falecido marido de Cristina e ex-presidente argentino Néstor Kirchner, que era estrábico. Mujica falava com os partidários sobre as relações uruguaias com Brasil e Argentina.

Segundo o jornal argentino “El Observador”, Mujica dizia que, para conseguir qualquer coisa com a Argentina, era preciso falar antes com o Brasil. O uruguaio teria dito ainda que Cristina é teimosa, e que Néstor, morto em 2010, era mais político. Questionado sobre as declarações, Mujica disse que não falou sobre a Argentina na ocasião. “Não vou dar bola e nem atravessar o mundo para esclarecer nada. Inventem o que quiserem”, disse.

4 de Abril de 2013
por esmael
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Tucanos querem o direito de privatizar o porto de Paranaguá

A bronca dos tucanos paranaenses acerca da Medida Provisória 595, a MP dos Portos, não é contra a privatização ou concessão de área portuária à  iniciativa privada ou contra a precarização da mão de obra dos trabalhadores. Muito pelo contrário. A briga é pelo butim. A disputa é por quem privatiza primeiro e “melhor”.

O líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Ademar Traiano, conhecido pitbull do Palácio Iguaçu, em novo artigo de opinião provocativo, diz que os portos brasileiros estão à  deriva e — como não poderia ser diferente — culpa o governo Dilma Rousseff com o intuito de atingir a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, virtual adversária de seu chefe em 2014.

A retórica do tucanato paranaense com essa conversa de “cerca-lourenço” tem apenas um objetivo: tirar do governo federal o poder de realizar as licitações de concessão dos portos; o governo do PSDB, no Paraná, quer a atribuição de privatizar, a exemplo do que já fizeram com as rodovias impondo caríssimos pedágios e que tentaram com a privatização bilionária de 171 serviços públicos (esta última barrada graças à  pressão da sociedade).

A seguir, publico a íntegra do artigo de Ademar Traiano:

Portos à  deriva

por Ademar Traiano*

Ninguém tem dúvida de que o sistema portuário brasileiro precisa de ajustes. Se faltasse um argumento de peso, para fundamentar essa certeza, ele veio com a decisão de importadores chineses de cancelar encomendas de 2 milhões de toneladas sob a alegação que os portos brasileiros produzem atrasos na entrega das mercadorias.

O problema é decidir sobre qual o caminho para desatar esse nó. O governo Dilma Rousseff, com autoritarismo característico, lançou a Medida Provisória 595, que trata do sistema portuário. Entre outras novidades nefastas essa MP provoca a perda de autonomia dos Estados.

Na prática a MP é mais um elemento de centralismo, o contrário da democracia federativa. O governo federal dá as

4 de Abril de 2013
por esmael
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Jornalista Dinah Ribas lança livro sobre a “Rainha do Papel”

A minha ex-professora de redação jornalística na faculdade, Dinah Pinheiro Ribas, lança daqui a pouco, à s 19 horas, na Livraria Fnac, no Shopping Barigui, o livro A viagem de Efigênia Rolim nas asas do Peixe Voador!.

Obra escrita pela jornalista Dinah revela a trajetória da artista popular Efigênia Rolim, que se consagrou no cenário curitibano como a Rainha do Papel.

Personagem pertencente à  paisagem cultural curitibana, Efigênia iniciou seu trabalho artístico muito antes do que se denominou responsabilidade social e sustentabilidade. Ao utilizar material reciclável, ela confecciona trajes, bonecas, animais, e figuras as mais simbólicas.

Mas a Rainha do Papel vai além da elaboração desses objetos. Efigênia tem inúmeros livros de poesia, e é uma contadora de histórias, todas de sua autoria.

Aos 81 anos, a alegre, a lúcida e bem humorada senhora, conta sua história no livro pelo olhar da jornalista Dinah Ribas Pinheiro, que fez um resgate minucioso da trajetória difícil, mas também poética de Efigênia.

O livro resgata desde o período de sua infância humilde, momento em que teve o primeiro contato com a confecção de brinquedos de papel, devido à s dificuldades financeiras da família, até os tempos atuais, passando pelo momento em que festejou seus 80 anos.

O processo de pesquisa de Dinah teve início em 2010 e enfoca também o período em que Efigênia virou destaque no cenário nacional. Personagem conhecida

4 de Abril de 2013
por esmael
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Pessuti ou Requião? Você decide

Briga das famílias Requião e Pessuti pode chegar à  Assembleia Legislativa através de Maurício e Moisés; a disputa desde já é para medir o tamanho do eleitorado; quem faz mais votos em 2014?

Briga das famílias Requião e Pessuti pode chegar à  Assembleia Legislativa através de Maurício e Moisés; a disputa desde já é para medir o tamanho do eleitorado; quem faz mais votos em 2014?

A briga entre o senador Roberto Requião (PMDB) e o ex-governador Orlando Pessuti, secretário-geral do partido, convertido esta semana a conselheiro da Itaipu Binacional, promete se estender à s respectivas proles. Leia mais

4 de Abril de 2013
por esmael
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Governo desmente Estadão por ato contra Eduardo Campos

do Brasil 247

O governo federal informou por meio de nota que “repudia veementemente matéria” publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo nesta quinta-feira 4, que aponta monitoramento por parte do setor de inteligência do Planalto ao movimento sindical no Porto de Suape, em Pernambuco. De acordo com a presidência, “é mentirosa a informação” e a atuação do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) e da Abin se pauta por uma ação “institucional e padronizada”. No texto, o Estadão afirma que a operação, que teve início há cerca de um mês, tem como foco “uma possível greve geral”.

Pernambuco é governador por Eduardo Campos, possível candidato à  presidência contra a presidente Dilma Rousseff em 2014. O jornal sugere, com a notícia, que o governo estaria tentando conter a atuação do pessebista contra a MP dos Portos, medida que ele tem criticado e apoiado os sindicalistas que se sentem prejudicados com as mudanças. “A cronologia da operação é simétrica à  movimentação política de Campos contra a MP dos Portos”, informa o jornal.

Não é a primeira vez que Estado de S.Paulo publica uma reportagem sobre uma ofensiva do Planalto contra Eduardo Campos. No dia 10 de março, o veículo publicou uma manchete que acusava o governo federal de discriminar Pernambuco quanto à  distribuição de recursos, motivado pela questão política. A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, também soltou nota negando as informações e o próprio governador comunicou que estivesse passando por qualquer problema desse tipo.

Leia abaixo a nota divulgada no início desta tarde pelo GSI:

Nota à  imprensa

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República repudia veementemente matéria publicada hoje no Estado de S.Paulo insinuando que o governo faça vigilância sobre movimentos sindicais dos portuários no estado de Pernambuco.

à‰ mentirosa a afirmação de que o GSI/Abin tenha montado qualquer operação para monitorar o movimento sindical no Porto de Suape ou em qualquer outra instituição do país. O GSI lamenta ainda a utilização política do tema, questionando a quem interessa tal tipo de interpretação neste momento.

Todo o trabalho do GSI e da Abin está amparado pelas Leis 9.883, de 1999, que criou o Sistema Brasileiro de Inteligência e a Abin como seu órgão central, e 10.683, de 2003, que estabelece ser do GSI a coordenação da inteligência federal. Sua atuação vem se pautando por uma ação institucional e padronizada, como ocorre em todos os sistemas democráticos.

Em nenhum momento o governo determinou ao GSI/Abin qualquer ação relativa ao tema referido na irresponsável reportagem do jornal.

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República

4 de Abril de 2013
por esmael
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Acordão! entre Fruet e Richa pode garantir tarifa de ônibus a R$ 2,85 na Grande Curitiba

Governador Beto Richa e o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, se encontraram em dezembro de 2012 para discutir a manutenção do subsídio à  tarifa de ônibus na região metropolitana. Foto: Jader Rocha.

Governador Beto Richa e o prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, se encontraram em dezembro de 2012 para discutir a manutenção do subsídio à  tarifa de ônibus na região metropolitana. Foto: Jader Rocha.

O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), nomeou esta semana o novo secretário de Assuntos Metropolitanos, Neco Prado (PMDB). O gesto do pedetista, ao escalar para o estratégico cargo o ex-prefeito de Quitandinha, tem como objetivo manter sob a influência política os demais 28 municípios da região metropolitana. Leia mais

4 de Abril de 2013
por esmael
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Lobby de ruralistas na Câmara aprova reabertura da Estrada do Colono

Moradores alegam que reabertura do caminho levará desenvolvimento à s regiões Sudoeste e Oeste
Os moradores das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná comemoram ontem (3) a aprovação, na Câmara, do projeto que prevê a reabertura da Estrada-Parque Caminho do Colono, no Parque Nacional do Iguaçu.

O autor do projeto é o deputado Assis do Couto (PT-PR) e a proposta foi relatada pelo deptuado Nelson Padovani (PSC-PR).

Os ambientalistas protestam contra a reabertura da estrada, a exemplo da deputada Rosane Ferreira (PV-PR), para quem se trata de “um retrocesso ambiental, interrompendo a recomposição da floresta de Mata Atlântica, abre um perigoso precedende para que outros parques nacionais sejam modificados”.

Agricultores e comerciantes de Serranópolis do Iguaçu, na região Oeste, e de Capanema, no Sudoeste do Estado, acompanharam a sessão munidos de faixas e cartazes pedindo a aprovação. A reunião teve também a presença do deputado federal Penna (PV-SP), presidente da Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados.

O presidente da comissão especial, deputado federal Eduardo Sciarra (PSD-PR) ficou satisfeito com o resultado e está otimista com a possibilidade de receber a aprovação dos senadores.

A reabertura da Estrada do Colono é um sonho acalentado há anos pela população de dois municípios hoje entregues ao esquecimento e que enxergam na Estrada do Colono a redenção econômica das duas

4 de Abril de 2013
por esmael
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Ana Holleben, vereadora do autosequestro, e mais 5 são indiciados pela polícia de PG

por Patrícia Biazetto, via Diário dos Campos

A Polícia Civil indiciou seis pessoas no caso da vereadora Ana Maria de Holleben (PT), acusada de forjar o próprio sequestro, no início deste ano. O inquérito policial foi encaminhado na tarde de ontem ao Ministério Público (MP), que acatará ou não as denúncias. O promotor Jânio Pereira terá um prazo de 30 dias para concluir a análise dos autos.

Além de Ana Maria, foram indiciados Idalécio Valverde da Silva, Reginaldo da Silva Nascimento (primo de Idalécio), Susicleia da Silva (esposa de Idalécio), Branca de Holleben (mãe da vereadora) e Adauto Valverde da Silva (irmão de Idalécio). Segundo o delegado responsável pelo inquérito, Josimar Antônio da Silva, Ana Maria, Reginaldo, Idalécio, Susicléia e Branca foram indiciados pelo crime de formação de quadrilha e comunicação falsa de crime. Reginaldo e Idalécio também por fraude processual e Adauto por favorecimento pessoal.

O inquérito policial referente ao caso Ana Maria foi instaurado em 1!º de janeiro e concluído após três meses. Conforme o delegado são quase 500 páginas, sendo que entre 15 a 20 pessoas foram ouvidas pela polícia. Ana Maria foi a última a prestar depoimento. A maior complexidade do inquérito, conforme o delegado, aconteceu logo no início das investigações. A parte mais complexa do inquérito foi no início até obtivermos a certeza da comunicação falsa de crime. A partir daí realizamos diversas diligências!, diz.

O delegado revela ainda que a motivação do falso sequestro estaria relacionado a algo pessoal. Apuramos no inquérito u

4 de Abril de 2013
por esmael
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Lula começa a ocupar o espaço de Chávez e Fidel

do Brasil 247

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja nesta quinta-feira para Montevidéu, onde participa, no prédio do Mercosul, do debate Transformações em risco? Perspectivas e tensões do progressismo na América Latina!, com o presidente uruguaio José Mujica e o secretário-geral da Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas, o paraguaio Victor Báez. E esse é apenas um dos movimentos que evidenciam que, com a morte de HUgo Chávez e o ocaso de Fidel Castro, o ex-presidente brasileiro trabalha para se converter na principal referência política da América Latina.

No início da semana, Lula apareceu em vídeo dando início à  campanha presidencial venezuelana, declarando apoio ao presidente em exercício e herdeiro político de Chávez, Nicolás Maduro (leia mais). Nesta quarta-feira, o uruguaio La Republica publicou entrevista de quarto páginas com Lula, em que o ex-presidente, mais uma vez, não descartou totalmente voltar a se candidatar à  Presidência, e defendeu o Mercosul, dizendo que as críticas ao bloco “não têm sustentação teórica, econômica ou social”.

Leia a íntegra da entrevista, que foi traduzida pelo Instituto Lula:

Instituto Lula O jornal uruguaio La República publicou nesta quarta-feira (3) uma entrevista de quatro páginas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na entrevista, Lula defende o Mercosul, diz que a integração latino-americana não pode se ser apenas comercial e que é necessário pensar em um parlamento do bloco, com autoridade para tomar e implantar decisões.

Lula disse que as críticas ao Mercosul “não têm sustentação teórica, econômica ou social”, e completou: “nós temos diferenças como qualquer bloco ou qualquer aliança de negócios”, como deve ser em um mundo democrático. O bloco serve justamente para que essas divergências sejam explicitadas e que uma solução seja encontrada. Lula lembrou que, se compararmos o Mercosul de hoje com o de 2002, fica fácil perceber o grande avanço. “O caso do Uruguai é um bom exemplo: em 2002, o fluxo de comércio com o Brasil foi EUA $ 825 milhões, em 2010 e chegou a US $ 2,9 bilhões”, disse.

O ex-presidente viaja nesta quinta para Montevidéu, onde participa de um evento promovido pela Friedrich Ebert Stifung do Uruguai. Além do ex-presidente participarão o presidente uruguaio José Mujica e o secretário geral da Conferência Sindical de Trabalhadores das Américas, o paraguaio Víctor Báez.

Clique aqui para ler a entrevista no jornal La Republica (em espanhol).

Leia abaixo a entrevista completa (em português):

1 – Desde que deixou a presidência, o senhor tem trabalhado na construção de uma integração na qual participem todos os países da região. Essa experiência lhe deixa otimista sobre a possibilidade de criação de instrumentos que avançam a integração latino-americana?

Eu tenho algumas preocupações com a integração da América do Sul e com a integração da América do Latina. Nós já demos alguns passos importantes, ou seja, já fortalecemos o Mercosul, as pessoas desacreditavam muito no Mercosul e, no final da década de 90, começo de 2002, o pessoal ainda tinha uma certa descrença, achavam que a ALCA era a solução, e nós conseguimos, com o tempo, provar que a melhor solução era a integração entre nós. Era explorar o máximo possível a potencialidade das nossas similaridades, e ver em que um país podia ajudar o outro no ponto de vista comercial. Isso, deu um resultado extraordinário.

Mas a minha preocupação é que a integração não pode ser vista apenas do ponto de vista comercial, a integração tem que ser vista do ponto de vista político, do ponto de vista cultural, do ponto de vista social, do ponto de vista universitário, ou seja, em toda a sua amplitude é possível que a gente discuta integração, por isso que eu tomei a iniciativa de deixar a presidência e começar a discutir a integração ouvindo movimento social, intelectuais, empresários, sindicalistas e políticos.

Nós precisamos criar essa cultura de integração, nós precisamos definir na nossa cabeça o que é essa integração que nós queremos. à‰ copiar o modelo da União Europeia? à‰ construir alguma coisa nova? O que está na cabeça de cada dirigente?