5 de junho de 2018
por esmael
Comentários desativados em Beto Richa cobra propinas desde 2001, afirma “amigo” que delatou ex-governador tucano

Beto Richa cobra propinas desde 2001, afirma “amigo” que delatou ex-governador tucano

Fanini, à frente, em viagem com Richa aos Estados Unidos e Caribe.

O ex-governador Beto Richa (PSDB) cobra propinas há 17 anos, ou seja, desde 2001, segundo delação premiada de Maurício Fanini — “amigo” do tucano que está preso na carceragem da Polícia Federal de Brasília. Ex-diretor da Secretaria da Educação, Fanini é acusado pelo Ministério Público no âmbito da “Operação Quadro Negro” de operar milionário esquema de desvio de dinheiro da construção de escolas para campanhas do PSDB do Paraná. Leia mais

17 de setembro de 2016
por esmael
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Paulo Henrique Amorim: Apê de FHC é investigado criminalmente

fhc_ap_lavajatoO jornalista Paulo Henrique Amorim, o PHA, do Conversa Afiada, traz neste sábado (17) reportagem sobre o pixuleco de R$ 2,99 milhões no subfaturamento da compra do apartamento do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso — o FHC. Enquanto isso, lembra o ansioso blogueiro, a Lava Jato persegue o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por apartamento e sítio que não estão em seu nome. Como pode isso?

3 de junho de 2014
por esmael
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Suíça barra ajuda ao Brasil após MPF vazar dados da Alstom

do Brasil 247
Vazamentos de dados sigilosos do caso Alstom fizeram a Suíça suspender a cooperação judicial que mantinha com o Brasil. Medida foi tomada após a divulgação de nomes e dados bancários dos investigados, como os do conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ex-chefe da Casa Civil de Mario Covas (1998), suspeito de receber propina da multinacional francesa para favorecê-la em contrato.

Segundo reportagem do Estado de S. Paulo, o país europeu avisa que só retomará a colaboração quando receber justificativa válida sobre o vazamento do acórdão enviado ao Ministério Público no Brasil sobre o caso Alstom.

Nele, a Suíça informa que Marinho detinha o direito econômico! da Higgins Finance, constituída nas Ilhas Virgens Britânicas, que recebeu depósitos de US$ 2,7 milhões entre 1998 e 2005 da Alstom. O Ministério Público informa ter provas de que o dinheiro de Marinho tem origem em propinas.

Na Suíça, os nomes dos investigados são mantidos em sigilo até que sejam condenados. Sendo assim, o Brasil teria violado o princípio de boa-fé!.

O advogado de Marinho, Celso Vilardi, não se diz surpreso: Dado o espetáculo midiático que aconteceu em torno desse caso, eu não me surpreendo com a decisão suíça!.

28 de março de 2014
por esmael
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Gleisi ameaça incluir ‘propinoduto tucano’ na CPI da Petrobras

da Agência Senado
Em entrevista nesta quinta-feira (27), a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que pensa na possibilidade de pedir a inclusão do caso Alstom, envolvendo contratos do do metrô de São Paulo, no escopo de investigações da CPI da Petrobras. Pela manhã, a oposição protocolou requerimento de criação da CPI com 28 assinaturas de senadores. O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse que a instalação da CPI é inevitável.

!“ Estou pensando muito em propor na segunda ou terça-feira à  nossa base aliada para que a gente apoie a CPI, ampliando o seu objeto, com um adendo, para que a gente possa também investigar a situação da Alstom no metrô de São Paulo !“ informou Gleisi Hoffmann.

Segundo a Secretaria-Geral da Mesa, a CPI pode ter um adendo se este for assinado por pelo menos 27 senadores.

De acordo com Gleisi Hoffmann, o interesse da oposição na CPI é político-eleitoral.

!“ Fazer uma CPI é uma prerrogativa do Senado, é um direito dos senadores propor a CPI. Mas esse é um processo eminentemente político, é uma investigação política. Esse tema já está sendo acompanhado pelo Ministério Público, pelo Tribunal de Contas, comissão interna da Petrobras. Fazer uma CPI em ano eleitoral, sendo que três senadores são candidatos à Presidência, com certeza vai ser um palanque político !“ disse.

Perguntada se o governo vai trabalhar para a retirada de assinaturas do requerimento, o que poderia inviabilizar a CPI, a senadora afirmou apenas que o governo não tem nada a esconder.

!“ O governo não tem nada a esconder. Não temos medo de uma CPI, de fazer essa discussão. Mas uma investigação política vai resultar muito mais em um processo de interesse eleitoral do que necessariamente resolver o problema ou esclarecer os fatos. O Congresso Nacional não pode ser utilizado como instrumento político-eleitoral !“ insistiu.

7 de fevereiro de 2014
por esmael
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Trensalão pode ter rendido a tucanos mais de R$ 197 milhões em propinas

do Brasil 247
O esquema de cartel montado para obter contratos de trem e metrô com governos tucanos em São Paulo, desde a gestão de Mario Covas (1998) pode ter pago mais de R$ 197 milhões em propina. A informação consta no depoimento da testemunha-chave da investigação, o ex-diretor da multinacional Siemens Everton Rheinheimer, obtido pela Folha de S. Paulo.

Três secretários do governo Geraldo Alckmin (PSDB) são citados como destinatários do suborno: o chefe da Casa Civil, Edson Aparecido, o secretário de Energia, José Aníbal e o hoje secretário do Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Garcia (DEM).

Segundo o ex-diretor, a Siemens e seus parceiros pagaram 9% para fornecer trens à  linha 5 do Metrô em 2000, um contrato de R$ 1,57 bilhão, em valores atualizados.

O caso está nas mãos do STF, mas o juiz federal Marcelo Cavali classificou como frágeis os indícios de que eles receberam propina.

Rodrigo Garcia pediu ao Supremo a exclusão de seu nome do inquérito. Na petição enviada ao relator do inquérito, ministro Marcos Aurélio, o advogado Alexandre de Morais diz que não foi apontado a participação de Garcia nos fatos durante investigação na Justiça em São Paulo. Não há qualquer indício que possa caracterizar as necessárias elementares de qualquer tipo penal que pudesse vir a ser investigado, somente existindo meras ilações, criações fantasiosas de alguém que pretende se beneficiar de delação premiada, mas desde o início, informando não ter qualquer prova material contra o deputado federal [licenciado] Rodrigo Garcia!.

No entanto, Rheinheimer e o lobista Arthur Teixeira apontam Garcia como o ponto de contato político do esquema.

Além disso, um novo nome foi apontado nas investigações. A Corregedoria-Geral de Administração do Estado ligou nesta quinta-feira o secretário de Infraestrutura municipal, Osvaldo Spuri, ao cartel. Spuri é funcionário afastado da CPTM e foi o presidente da comissão de licitações em concorrência na qual a alemã Siemens diz ter havido formação de cartel. Ele participou de licitações na CPTM nas gestões de Mário Covas, Geraldo Alckmin e José Serra, todos do PSDB.

3 de fevereiro de 2014
por esmael
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Alstom reconhece propina em usina do governo FHC

do Brasil 247
Um dos pivôs dos escândalos de suborno de governos tucanos em São Paulo, a Alstom reconheceu também ter pago uma comissão, em janeiro de 1999, para vender equipamentos para a hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina. O valor correspondia a R$ 1,6 milhão (em valores de hoje, R$ 6 milhões). A revelação consta em documentos de uma auditoria interna, publicados pela Folha de S. Paulo.

A hidrelétrica de Itá foi um dos projetos do programa de privatização no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

Em 1995, a Eletrobras assinou a concessão para o consórcio AAI (Associação de Autoprodutores Independente), formado pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), OPP Petroquímica e OPP Polietilenos (empresas do grupo Odebrechet) e a Companhia de Cimento Itambé.

Segundo fontes ouvidas pela Folha, a Eletrobras e a Eletrosul eram as empresas que tinham relações com a Alstom porque a multinacional é uma tradicional fornecedora do setor elétrico.

Em São Paulo, segundo depoimento à  Justiça do ex-diretor comercial da multinacional, o engenheiro francês André Botto, a direção da Alstom na França autorizou o pagamento de propina de 15% sobre um contrato de US$ 45,7 milhões (R$ 52 milhões à  época) para fechar um negócio com uma estatal paulista em 1998.

O esquema resultou no contrato com a EPTE (Empresa Paulista de Transmissão de Energia) e a Eletropaulo para a venda de equipamentos para três subestações de energia.

O documento também menciona propina à  Secretaria de Energia e à s diretorias administrativa, financeira e técnica da EPTE. Na época, a pasta era comandada por Andrea Matarazzo – hoje vereador em São Paulo pelo PSDB, que arrecadou US$ 3 milhões para a própria reeleição de FHC (relembre aqui).

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13 de dezembro de 2013
por esmael
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“Livro Bomba” de Tuma Filho vira tábua de salvação tucana no país

do Brasil 247
O livro “Assassinato de reputações – um crime de Estado”, lançado por Romeu Tuma Júnior, tem uma serventia política cada vez mais clara: impedir que peixes graúdos ligados a governos do PSDB sejam investigados pelo Supremo Tribunal Federal.

Ontem, o inquérito foi distribuído e caiu nas mãos da ministra Rosa Weber, que poderá transformar em réus três secretários de Geraldo Alckmin: Edson Aparecido, da Casa Civil, José Aníbal, de Energia, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, que foram citados por um ex-diretor da Siemens como beneficiários de propinas pagas pela multinacional alemã (leia mais aqui).

No entanto, o jogo de pressões contra Rosa, exercido por penas da imprensa ligadas ao PSDB, será intenso. E um dos instrumentos será o livro de Tuminha. à‰ o que faz hoje, mais uma vez, Reinaldo Azevedo !“ ontem ele já havia conectado a obra ao caso pela primeira vez (leia aqui).

Desta vez, ele é mais explícito e reproduz um trecho do livro que trata dos casos Siemens e Alstom, no post “Alckmin diz que investigação de cartel virou arma eleitoral. Ele tem razão. Leia trecho do livro de Tuma Júnior“. Em seguida, o trecho escrito por Tuminha:

Recordo-me bem de ainda ter avisado o ministro [Tarso Genro] de que a estratégia [de vazar informações contra os tucanos] poderia se revelar um tiro no pé, pois autoridades e integrantes do PT, dirigentes de órgãos e entidades, também foram corrompidos pelo esquema Alstom e Siemens. O tempo e profundas investigações, se feitas de forma séria e independente, mostrarão que eu tinha razão.

O que ninguém explorou, até agora, é que no caso Siemens, se a investigação for despolitizada, séria e profunda !“ o que acho difícil, pois já começou assim, objetivando apenas o vazamento !“ figurões do PT também serão pilhados na distribuição de propina; nesse caso, sai do trilho e vai para a luz, ou seja: o setor elétrico. De todo modo, que tem coelho nesse mato tem. Só não atiraram antes porque eu desarmei o caçador à  época.

As últimas notícias que dão conta de um suposto pagamento de propina a políticos tucanos e aliados no caso Siemens têm todas as características dos famosos dossiês que o Planalto tentava emplacar na minha administração. Novamente, parecem seguir o mesmo percurso: saem do Planalto, vão ao MJ, chegam na PF e aparecem na capa dos jornais. Outra vez, como me disse o Abramovay, o DNA de um Carvalho, como mandante, deverá surgir, mesmo com as tentativas de blindagem. à‰ o Estado policial em plena ação, instrumentalizando as instituições, e mais preocupado em assassinar reputações do que em apurar os fatos.!

Detalhe: o livro de Tuma Júnior estava pronto em maio deste ano. Seria lançado “nas próximas semanas”. Naquele

5 de dezembro de 2013
por esmael
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Lobista da Alstom ensinou tucano a obter US$ 95 milhões em propinas

do Brasil 247 Dois dias depois de ter feito uma série de questionamentos sobre o caso Alstom-Siemens ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, durante sessão no Senado, o líder do PSDB, Aloysio Nunes (SP), volta a ter seu nome envolvido em denúncias do caso. A cópia de um e-mail em poder da Polícia Federal mostra que o parlamentar, que em 2006 exercia a função de coordenador da campanha de José Serra, recebeu dicas de um lobista da Alstom sobre como o governo tucano deveria se comportar no setor de transportes, caso fosse eleito.

As “instruções” são dadas por Jorge Fagali Neto, apontado como intermediador de propinas por parte da multinacional francesa, envolvida em cartel em licitações de trens e metrô, além do setor de energia, no estado de São Paulo. De acordo com o conteúdo do e-mail, denunciado pelos jornalistas Ricardo Chapola, Fausto Macedo e Fernando Gallo, do jornal O Estado de S.Paulo, Fagali Neto ensina Aloysio Nunes sobre como obter verbas para investir no setor metroferroviário. Ao menos uma das orientações foi seguida.

Depois que José Serra foi eleito governador de São Paulo e Aloysio Nunes assumiu a Secretaria da Casa Civil do Estado, o governo assinou um aditamento de US$ 95 milhões ao contrato de US$ 209 milhões com o Banco Mundial em 2008, segundo ano da gestão tucana. A verba iria para a construção da Linha 4-Amarela do Metrô. No email, Fagali Neto aconselhava: “Para a linha 4, acredito ser possível um aditamento ao contrato do Banco Mundial”. O consórcio Via Amarela, responsável pelas obras, tinha como uma das sócias a empresa Alstom.

Mas segundo Aloysio Nunes, que diz conhecer Fagali Neto “há muitos anos”, o e-mail é apenas o “alerta de um amigo” sobre o setor naquele momento. Antes de se tornar consultor da Alstom, Jorge Fagali Neto foi secretário dos Transportes em 1994 (no governo Luiz Antônio Fleury Filho), tendo sucedido Aloysio, que deixou o cargo em 1993. Hoje, Fagali tem US$ 6,5 milhões bloqueados na Suíça por suspeita de lavagem de dinheiro. Ele é indicado pela PF por suspeita de envolvimento em esquema de contratos de energia da Alstom e acusado de ter cometido os crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

No Senado, na última terça-feira 3, Aloysio Nunes atacou o ministro da Justiça pela exposição de seu nome no caso, fazendo questionamentos como: por que as investigações só têm sido feitas em São Paulo, e não envolvem empresas controladas pelo governo federal? E ainda: quem vazou os documentos sobre a investigação que estavam em posse da PF? O tucano sugere, com essas perguntas, que Cardozo tenha agido politi

4 de dezembro de 2013
por esmael
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Siemens confirma à  PF: pagou propina a políticos tucanos

do Brasil 247
Ontem, em audiência pública no Senado Federal, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, garantiu aos parlamentares que o convidaram a prestar esclarecimentos, incluindo nomes da oposição atingidos pela suspeita de envolvimento com o cartel dos trens, como o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que a Polícia Federal terá total autonomia para investigar o chamado propinoduto tucano (leia mais aqui).

Motivos para isso não faltam. Reportagem desta quarta-feira dos jornalistas Fernando Gallo, Ricardo Chapola e Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo (leia aqui), confirma que a Siemens distribuiu propinas no Brasil. A revelação foi feita por ninguém menos que Mark Willian Gough, executivo australiano que reside em Munique e foi vice-chefe do setor de compliance, que disciplina regras internas de conduta, da multinacional alemã.

A conta usada para pagar propinas era administrada pelo ex-presidente da multinacional no Brasil, Adilson Primo, que movimentou cerca de US$ 7 milhões no paraíso fiscal de Luxemburgo. Em seguida, os recursos passaram pela conta de um funcionário de reserva da Marinha e pelas mãos de doleiros presos na investigação do caso Banestado !“ esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de US$ 30 bilhões.

O executivo disse à  Polícia Federal que “pode esclarecer que, no seu entender, todo o esquema foi dirigido por Primo em nível intelectual”. Afirmou ainda que as transferências foram “feitas sob as instruções e a mando de Primo”. Isso transforma o ex-presidente da multinacional no Brasil, que hoje vive na cidade mineira de Itajubá, em peça central da investigação sobre o pagamento de propinas em São Paulo e ele será convidado pela Polícia Federal a indicar os destinatários das comissões ilegais.

29 de novembro de 2013
por esmael
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Dilma defende Cardozo e aponta “gavetas vazias” no caso propinoduto tucano

do Brasil 247O texto não é da presidente Dilma Rousseff, mas sim do Partido dos Trabalhadores. No entanto, ao compartilhá-lo em sua página no Facebook, a presidente deu a ele sua chancela. O editorial “Gavetas Vazias” defende a conduta do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, no episódio do dossiê sobre o chamado propinoduto tucano, entregue por ele à  Polícia Federal.

“O PSDB, simplesmente, pretende transformar em escândalo o fato de o ministro da Justiça ter enviado à  Polícia Federal uma carta entregue a ele pelo deputado estadual Simão Pedro (PT), em maio passado. A carta contém denúncias de envolvimento de tucanos com o esquema de cartel no metrô de São Paulo, em diversas administrações tucanas. A partir daí, com a ajuda de certa mídia que lhe presta serviços diários, o PSDB tentou estabelecer uma discussão bizantina sobre a competência de o ministro da Justiça cumprir a lei!”, diz o texto.

O mesmo editorial condena ainda os anos FHC, em que o procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, era chamado de “engavetador-geral da República”. Leia abaixo:

GAVETAS VAZIAS

No Brasil, entre os anos de 1995 e 2002, o tucano Fernando Henrique Cardoso lançou uma poderosa sombra sobre a verdade pública, tanto e de tal forma, que o operador dessa lamentável ação de governo tinha o oportuno apelido de Engavetador Geral da República!. Tratava-se, lamentavelmente, de uma referência a Geraldo Brindeiro, procurador-geral nomeado e renomeado por FHC ao longo desse período para agir como se num mundo bizarro vivesse.

Responsável pela fiscalização da aplicação das leis e por zelar pelos interesses dos cidadãos, Brindeiro dedicava-se ao triste mister de esconder as muitas denúncias surgidas contra o consórcio neoliberal que governava !“ e quase faliu !“ o País de então.

Não por outra razão, foi preciso que, a partir do primeiro governo do PT, em 2003, fosse injetado no Ministério Público Federal largas doses de republicanismo a fim de reverter a imagem degenerada herdada das gestões tucanas anteriores.

Feito isso, o Brasil passou a conviver com a dinâmica das investigações, a transparências dos atos, a independência das instituições em relação ao governo central. O Ministério Público passou a ter relevância e a Polícia Federal, antes uma milícia paroquial partidária, passou a ter protagonismo como polícia judiciária que é.

Ou seja, houve um tempo que o maior escândalo de corrupção do Brasil não era a corrupção em si, mas o sist

28 de novembro de 2013
por esmael
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Homem-bomba do PSDB-SP operou R$ 28 mi na Suíça

do Brasil 247 Apontado pela Polícia Federal como responsável por receber e intermediar pagamentos de propina a importantes nomes do PSDB durante os governos tucanos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, no caso da francesa Alstom, Jorge Fagali Neto agora é alvo de uma nova acusação: ter movimentado nada menos que R$ 28 milhões em bancos estrangeiros na Suíça num período de dez anos (de 1997 a 2007).

O ex-secretário de Transportes no governo Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB) é irmão de José Jorge Fagali, ex-presidente do Metrô na gestão Serra. Considerado o homem bomba! do escândalo de corrupção em contratos firmados pelo grupo Alstom para fornecer energia ao metrô de São Paulo, Jorge Fagali tinha autorização para movimentar no paraíso fiscal a conta do responsável por uma das consultorias suspeitas de movimentar propina para a Alstom: a Taltos, de José Geraldo Villas Boas.

No inquérito do Ministério Público, ele também aparece como representante de três fundações no exterior: Andrius e Lenobrig, em Lichtenstein, e Niton Foundation, no Panamá. à‰ também representante da offshore Woler Consultants, no Panamá. José Fagali Neto foi denunciado à  Polícia Federal pela secretária Edna Flores, que entregou aos Ministério Público estadual e federal emails pessoais do consultor, segundo denúncia do jornal O Globo.

Nas mensagens, fica evidente o livre trânsito da família Fagali à  cúpula do tucanato. Segundo a secretária, o engenheiro Pedro Benvenuto, atual secretário-executivo do conselho gestor de Parcerias Público-Privadas frequentava o escritório do consultor em 2006 e 2007, quando era coordenador de gestão da Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, à  qual estão subordinadas o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Em 2006, Alckmin era o governador. Em 2007, José Serra. Suspeito de intermediar propinas da Alstom, José Fagali Neto teve bloqueada uma conta de US$ 6,5 milhões na Suíça.

Deputado Paulo Teixeira (PT) defende investigação contra cartel

Em discurso na Câmara nesta quarta-feira 27, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) foi duro ao pedir investigação detalhada sobre o caso de propina em gestões do PSDB no estado de São Paulo. Segundo ele, o PSDB, em vez de esclarecer se há ou não corrupção nas licitações do Metrô, apenas atacou os responsáveis pela investigação durante coletiva de imprensa na última terça-feir

8 de novembro de 2013
por esmael
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Bloqueios do propinoduto tucano somam R$ 60 milhões

do Brasil 247 O ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni e o consultor Arthur Gomes Teixeira foram os principais alvos do bloqueio de bens solicitado pela Policia Federal no caso do propinoduto de São Paulo.

As investigações sobre pagamentos de propina durante licitações do metrô de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) envolvem as empresas Alstom e Siemens e governos estaduais geridos pelos PSDB, entre 1995 e 2008.

Foram bloqueados cerca de R$ 60 milhões disponíveis em contas bancárias, títulos de investimento e ações (leia aqui).

Citado em investigações do Ministério Público da Suíça no caso Alstom, Zaniboni teve R$ 2,98 milhões bloqueados em contas, mais R$ 2 milhões de sua consultoria, e R$ 1 milhão de seu sócio, Ademir Venancio de Araújo, outro ex-diretor da estatal.

Sua filha também foi atingida. Milena Colombini Zaniboni teve congelada aplicação de R$ 1,9 milhão feita de uma vez num fundo de previdência privada.

Mas o principal atingido pela medida judicial foi o consultor Arthur Gomes Teixeira, conhecido no setor como uma pessoa muito influente no governo, com o sequestro de R$ 9,74 milhões em suas contas bancárias e investimentos, mais R$ 19,5 milhões de sua consultoria e outros R$ 19,5 milhões de uma empresa de seu sócio Sérgio Teixeira, que morreu em 2011.

7 de novembro de 2013
por esmael
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Justiça ironiza Alckmin e manda reabrir caso do Propinoduto Tucano

do Brasil 247
A juíza Celina Kiyomi Toyoshima, da 4!ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, determinou que o governo de Geraldo Alckmin (PSDB) refaça a ação proposta em agosto contra a multinacional alemã Siemens, acusada de formar um cartel para fraudar licitações do Metrô e da CPTM desde a gestão de Mario Covas.

Segundo a Justiça, se quiser receber indenização pelas verbas desviadas, o governo deverá acionar também empresas acusadas de conluio: “A integração de todas é indispensável, sob pena de se dar brecha a decisões conflitantes, caso haja propositura de futuras ações.”

A ação original apresentada foi ironizada no meio jurídico, dizendo que a Procuradoria-Geral do Estado criou uma anomalia semelhante à  quadrilha de um homem só: era o cartel de uma empresa só.

No mês passado, Alckmin admitiu que “ninguém faz cartel sozinho” e que o processo para impedir a Siemens de participar de novas licitações será “extensivo à s demais” empresas, se for comprovada a participação delas no “conluio” que agiu em concorrências do Estado.

“à€ medida que outras empresas tenham comprovada sua participação, contra elas também serão abertos os processos de indenização e de declaração de inidoneidade. Começamos pela Siemens que é a primeira, mas será extensivo também à s demais”, disse.

4 de novembro de 2013
por esmael
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Com Janot à  frente, Brasil retoma caso do propinoduto tucano

do Brasil 247 Depois que as autoridades suíças se cansaram de esperar colaboração brasileira no caso Alstom, a investigação acaba de ser retomada. Uma leva de documentos deverá ser encaminhada a procuradores do país europeu ainda nesta segunda-feira 4 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informa reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o que deve impulsionar o caso com novas informações.

Janot se colocou à  disposição para contribuir com as apurações a funcionários públicos e políticos ligados ao PSDB acusados de receber e intermediar propina de multinacionais do setor de transportes. A procuradoria da Suíça acabou arquivando a investigação contra três acusados depois que não recebeu colaboração do Brasil. Um pedido feito há quase três anos ficou parado na Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, o que foi justificado como “falha administrativa” pelo procurador responsável pelo caso, Rodrigo de Grandis.

Com Janot de prontidão, os procuradores suíços enviaram novo pedido na semana passada, dando sequência à s apurações. O objetivo principal dos investigadores é averiguar contratos firmados entre os governadores Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, entre 1999 e 2009, e empresas, como a Alstom, acusadas de formar um conluio e cometer fraudes em licitações para a prestação de serviços no transporte ferroviário do Estado.

Explicações

Na semana passada, o procurador-geral da República pediu explicações sobre o arquivamento do caso Alstom no Brasil. O procurador Rodrigo de Grandis havia justificado que o pedido das autoridades suíças feito em 2011 foi guardado numa pasta errada, e por isso, arquivado por engano. Rodrigo Janot determinou à  Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional do Ministério Público Federal “o esclarecimento sobre a suposta demora” para cumprir o pedido do MP suíço para que fosse investigada a movimentação financeira de quatro acusados.

26 de outubro de 2013
por esmael
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Propinoduto tucano: procurador do MP falha e Suíça arquiva caso Alstom

do Brasil 247
Por falta de colaboração do Ministério Público brasileiro, procuradores da Suíça responsáveis por investigar os negócios da empresa Alstom arquivaram o caso de três suspeitos de ter feito pagamento de propina a funcionários de órgãos públicos no País e a políticos do PSDB.

As autoridades suíças pediram para que os colegas brasileiros interrogassem e investigassem a vida financeira de quatro pessoas, entre eles o ex-diretor da CPTM João Roberto Zaniboni, acusado de ter recebido US$ 836 mil, cerca de R$ 1,84 milhão, informa reportagem da Folha de S.Paulo.

Os procuradores suíços pediram que outros três suspeitos de trabalhar como intermediários no pagamento de propina, inclusive a Zaniboni, fossem interrogados: Arthur Teixeira, Sérgio Teixeira e José Amaro Pinto Ramos. Mas nenhum pedido foi atendido pelos procuradores brasileiros.

Justificativa

A resposta do procurador da República Rodrigo de Grandis, responsável pelo caso da multinacional francesa no Brasil, foi a de que houve uma “falha administrativa” no gabinete da Procuradoria da República em São Paulo. Simples: arquivaram o pedido da procuradoria suíça numa pasta errada.

De acordo com informações do gabinete de Grandis, o pedido dos procuradores suíços só foi encontrado na última quinta-feira. Sendo guardado numa pasta de arquivo, o pedido ficou esquecido por dois anos e oito meses. As autoridades brasileiras souberam das solicitações esquecidas apenas nesta semana.

30 de setembro de 2013
por esmael
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PF investiga já propinoduto tucano de R$ 52 mi no metrô paulista

do Brasil 247
A Polícia Federal está cada vez mais perto de desvendar o esquema de desvio de recursos do metrô paulista, usado para abastecer o caixa de campanhas políticas do PSDB em São Paulo.

Reportagem dos jornalistas Flávio Ferreira, Mario Cesar Carvalho e José Ernesto Credendio (leia aqui) aponta propinas de R$ 52 milhões, que teriam sido pagas a consultorias pelas empresas envolvidas no cartel dos trens.

De acordo com a Polícia Federal, Alstom, Siemens, Bombardier e Tejofran teriam repassado esses valores para empresas ligadas aos irmãos Fagali, arrecadadores de campanha do PSDB, a Robson Marinho, ex-secretário da Casa Civil de Mário Covas, e Romeu Pinto Jr., outro empresário ligado aos tucanos.

Um dos alvos principais da investigação é a consultoria MCA, de Pinto Jr., que recebeu R$ 45,7 milhões da Alstom, em recursos depositados no Brasil e na Suíça. Depois disso, o dinheiro ou foi sacado em espécie ou movimentado por doleiros, sem que se possa determinar o destino. Outras consultorias investigadas são a ENV e a Acqua-Lux.

Outra empresa citada no cartel, a Tejofran, que despontou durante o governo Mario Covas, pagou R$ 1,5 milhão à  consultoria BJG, que era controlada pelo ex-secretário estadual de transportes, José Fagali Neto. Próximo a José Serra, ele é investigado desde 2008, quando foram descobertos pagamentos de US$ 6,5 milhões na Suíça !“ os recursos estão bloqueados por determinação judicial.

O advogado Belisário dos Santos Jr., que defende Fagali Neto, argumenta que ele poderá comprovar que prestou serviços de consultoria.