10 de outubro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em É possível ainda uma virada de Haddad, afirma diretor do Datafolha

É possível ainda uma virada de Haddad, afirma diretor do Datafolha

O diretor do instituto Datafolha, Mauro Paulino, em entrevista à GloboNews, afirmou esta noite que ainda é possível uma virada de Fernando Haddad (PT) sobre o líder Jair Bolsonaro (PSL). ... 

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14 de março de 2016
por admin
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Porque navegar é preciso

“Sei que há léguas a nos separar. Tanto mar, tanto mar.
Sei, também, como é preciso, Navegar, navegar”.
Chico Buarque

Ouça o áudio:

Luiz Cláudio Romanelli*

Há 50 anos, no dia 24 de março de 1966, nascia o Movimento Democrático Brasileiro, reunindo os políticos progressistas oriundos dos partidos políticos extintos pelo Ato Institucional nº 2. Mais do que um partido, era uma frente na luta contra a ditadura e a repressão militar, na defesa dos direitos fundamentais como a liberdade, igualdade e a democracia. Em 1980, por força da reforma partidária, surge o PMDB, partido majoritário da oposição.

Foi nesse PMDB, símbolo de resistência contra o regime militar, que lutava pela anistia, contra o arbítrio e as violações dos direitos humanos, que me filiei.

Aos vinte e poucos anos, idealista e combativo, fui um dos fundadores do partido no Paraná e tive a honra e o privilégio de conviver com políticos como Euclides Scalco, José Richa, Álvaro Dias, Walter Pecoits, Adhail Sprenger Passos, Goiá Campos, Maurício Fruet, Enéas Faria, Waldyr Pugliesi, Requião e tantos outros homens públicos de caráter e conduta irretocáveis.

Foi nesse PMDB que trabalhei para e Leia mais

1 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Procuradores vão à  Suíça à  caça de contas secretas do trensalão tucano

do Brasil 247
trensalao_tucano_suicaAs autoridades financeiras da Suíça vão receber esta semana mais uma delegação de promotores e procuradores brasileiras. Desta vez a missão é para a coleta de informações sobre contas bancárias, extratos e provas sobre supostas propinas pagas a altos funcionários do governo do Estado de S. Paulo pela multinacional Alstom.

Um porta-voz da Justiça suíça tem divulgado que o país tem “amplo material” sobre o caso. As autoridades estariam dispostas a colaborar com os pedidos da comissão de representantes do Ministério Público brasileiro. Com as informações sobre a movimentação desses consultores, a esperança dos promotores brasileiros é o de chegar a novos funcionários públicos e até políticos que tenham sido beneficiados com o dinheiro do cartel que, entre o final dos anos 90 e 2008, ganhou contratos bilionários da CPTM e do Metrô do Distrito Federal. Leia mais

18 de outubro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma adota mantra para enfrentar Aécio: Da lama vieste à  lama voltarás!

Presidenta Dilma Rousseff arrasta a campanha na reta final para o campo moral; comitê petista repete mantra da lama vieste à  lama voltarás! para o enfrentamento com o candidato do PSDB, sinalizando que elevará ainda mais o tom nos dois debates finais (TV Record, amanhã), e na Rede Globo (sexta-feira, 24); Dilma pretende aprofundar discussão com Aécio de temas espinhosos como Lei Seca!, Lei Maria da Penha! e outros de maiores constrangimentos para o tucano; PT mergulha na História para se inspirar em Covas, que suplantou Maluf em 1998 ao "rolar na lama" com o ex-prefeito de São Paulo.

Presidenta Dilma Rousseff arrasta a campanha na reta final para o campo moral; comitê petista repete mantra da lama vieste à  lama voltarás! para o enfrentamento com o candidato do PSDB, sinalizando que elevará ainda mais o tom nos dois debates finais (TV Record, amanhã), e na Rede Globo (sexta-feira, 24); Dilma pretende aprofundar discussão com Aécio de temas espinhosos como Lei Seca!, Lei Maria da Penha! e outros de maiores constrangimentos para o tucano; PT mergulha na História para se inspirar em Covas, que suplantou Maluf em 1998 ao “rolar na lama” com o ex-prefeito de São Paulo.

Sem dúvida alguma, esta campanha presidencial é a mais dura desde 1989 quando o segundo turno foi disputado entre Fernando Collor de Mello e Luiz Inácio Lula da Silva. ... 

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3 de junho de 2014
por Esmael Morais
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Suíça barra ajuda ao Brasil após MPF vazar dados da Alstom

do Brasil 247
Vazamentos de dados sigilosos do caso Alstom fizeram a Suíça suspender a cooperação judicial que mantinha com o Brasil. Medida foi tomada após a divulgação de nomes e dados bancários dos investigados, como os do conselheiro Robson Marinho, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), ex-chefe da Casa Civil de Mario Covas (1998), suspeito de receber propina da multinacional francesa para favorecê-la em contrato.

Segundo reportagem do Estado de S. Paulo, o país europeu avisa que só retomará a colaboração quando receber justificativa válida sobre o vazamento do acórdão enviado ao Ministério Público no Brasil sobre o caso Alstom.

Nele, a Suíça informa que Marinho detinha o direito econômico! da Higgins Finance, constituída nas Ilhas Virgens Britânicas, que recebeu depósitos de US$ 2,7 milhões entre 1998 e 2005 da Alstom. O Ministério Público informa ter provas de que o dinheiro de Marinho tem origem em propinas.

Na Suíça, os nomes dos investigados são mantidos em sigilo até que sejam condenados. Sendo assim, o Brasil teria violado o princípio de boa-fé!.

O advogado de Marinho, Celso Vilardi, não se diz surpreso: Dado o espetáculo midiático que aconteceu em torno desse caso, eu não me surpreendo com a decisão suíça!.

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20 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Feitiço contra feiticeiro: PSDB sofre as chibatadas que impôs ao PT

do Brasil 247
Acostumado a distribuir chibatadas a cada fato negativo envolvendo políticos do PT, o PSDB agora começa a perceber como é estar na outra ponta do chicote. O partido levou duas estaladas seguidas, nas quais entraram com sofrimentos para o noticiário político-policial dois de seus quadros mais emblemáticos. O vereador Andrea Matarazzo, em São Paulo, e o ex-governador Eduardo Azeredo, em Minas, subiram em definitivo para a berlinda em pleno ano eleitoral.

O primeiro foi Andrea, como o vereador mais votado da capital paulista é chamado dentro da cúpula do partido. Ele foi tesoureiro da campanha de reeleição do então presidente Fernando Henrique após ter sido secretário de Energia e presidente da Cesp no governo de Mario Covas em São Paulo. Daquelas posições, Matarazzo será investigado, agora, em inquérito policial exclusivo, por suspeita de envolvimento no escândalos de distribuição de propinas e formação de cartel Alstom-Siemens.

De acordo com o noticiário da eleição de 1998, Matarazzo conseguiu recolher cerca de US$ 3 milhões para a campanha vitoriosa de FHC. A autorização judicial para a investigação sobre ele foi concedida na terça-feira 18.

Nesta quarta-feira 19, o brilho ao contrário para o prestígio do PSDB foi proporcionado pelo ex-governador Eduardo Azeredo. Ele renunciou ao seu mandato de deputado federal, após ter sido denunciado pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal. Pesa sobre Azeredo um pedido de condenação a 22 anos de prisão por corrupção, desvio de dinheiro e formação de caixa dois. A manobra que ele executou, porém, de abrir mão do mandato para escapar do julgamento no STF pode não dar certo. O relator do caso, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que vai avaliar se houve a intenção, no gesto, de buscar uma escapada deliberada do Supremo para, a partir da primeir Leia mais