Bolsonaro é contra São Paulo

O presidente Jair Bolsonaro (PL) é contra o estado de São Paulo, que teve queda de 36,5% nos repasses dos valores das transferências voluntárias do Planalto. Bolsonaro é contra SP, em comparação com o governo de Michel Temer (MDB) – o “Vampirão Neoliberalista”. A Secretaria da Fazenda do governo Rodrigo Garcia (PSDB) foi quem levantou … Read more

BolsoDoria é um atrapalho em SP, diz Datafolha

Tarcísio Freitas (Republicanos) e Rodrigo Garcia (PSDB) estão carregando cruzes na disputa pelo governo de São Paulo. Segundo o Datafolha, BolsoDoria é um atrapalho na vida dos pré-candidatos apoiados por Jair Bolsonaro (PL) e João Doria (PSDB). Datafolha diz que Haddad lidera em SP Não votariam num candidato indicado pelo ex-governador 66% dos paulistas, enquanto … Read more

Haddad pode ser o puxador de votos para Lula em São Paulo, diz pesquisa

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), poderá ser um importante puxador de votos para a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva na eleição presidencial de 2022. É o que diz pesquisa do Instituto Badra. Segundo levantamento realizada na semana passada, Haddad lidera a corrida pelo Palácio dos Bandeirantes com 20,7% das intenções … Read more

“Livro Bomba” de Tuma Filho vira tábua de salvação tucana no país

do Brasil 247

No momento em que três secretários do governo de Geraldo Alckmin correm o risco de se tornar réus no Supremo Tribunal Federal, penas da imprensa conectadas ao PSDB usam o livro "Assassinato de Reputações", de Romeu Tuma Júnior, para tentar convencer a ministra Rosa Weber a arquivar o caso; denúncia no STF cita os secretários Edson Aparecido, da Casa Civil, José Aníbal, de Energia, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, como eventuais beneficiários de comissões pagas pela Siemens; Reinaldo Azevedo, no entanto, cita trecho do livro de Tuminha sobre o caso: "à‰ o estado policial em plena ação".
No momento em que três secretários do governo de Geraldo Alckmin correm o risco de se tornar réus no Supremo Tribunal Federal, penas da imprensa conectadas ao PSDB usam o livro “Assassinato de Reputações”, de Romeu Tuma Júnior, para tentar convencer a ministra Rosa Weber a arquivar o caso; denúncia no STF cita os secretários Edson Aparecido, da Casa Civil, José Aníbal, de Energia, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, como eventuais beneficiários de comissões pagas pela Siemens; Reinaldo Azevedo, no entanto, cita trecho do livro de Tuminha sobre o caso: “à‰ o estado policial em plena ação”.
O livro “Assassinato de reputações – um crime de Estado”, lançado por Romeu Tuma Júnior, tem uma serventia política cada vez mais clara: impedir que peixes graúdos ligados a governos do PSDB sejam investigados pelo Supremo Tribunal Federal.

Ontem, o inquérito foi distribuído e caiu nas mãos da ministra Rosa Weber, que poderá transformar em réus três secretários de Geraldo Alckmin: Edson Aparecido, da Casa Civil, José Aníbal, de Energia, e Rodrigo Garcia, de Desenvolvimento Econômico, que foram citados por um ex-diretor da Siemens como beneficiários de propinas pagas pela multinacional alemã (leia mais aqui).

No entanto, o jogo de pressões contra Rosa, exercido por penas da imprensa ligadas ao PSDB, será intenso. E um dos instrumentos será o livro de Tuminha. à‰ o que faz hoje, mais uma vez, Reinaldo Azevedo !“ ontem ele já havia conectado a obra ao caso pela primeira vez (leia aqui).

Desta vez, ele é mais explícito e reproduz um trecho do livro que trata dos casos Siemens e Alstom, no post “Alckmin diz que investigação de cartel virou arma eleitoral. Ele tem razão. Leia trecho do livro de Tuma Júnior“. Em seguida, o trecho escrito por Tuminha:

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