27 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Rubens Bueno: Fux prevaricou

Rubens Bueno: Fux prevaricou

O deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) usou a sua conta no Twitter nesta terça-feira (26) para afirmar que Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), praticou crime de prevaricação ao revogar o auxílio moradia em troca de reajuste.  ... 

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26 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer sanciona reajuste dos ministros do STF

Temer sanciona reajuste dos ministros do STF

O presidente ilegítimo Michel Temer (MDB) sancionou nesta segunda-feira (26) o projeto de lei que reajusta em 16,38% o salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do procurador-geral da República. ... 

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10 de maio de 2016
por admin
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Especulações e ilegitimidades

especula

Uma rocambolesca novela antirrepublicana, é como o deputado federal Enio Verri (PT) define, em sua coluna semanal, o golpe em forma de processo de impeachment da presidenta Dilma; que a cada dia fica mais confuso e ilegítimo. Independente das motivações do presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), para anular a votação do dia 17 de abril, o episódio só serviu para escancarar ainda mais os atropelos do processo golpista. Leia a seguir.  Leia mais

9 de março de 2016
por admin
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Coluna do Alvaro Dias: Novos tempos no Poder Judiciário

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Alvaro Dias*

Os últimos acontecimentos da Operação Lava Jato mostraram ao País a fotografia da mudança. O que verificamos, com o mandado de condução coercitiva para um ex-presidente da República, é que a Justiça é igual para todos.

Mais do que nunca, devemos valorizar as instituições democráticas, que, com independência e ousadia, procuram varrer a sujeira acumulada debaixo do tapete nos últimos anos, promovendo uma mudança radical no nosso País. Essas instituições – Ministério Público, Polícia Federal, Justiça, especialmente a Justiça Federal – reabilitam a nossa crença e a nossa esperança de derrotar a impunidade

Muitos de nós, no Congresso Nacional, também nos dedicamos à investigação política, instaurando CPIs; auditorias; ingressando com ações judiciais e representações junto ao Procurador-Geral da República. Agora cabe aos parlamentares dar sustentação política a essas instituições, não admitindo a desqualificação delas, como pretendem alguns representantes do governo.

Não podemos aceitar qualquer tentativa de chamar a Leia mais

4 de novembro de 2013
por Esmael Morais
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Com Janot à  frente, Brasil retoma caso do propinoduto tucano

do Brasil 247 Depois que as autoridades suíças se cansaram de esperar colaboração brasileira no caso Alstom, a investigação acaba de ser retomada. Uma leva de documentos deverá ser encaminhada a procuradores do país europeu ainda nesta segunda-feira 4 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, informa reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o que deve impulsionar o caso com novas informações.

Janot se colocou à  disposição para contribuir com as apurações a funcionários públicos e políticos ligados ao PSDB acusados de receber e intermediar propina de multinacionais do setor de transportes. A procuradoria da Suíça acabou arquivando a investigação contra três acusados depois que não recebeu colaboração do Brasil. Um pedido feito há quase três anos ficou parado na Procuradoria Geral do Estado de São Paulo, o que foi justificado como “falha administrativa” pelo procurador responsável pelo caso, Rodrigo de Grandis.

Com Janot de prontidão, os procuradores suíços enviaram novo pedido na semana passada, dando sequência à s apurações. O objetivo principal dos investigadores é averiguar contratos firmados entre os governadores Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, entre 1999 e 2009, e empresas, como a Alstom, acusadas de formar um conluio e cometer fraudes em licitações para a prestação de serviços no transporte ferroviário do Estado.

Explicações

Na semana passada, o procurador-geral da República pediu explicações sobre o arquivamento do caso Alstom no Brasil. O procurador Rodrigo de Grandis havia justificado que o pedido das autoridades suíças feito em 2011 foi guardado numa pasta errada, e por isso, arquivado por engano. Rodrigo Janot determinou à  Secretaria de Cooperação Jurídica Internacional do Ministério Público Federal “o esclarecimento sobre a suposta demora” para cumprir o pedido do MP suíço para que fosse investigada a movimentação financeira de quatro acusados.

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