16 de setembro de 2015
por esmael
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Paraná Pesquisa: Serra lidera em Goiás com 25%; Marina tem 24%; e Lula 17%

serra_marina_lulaO senador José Serra (PSDB-SP) lidera a corrida presidencial no estado de Goiás.

Segundo levantamento da Paraná Pesquisas, realizado em 54 municípios goianos entre os dias 10 e 15 de setembro, Serra lidera com 25%, seguido da ex-senadora Marina Silva (sem partido), que tem 25%, e do ex-presidente Lula (PT), que aparece com 17%. Em quarto aparece o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) com 16%.

No cenário mais crível para 2018, Marina tem 24%, o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) tem 23%, Lula permanece com 17% e Caiado mantém 16%.

No terceiro e mais improvável cenário, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) lidera com 39%, Marina cai para 17% e Lula para 15%.

A presidenta Dilma Rousseff é desaprovada por 87% dos goianos ante 10% de aprovação.

Ainda segundo a Paraná Pesquisas, o governador Marconi Perillo (PSDB) é aprovado por 54% dos eleitores e reprovado por 44%.

Foram entrevistados 1.360 eleitores e a margem de erro da pesquisa é de 2,5%.

A seguir, leia a íntegra da pesquisa no estado de Goiás:

12 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Requião: Se dependesse da Gleisi, o presidente seria o Serra!; ouça o áudio

Com a língua afiadíssima, nesta quarta (12), o senador Roberto Requião acusou sua colega de parlamento, Gleisi Hoffmann, de ter feito o jogo da direita nas eleições de 2010; segundo o peemedebista, por causa da infidelidade da petista, a Dilma perdeu feio no Paraná!; ao ser inquirido sobre o governo Richa fuzilou: Um desastre. levou um pito num bar esses dias, porque estava bebendo cerveja e dirigindo motocicleta!; àlvaro Dias é um opositor desesperado!, cutucou; Requião também foi convocado a opinar sobre Fruet, Eduardo Campos, Dilma e Aécio; ouça o áudio.

Com a língua afiadíssima, nesta quarta (12), o senador Roberto Requião acusou sua colega de parlamento, Gleisi Hoffmann, de ter feito o jogo da direita nas eleições de 2010; segundo o peemedebista, por causa da infidelidade da petista, a Dilma perdeu feio no Paraná!; ao ser inquirido sobre o governo Richa fuzilou: Um desastre. levou um pito num bar esses dias, porque estava bebendo cerveja e dirigindo motocicleta!; àlvaro Dias é um opositor desesperado!, cutucou; Requião também foi convocado a opinar sobre Fruet, Eduardo Campos, Dilma e Aécio; ouça o áudio.

O senador Roberto Requião (PMDB) voltou a dizer nesta quarta (12), em entrevista ao repórter Velozo Santos, no programa Cozinhando o Galo! (98,3 FM), que Beto Richa (PSDB) quebrou o Paraná. Ele listou uma série de fornecedores que não recebem há pelos serviços prestados. Leia mais

10 de dezembro de 2013
por esmael
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Dilma Rousseff vence no primeiro turno, diz Paraná Pesquisas

O diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, afirma que se as eleições fosse hoje a presidenta Dilma Rousseff (PT) seria reeleita, caso seus adversários fossem o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Segundo sondagem nacional feita pelo instituto, a presidenta teria 47,2% das intenções de voto. Somados, Aécio e Campos, teriam 31,8%.

A presidente também teria uma vantagem de 10 pontos, caso o candidato tucano fosse o ex-governador de São Paulo, José Serra.

A ex-senadora tem melhor desempenho que Campos na pesquisa. Ela tem 24,5% das intenções de voto, ante 42,5% de Dilma e 17,9% de Aécio, o que representa uma diferença de ínfimos 0,1% entre a intenção de voto na petista e a soma dos outros dois.

De acordo com a Paraná Pesquisas, a disputa só iria para o segundo turno em cenário cujos adversários da petista fossem Marina Silva (PSB) e José Serra (PSDB). A dupla oposicionista somaria 44,3% ante 41,08% de Dilma.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, embora não se declare candidato, aparece 15,6%, tecnicamente empatado com Aécio.

Hidalgo avalia que somente Marina poderá complicar a vida de Dilma e ele não descarta que a ex-senadora venha a substituir Campos na disputa, caso continue patinando nas pesquisas.

Aprovação

Entre junho e dezembro, a aprovação do governo de Dilma subiu de 50% para 56%. A desaprovação passou de 44% para 39%. Apesar dessa melhora, temos um índice alto de desaprovação. Não é um número que traga tranquilidade!, diz Hidalgo.

Dilma também tem a rejeição mais alta entre todos os candidatos, 27,6%. Os nomes com os menores índices de rejeição são justamente os de Marina (6,9%) e Barbosa (5,0%). A margem de erro da pesquisa é de 2%.

Acerca da pesquisa

A Paraná Pesquisas entrevistou 2,250 eleitores maiores de 16 anos, em 158 municípios brasileiros, entre os dias 3 e 7 de dezembro. A margem de erro é de 2% para mais ou para menos.

Veja os cenários da Paraná Pesquisas:

Com informações do jornal Gazeta do Povo.

28 de novembro de 2013
por esmael
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Homem-bomba do PSDB-SP operou R$ 28 mi na Suíça

do Brasil 247 Apontado pela Polícia Federal como responsável por receber e intermediar pagamentos de propina a importantes nomes do PSDB durante os governos tucanos de Mário Covas, José Serra e Geraldo Alckmin, no caso da francesa Alstom, Jorge Fagali Neto agora é alvo de uma nova acusação: ter movimentado nada menos que R$ 28 milhões em bancos estrangeiros na Suíça num período de dez anos (de 1997 a 2007).

O ex-secretário de Transportes no governo Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB) é irmão de José Jorge Fagali, ex-presidente do Metrô na gestão Serra. Considerado o homem bomba! do escândalo de corrupção em contratos firmados pelo grupo Alstom para fornecer energia ao metrô de São Paulo, Jorge Fagali tinha autorização para movimentar no paraíso fiscal a conta do responsável por uma das consultorias suspeitas de movimentar propina para a Alstom: a Taltos, de José Geraldo Villas Boas.

No inquérito do Ministério Público, ele também aparece como representante de três fundações no exterior: Andrius e Lenobrig, em Lichtenstein, e Niton Foundation, no Panamá. à‰ também representante da offshore Woler Consultants, no Panamá. José Fagali Neto foi denunciado à  Polícia Federal pela secretária Edna Flores, que entregou aos Ministério Público estadual e federal emails pessoais do consultor, segundo denúncia do jornal O Globo.

Nas mensagens, fica evidente o livre trânsito da família Fagali à  cúpula do tucanato. Segundo a secretária, o engenheiro Pedro Benvenuto, atual secretário-executivo do conselho gestor de Parcerias Público-Privadas frequentava o escritório do consultor em 2006 e 2007, quando era coordenador de gestão da Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo, à  qual estão subordinadas o Metrô e a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos. Em 2006, Alckmin era o governador. Em 2007, José Serra. Suspeito de intermediar propinas da Alstom, José Fagali Neto teve bloqueada uma conta de US$ 6,5 milhões na Suíça.

Deputado Paulo Teixeira (PT) defende investigação contra cartel

Em discurso na Câmara nesta quarta-feira 27, o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) foi duro ao pedir investigação detalhada sobre o caso de propina em gestões do PSDB no estado de São Paulo. Segundo ele, o PSDB, em vez de esclarecer se há ou não corrupção nas licitações do Metrô, apenas atacou os responsáveis pela investigação durante coletiva de imprensa na última terça-feira 26. A cúpula do partido também acusa o deputado licenciado Simão Pedro (PT-SP) de traduzir a denúncia de forma a prejudicar os membros da legenda.

O parlamentar demonstrou seu apoio ainda ao ministro da Justiça, acusado pelos tucanos de agir politicamente ao entregar a denúncia sobre o caso

17 de outubro de 2013
por esmael
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Serra entra na pista: “Estou disponível para o que der e vier”

do Brasil 247
O ex-governador de São Paulo José Serra não considera a hipótese de se aposentar agora da vida política. “Sou contra aposentadorias prematuras”, disse ele nesta quinta-feira, após participar de um evento sobre a Constituição, em Brasília. O tucano declarou ainda estar disponível ao PSDB “para o que der e vier”, ao comentar as eleições de 2014, para a qual deseja se candidatar à  presidência da República.

“Eu não me aposentei da política, muito pelo contrário. Aliás, sou contra aposentadorias prematuras, precoces”, afirmou. Questionado sobre o próximo pleito, declarou, em relação ao PSDB: “estarei disponível para o partido para o que der e vier”. Serra lembrou que, “como foi anunciado pelo próprio Aécio Neves”, presidente nacional da legenda, o nome do candidato tucano ao Planalto só será definido mesmo no ano que vem. Segundo ele, “tudo foi exageradamente antecipado”.

Aécio tem a preferência da maioria dos membros do PSDB, mas alguns tucanos do diretório paulista, que apoiam Serra para candidato, defendem a realização de prévias. “As coisas modificam muito. Ainda haverá bastante mudanças pela frente. Qual é eu não sei”, acrescentou hoje José Serra, lembrando que em 1993, o partido queria o então ministro da Previdência, Antônio Brito, como candidato, mas diante da recusa do político, lançou Fernando Henrique Cardoso, que venceu e hoje faz história no partido.

“Veja o governo Dilma. Quatro anos, dois anos perplexa com a herança que recebeu de Lula, muito difícil. Dois anos fazendo campanha. Cadê governo?”, questionou. “Não tem governo, e isso, quem paga o preço é o país”, afirmou.

Assista ao vídeo da entrevista com Serra, publicado pela coluna Poder Online, do portal iG.