27 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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‘Sem apoio militar, direita tenta golpe paraguaio contra Dilma’, diz Rabelo

por Renato Rabelo*, via Blog do Renato

É grande a dimensão da crise política e econômica e das suas mutuas sinergias, pela qual atravessa o Brasil na atualidade. Entretanto, essa situação de crise é diminuta se comparada à campanha avassaladora e destruidora deflagrada contra a presidenta Dilma Rousseff, sobretudo, depois de sua segunda vitória eleitoral em 2014.

A oposição — que não aceitou a derrota — em interatividade com a mídia hegemônica nativa, com seus editorialistas e articulistas a soldo, seus agentes de poder e vasta rede “viral”, perpetram inominável cruzada contra uma presidenta da República, seu papel, seu desempenho e até da sua própria personalidade.

O centro de gravidade de toda crise que ora vive o país é a aguda e polarizada luta política. A oposição visa atingir determinados objetivos estratégicos: no plano político, solapar a construção da base de sustentação do governo; no plano econômico, abalar a expectativa para realização dos investimentos, decisivos para a carente recuperação do crescimento.

Mas, em síntese, o gume do ataque está dirigido em desconstruir politicamente a presidenta Dilma e seu governo, abrindo a via da sua destituição.

O presidencialismo brasileiro, que tomou a forma de “presidencialismo de coalizão”, é inerente à singularidade do nosso sistema político, no qual o presidente da República é eleito, mas não está garantido para ele maioria no Congresso Nacional, na Câmara e no Senado.

Essa realidade cria um paradoxo: o presidente eleito não tem o apoio de pronto de uma maioria parlamentar para sustentar o projeto por ele assumido, que lhe deu a vitória. A coalizão para governar passa a ser assim uma construção complexa porquanto é realizada frequentemente numa situação política adversa, que consiste em unir uma base heterogênea e instável.

E eu pergunto ao distinto público: Conformar tal coalizão de governo no parlamento já é difícil em condições de “paz”, imagine nas condições atuais, de grande cris Leia mais

27 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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“Vamos às ruas pela taxação do andar de cima”, avisa líder do MTST

O filósofo e colunista Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), concedeu uma entrevista exclusiva ao Blog do Esmael neste domingo (27). Ele está em Curitiba debatendo saídas populares para crise política e econômica do Brasil e falou da “Frente Povo Sem Medo”.

Uma das saídas, segundo Boulos, é mobilizar o povo para conter o avanço conservador no país.

“Em outubro, vamos às ruas pela taxação do andar de cima. A saída é pela esquerda, uma reforma popular que exija a taxação dos mais ricos”, avisou.

Boulos, que é colunista do jornal Folha de S. Paulo, deu sua impressão sobre Curitiba: “Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que detrói o mito da cidade modelo.

“Houve forte especulação imobiliária nos últimos anos, o que reforça o mito da cidade modelo”, disse o líder do MTST, ao mencionar três ocupações na capital paranaense do MPM (Movimento Popular por Moradia) que reúnem 1200 famílias.

A seguir, leia a entrevista completa com Guilherme Boulos:

Blog do Esmael: Qual a avaliação do cenário político, os riscos para os setores populares?

Boulos: Vivemos uma conjuntura bastante complexa para a esquerda brasileira. Assistimos a uma ofensiva ultraconservadora, da direita mais golpista, que quer impor um retrocesso institucional ao país. Essa direitona precisa ser combatida no Congresso Nacional e nas ruas. O governo vai cometendo erros, que são as medidas de austeridade, impopulares, que destroem o apoio da sociedade. Esse é o nosso desafio: enfrentar os conservadores e o golpismo, combater a austeridade e defender reformas populares.

Blog do Esmael: O governo Dilma “fica” e quais as alternativas para essa encruzilhada?

Boulos: Nós temos que trabalhar com três orientações básicas: 1- retomar capacidade de mobilização, ciclo de mobilização popular, esquerda retomar as ruas (a direita tem tomado as ruas e nós não temos), deixando de fazer política com olhos na institucionalidade; 2- unidade, fazer frentes de luta e mobilização, e nós temos feito isso. Fizemos 20 de agosto para responder nas ruas o avanço da direita e temos que construir um discurso. 3) A saída tem que ser pela esquerda e precisa ser popular, com Leia mais

27 de setembro de 2015
por Esmael Morais
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João Arruda cogita disputar presidência do PMDB contra o tio Requião

Deputado João Arruda entregou ontem um cheque simbólico de R$ 1,76 milhão ao vice-prefeito de Santo Antônio da Platina, Jorge Garrido (PMDB), em frente de obra em execução; sobrinho cogita enfrentar o tio, o senador Roberto Requião, na convenção estadual do PMDB.

Deputado João Arruda entregou ontem um cheque simbólico de R$ 1,76 milhão ao vice-prefeito de Santo Antônio da Platina, Jorge Garrido (PMDB), em frente de obra em execução; sobrinho cogita enfrentar o tio, o senador Roberto Requião, na convenção estadual do PMDB.

O deputado federal João Arruda, coordenador da bancada do Paraná no Congresso Nacional, afirmou ontem (26) em Santo Antônio da Platina, Norte Pioneiro, que disputará a presidência estadual do PMDB no próximo dia 31 de outubro. ... 

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