jacarezinho

Em Jacarezinho, no Norte do Paraná, o presidente da Câmara dos Vereadores, Valdir Maldonado (PDT), precisou sair de camburão da Câmara, na noite de segunda-feira, dia 3, após negar a votação de um projeto de lei que reduziria o salário dos vereadores de R$ 6,2 mil, para um salário mínimo.

A população do município lotou a Câmara Municipal para a sessão de ontem e esperava que o projeto, apresentado pelos próprios moradores da cidade fosse votado. Não foi o que aconteceu.  Maldonado ignorou o clamor popular e não colocou o projeto em votação. O povo se revoltou com a atitude do político e decidiu aumentar a pressão “fervendo k-suco” dentro do parlamento municipal.

Vaias e adjetivos ao vereador eram ouvidos por todo o plenário da Câmara quando a sessão foi encerrada. Logo em seguida, um camburão da Polícia Militar encostou na frente da Casa de Leis e levou o vereador para… casa. Valdir Maldonado já havia medido forças com a população em outra ocasião, neste caso no mês de julho, quando declarou que não aceitaria reduzir os salários dos vereadores em nenhum real que fosse.

A discussão foi levantada pelo site de notícias de Jacarezinho, o www.projac.com.br, que abordou a questão com base no ocorrido em Santo Antonio da Platina, município vizinho.

Para quem não lembra, os vereadores de Santo Antônio da Platina iriam votar o aumento dos seus salários, mas acabaram reduzindo seus vencimentos de R$ 3,5 mil, para pouco mais de R$ 900 após uma comerciante enfrentar a mesa diretora e motivar toda a comunidade a exigir a redução.

Em Jacarezinho a conversa foi diferente, e, na iminência de uma revolta popular por conta dos salários pagos aos vereadores, o presidente limitou-se a dizer à mídia local que não reduziria em um real o salário da legislatura atual.

Diante do empasse e da tensão criada, um goela de ouro local teria gritado na saída do camburão. “Maldonado, Jacaré que dorme vira bolsa viu”. A semana promete ser movimentada no norte do estado.

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    antologiaNesta terça-feira, dia 4 de agosto, às 19h30, será lançada a antologia poética “29 de abril: o verso da violência”, pela editora Patuá, de São Paulo. O livro será lançado em formato digital através da página da comunidade que produziu a antologia no Facebook.

    O livro é fruto da indignação de 80 poetas com os atos de violência praticados pelo governador Beto Richa (PSDB) e sua equipe contra os professores e servidores do estado, durante manifestação no Centro Cívico, em Curitiba, no dia 29 de abril de 2015.

    A antologia foi organizada pelos escritores Domenico A. Coiro, Mar Becker, Priscila Merizzio e Silvana Guimarães, tem apresentação do poeta e historiador Daniel Faria e conta com a participação de nomes expressivos da literatura brasileira, que demonstraram através da poesia sua revolta contra a violência do governo do Estado.

    Há também depoimentos de professores, servidores públicos e estudantes, que participaram da manifestação. Eles foram organizados e apresentados pela jornalista e escritora paranaense Célia Musilli. Entre eles, está o relato da poeta Alice Ruiz. Fotografias de cenas do manifesto, por Brunno Covello e Lina Faria, ilustram a edição.

    O livro, com mais de 200 páginas, será lançado na rede social onde nasceu a ideia, e não terá fins lucrativos. A edição impressa poderá ser adquirida pelo valor de R$ 15,00 + frete, na página no Facebook, a partir de 15 de agosto.

    Confira a página da Antologia “29 de abril: o verso da violência” no Facebook

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      prefssMarcelo Araújo*


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      A gramática da língua portuguesa por vezes causa situações que podem ser hilárias ou constrangedoras. Diz a lenda que nas terças-feiras minha coluna causa ‘espécie’ (parafraseando o vereador Paulo Salamuni) no setor de mídias sociais da ‘Prefs’.

      Quando alguém fala: ‘Ah, não! Aquele chato e rancoroso…’ E outro sai em defesa dizendo que: ‘o Anão não é chato e rancoroso.’ Em seguida: ‘eu não falei o Anão, eu falei “Ah, não” para o Marcelo Araújo.’ Outro pondera: ‘mas ele parece ter 1,83m!’. E o resultado dessa confusão são comentários típicos de quem está com dor devido a um calo no pé.

      Ná época de campanha eleitoral o eleitor curitibano foi ‘lutibriado’ (pelo Luti Promissinha) porque não se atentou a um provérbio conhecidíssimo de que a mentira tem perna curta e acreditou que o prefeito estava pronto.

      A página da Prefeitura de Curitiba nas redes sociais, a popular ‘Prefs’ já foi alvo de críticas e elogios pela forma descontraída, diferenciada de um modelo mais conservador de mera divulgação (até autopromoção) sem contraditório ou interação, seja para informações, prestação de serviços elogios e até críticas. (mais…)

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        everriEnio Verri*

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        Nos noticiários dos grandes meios de comunicação o clima é de apocalipse. Midiaticamente, a crise que afeta o mundo e, também, o Brasil, é representado por uma falsa sensação de caos, como se a fome batesse as mesas dos brasileiros ou que o desemprego descontrolado voltasse a ameaçar.

        Aproveitando-se de índices que, muitas vezes, pouco influenciam no cotidiano dos brasileiros, a grande mídia cria um clima de incertezas e de desânimo que não só afeta a economia, como origina um senso comum de que nada funciona no Brasil.

        Mas a quem interessa o clima de incerteza? Quem ganha com a intensificação de uma crise econômica no imaginário popular? Com certeza a uma elite financeira que lucra sob os momentos difíceis e aos urubólogos que torcem contra o nosso País.

        Não há como negar que a economia brasileira, reproduzindo uma realidade mundial, convive com um período de contenção de gastos e pouco crescimento econômico. Nem que 2015 será um ano mais difícil que os últimos anos do Governo do PT. (mais…)

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          Charge de Samuca,para o  Diário de Pernambuco

          Charge de Samuca,para o Diário de Pernambuco

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            152168Jornais do Paraná

            Gazeta do Povo: Acusado de mentor da corrupção na Petrobras, Dirceu volta para a cadeia

            Bem Paraná: A cada hora, Curitiba registra cinco multas por uso de celular

            Jornal de Londrina: Calote explode e Londrina recorre ao Profis

            Folha de Londrina: Dirceu idealizou corrupção na Petrobras, dizem investigadores

            O Diário (Maringá): Transexual diz que lutou com maníaco e escapou da morte

            Diário dos Campos: ‘Nota Paraná’ prevê retorno de 30% do ICMS

            Jornal da Manhã: Convênio garante médicos e serviços de óbitos no IML

            O Paraná: Ferroeste compra 400 novos vagões e cinco locomotivas

            Gazeta do Paraná: José Dirceu é apontado como o criador do Petrolão

            Jornal Hoje: Mês começa violento, com 5 tentativas e um homicídio

            Diário do Noroeste: Esquema de corrupção na Petrobras foi iniciado por José Dirceu, diz MPF

            Tribuna de Cianorte: Paranaenses já podem acumular créditos na Nota Paraná, diz Richa

            Umuarama Ilustrado: Ex-ministro José Dirceu é preso, de novo, em mais uma acusação de corrupção

            Tribuna do Norte: Praça dos pedestres ou dos veículos?

            Jornais de outros estados

            Globo: Nova prisão de Dirceu une Lava-Jato e mensalão

            Folha: Dirceu é preso na Lava Jato

            Estadão: Dirceu é preso na Lava Jato; propina pagou imóvel e taxi aéreo

            Correio Braziliense: Do mensalão ao pixuleco

            Valor: Com a HSBC, Bradesco tenta voltar à liderança

            Estado de Minas: ‘Profissionalismo na prática do crime’

            Zero Hora: Contra a crise, Sartori monta grupo de trabalho

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              O deputado estadual Tadeu Veneri (PT)  quer o povo dizendo se aceita ou não a prorrogação do contrato do pedágio mais caro do Brasil.  A concessão firmada na gestão do ex-governador Jaime Lerner corresponde a importantes trechos que ligam o interior do estado a capital e ao Porto de Paranaguá. Blindada por uma caixa preta, como se diz em bom “politiquês” de bastidores do poder, a prorrogação da concessão tem apoio de setores empresariais do estado e é simpática aos olhos grandes do atual governo.

              “Quem está pagando essa conta é quem deve dizer se o contrato deve ser prorrogado como tenta-se impor. Será mesmo que a população está satisfeita com o pedágio que paga?”,questionou o oposicionista durante o pequeno expediente da sessão desta segunda, dia 3, na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) . Veneri é autor de um projeto de lei que altera a lei de concessão de pedágios no estado do Paraná que concede a exploração do serviço as concessionárias pelo prazo de 25 anos, podendo ser prorrogada ao término do prazo.

              Com prazo para encerramento datado para 2022,  o contrato do pedágio se tornou alvo de manobras e empreitadas de grupos interessados no prolongamento da cobrança salgada ao bolso do paranaense.

              “Apresentei um projeto de lei que extingue essa condição de prorrogar o contrato.  Temos que dar voz a quem paga essa conta há anos. Não é um processo difícil de se executar, não precisa de uma grande estrutura, precisa apenas do nosso empenho em promover esta forma de plebiscito, de consulta popular sobre o que fazer com o pedágio. Precisamos ouvir a população, saber o que o paranaense deseja e não apenas deixar que grupos que têm interesse na renovação deste contrato se manifestem”, concluiu Veneri.

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                Moro_debate_DirceuDaqui a pouco, a partir das 19 horas, em São Paulo, a deputada Luciana Santos (PE), presidenta nacional do PCdoB, e o senador Roberto Requião (PMDB-PR) debatem ‘a mídia e a cultura do silêncio’ com o professor e jornalista Venício Lima, autor do livro Cultura do silêncio e democracia no Brasil: Ensaios em defesa da liberdade de expressão (1980-2015).

                O evento desta noite deverá também servir de desagravo ao ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, que foi preso na manhã de hoje pela Operação Lava Jato.

                O senador Roberto Requião afirmou ao Blog do Esmael que a prisão de Dirceu foi desnecessária, absurda e ilegal. “Deverá ser revogada pelo Supremo Tribunal Federal”, disse o parlamentar, que, além de jornalista é advogado.

                O encontro na sede do Instituto Barão de Itararé (Rua Rego Freitas, 454, conjunto 83 – República) será precedido pelo lançamento da obra debatida.

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                  requabibeto

                  Como adiantou o Blog do Esmael na manhã desta segunda-feira, dia 3, o deputado estadual Requião Filho (PMDB), vice-líder da oposição, trouxe ao plenária da Assembleia Legislativa do Paraná mais uma denúncia de corrupção e sonegação fiscal dentro do governo Beto Richa (PSDB) e que envolve a participação de Luiz Abi Antoun, o “primo distante” e lobista de honra do tucanato nativo.

                  Porém, o oposicionista pesou a mão contra o atual governo ao trazer que no suposto esquema de sonegação fiscal de mais de R$ 1 bilhão, envolvendo a refinaria carioca Manginhos, estariam envolvidos, não apenas Luiz Abi, mas também juízes, desembargadores, dois deputados estaduais, além de uma rede de supermercados e outra de farmácias do Paraná.

                  “Curiosamente, a Manguinho passou a dever cada vez mais ICMS ao estado desde que Beto assumiu o governo em 2010, chegando a uma dívida superior a R$ 800 milhões, quase R$ 1 bilhão. Mais curioso ainda é ter com base na denúncia a presença, ou a infeliz coincidência,  do primo de Beto Richa, Luiz Abi Antoun, aquele que segundo o GAECO, chefiou o esquema de sonegação na Receita Estadual de Londrina, nas relações com a Manguinho e constatar neste novo processo que se inicia que temos a presença de juízes, desembargadores, dois deputados estaduais e uma rede de supermercados e outra de farmácias se privilegiando do suposto esquema aqui denunciado”, disparou Requião Filho.

                  O deputado disse ainda que todo o volume contendo a denúncia, um documento que ultrapassa as cinco mil páginas será entregue ao Ministério Público.

                  “Os nobres parlamentares, os dois deputados que dividem espaço conosco nesta Casa serão investigados pelo Ministério Público, caberá agora à Justiça apurar os fatos que são graves”, disse o deputado que completou. “As denúncias são graves , é mais um caso de sonegação e suspeita de corrupção que bate a porta deste governo.  Paraná precisa ser passado a limpo, não podemos passar mais um semestre votando datas festivas e nomes de rodovias”, concluiu  Requião Filho.

                  Confira um trecho da denúncia de Requião Filho na tarde desta segunda-feira, dia 3.

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                    A Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) retoma nesta tarde, a partir das 14h30, os trabalhos do segundo semestre. Os parlamentares ficaram 18 dias de recesso, sem muita paz, em suas respectivas bases eleitorais.

                    Nesta segunda-feira (3), o parlamento retoma a discussão dos casos de corrupção no governo Beto Richa (PSDB).

                    O deputado Requião Filho (PMDB) promete denunciar, da tribuna, desfalque de R$ 1 bilhão no fisco para favorecer a Refinaria Manguinho. Por trás dessa sonegação bilionária estaria o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador tucano e o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

                    O Blog do Esmael transmite a sessão ao vivo em parceria com a TV 15. (mais…)

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                      requiao_moro_dirceuO senador Roberto Requião (PMDB-PR), ao Blog do Esmael, afirmou nesta segunda-feira (3) que a prisão do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu é espetáculo para satisfazer a mídia.

                      “A prisão de Dirceu é ilegal e absurda. Deverá ser revogada pelo Supremo Tribunal Federal”, disse o senador Requião, que, além de jornalista é advogado.

                      José Dirceu foi preso pela 17ª fase da Operação Lava Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, que decretou sua prisão preventiva. Ele é investigado por envolvimento no esquema, por meio de sua empresa JD assessoria, já desativada.

                      Para o parlamentar peemedebista, do ponto de vista legal, não tem como prender quem já está preso. “Dirceu cumpre pena domiciliar pela condenação da AP 470, logo ele não poderia ser preso. No máximo seria uma condução coercitiva para depoimento em Curitiba”, explicou.

                      Requião também afirmou que juízes e procuradores estariam vestindo capuz da Santa Inquisição e máscara do Zorro. O senador quis dizer que os responsáveis pela Operação Lava Jato estariam agindo como “justiceiros”, sem o equilíbrio necessário.

                      O senador do PMDB tem sido um dos principais defensores da Operação Lava Jato. Ele tem repetido a importância do trabalho do judiciário, em especial do juiz federal Sérgio Moro, no entanto, nesta 17ª fase, Requião viu ilegalidade e flagrante espetacularização para o consumo da mídia. (mais…)

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                        RequiaoFilho_Manguinho_RichaO deputado Requião Filho (PMDB) subirá à tribuna da Assembleia Legislativa, na tarde desta segunda-feira (3), para denunciar mais uma maracutaia no governo Beto Richa (PSDB) envolvendo lobby, tráfico de influência, propina, corrupção e burlo ao fisco. Segundo o parlamentar, ávido para retornar ao trabalho depois de 18 dias de recesso na Casa, o desfalque no erário pode ultrapassar mais de R$ 1 bilhão, durante a gestão do tucano, só em um caso de sonegação de impostos.

                        De acordo com dados levantados pelo deputado do PMDB, A Refinaria de Manguinho, em 2011, deixou um passivo tributário em desfavor ao erário na ordem de R$ 219 milhões; em 2013, esse valor já era de R$ 800 milhões; e hoje ultrapassa a casa do R$ 1 bilhão.

                        O dinheiro sonegado por uma única empresa seria mais que suficiente para pagar o reajuste de 8,17%, que era reivindicado pelos professores da rede pública e demais servidores do executivo, bem como progressões e avanços aos policiais militares.

                        O jornalista Celso Nascimento, em sua coluna no jornal Gazeta do Povo, edição deste domingo (2), revelou que a burla ao fisco está sendo investigada por uma força-tarefa do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público do Paraná (MP), e da Polícia Federal, dentro da Operação Lava Jato.

                        O colunista da Gazeta do Povo aponta como principal suspeito na operação de sonegação de impostos o lobista Luiz Abi Antoun, primo do governador Beto Richa (PSDB), que já esteve preso em outras duas oportunidades pela cobrança de propina na Receita Estadual e fraude em licitação do governo do estado. Nascimento também lembra que o MP fluminense apontara o dedo para o presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já enrolado na lava Jato.

                        Luiz Abi é considerado “caixa informal” das campanhas do parente governador desde priscas eras. Cunha mantém relação estreita com o tucano paranaense por meio de um amigo em comum, Tony Garcia.

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                          Moro_DirceuO ex-ministro da Casa Civil José Dirceu foi preso pela 17ª fase da Operação Lava Jato, conduzida pelo juiz Sérgio Moro, que decretou sua prisão preventiva. Ele é investigado por envolvimento no esquema, por meio de sua empresa JD assessoria, já desativada.

                          Em 15 de novembro de 2013, Dirceu já havia sido preso por determinação do então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, na Ação Penal 470 (mensalão). O ex-ministro ficou na Papuda onze meses e 20 dias. Ele cumpre o resto da pena de 7 anos e 11 meses em prisão domiciliar.

                          José Dirceu tentou no mês passado diversas vezes um habeas corpus para não ser preso novamente, mas todos foram negados pela Justiça.

                          A operação de hoje foi batizada de Pixuleco, em alusão ao termo utilizado para nominar propina recebida de contratos.

                          A Polícia Federal (PF) cumpre na manhã desta segunda-feira (3) com 40 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva, cinco de prisão temporária, 26 de busca e apreensão e seis de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento.

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                            Gleisi Hoffmann, em sua coluna desta segunda-feira (3), destaca o complexo vira-lata da velha mídia, que predominou durante a Copa, agora também na economia; "Havia apostas de que a Copa não aconteceria, por sermos extremamente incompetentes, desorganizados, inexperientes, enfim, praticamente imprestáveis", recorda a colunista que, hoje, cobra uma autocrítica dos meios de comunicação; colunista acusa os pessimistas de atuarem contra o país; “É aquela velha máxima: ‘sabe qual a maneira mais fácil de quebrar um banco? Dizer que ele está quebrado!’", comparou; Gleisi cita ao indústria da beleza que, só este ano, vai faturar R$ 9 bilhões, e o de lazer, que não para de crescer; ela ainda listou dezenas de manchetes positivas em jornalões que utilizam aquele desmoralizado bordão “apesar da crise”; leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.

                            Gleisi Hoffmann, em sua coluna desta segunda-feira (3), destaca o complexo vira-lata da velha mídia, que predominou durante a Copa, agora também na economia; “Havia apostas de que a Copa não aconteceria, por sermos extremamente incompetentes, desorganizados, inexperientes, enfim, praticamente imprestáveis”, recorda a colunista que, hoje, cobra uma autocrítica dos meios de comunicação; colunista acusa os pessimistas de atuarem contra o país; “É aquela velha máxima: ‘sabe qual a maneira mais fácil de quebrar um banco? Dizer que ele está quebrado!’”, comparou; Gleisi cita ao indústria da beleza que, só este ano, vai faturar R$ 9 bilhões, e o de lazer, que não para de crescer; ela ainda listou dezenas de manchetes positivas em jornalões que utilizam aquele desmoralizado bordão “apesar da crise”; leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.

                            Gleisi Hoffmann*

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                            Não pensei que um singelo artigo, contrapondo a opinião majoritária de muitos setores da mídia sobre a crise econômica, publicado na semana passada, provocaria repercussão tão polêmica entre alguns jornalistas.

                            Com o artigo “‘Apesar da crise’ é o novo ‘Imagina na Copa'”, quis mostrar o nível absurdo de pessimismo que assola o noticiário brasileiro em relação à nossa economia, tal qual ocorreu no período que antecedeu a Copa do Mundo. Mais do que avaliações, havia apostas de que a Copa não aconteceria, por sermos extremamente incompetentes, desorganizados, inexperientes, enfim, praticamente imprestáveis. A Copa não só aconteceu como foi avaliada como uma das melhores dos últimos tempos. Pouquíssimos foram os meios de comunicação que fizeram autocrítica sobre o assunto.

                            Vemos agora a história se repetir. É claro que estamos em um momento de dificuldade econômica. Alguns setores da nossa economia enfrentam dificuldades. Temos sim aumento da inflação, do índice de desemprego, crédito mais caro. Sofremos o efeito de uma das maiores crises internacionais, iniciada em 2008. Mas daí a vaticinar que nunca estivemos tão mal, que essa é a maior crise de todos os tempos no Brasil, mais do que exagero desmedido, é apostar contra o país. Avaliações pessimistas, exagero na negatividade são o caminho efetivo para chegar a uma crise de verdade. É aquela velha máxima: “sabe qual a maneira mais fácil de quebrar um banco? Dizer que ele está quebrado!” (mais…)

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                              Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (3), aponta um quadro de recessão, agravado pela elevação dos juros, que afeta o desenvolvimento das cidades, dos estados, e refluem os investimentos privados no país; colunista constata a volta das máquinas remarcadoras de preços -, reajuste dos impostos, tarifas de água, luz, transporte, serviços e até da gasolina; nesse quadro complicado, Romanelli critica a “onda moralista conservadora em que as delações viram ritos sumários” e prega a defesa de empresas e empregos dos brasileiros; “A raiz do problema está na economia”, opina o colunista; leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.

                              Luiz Claudio Romanelli, em sua coluna desta segunda-feira (3), aponta um quadro de recessão, agravado pela elevação dos juros, que afeta o desenvolvimento das cidades, dos estados, e refluem os investimentos privados no país; colunista constata a volta das máquinas remarcadoras de preços -, reajuste dos impostos, tarifas de água, luz, transporte, serviços e até da gasolina; nesse quadro complicado, Romanelli critica a “onda moralista conservadora em que as delações viram ritos sumários” e prega a defesa de empresas e empregos dos brasileiros; “A raiz do problema está na economia”, opina o colunista; leia o texto, ouça o áudio e compartilhe.

                              Luiz Claudio Romanelli*

                              “Deixe-me ir, preciso andar, vou por aí a procurar, rir pra não chorar” – Cartola

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                              Toda semana percorro o interior do Paraná e tenho conversado com a nossa gente de bem, as donas de casa, trabalhadores e as mais diversas lideranças – prefeitos, vereadores, comerciantes, sindicalistas – e, de forma conjunta, passamos a refletir sobre a situação das cidades, as necessidades de cada um, e a roda-viva que toma conta dos dias, nesta profusão avassaladora de informação.

                              Sintomaticamente, estranhamos todos, que o principal problema ao qual o país atravessa atualmente, a desaceleração da economia, passe ao largo de um debate mais amplo e racional, em que se encontrem as medidas, alternativas e até soluções de enfrentamento e superação deste período deveras preocupante.

                              As outras crises por quais passamos, de ordem política e até moral, são resultado de uma economia claudicante, que perdeu o rumo ao apostar em bolhas de consumo e que pouco se preocupou em criar condições de sustentação ao setor produtivo e de proteção aos empregos.

                              Na política se tornou case a frase “é a economia, estúpido!” de James Carville, assessor da campanha de Bill Clinton, em 1992. De nada adiantava todas as outras vitórias, do então presidente George Bush, se os eleitores estavam mais preocupados com a crise econômica norte-americana. Clinton venceu Bush e o resto da história, a gente já sabe. (mais…)

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                                Charge de Sinfrônio  para o Diário do Nordeste (CE)

                                Charge de Sinfrônio para o Diário do Nordeste (CE)

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                                  img_edg_8492Jornais do Paraná

                                  Gazeta do Povo: Olimpíada pretende deixar “legado real” para o Rio

                                  Bem Paraná: Atlético em alta, Coritiba em último

                                  Jornal Metro: Pressionado, MPF define lista tríplice

                                  Folha de Londrina: Reajustes de energia aquecem mercado livre de geradores

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                                    Em 29 de abril, Richa jogou PMs contra professores, e hoje massacra cada qual em seu canto -- separadamente; governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, curioso, veio à capital paranaense fazer estágio sobre como dividir as categorias do serviço público para então derrotá-las.

                                    Em 29 de abril, Richa jogou PMs contra professores, e hoje massacra cada qual em seu canto — separadamente; governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, curioso, veio à capital paranaense fazer estágio sobre como dividir as categorias do serviço público para então derrotá-las.

                                    Os mais de 100 mil educadores da rede pública do estado Paraná entram na semana em estado de alerta. Explica-se o temor da maior categoria do serviço público do estado: o governo Beto Richa (PSDB) determinou que policiais, sob pena de punição, mantenham licenciamento de seus veículos particulares em dia. Nada de atraso, como exigiu na terça-feira (28) o major Joas Marcos Carneiro Lins, Subcomandante do 16° Batalhão da Polícia Militar de Guarapuava.

                                    Se a palavra de ordem é aumentar o caixa do governo do estado a qualquer custo, mesmo que o destino do dinheiro seja desconhecido, os professores acreditam que serão os próximos a serem punidos [outra vez] pela sanha arrecadatória de Beto Richa. “Será que um eventual atraso na conta de luz, água ou IPVA acarretará desconto direto no contracheque, como nos empréstimos consignados?”, questionou ao Blog do Esmael uma assustada profissional do magistério, que é arrimo de família.

                                    A luz vermelha acendeu para a educação paranaense porque o governador do PSDB escolheu o setor para pagar a maior parte da crise, fabricada por ele mesmo, devido aos desvios, propinas, fraudes, calotes e corrupção. Também fizeram crescer o rombo na gestão Richa a incompetência administrativa, o inchaço da máquina pública com comissionados, dentre outras barbaridades.

                                    O leitor pode achar que a cogitação do governo Beto Richa, de punir os inadimplentes com as tarifas públicas, é absurda ou delírio de oposicionista, mas o que ele diz dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) recebendo a comenda de puxa-saquismo denominada “Ordem do Pinheiro”, mesmo os magistrados sabendo que o tucano comandou massacre de 213 pessoas no dia 29 de abril? Portanto, tudo é possível nessa terra de meu Deus!

                                    O governador Beto Richa (PSDB) promoveu o maior ‘tarifaço’ que se tem notícia no país. O IPVA, por exemplo, subiu 40%; o ICMS saltou 50% e a isenção desse imposto foi extinto para mais de 95 mil produtos, inclusive da cesta básica. Além disso, a conta d’água aumentou em 50% entre 2011 e 2015, ante 31% do IPCA no mesmo período. A tarifa de energia foi reajustada em 51% só este ano.

                                    Por outro lado, a título de comparação, professores e demais servidores do executivo terão reposição inflacionária em outubro de apenas 3,45%, referente a 2014, e 8,5% em janeiro de 2016, relativos à perda deste ano. Ao ‘pacote de maldades’ e perseguições, some-se os calotes e punições aos educadores e policiais, que atrasou pagamento de diárias, terço de férias, progressões de carreira, entre outros calotes, e ainda confiscou a aposentadoria de todos os servidores.

                                    Em 29 de abril, Richa jogou PMs contra professores, e hoje massacra cada qual em seu canto — separadamente. O modus operandi do tucano chamou a atenção do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), que veio à capital paranaense fazer “estágio” sobre como dividir as categorias do serviço público para então derrotá-las.

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                                      luciana_massacre_richaA ex-presidenciável Luciana Genro, do PSol, neste sábado (1º), utilizou sua conta no Twitter para acusar o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), de buscar em Curitiba conselhos com seu colega paranaense Beto Richa (PSDB).

                                      “Os servidores do Rio Grande do Sul vão à luta e aqui a Brigada [PM gaúcha] também vai se mobilizar. Não vai ter o massacre de Curitiba”, avisou a ex-candidata do PSol à Presidência da República.

                                      “Sartori foi para Curitiba se aconselhar com o Beto Richa, ou “Beto Hitler”?”, espinafrou a filha do ex-governador Tarso Genro (PT).

                                      “Sartori foi para Curitiba se aconselhar com o Beto Richa, ou “Beto Hitler”?”, questionou Luciana Genro.

                                      Diferente do Paraná, onde os policiais sofrem assédio e não cobram atrasados, a brigada militar do Rio Grande do Sul entrou com um pedido de prisão e sequestro de bens do governador José Ivo Sartori pelo descumprimento de liminar judicial que impedia o parcelamento salarial dos servidores.

                                      O governo do Rio Grande do Sul vive crise idêntica a vivida pelo tucano Beto Richa. Aqui, em 29 de abril, a sanha pelo vil metal resultou no massacre de 213 professores e servidores públicos que lutavam contra o confisco da poupança previdenciária.

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                                        Ministros Lewandowski e Fachin, em nome da recente História, deveriam devolver a comenda “Ordem do Pinheiro”, que receberam na última sexta-feira (31), em Palácio Iguaçu, das mãos do governador tucano Beto Richa; honraria está manchada pelo sangue mais de 200 professores e servidores públicos massacrados no dia 29 de abril, no Centro Cívico, durante votação do confisco da poupança previdenciária; se não devolverem a condecoração, em solidariedade às vítimas da violência da polícia, os dois ministros deveriam no mínimo se declarar impedidos de votar a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que tramita no STF; governador tucano faz hoje o que já faziam os reis do Brasil que distribuíam títulos de barão, conde, duque, visconde, etc., para forjar maioria no Império.

                                        Ministros Lewandowski e Fachin, em nome da recente História, deveriam devolver a comenda “Ordem do Pinheiro”, que receberam na última sexta-feira (31), em Palácio Iguaçu, das mãos do governador tucano Beto Richa; honraria está manchada pelo sangue mais de 200 professores e servidores públicos massacrados no dia 29 de abril, no Centro Cívico, durante votação do confisco da poupança previdenciária; se não devolverem a condecoração, em solidariedade às vítimas da violência da polícia, os dois ministros deveriam no mínimo se declarar impedidos de votar a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) que tramita no STF; governador tucano faz hoje o que já faziam os reis do Brasil que distribuíam títulos de barão, conde, duque, visconde, etc., para forjar maioria no Império.

                                        O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e o recém-empossado ministro daquele órgão, Edson Fachin, na última sexta-feira (31), foram homenageados em Palácio Iguaçu pelo governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), com a comenda “Ordem do Pinheiro” — a mais alta honraria do Estado.

                                        Fachin e Lewandowski, em breve, deverão votar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5330) contra o artigo 2º, inciso II, da Lei 18.469/2015, do Estado do Paraná, que confiscou a poupança previdenciária dos servidores públicos e motivou o massacre no dia 29 de abril, no Centro Cívico, onde mais de 200 pessoas ficaram feridas pela ação violenta da polícia militar.

                                        O presidente do STF, também na última sexta-feira (31), em despacho, pediu para que a Assembleia Legislativa, governo paranaense, advogado-geral da União e Procurador-geral da República se manifestem em cinco dias sobre o pedido de suspensão do confisco. Pode ter sido apenas uma mera coincidência os dois fatos (o despacho e a condecoração).

                                        Recentemente, o agora ministro Fachin se disse impedido de julgar caso de nepotismo acerca da indicação do ex-secretário da Educação do Paraná, Maurício Requião, para o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ocorrida no governo de Roberto Requião. O magistrado justificou o ‘problema de consciência’ afirmando que havia se manifestado favorável ao conselheiro-irmão, publicamente, meses antes de virar ministro do STF.

                                        O senador Requião foi um dos principais cabos eleitorais para Fachin chegar ao STF. Até as tartarugas cuidadas pelo prefeito de Curitiba Gustavo Fruet sabem disso. No entanto, o “impedimento” do ministro — depois de eleito e empossado — soou como “ingratidão”. Por isso o texto do colunista Reinaldo de Almeida César, da semana passada, continua muito atual: “Há favores tão grandes que só podem ser pagos com a ingratidão”.

                                        Agora, os dois ministros do STF agraciados com comenda também não estariam impedidos de votar a pauta que alterou as regras para concessão de benefícios pelo Fundo de Previdência estadual, o Paranaprevidência?

                                        Beto Richa adora distribuir auxílios-moradias, benefícios disso e daquilo, e também a “Ordem do Pinheiro” para adquirir musculatura política no parlamento e no judiciário. O tucano faz hoje o que já faziam os reis do Brasil que distribuíam títulos de barão, conde, duque, visconde, etc., para forjar maioria no Império.

                                        O relator da ADI sobre o confisco da poupança previdenciária é o ministro Celso de Mello.

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