Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, critica o uso do debate sobre ética para fazer “politicagem” no Congresso Nacional; colunista afirma que Senado e Câmara são utilizados para “autopromoção politiqueira” em detrimento dos interesses da Nação; “...grande parte dos senadores está lá advogando interesses particulares”, pontua; “Esses parlamentares pirotécnicos, pouco interessados em trabalhar pelos reais interesses do país, têm como conduta o falso moralismo”, observa Gomyde, que ainda cita Nelson Rodrigues; até "um paralelepípedo analfabeto, uma cabra vadia ou um bode de charrete" saberiam o real sentido do embate político que se trava atualmente no Brasil; leia o texto e compartilhe.


Ricardo Gomyde, em sua coluna deste sábado, critica o uso do debate sobre ética para fazer “politicagem” no Congresso Nacional; colunista afirma que Senado e Câmara são utilizados para “autopromoção politiqueira” em detrimento dos interesses da Nação; “…grande parte dos senadores está lá advogando interesses particulares”, pontua; “Esses parlamentares pirotécnicos, pouco interessados em trabalhar pelos reais interesses do país, têm como conduta o falso moralismo”, observa Gomyde, que ainda cita Nelson Rodrigues; até “um paralelepípedo analfabeto, uma cabra vadia ou um bode de charrete” saberiam o real sentido do embate político que se trava atualmente no Brasil; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Gomyde*

Ter ou não ter ética? Eis uma questão que vem pontuando a campanha eleitoral e que precisa ser devidamente avaliada. A pessoa — física ou jurídica — que rompe com a lógica da sua função para favorecer determinado interesse pode ser considerada antiética, corrupta. E quem comprar tais favores pode ser considerado corruptor. O debate aprofundado sobre esse tema, portanto, pode ser incômodo para quem tem duas caras — os que falam uma coisa e fazem outra.

O Brasil, desde que entrou em vigor a Constituição democrática de 1988, tem convivido em seu parlamento com crises de verdade e muitas firulas temperadas com arrogância, grosseria, ignorância e, mais que tudo, uma irrefreável vontade de aparecer. A função de deputado ou senador exige rigor moral, mas, quando o real interesse em denunciar “escândalos” reside muito mais na autopromoção politiqueira do que na vontade sincera de combater a corrupção, é bom parar e pensar.

Na teoria, a Câmara dos Deputados é a casa legislativa onde os anseios populares ressoam de maneira mais intensa. Nela, exageros de estilo podem ser mais facilmente tolerados. Algumas vezes, o comportamento dos deputados se situa no limiar da boa educação, mas não destoa necessariamente do script institucional. Ainda em teoria, o Senado deve ser o contraponto da Câmara; seu funcionamento deve ser mais recatado e austero. Uma de suas funções seria justamente moderar eventuais arroubos da Câmara. Mas é exatamente no Senado que a autopromoção politiqueira mais tem se manifestado.

É claro que o estilo de cada instituição depende em grande parte da composição de forças políticas. Nosso Senado, infelizmente, ainda conta com uma formação pouco representativa; grande parte dos senadores está lá advogando interesses particulares em detrimento das necessidades do povo do estado que eles representam e do país. Foi assim que se configuraram, no Congresso Nacional, pororocas políticas que criaram verdadeiros vácuos no trabalho propriamente legislativo — elas mal começam a aparecer e em pouco tempo desaparecem, como aqueles tufões do filme Twister.

Esses parlamentares pirotécnicos, pouco interessados em trabalhar pelos reais interesses do país, têm como conduta o falso moralismo. Para eles, tudo é crise, tudo parece o fim dos tempos. Crise para valer é aquela que tem começo, meio e um fim contundente e definitivo. O episódio de Watergate, nos Estados Unidos da década de 1970, não parecia uma crise quando começou, mas ganhou corpo e terminou com o afastamento do ex-presidente Richard Nixon. Essa foi uma crise de verdade, como foi a desatada no Brasil pelas denúncias de Pedro Collor de Mello contra o irmão presidente: ela não arrefeceu de uma semana para a outra, e só terminou com o impeachment de Fernando Collor.

O problema é que os interesses eleitoreiros anteciparam a campanha deste ano. A origem da corrupção certamente não está onde essa onda denuncista-eleitoreira tenta apontar. Sociedades inteiras podem viver ao lado do crime por muito tempo, fingindo tranquilidade enquanto a sujeira supostamente mora longe. Na Itália contemporânea, por exemplo, a máfia vivia na ante-sala dos melhores endereços.

Ética é um valor pessoal — embora se possa falar também em ética da política, que nada mais é do que a soma das éticas das pessoas que a compõem. A ética é também um conceito inflexível, que não admite gradações. Ou você é ético ou não é. Ou seja: ninguém precisa sair por aí erguendo a bandeira da ética. A não ser para fazer politicagem.

Essa conduta hipócrita, na verdade, tem servido de desculpa para muita gente que não serve de exemplo para ninguém bater abaixo da linha de cintura. Como diria Nelson Rodrigues, até “um paralelepípedo analfabeto, uma cabra vadia ou um bode de charrete” saberiam o real sentido do embate político que se trava atualmente no Brasil. Ele revela os dois cenários do processo eleitoral de 2014: um democrático e popular e outro elitista e excludente.

*Ricardo Gomyde, especialista em políticas de inclusão social, foi membro da Comissão Organizadora da Copa do Mundo no Brasil em 2014. Escreve nos sábados no Blog do Esmael.

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Charge do Sergio Paulo para o Jornal de Roraima

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bvcJornais do Paraná

- Gazeta do Povo: Licitação do metrô da capital é suspensa pelo Tribunal de Contas

- Folha de Londrina: Queda na arrecadação de impostos no Paraná é maior que no País

- O Diário (Maringá): Cidadão critica atuação de PM em blitz na rede social e vai preso

- Diário dos Campos: Matadouro de Ponta Grossa completa 10 meses fechado

- Jornal da Manhã: Motorista preso afirma que não estava embriagado

- Tribuna do Interior: Dependente do Estado

- O Paraná: Infraestrutura demanda R$ 64 bilhões no Paraná

- Gazeta do Paraná: Eleições já custaram R$ 3 bi ao contribuinte

- Jornal Hoje: FIA tem mais de R$ 1,1 milhão parados em caixa

- Gazeta do Iguaçu: Aiec anuncia construção de megacentro cultural

- Diário do Noroeste: Projeto Ler para Crescer vence prêmio em parceria com Senhoras de Rotarianos

- Tribuna de Cianorte: Saldo do emprego é positivo

- Umuarama Ilustrado: Inadimplência do IPVA atinge 20% dos motoristas de Umuarama

Jornais de outros estados

- Globo: Ex-diretor da Petrobras aceita delação premiada

- Folha: BC vê falta de ‘espírito animal’ nos empresários

- Correio Braziliense: O homem que ameaça implodir a Petrobras

- Estado de Minas: Freio nos pegas

- Zero Hora: Planos dos candidatos para a dívida do Estado

Capas de revistas:

- CartaCapital: JBS, negócio suspeito

- Veja: Marina Presidente?

- IstoÉ: As contradições de Marina

- Época: Até onde ela vai?

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Após o horário político, a partir das 21h20, Requião continua discutindo ao vivo com eleitores através de seu próprio canal na internet (www.requiaopmdb.com.br); candidato do PMDB usa as redes sociais para compensar a falta de tempo no rádio e na televisão; estratégia de peemedebista consiste em continuar o horário político depois do tempo reservado aos partidos pelo TSE; candidato do PMDB dedica meia hora da agenda para discutir propostas e responder ataques de adversários.

Após o horário político, a partir das 21h20, Requião continua discutindo ao vivo com eleitores através de seu próprio canal na internet (www.requiaopmdb.com.br); candidato do PMDB usa as redes sociais para compensar a falta de tempo no rádio e na televisão; estratégia de peemedebista consiste em continuar o horário político depois do tempo reservado aos partidos pelo TSE; candidato do PMDB dedica meia hora da agenda para discutir propostas e responder ataques de adversários.

O senador Roberto Requião (PMDB), aos 73 anos, utiliza como ninguém o poder das redes sociais na busca do quarto mandato ao governo do Paraná. Com exíguos 2 minutos e 56 segundos de tempo no rádio e na televisão, o peemedebista tem puxado o horário eleitoral para a internet, ao vivo, além do estipulado pela Justiça Eleitoral.

A título de comparação, o governador Beto Richa (PSDB) tem 8 minutos e 42 segundos em cada bloco. Já a senadora Gleisi Hoffmann (PT) tem 4 minutos.

A estratégia de Requião consiste em continuar o horário político depois do tempo reservado aos partidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após a propaganda oficial, nas segundas, quartas e sextas-feiras, o candidato do PMDB dedica meia hora da agenda para discutir propostas e responder ataques de adversários.

Os programas, produzidos pelos partidos e coligações, vão ao ar das 13h às 13h50min e das 20h30 às 21h20min.

Na prática, Requião criou um horário eleitoral particular na página oficial da sua campanha (www.requiaopmdb.com.br). Ali, como ele mesmo define, o pau come. Na quarta (20), por exemplo, o candidato chegou a oferecer uma “barra de ouro” para quem soubesse informar um programa de sucesso do governador do PSDB.

“Até agora ninguém ganhou porque não existe, é igual cabeça de bacalhau”, espinafra o senador.

Segundo levantamentos de empresas especializadas, as redes sociais são um território dominado por Requião. Análise de 76 mil comentários em sites, blogs e perfis no Twitter e Facebook, durante o mês de julho, aponta que o peemedebista foi mencionado positivamente por 55,45%, Richa teve 26,73% de menções positivas e a Gleisi foi citada positivamente 17,82% (clique aqui).

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O governador-candidato Beto Richa (PSDB) insiste em desrespeitar a Justiça e já acumula mais de meio milhão em multas. Desde o início da campanha, já foram 16 punições por desrespeitos à legislação. Numa conta rápida, se as infrações fossem médias (cinco pontos) Richa teria 80 pontos, quantia suficiente para cassar a carteira quatro vezes. Detalhe importante: o horário eleitoral no rádio e televisão só está começando...

O governador-candidato Beto Richa (PSDB) insiste em desrespeitar a Justiça e já acumula mais de meio milhão em multas. Desde o início da campanha, já foram 16 punições por desrespeitos à legislação. Numa conta rápida, se as infrações fossem médias (cinco pontos) Richa teria 80 pontos, quantia suficiente para cassar a carteira quatro vezes. Detalhe importante: o horário eleitoral no rádio e televisão só está começando…

O candidato a governador Beto Richa(PSDB) insiste em desrespeitar a Justiça e já acumula mais de meio milhão em multas. Desde o início da campanha, no último dia 5 de julho, já foram 16 punições por desrespeitos à legislação eleitoral como propaganda antecipada e uso da máquina pública em favor de sua reeleição. Fizemos as contas. Caso as infrações fossem de trânsito e considerada de média gravidades, a Carteira Nacional de Habilitação do governador tucano já teria sido cassada quatro vezes.

Após recorrerem de decisão da Justiça Eleitoral que punia a propaganda irregular do governo do estado em placas de obras públicas, Beto Richa (PSDB), Cida Borghetti (PP), a coligação Todos pelo Paraná e o secretário de Comunicação, Marcelo Cattani, foram novamente multados. Agora, no valor total de R$ 280 mil. Cada um deles terá dee pagar R$ 50 mil à Justiça pelo crime eleitoral e mais R$ 20 mil cada por manterem irregularmente quatro placas de obras após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinar sua retirada.

Com a nova condenação, Beto Richa já ultrapassa a marca de meio milhão em multas devidas à Justiça Eleitoral. No total, são R$ 587.636,80 em condenações. Todas originadas de representações apresentadas pela coligação Paraná Olhando pra Frente, que tem Gleisi Hoffmann (PT) como candidata à governadora. (mais…)

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Tribunal Regional do Paraná (TRE), que costuma ser draconiano com profissionais de imprensa e candidatos no estado, terá coragem de punir o jornal Folha de S. Paulo; edição desta sexta (22), que circula nestas plagas, traz suposta pesquisa em que Marina Silva está “consolidada” em segundo lugar sem, no entanto, declinar o nome do instituto e registro da sondagem; por muito menos, a corte puniu paranaenses que afirmavam que o jogo eleitoral estava “embolado” na corrida pelo Palácio Iguaçu; os juízes do TER-PR serão tigrões com a Folha?

Tribunal Regional do Paraná (TRE), que costuma ser draconiano com profissionais de imprensa e candidatos no estado, terá coragem de punir o jornal Folha de S. Paulo; edição desta sexta (22), que circula nestas plagas, traz suposta pesquisa em que Marina Silva está “consolidada” em segundo lugar sem, no entanto, declinar o nome do instituto e registro da sondagem; por muito menos, a corte puniu paranaenses que afirmavam que o jogo eleitoral estava “embolado” na corrida pelo Palácio Iguaçu; os juízes do TER-PR serão tigrões com a Folha?

O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) destaca-se no país pela judicialização da política e da opinião. Para o Blog do Esmael, órgão vem extrapolando seu papel ao avançar sobre a Constituição Federal que garante a liberdade de expressão.

Nesta sexta-feira (22), o jornal Folha de S. Paulo, que também circula nestas plagas fisicamente e pelos bytes da internet, traz informação de que a candidata Marina Silva (PSB) está “consolidada” em segundo lugar com 20%.

A Folha relata ainda que a presidenta Dilma Rousseff (PT) lidera a corrida e Aécio Neves (PSDB) está em terceiro lugar com 15%.

“Em reunião na noite de quarta (20), com a presença de Dilma e do ex-presidente Lula no Palácio da Alvorada, os coordenadores da campanha analisaram pesquisas que mostrariam a petista com cerca de 40%, Marina acima de 20% e Aécio com 15%”, especula o jornal paulistano, sem informar o registro e o nome do instituto que fez a sondagem.

No Paraná, o TRE multou candidatos, jornalistas e blogueiros que sequer falaram em números. Apenas disseram que a disputa ao governo do estado estava “embolada”.

Pois bem, os promotores do Ministério Público Eleitoral e juízes do TRE do Paraná serão “tigrões” com a Folha? A conferir.

Abaixo, leia a íntegra da matéria no jornal Folha de S. Paulo: (mais…)

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O governador Beto Richa (PSDB), candidato à reeleição, na entrevista concedida ontem (21) ao jornalista Sandro Dal Picolo jurou de pés juntos ser contra o auxílio-moradia de R$ 4 mil a juízes.

Pois bem, por que então o tucano comemorava aprovação do auxílio-moradia de R$ 4 mil em jantar com deputados e juízes no dia 25 de fevereiro último?

O Blog do Esmael anotou o requintadíssimo regabofe com carnes nobres importadas da Argentina e champagne Brut Veuve Clicquot ocorrido no Jockey Club (clique aqui).

Na sabatina de ontem, Richa foi despistou: “Eu sou contra, não faria se estivesse na minha alçada”.

Dal Picolo insistiu: “O senhor não quer justificar?”. “Não, eu sou contra”, complementou o governador.

É bom recordar que a lei do auxílio-moradia aprovada no começo do ano pela Assembleia Legislativa do Paraná foi sancionada pelo governo do estado. Coube ao vice Flávio Arns (PSDB) sancioná-la durante férias de Richa ao Caribe (clique aqui).

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Tribunal de Justiça do Paraná, nesta sexta (22), determinou despejo de Serraglio e Pessuti da sede estadual do PMDB; decisão judicial confirma no comando do partido o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, eleito semana passada depois de destituída  pelo senador Roberto Requião a antiga direção pró-Beto Richa (PSDB).

Tribunal de Justiça do Paraná, nesta sexta (22), determinou despejo de Serraglio e Pessuti da sede estadual do PMDB; decisão judicial confirma no comando do partido o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, eleito semana passada depois de destituída pelo senador Roberto Requião a antiga direção pró-Beto Richa (PSDB).

O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ), nesta sexta-feira (22), cassou a liminar que garantia a posse do deputado federal Osmar Serraglio e do ex-governador Orlando Pessuti da sede estadual do PMDB (Rua Vicente Machado, em Curitiba).

A Corte determinou o comando do partido ao ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, que teve a chancela da direção nacional da agremiação na semana passada.

O despejo de Serraglio e Pessuti é mais um capítulo do imbróglio no PMDB do Paraná, cujo desfecho parece ter chegado ao fim hoje.

Na semana passada, o senador Roberto Requião, candidato do partido ao governo do estado, liderou pessoalmente a tomada da sede histórica da sigla na capital alegando “traição” de Serraglio e Pessuti, que foram destituídos da presidência e secretaria geral, respectivamente (clique aqui).

No dia seguinte, a dupla conseguira uma liminar com um juiz de plantão para voltar à sede ao mesmo tempo em que o presidente nacional do PMDB, Michel Temer, reconheceu a nova direção requianista (cliquei aqui).

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Tropa de choque do governador Beto Richa, que disputa a reeleição, pressiona a RPCTV para que pergunte sobre Vargas e Eduardo Gaievski na entrevista de hoje à noite com a senadora Gleisi Hoffmann; “Será que a RPCTV vai afrouxar o sutiã”, provoca o Palácio Iguaçu, lembrando que a emissora arrancou o “couro” de Requião e do tucano nesta semana.

Tropa de choque do governador Beto Richa, que disputa a reeleição, pressiona a RPCTV para que pergunte sobre Vargas e Eduardo Gaievski na entrevista de hoje à noite com a senadora Gleisi Hoffmann; “Será que a RPCTV vai afrouxar o sutiã”, provoca o Palácio Iguaçu, lembrando que a emissora arrancou o “couro” de Requião e do tucano nesta semana.

Estrategistas do Palácio Iguaçu cobram da RPCTV a mesma combatividade, hoje à noite, com a senadora Gleisi Hoffmann (PT). Os luas-pretas tucanos querem o mesmo rigor à petista que a emissora teve na entrevista com o governador Beto Richa (PSDB) e o senador Roberto Requião (PMDB).

Nesta sexta-feira (22), às 18h55, a RPCTV, afiliada da TV Globo no Paraná, deverá entrevistar a candidata do PT ao governo do estado. O peemedebista e o tucano foram os primeiros sabatinados pelo jornalista Sandro Dal Picollo.

Para Requião, o âncora do Paraná TV 2ª Edição perguntou sobre a espinhosa questão do nepotismo. Já a Richa, o jornalista inquiriu-o acerca da sogra fantasma de Ezequias Moreira e dos R$ 3 milhões de contribuição do pedágio às suas campanhas eleitorais.

“Será que a RPCTV vai perguntar hoje para Gleisi Hoffmann sobre Gaievski e André Vargas”, pressionam os estrategistas tucanos, referindo-se ao ex-prefeito de Realeza, Eduardo Gaievski (PT), ex-assessor de Gleisi na Casa Civil, preso desde o ano passado acusado de estupro, e ao deputado André Vargas (ex-PT), que é acusado de relações promíscuas com o doleiro Alberto Youssef.

“Será que a RPCTV vai afrouxar o sutiã?”, provoca o Palácio Iguaçu.

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Transmissão encerrada.

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Senador Álvaro Dias (PSDB) terá que retirar da propaganda impressa e da televisão a logomarca da “casinha” de quando era governador do Paraná (1987-1991); decisão judicial inédita proferida nesta sexta-feira (22) atendeu representação do adversário Ricardo Gomyde (PCdoB); tucano tem 72 horas para cumprir decisão, sob pena de multa diária de R$ 50 mil; “É muito oportunismo até porque ele não é mais governador há quase um quarto de século”, comemorou Gomyde, que viu na decisão judicial “o restabelecimento do equilíbrio na disputa pela vaga ao Senado”.

Senador Álvaro Dias (PSDB) terá que retirar da propaganda impressa e da televisão a logomarca da “casinha” de quando era governador do Paraná (1987-1991); decisão judicial inédita proferida nesta sexta-feira (22) atendeu representação do adversário Ricardo Gomyde (PCdoB); tucano tem 72 horas para cumprir decisão, sob pena de multa diária de R$ 50 mil; “É muito oportunismo até porque ele não é mais governador há quase um quarto de século”, comemorou Gomyde, que viu na decisão judicial “o restabelecimento do equilíbrio na disputa pela vaga ao Senado”.

O candidato ao Senado pela Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Ricardo Gomyde (PCdoB), nesta sexta (22), conseguiu na Justiça derrubar a “casinha” do senador Álvaro Dias (PSDB).

Conforme representação de Gomyde, o tucano que busca a reeleição terá de retirar da propaganda impressa e da televisão o símbolo “A” estilizado, em forma de casinha, que usara na sua gestão como governador do Paraná (1987-1991).

“É muito oportunismo até porque ele não é mais governador há quase um quarto de século”, comemorou Gomyde, que viu na decisão judicial “o restabelecimento do equilíbrio na disputa pela vaga ao Senado”.

Álvaro terá 72 horas para cumprir a decisão do desembargador Guido José Döbeli sob pena de multa diária de R$ 50 mil.

Leia a íntegra da decisão: (mais…)

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Ex-deputado Ricardo Gomyde (PCdoB), candidato ao Senado, ingressou ontem (21) na Justiça pedindo a retirada da “casinha” dos materiais impressos de campanha pela reeleição do senador Álvaro Dias (PSDB); pedido também pede a retirada da logomarca do horário eleitoral na televisão; segundo o coordenador jurídico da Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Luiz Fernando Pereira, o tucano realiza propaganda irregular e causa desequilíbrio na disputa eleitoral em desacordo com a lei; Dias espalhou pelas principais rodovias do Paraná, durante sua gestão no governo (1987-1991), uma "casinha" cravada no concreto com a inscrição "A" de Álvaro; "obras" resistiram ao tempo e até hoje são vistas em várias partes do estado.

Ex-deputado Ricardo Gomyde (PCdoB), candidato ao Senado, ingressou ontem (21) na Justiça pedindo a retirada da “casinha” dos materiais impressos de campanha pela reeleição do senador Álvaro Dias (PSDB); pedido também pede a retirada da logomarca do horário eleitoral na televisão; segundo o coordenador jurídico da Coligação Paraná Olhando Pra Frente, Luiz Fernando Pereira, o tucano realiza propaganda irregular e causa desequilíbrio na disputa eleitoral em desacordo com a lei; Dias espalhou pelas principais rodovias do Paraná, durante sua gestão no governo (1987-1991), uma “casinha” cravada no concreto com a inscrição “A” de Álvaro; “obras” resistiram ao tempo e até hoje são vistas em várias partes do estado.

O senador Álvaro Dias (PSDB) pode estar cometendo irregularidade em sua propaganda pela reeleição. O tucano imprimiu nos materiais gráficos e está usando no programa eleitoral a logomarca de seu governo, de 1987 a 1991, que tinha uma “casinha” estilizada a partir da letra “A” de seu nome.

O candidato ao Senado, Ricardo Gomyde (PCdoB), por meio de representação da Coligação Paraná Olhando Pra Frente, requereu ontem na Justiça a “retirada imediata do símbolo oficial da ‘casinha’ do conteúdo de toda e qualquer propaganda eleitoral dos Representados, em especial das suas redes sociais, impressos e da propagada veiculada no horário eleitoral gratuito”.

Durante sua gestão, Dias espalhou pelas principais rodovias do Paraná uma “casinha” cravada no concreto com a inscrição “A” de Álvaro. Essas “obras” resistiram ao tempo e até hoje são vistas em várias partes do estado.

Segundo a jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o uso de logomarca pública em campanha eleitoral configura-se em abuso de poder político que causa desiquilíbrio na disputa entre os candidatos. O desrespeito à legislação pode resultar em cassação da candidatura.

Até 2010, era possível cada qual governante escolhesse sua própria marca de gestão. No Paraná, essa regra foi proibida a partir de 1.º de janeiro de 2011.

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A Força Sindical do Paraná emitiu notas de repúdio à postura dos candidatos ao governo do Paraná, Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffman (PT), que teriam assinado compromisso com os empresários para baixar o salário mínimo regional; apesar de Gleisi negar ter assinado esse tipo de compromisso. A central também emitiu nota de agradecimento ao candidato Roberto Requião (PMDB) que teria se recusado a assinar o compromisso.

A Força Sindical do Paraná emitiu notas de repúdio à postura dos candidatos ao governo do Paraná, Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffman (PT), que teriam assinado compromisso com os empresários para baixar o salário mínimo regional; apesar de Gleisi negar ter assinado esse tipo de compromisso. A central também emitiu nota de agradecimento ao candidato Roberto Requião (PMDB) que teria se recusado a assinar o compromisso.

A Força Sindical do Paraná emitiu nesta quinta-feira (21) uma nota de repúdio à postura dos candidatos ao governo do estado, Beto Richa (PSDB) e Gleisi Hoffman (PT), por declararem apoio à proposta da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) para o Piso Mínimo Regional. Para a Central Sindical, a proposta enfraquece o salário mínimo estadual, o poder de compra dos mais de 1 milhão de trabalhadores beneficiados  e, por conseguinte, a economia estadual.

“Lamentamos que dois candidatos que tem a pretensão de governar o Paraná se mostrem favoráveis a uma proposta que significa o retrocesso para a vida dos paranaenses. Reduzir ou congelar salário é deixar de injetar dinheiro na economia do estado”, disse o presidente da Força, Sérgio Butka.

A manifestação da Força Sindical ignorou a nota da candidata Gleisi Hoffmann (PT) emitida na quarta-feira (20) negando ter assinado compromisso de baixar o piso regional. “Sou a favor da manutenção do salário mínimo regional e qualquer alteração passa por amplo diálogo com todos os segmentos da sociedade envolvidos nesta discussão”, afirmou Gleisi. (mais…)

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do Brasil 247

No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou "uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição"; segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política; ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco: "Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia"; "Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem".

No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou “uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição”; segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política; ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco: “Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia”; “Essa campanha vai servir exatamente para isso. Para você ver como certa imprensa gosta mais de fazer política do que informar bem”.

No programa eleitoral do PT desta quinta-feira (21), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou “uma das piores campanhas negativas de certa imprensa que se tornou o principal partido de oposição”.

Segundo ele, a mídia esconde os feitos do governo Dilma e voltou a pedir voto para sua afilhada política. Ele se referia a grandes obras não mostradas, como a da transposição do rio São Francisco, em PE.

“Eu tenho certeza que você já está surpreso com tanta coisa que a Dilma fez e que você não sabia”, disse. (mais…)

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Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, volta ao tema corrupção e burocracia na máquina pública brasileira; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, colunista cita artigo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja; "Nada a acrescentar", afirma o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald, em sua coluna desta sexta-feira, volta ao tema corrupção e burocracia na máquina pública brasileira; capitão do time do prefeito Gustavo Fruet, colunista cita artigo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja; “Nada a acrescentar”, afirma o capitão do time do prefeito Gustavo Fruet; leia o texto e compartilhe.

Ricardo Mac Donald*

Peço licença para interromper a série “A Superestrutura do Estado” para trazer alguns trechos do ótimo artigo escrito pelo professor Claudio de Moura Castro, Doutor por Yale, publicado na última revista Veja.

Ele trata, com muito brilho, de temas que venho abordando com minhas poucas luzes. Mas ressalto que todos os tratadistas da atualidade, de uma ou outra maneira, estão a demonstrar que, se o Estado gastar toda a arrecadação para manter a máquina burocrática, sobrará pouco para atender quem paga: o povo brasileiro.

Diz o mestre em seu artigo Corrupção, burocracia ou ambos?:

“Alguns remédios curam a doença, mas deixam estragos no organismo. Igualmente, o combate à corrupção tem também efeitos colaterais sobre a sociedade e sobre o serviço público. As grandes realizações do Estado sempre foram feitas por administradores destemidos, navegando no limite do prudente e do legal. A barafunda legislativa, a burrice e a rigidez das regras de funcionalismo hoje impostas para coibir a corrupção fizeram da covardia a grande virtude de um dirigente público. Ministérios públicos e tribunais de contas pairam no cangote de quem quer fazer aquilo de que a sociedade precisa. Há uma paralisia decisória. Quem mereceria ser chefe ficou mais arredio. E, após as decisões, o caminho da implementação é pantanoso e traiçoeiro.

Jornais falam de atraso na execução de obras públicas. É inexato, o atraso é mais na papelada que vem antes dela. As exigências legais são tortuosas e descabidas, as licitações empacam, há impugnações.”

“Qual o resultado? Pega-se um ou outro ladrão de galinha e escapam incólumes os salafrários mais espertos. Parafraseando Ortega y Gasset, na ânsia de impedir o abuso, pune-se o uso. A vida se complica para todos. O cidadão comum tropeça a cada passo com o mundo da burocracia. Se começam, as obras públicas não acabam. O paquiderme não anda…”

“Mas há consertos. Em primeiro lugar, é preciso mais inteligência e pragmatismo nas regras burocráticas. As formas de dirimir conflitos devem melhorar drasticamente. O controle tem de ser comensurável com a seriedade do potencial delito. Quem merece mais confiança deveria ser confiado. Despesas pequenas, danos pequenos, controles pequenos.”

“Para consertar, porém, o exemplo precisa vir de cima. Necessitamos de lideranças que ponham a moralidade pública e o bem-estar da sociedade acima dos interesses eleitoreiros. E que deem o exemplo de bom governo. O resto acontece.”

Nada a acrescentar. Nos vemos na próxima.

*Ricardo Mac Donald Ghisi é advogado, secretário Municipal de Governo de Curitiba. Escreve às sextas no Blog do Esmael.

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Charge de Aroeira para o Brasil Econômico

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1423427Jornais do Paraná

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- Bem Paraná: Governo do Estado tira sites do ar para evitar ações no TRE

- Jornal Metro: Na largada, campanha de Marina enfrenta 1a crise

- Jornal de Londrina: Após dois anos, uniformes superfaturados aguardam destino

- Folha de Londrina: País tem o pior saldo de empregos em 15 anos

- O Diário (Maringá): Maringá é segunda cidade do PR em geração de vagas

- Diário dos Campos: Opositores de Rangel têm 73% dos projetos vetados

- Jornal da Manhã: Exportações já passam de R$ 1,7 bilhão em PG

- Tribuna do Interior: 20 assassinatos

- O Paraná: Trabalho forçado gera lucro de R$ 337 bilhões

- Gazeta do Paraná: Salário teve bom reajuste, mas inadimplência cresceu

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- Diário do Noroeste: Em julho, Paranavaí foi a terceira maior geradora de empreos do Sul do Brasil

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- Tribuna do Norte: Gás de cozinha fica mais caro em setembro

Jornais de outros estados

- Globo: Dilma defende Graça e direito de pressionar TCU

- Folha: Marina acena ao mercado com lei para BC autônomo

- Estadão: Campanha de Marina tem primeira crise com saída de dirigentes

- Correio Braziliense: Kit macho e drogas nas eleições do DF

- Valor:  Mantega recomenda aperto fiscal e juro menor em 2015

- Estado de Minas: Mais roubos e menos mortes

- Zero Hora: RS no limite do endividamento

 

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Genival, o Fiscal de Requião, solidário, flagrou materiais de propaganda da petista sendo queimados como se fossem a própria Joana D´Arc na Santa Inquisição. Como se vê, Genival também é ternurinha...

Genival, o Fiscal de Requião, solidário, flagrou materiais de propaganda da petista sendo queimados como se fossem a própria Joana D´Arc na Santa Inquisição. Como se vê, Genival também é ternurinha…

Os cavaletes de campanha da senadora Gleisi Hoffmann (PT), candidata ao governo do Paraná, estão sendo perseguidos por adversários em Curitiba.

Genival, o Fiscal de Requião, solidário, flagrou materiais de propaganda da petista sendo queimados como se fossem a própria Joana D´Arc na Santa Inquisição.

Os cavaletes de Gleisi foram vandalizados no bairro Uberaba, ao lado do ferro velho Eco, em uma rua que saia na Rua Canal Belém.

Como se vê, Genival também é ternurinha…

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Transmissão encerrada.

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O deputado estadual e presidente da comissão de segurança da Assembleia Legislativa do Paraná, Mauro Moraes (PSDB) denunciou em seu site o descaso do atual governador com o pagamento dos quinquênios e progressões da Policia Militar. Ele também cobra outros direitos como o auxílio remoção pago aos policiais e bombeiros que trocam de Batalhão, além da falta de cursos para Cabos e Sargentos na PM.

O deputado estadual e presidente da comissão de segurança da Assembleia Legislativa do Paraná, Mauro Moraes (PSDB) denunciou em seu site o descaso do atual governador com o pagamento dos quinquênios e progressões da Policia Militar. Ele também cobra outros direitos como o auxílio remoção pago aos policiais e bombeiros que trocam de Batalhão, além da falta de cursos para Cabos e Sargentos na PM.

O governador-candidato tenta negar a série de “calotes” aplicados por seu governo, mas as denúncias e reclamações não param da surgir. Hoje pela manhã o Blog do Esmael publicou nota com uma cópia de documento protocolado por empresário junto ao governo do Estado cobrando valores atrasados e o empenho de contratos de obras em execução.

Agora é o deputado estadual e presidente da comissão de segurança da Assembleia Legislativa do Paraná, Mauro Moraes (PSDB), que cobra através de sua página na internet o pagamento de direitos devidos aos policiais militares e bombeiros. Segundo Moraes, o governo estaria protelando o pagamento de dos quinquênios e do auxílio remoção das forças de segurança.

“Setores do governo insistem em estipular datas equivocadas para o pagamento dos quinquênios das forças de segurança. Em uma nova tentativa de acordo, secretarias competentes prometeram liquidar a divida em folha complementar ainda no mês de agosto. No entanto, nenhum movimento concreto por parte do Executivo foi feito até o momento. É imprescindível que o pagamento seja feito ainda durante este mês. Não há justificativas para atraso maior”, diz Mauro Moraes na matéria. (mais…)

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