Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

12 de julho de 2018
por esmael
Comentários desativados em Zanin: Absolvição de Lula desnuda ilegalidade do caso tríplex; assista ao vídeo

Zanin: Absolvição de Lula desnuda ilegalidade do caso tríplex; assista ao vídeo

O advogado Cristiano Zanin Martins, da defesa de Lula, publicou vídeo sobre a absolvição do ex-presidente, nesta quinta (12), no qual afirma que ficou evidenciado o caráter ilegítimo na condenação do petista no caso do tríplex. Leia mais

21 de maio de 2018
por esmael
Comentários desativados em Gleisi Hoffmann: O submundo das delações premiadas          

Gleisi Hoffmann: O submundo das delações premiadas          

A senadora Gleisi Hoffmann, presidenta nacional do PT, detalha o submundo das delações premiadas na lava jato e destaca o papel do advogado Figueiredo Basto no “concerto de delações” com o objetivo, segundo ela, de atingir adversários políticos do PSDB e em troca de propina. Acusado por delatores premiados, Figueiredo Basto agora diz que a palavra de delatores não deve ser considerada. “Seria a piada pronta, mas é o trágico retrato de um sistema judicial envenenado e partidarizado”, escreve. Leia mais

16 de outubro de 2017
por esmael
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Aécio defendeu votação aberta e rigor contra Delcídio; assista ao vídeo

Em novembro de 2015, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) defendeu que o Senado se manifestasse em votação aberta pela prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS). Agora, na véspera de seu julgamento, se diz receoso com a votação aberta no plenário.

1 de setembro de 2017
por esmael
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Delações da lava jato se desmancham como castelos de areia

A semana não foi boa para a lava jato que viu seu principal instituto, a delação premiada, se desmanchar como se fosse castelo de areia. A última desmoralização da “joia da coroa” do juiz Sérgio Moro tem como personagem o ex-senador Delcídio Amaral, que apontou o ex-presidente Lula como responsável pela compra de silêncio nas investigações da Petrobras.

24 de maio de 2016
por esmael
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Delcídio: perto da gravação de Jucá, a minha é ‘brincadeira’ de criança

juca_delcidioO ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) disse que os motivos que levaram à sua prisão e posterior cassação parecem ‘brincadeira de criança’ perto das razões que causaram a queda do brevíssimo ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-PR), apanhado em gravações tramando a derrubada da presidente eleita Dilma Rousseff e o fim das investigações da Lava Jato.

“Depois da gravação do Mercadante, Lula e Dilma e essa agora do Jucá, com todo respeito, a minha conversa é uma Disney, uma grande brincadeira”, declarou Delcídio ao Estadão.

Delcídio tem razão em partes, pois a gravação de Jucá revela detalhes do complô para destituir a presidente eleita com participação efetiva de ministros do Supremo Tribunal Federal. Aliás, o ex-senador só foi cassado porque também disse manter relações não republicanas com os magistrados da corte máxima do país.

10 de maio de 2016
por esmael
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Por 74 votos, Senado defenestra Delcídio

delcidio_amaralO senador Delcídio Amaral (MS), sem partido, foi julgado nesta terça-feira (10) pelo plenário do Senado. Ele  foi cassado hoje por quebra de decoro pelo placar de 74 votos favoráveis, nenhum contra e uma abstenção. O presidente da Casa, Renan Calheiros, regimentalmente não votou. O Pedido para defenestrar Delcídio partiu de representação da Rede Sustentabilidade e o Partido Popular Socialista (PPS). 

5 de maio de 2016
por esmael
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Requião: Cunha pode ser preso pelo ‘precedente’ do senador Delcídio

requiao_cunha_delcidioO presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pode ter ordem de prisão expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) haja vista o precedente do caso do senador Delcídio Amaral (MS).

A análise foi feita pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), em 25 de novembro de 2015, quando da prisão do ex-líder do governo.

“A prisão de líder do governo no Senado abre precedente para a prisão de Eduardo Cunha, presidente da Câmara”, avaliou Requião.

3 de março de 2016
por esmael
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Em nota, Delcídio diz que “IstoÉ” mente mas recorre a advogado especialista em delação premiada

Com Brasil 247

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O senador Delcídio Amaral (PT-MS) afirmou, em nota divulgada na tarde desta quinta-feira 3, que não confirma o conteúdo da reportagem da revista IstoÉ com denúncias que seriam de um acordo de delação firmado por ele no âmbito da Operação Lava Jato.

3 de março de 2016
por esmael
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Delação de Delcídio atinge bico de Aécio e asa de Francischini, dizem congressistas

O polêmico acordo de delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), divulgado nesta quinta-feira (3) pela revista IstoÉ, atingiu em cheio a asa do deputado-morcego Fernando Francischini (SD-PR) — conhecido como “Batman” no Paraná.

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) também teria entrado na delação de Delcídio, segundo deputados federais ouvidos pelo Blog do Esmael.

Conforme reportagem de IstoÉ, Delcídio fez acordo com a força-tarefa da Lava Jato antes de deixar a prisão, no dia 19 de fevereiro, cujo depoimento tem 400 páginas.

Francischini, o Batman, por sua vez, negou veementemente a delação do senador petista. Segundo o semanário, o deputado-morcego, juntamente com outros parlamentares, cobrava de empreiteiros para não serem convocados na CPI da Petrobras.

“O referido parlamentar [Delcídio Amaral] mentiu ‘escancaradamente’ em citação de minha pessoa”, defendeu-se Francischini por meio de ofício encaminhado ao ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

Quanto à citação de Aécio, a revista IstoÉ foi seletiva ao divulgar apenas trechos que dizem respeito ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff.

Bombeiros de estibordo e bombordo saíram em campo para apagar o incêndio. A princípio, todos negam a veracidade da delação premiada de Delcídio.

29 de novembro de 2015
por esmael
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STF decide manter preso “banqueiro bonzinho” que é amigo de tucanos

teori_japa_estevesO banqueiro André Esteves, dono do banco BTG Pactual, vai continuar preso no complexo penal Bangu 8, no Rio, por tempo indeterminado. A decisão é do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que converteu a prisão temporária do banqueiro em preventiva.

O banqueiro é amigo de longa data de políticos do PSDB. Ele, por exemplo, pagou a lua de mel do senador mineiro Aécio Neves e emprestava o helicóptero para o governador do Paraná, Beto Richa, durante estadas em São Paulo. Em tempos de “japonês bonzinho”, Esteves, pode-se dizer, encarna o papel de um “banqueiro bonzinho” com os tucanos.

A prisão preventiva do “banqueiro bonzinho” com os tucanos foi extensiva a Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), que também continua fechado em Brasília.

25 de novembro de 2015
por esmael
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Ao vivo: Senado analisa prisão de Delcído Amaral


O Senado Federal anunciou esta tarde o recebimento dos documentos do Supremo Tribunal (STF). Com isso, definiu a sessão extraordinária desta quarta-feira (25) para apreciação do pedido de prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS).

De acordo com o artigo 53, § 2º, da Constituição Federal, o Senado tem que decidir até amanhã se o senador Delcídio Amaral permanece preso.

Assista ao vivo:

25 de novembro de 2015
por esmael
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Globo vai mostrar que banqueiro preso é ‘amiguinho’ de longa data dos tucanos Aécio e Richa?

Até as capivaras do tradicional parque Barigui, em Curitiba, sabem que o banqueiro André Esteves, dono do BTG Pactual, é ‘amiguinho’ de longa data dos tucanos Aécio Neves (MG) e Beto Richa (PR).

Em outubro de 2013, o banqueiro pagou as passagens aéreas para a lua de mel do senador mineiro após o casamento com a ex-modelo Letícia Weber. Os noivos partiram para Nova York a expensas do Pactual.

Mas não é só Aécio que tem relação umbilical com Esteves. O governador do Paraná também tem amizade antiga com o dono do BTG Pactual, como mostrou o Blog do Esmael em 2011 (clique aqui). Foi naquele factível dia do quase acidente com o helicóptero. Aqui e aqui também tem mais informações sobre essa ligação.

Agora a pergunta que não quer calar: Globo vai mostrar que André Esteves, preso pela Lava Jato, é amigo dos tucanos Aécio e Richa?

O Blog do Esmael registrou na manhã de hoje que o dono do banco BTG Pactual é considerado um “garoto prodígio” pelos barões da velha mídia, que lhe dedicaram capas e capas de revistas (vide Globo e Veja).

É bom registrar que a mesma emissora de TV, uma concessão pública, irá mostrar que o senador Delcídio Amaral (PT-MS), ex-tucano, é “amigo” do ex-presidente Lula.

Não se trata, porém de defender malfeito, mas sim de deixar claro que a velha mídia tem lado – que é do PSDB.

A Globo pode até dizer que Delcídio é “amigo” de Lula, mas também tem que dizer que Esteves é “amigo” de Richa e Aécio.

25 de novembro de 2015
por esmael
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Banqueiro André Esteves, preso pela Lava Jato, é considerado “garoto prodígio” pelos barões da mídia

A prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, na manhã desta quarta-feira (25), é fato inédito na política brasileira, pois é a primeira vez que um parlamentar da Câmara Alta é preso no exercício do mandato.

A Constituição Federal de 1988 prevê no artigo 53, § 2º, a prisão de parlamentares somente em flagrante delito. No caso, Delcídio teria obstruído a Justiça — o que é considerado crime permanente e inafiançável.

Agora, de acordo com o mesmo artigo 53, § 2º da Constituição, o Senado tem que decidir até amanhã se o senador Delcídio Amaral permanece preso ou não.

É bom que fique claro que a prisão do senador petista não ocorreu pela Lava Jato, mas decorreu de uma autorização do STF a pedido do Ministério Público Federal (MPF).

Outro ineditismo nessa fase da Operação da Lava Jato, desencadeada hoje, foi a prisão do banqueiro André Esteves, cujos tentáculos se espalham em diversos negócios e, com certeza, também chegou à Petrobras.

O banqueiro Esteves é considerado “garoto prodígio” pela velha mídia, sobretudo pelos grupos Globo e Abril — que editam as revistas Época e Exame. Ambas as publicações exaltam o “milagre da multiplicação” do  BTG Pactual.

Ainda não se tem a extensão do envolvimento Esteves com a corrupção na estatal de petróleo, mas sabe-se que o banqueiro dono do BTG Pactual tem interesses inclusive no Paraná.

O terceiro ineditismo é a prisão de empreiteiros consagrados internacionalmente, cujos proprietários e diretores ainda se encontram com restrição de liberdade.

25 de novembro de 2015
por esmael
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“Prisão de líder do governo no Senado abre precedente para a prisão de Cunha”, avalia Requião

O senador Roberto Requião (PMDB-PR), ao Blog do Esmael, nesta quarta-feira (25), analisou a prisão do senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, por obstrução das investigações da Justiça.

“A prisão de líder do governo no Senado abre precedente para a prisão de Eduardo Cunha, presidente da Câmara”, avaliou Requião. Segundo o senador, o correligionário também tem utilizado o cargo para dificultar as investigações de contas secretas na Suíça.

O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a prisão do líder do governo, pela Polícia Federal, ocorrida na manhã desta quarta-feira (25), após pedido do Ministério Público Federal, com evidências de que ele teria tentado atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

De acordo com o artigo 53, § 2º, da Constituição Federal, o Senado tem que decidir até amanhã se o senador Delcídio Amaral permanece preso.

O senador petista foi acusado pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró de participar de um esquema de desvio de recursos envolvendo a compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Ele também foi mencionado em delação de Fernando Baiano.

Segundo investigadores, ele teria tentado dificultar a delação de Cerveró. Também foram realizadas buscas e apreensões no gabinete de Delcídio, no Congresso.

Também foram presos na manhã de hoje pela PF o banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual, o chefe de gabiente de Delcídio, Diogo Ferreira e o advogado Édson Ribeiro, que defendeu o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró.

Com informações do Brasil 247.

19 de dezembro de 2014
por esmael
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Delator do Lava Jato cita Palocci, Lobão, Gleisi e mais 25 nomes

do Brasil 247
lava_jato_politicosA lista de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, cita 28 políticos que, supostamente, teriam sido beneficiados pelo esquema de desvios na estatal.

Ela foi obtida pelos jornalistas Ricardo Brandt, Fausto Macedo, Julia Affonso e Fabio Fabrini e está publicada na edição desta sexta-feira do jornal Estado de S. Paulo (clique aqui).

Nela constam nomes de peso na política nacional. A começar por dois ex-ministros da Casa Civil: Antonio Palocci e Gleisi Hoffmann, hoje senadora. Do PT, ainda aparecem os nomes dos senadores Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Delcídio Amaral (PT-MS), do governador acreano Tião Viana e dos deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP) e Vander Loubet (PT-MS).

No PMDB, a lista inclui os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assim como do ministro Edison Lobão, dos ex-governadores Sergio Cabral e Roseana Sarney, assim como dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Romero Jucá (PMDB-RR), além do deputado Alexandre José dos Santos (PMDB-RJ).

7 de agosto de 2014
por esmael
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Perícia comprova: Revista Veja fraudou fita sobre CPI da Petrobrás

via Brasil 247

O laudo elaborado pelo Instituto de Perícias Científicas de Mato Grosso do Sul revela que a gravação da conversa entre dois funcionários da Petrobras !“ José Eduardo Barrocas e Bruno Ferreira !“ e uma outra pessoa não identificada, divulgada esta semana pela revista Veja, foi editada, o que compromete qualquer avaliação sobre a participação de senadores em uma suposta tentativa de fraudar os trabalhos da CPI da Petrobras, conforme denunciado com alarde pela revista.

O documento, assinado pelo perito Fernando Klein, conclui, com base na análise feita na gravação disponibilizada pela Veja em seu site na Internet, com duração de 2 minutos e 40 segundos, que não há uma sequência lógica que permita vincular o senador Delcídio do Amaral (PT/MS) a eventual orientação repassada aos depoentes da CPI da Petrobras, uma vez que no momento imediatamente anterior à  citação do nome “Delcídio” na conversa há uma interrupção de 1 minuto e 14 segundos na gravação, o que comprova a montagem.

O laudo esclarece que o uso de arquivo editado pode trazer interpretações equivocadas em relação ao contexto de todo um diálogo.

“Do arquivo analisado separamos segmentos que demonstram a edição do mesmo, sendo claramente perceptível pelo menos duas interrupções na sequencia das falas, a primeira com 1 minuto e 12 segundos e a outra com 1 minuto e 30 segundos. O uso de palavras separadas de sua sequência original pode trazer interpretação destoante do efetivo contexto em que teriam sido empregadas. Dessa forma, não há credibilidade para a interpretação do conteúdo e da aplicação dos diálogos constantes na gravação de 2 minutos e 40 segundos disponibilizada no sítio eletrônico da revista Veja, dada a evidente edição do mesmo”, assegura o perito.

O IPC é o maior e mais conceituado instituto de perícias de Mato Grosso do Sul. Ele é responsável por pelo menos 70 % de todas as investigações periciais requisitadas pela Justiça no estado.