Dias Toffoli é alvo de ‘fake news’ nas vésperas de assumir presidência do STF

‘Vai dar merda com Michel’, diz Cunha

A Polícia Federal divulgou um trecho de diálogo de 2012, travado entre os então deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Henrique Alves, no qual eles discutiam o recebimento de propina de Joesley Batista, dono da JBS, pivô do escândalo de corrupção envolvendo Michel Temer, na época vice-presidente, citado na mensagem transcrita e remetida ao relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.

Além de Cunha, o ex-ministro do Turismo Henrique Alves também pode delatar “tudo”

moreno_temer_cunha_alvesA temporada de adesões à delação premiada na Lava Jato “está com tudo e não está prosa”, como diria o Velho Guerreiro, o Chacrinha.

Já é dada como favas contadas a delação do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que discute acordo para livrar a família das garras do juiz federal Sérgio Moro.

A mais nova aposta da “República de Curitiba” é no ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o terceiro a cair no governo provisório de Michel Temer (PMDB).

Ministro da Educação vai para o paredão do “Big Golpe Brasil” e poderá ser a 4ª baixa de Temer

Mendonca_Big_Golpe_BrasilO ministro interino da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), como já era esperado, foi para o paredão do “Big Golpe Brasil” e poderá ser a quarta baixa no governo provisório de Michel Temer (PMDB).

Temer recua e mantém “núcleo medalhista” no governo provisório

temer_medalha_ouro_ny_timesO presidente interino Michel Temer (PMDB) decidiu nesta segunda-feira (6), “por ora”, manter o “núcleo medalhista” no governo provisório.

Na edição de hoje, o NY Times disse que o governo provisório de Temer é “medalha de ouro” quando o assunto é corrupção.

Janot denuncia: Temer embolsou R$ 5 milhões da OAS; Folha esconde

Michel_Temer

O jornalista Paulo Henrique Amorim, do Conversa Afiada, denunciou nesta segunda-feira (6) a ginástica da Folha de S. Paulo para esconder o presidente interino, Michel Temer (PMDB), que teria embolsado R$ 5 milhões da OAS — empresa investigada pela Lava Jato.

Temer coloca ministro Henrique Alves na marca do pênalti e põe o Brasil à venda ao estrangeiro

temer_henrique_alves_vende-se_brasilO presidente interino Michel Temer (PMDB) adota a política segunda a qual “vão os anéis, mas que fiquem os dedos” ao anunciar que ministros citados pela Lava Jato serão defenestrados do cargo.

Pela lógica, o próximo da fila será o ex-deputado Henrique Alves (PMDB-RN), do Turismo, que, segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se beneficiou de recursos do Petrolão.

Temer pode defenestrar mais dois ministros enrolados no crime

Acostumado a lidar com bandidos, Temer quer afastar-se da "banda podre" até a votação do impeachment. Foto: Pedro Ladeira/Folhapress.
Acostumado a lidar com bandidos, Temer quer afastar-se da “banda podre” até a votação do impeachment. Foto: Pedro Ladeira/Folhapress.
Os ministros interinos dos Transportes, Maurício Quintella, e do Turismo, Henrique Eduardo Alves, estão sendo pressionados a deixar o governo provisório até a votação do impeachment no Senado. Eles são citados na Lava Jato e respondem ações criminais na Justiça.

A tese dos golpistas é não deixar que a “banda podre” contamine o presidente provisório Michel Temer (PMDB) e atrapalhe o bom andamento do afastamento definitivo da presidente eleita Dilma Rousseff.

Delator do Lava Jato cita Palocci, Lobão, Gleisi e mais 25 nomes

do Brasil 247
lava_jato_politicosA lista de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, cita 28 políticos que, supostamente, teriam sido beneficiados pelo esquema de desvios na estatal.

Ela foi obtida pelos jornalistas Ricardo Brandt, Fausto Macedo, Julia Affonso e Fabio Fabrini e está publicada na edição desta sexta-feira do jornal Estado de S. Paulo (clique aqui).

Nela constam nomes de peso na política nacional. A começar por dois ex-ministros da Casa Civil: Antonio Palocci e Gleisi Hoffmann, hoje senadora. Do PT, ainda aparecem os nomes dos senadores Humberto Costa (PT-PE), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Delcídio Amaral (PT-MS), do governador acreano Tião Viana e dos deputados Cândido Vaccarezza (PT-SP) e Vander Loubet (PT-MS).

No PMDB, a lista inclui os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), assim como do ministro Edison Lobão, dos ex-governadores Sergio Cabral e Roseana Sarney, assim como dos senadores Valdir Raupp (PMDB-RO) e Romero Jucá (PMDB-RR), além do deputado Alexandre José dos Santos (PMDB-RJ).

Ressentidos da Câmara trombam com apelo popular; pode isso?

do Brasil 247
henrique_dilma_renanIntegrantes do PMDB e da oposição ressentidos com as eleições de 2014 derrubaram ontem decreto da presidente Dilma Rousseff que ampliava a participação popular em conselhos de gestão das principais políticas públicas. Em nova coluna em seu blog no 247, Tereza Cruvinel aponta como principal articulador para a derrota do governo federal o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Marco Civil da Internet continua travando pauta da Câmara; Henrique Alves se curvou ao lobby das teles?

da Agência Brasil

Presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), jurou, semana passa, que colocaria em votação o Marco Civil da Internet "com ou sem consenso! do colégio dos líderes; recuou; nesta semana, outra vez, peemedebista amarela e não coloca o tema na ordem do dia, o que mantém travada a pauta da Casa; Henrique não tem força política ou sucumbiu ao lobby das teles, globo e gigantes da rede (Google, Facebook e Twitter)? Opine.
Presidente da Câmara, Henrique Alves (PMDB-RN), jurou, semana passa, que colocaria em votação o Marco Civil da Internet “com ou sem consenso! do colégio dos líderes; recuou; nesta semana, outra vez, peemedebista amarela e não coloca o tema na ordem do dia, o que mantém travada a pauta da Casa; Henrique não tem força política ou sucumbiu ao lobby das teles, globo e gigantes da rede (Google, Facebook e Twitter)? Opine.
Na contramão da expectativa de alguns parlamentares e do desejo do governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), disse há pouco que a votação do projeto que estabelece o Marco Civil da Internet (PL 2.126/11) está longe de ser concluída e não deve ocorrer hoje (26). O debate sobre a neutralidade da rede é o ponto de maior divergência.

O impasse continua e não há viabilidade de votar hoje. Mas vou reunir com líderes porque esta Casa não pode ficar com a pauta trancada por esse projeto, pelo projeto do FGTS [PL 328/13, que destina multa adicional de 10% para o Programa Minha Casa, Minha Vida], e do porte de armas [para agentes penitenciários, do PL 6.565/13]. Quero ver com líderes como desobstruir a pauta!, lamentou.