26 de Março de 2018
por esmael
Comentários desativados em Coxinhas e agroboys se deram mal em Foz do Iguaçu; assista

Coxinhas e agroboys se deram mal em Foz do Iguaçu; assista

Agroboys (filhos de fazendeiros ricos) e coxinhas acreditavam que iriam “arrepiar” a comitiva do ex-presidente Lula em Foz do Iguaçu, no Paraná, mas foram eles que acabaram se dando muito mal hoje (26). Ambos acabaram sendo “arrepiados” pelo choque da Polícia Militar. Abaixo, assista ao vídeo. Leia mais

13 de Março de 2018
por Redacao
Comentários desativados em MST divulga carta aberta sobre ocupação da fazenda de Temer em São Paulo

MST divulga carta aberta sobre ocupação da fazenda de Temer em São Paulo

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) divulgou carta aberta sobre a ocupação de terras que ficam entre os municípios de Lucianópolis e Duartina,  interior de São Paulo,  onde 350 famílias estão acampadas desde do último dia 7/3, enfrentando ameaças de despejos. Segundo o MST, a fazenda Esmeralda, de propriedade do golpista e corrupto Michel Temer, precisa imediatamente ser desapropriada para fins de Reforma Agrária. O movimento esclarece que tem como política  exigir que “terras com indícios de corrupção sejam investigadas e destinadas à Reforma Agrária. As fazendas são resultados da lavagem de dinheiro da corrupção”. Confira a íntegra do documento emitido pelo Movimento. Leia mais

13 de dezembro de 2016
por esmael
4 Comentários

Enio Verri: Adeus, Reforma Agrária

enio_reforma_agrariaO deputado Enio Verri (PT-PR) denuncia em sua coluna desta terça (13) que o ilegítimo Michel Temer (PMDB) decretou o fim do sonho da reforma agrária. “O interesse do capital internacional pelas diversas, aquíferas e ricas terras brasileiras, fará explodir uma especulação imobiliária jamais vista na história do Brasil”, prevê.

5 de outubro de 2016
por esmael
22 Comentários

Alvaro pede intervenção na Araupel

alvaro_araupelO senador Alvaro Dias (PV-PR), nesta quarta (5), cobra o cumprimento de decisões judiciais pelos governos federal e do Paraná visando expulsar o Movimento Sem Terra da fazenda Araupel, no município de Quedas de Iguaçu (PR), região de constante tensão agrária.

23 de novembro de 2015
por admin
18 Comentários

Araupel, que doou R$ 150 mil na campanha, agora pressiona para Beto Richa descer a lenha no MST

araupel

A empresa Araupel trouxe manifestantes do Sudoeste do estado, nesta segunda-feira (24), para exigir que o governador Beto Richa (PSDB) use a força contra o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (PSDB). Eles estão reunidos no Centro Cívico, em frente ao Palácio Iguaçu, e pressionam para que o tucano force a desocupação da fazenda Rio das Cobras que fica no município de Quedas do Iguaçu.

A empresa que explora a produção de papel no Paraná está colocando seus trabalhadores e fazendeiros da região contra o MST usando o argumento da perda do emprego se a ocupação continuar.

O problema é que já foi provado na Justiça que a fazenda Rio das Cobras pertence à União e que o título de posse usado pela Araupel para explorar a área é falso. Além disso, o MST defende que a utilização de grandes áreas para reflorestamento e produção de papel é prejudicial à natureza, causando a desertificação e degradação dos solos.

O deputado Requião Filho (PMDB), em sua coluna de 28 de maio de 2015, aqui no Blog do Esmael, denunciou que a Araupel doou R$ 150 mil para a campanha de reeleição do governador do PSDB. Segundo o parlamentar, à luz da Justiça, a empresa é considerada “invasora”.

6 de novembro de 2015
por admin
6 Comentários

Coluna do Bruno Meirinho: Terra para quem precisa dela para viver

Download

Bruno Meirinho*

“Erradicar o monopólio territorial” era uma das palavras de ordem do Panfleto nº 1 da Confederação Abolicionista, documento de divulgação do movimento pela abolição da escravidão em 1883 redigido por André Rebouças.

Para os melhores abolicionistas, a libertação dos escravos deveria ser acompanhada da “destruição do monopólio territorial”, como o movimento dizia o movimento para enfrentar a concentração de latifúndios nas mãos de poucos afortunados. Em síntese: o movimento reivindicava uma reforma agrária.

Até porque a escravidão e o latifúndio são duas faces da mesma moeda: o poder da elite rural. Sem enfrentar o poder dos grandes proprietários de terras, os efeitos da abolição da escravidão seriam reduzidos.

Como se sabe, a abolição da escravidão foi decretada sem ser acompanhada de uma reforma agrária. E mais de 100 anos depois da palavra de ordem dos abolicionistas, a reforma agrária não avançou quase nada, apesar das inúmeras reivindicações dos diversos movimentos que enfrentam essa realidade.

Com efeito, em 2015, segundo o “Altas da Terra Brasil 2015”, a concentração de terras no Brasil aumentou entre os anos de 2010 e 2014. Segundo os dados, 130 mil propriedades – quase nada perto dos mais de 5 milhões de imóveis rurais no Brasil – ocupam uma área de 318 milhões de hectares, que corresponde a quase 50% de toda a área cadastrada no INCRA, ou à soma dos Estados do Amazonas, Pará, Tocantins e Rondônia.

Além disso, metade das grandes propriedades é improdutiva, ou seja, não cumprem a função social. Mas a concentração de terras nas mãos de poucos grandes proprietários não representa apenas um problema social: é também um problema de soberania.

A mesma questão afeta área urbana. Com uma estrutura fundiária superconcentrada, as cidades brasileiras se destacam entre as mais desiguais do mundo, como foi noticiado no relatório elaborado pela ONU, “O Estado das Cidades do Mundo 2010/2011: Unindo o Urbano Dividido”.

O resultado são as favelas e o alto déficit habitacional. No Brasil, pelo menos 2 milhões de famílias pobres pagam mais de 30% de sua renda familiar com aluguel, fruto de um mercado imobiliário concentrado, um

28 de setembro de 2015
por admin
20 Comentários

Deputado Francischini, o Batman, leva “sabugada” em resposta da UFPR

francischini_ufpr_ricardoO deputado federal Fernando Francischini (SD), o Batman, nesta segunda-feira (28), levou uma “sabugada” em resposta ao um “pedido de informações” sobre a existência de um curso de Direito para beneficiários da Reforma Agrária. Coube ao diretor do Setor de Ciências Jurídicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Marcelo Fonseca, dirimir as dúvidas do deputado-morcego, que raciocina politicamente de ponta-cabeça — exatamente como um setor da sociedade enxerga “doutrinação política” em qualquer iniciativa de cunho social promovida pelo Estado Brasileiro.

O “pedido de informações” emitido por Francischini por si só já entrega as reais intenções do parlamentar quando ele questiona a realização de um curso de Direito “com 60 vagas exclusivas para integrantes do MST”.

Trata-se, na realidade, de uma turma de Direito para beneficiários da Reforma Agrária, o que é bem diferente. Pois, como esclarece o professor Ricardo no ofício, “o problema da Reforma Agrária no Brasil é secular, é grave e é muito anterior à própria crianção do MST – que é somente um dos movimentos sociais, dentre tantos, que existem em função da premente questão fundiária no Brasil”.

24 de julho de 2015
por esmael
11 Comentários

Dilma Rousseff prestigia MST nesta sexta-feira em agenda no Paraná

Atenção: devido ao mau tempo, Dilma cancelou visita a Irati

A presidente Dilma Rousseff (PT) participa hoje às 15 horas da 14ª Jornada de Agroecologia em Irati-PR. Ao lado do prefeito Odilon Burgath e da senadora Gleisi Hoffmann (ambos do PT), a presidente será recepcionada por diversas lideranças políticas do Estado e da região e irá visitar o Centro de Tradições Willy Lars, onde acontece o evento.

O evento é promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a iniciativa da presidente é uma forma de buscar uma aproximação com os movimentos sociais. Dilma deve anunciar as metas da reforma agrária e a criação de novos assentamentos por Estado. O MST cobrará da presidente mudanças na política econômica e aumento dos assentamentos e programas de habitação popular nas cidades.

Na defesa de um novo projeto, popular e soberano para a agricultura, a 14ª Jornada de Agroecologia traz o tema “Terra livre de transgênicos e sem agrotóxicos”, numa programação que conta com conferências, seminários, oficinas, atos políticos e intervenções culturais. A comitiva presidencial contará com a presença de diversos ministros e circulará pelas dependências da Jornada, sendo recebida pelos trabalhadores.

A presença da chefe do Executivo brasileiro é tida pelos trabalhadores rurais como afirmação do compromisso do Estado brasileiro com a agroecologia, que pode representar uma alternativa de trabalho para produção no campo em convívio com o meio ambiente, que até então segue sendo devastado pelo atual modelo hegemônico no meio rural, o agronegócio.

Os participantes cobram, desde o último dia 22/07 quando realizaram uma marcha pelas ruas de Irati, a efetivação de uma política pública voltada para a agroecologia. Este modelo, construído desde o trabalho cooperado entre agricultores, impulsiona um caminho sólido para a soberania alimentar do país, já que, segundo dados do Censo Agropecuário de 2010, é a agricultura camponesa que põe 70% da comida na mesa das famílias brasileiras.

A Jornada de Agroecologia se iniciou em 2002, como uma ação de diálogo e mostra da força que tem a agricultura camponesa agroecológica e, desde então, vem ganhando proporções nacionais. Até o próximo sábado, 25/07, mais de 7 mil visitantes devem passar pe

11 de Março de 2015
por esmael
17 Comentários

MST e movimentos sociais liberam cancelas de pedágio e bloqueiam mais de 10 rodovias no Paraná

mst.jpgDesde as 9h desta terça-feira (11), cerca de 38 organizações e movimentos sociais do Paraná encabeçados pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizam manifestações com fechamento de rodovias estaduais e federais. Pelo menos quatro praças de pedágio foram ocupadas e tiveram as cancelas liberadas.

A mobilização faz parte da Jornada Nacional Unitária de Lutas dos Trabalhadores do Campo e da Cidade!, e tem como objetivo cobrar dos governos municipais, estadual e federal maiores investimentos na produção, industrialização e venda de alimentos.

Eles pedem também a retomada das compras com doação simultânea do Programação Nacional de Alimentação (PAA), e Programação Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Além disso, os trabalhadores exigem maior agilidade na realização da Reforma Agrária, maiores investimentos na educação e o não fechamento de escolas; a realização de uma Reforma Política com participação popular, políticas públicas de inclusão e desenvolvimento social !“ habitação, assistência técnica, etc; garantia dos direitos dos trabalhadores atingidos por barragens, diminuição de impostos para os trabalhadores e a taxação das grandes fortunas.

19 de novembro de 2014
por esmael
13 Comentários

Golpe contra Dilma destamparia a revolta popular!, diz líder do MST

por Marco Damiani, via Brasil 247
stedile_dilmaO quadro referencial do MST João Pedro Stédile acaba de chegar do Vaticano. Pela primeira vez na história da Igreja, oficialmente um papa avaliza uma grande reunião de movimentos populares. No caso, o encontro de uma centena de entidades, pensada e organizada pelos brasileiros do MST com seus colegas de luta pelo mundo. “O papa Francisco demonstra ter consciência das mudanças que precisam ser feitas”, afirmou Stédile ao 247.

Mas, de volta ao Brasil, o que esperava o líder dos sem terra era um país em que setores de elite já discutiam as chances de uma quebra da ordem. Mais radicalmente, em cartazetes levados à  avenida Paulista, em duas passeatas com menos de 5 mil pessoas no total, alguns pediram a tal “volta dos militares”. De modo mais sofisticado, articulações em Brasília, a partir do escândalo de corrupção na Petrobras, vislumbram a chance de envolver a presidente Dilma Rousseff entre o cientes e tomar-lhe, pelo impeachment, o poder. Adeptos do caminho mais curto para este fim apostam num golpe de caneta do ministro Gilmar Mendes, do STF, que poderá censurar as contas da campanha do PT e atalhar uma crise institucional.

Stédile, um dos poucos brasileiros que tem condições, como se diz, de ‘colocar o povo nas ruas’, desdenha das três alternativas.

– Não vejo um movimento golpista. A conjuntura não permite, não haveria a menor chance de sucesso, diz ele.

– Numa hipótese mais radical, a burguesia sabe que estaria aberta a caixa de pandora da revolta popular. E isso é muito perigoso, completou.

Por e-mail, o líder popular que batalha há mais de 30 anos no mesmo campo social, sem ter caído em tentação de obter mandatos políticos ou assumir cargos bem remunerados deu as seguintes respostas à s nossas perguntas:

18 de julho de 2014
por esmael
14 Comentários

3 mil famílias sem terra ocupam área “grilada” pela fazenda Araupel no PR

O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) ocupou na manhã de ontem (17) uma área de 35 mil hectares entre os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Quedas do Iguaçu, região Sudoeste, cujas terras são “griladas” pela fazenda Araupel.

Cerca de 3 mil famílias do Acampamento Herdeiros da Luta 1!° de Maio reivindicam a área “grilada” que pertenceria à  União para fins de reforma agrária.

Coincidentemente à  ocupação do MST, na quarta-feira (16) o senador Roberto Requião (PMDB) concedeu entrevista à  Rádio Municipal FM 92.5, de Quedas do Iguaçu, na qual questionou a legitimidade da posse da terra pela Araupel.

Essas são uma das melhores terras do Brasil, e a Araupel apenas produz madeira para exportação. Queremos produzir alimentos nessas terras, e por causa das ilegalidades, elas devem sim ser destinadas à  reforma agrária, para que possamos trabalhar e produzir alimento de qualidade ao povo brasileiro!, explica Antônio Miranda, da direção nacional do MST.

No começo do mês, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do Paraná formalizou o pedido de nulidade da área na 3!ª Vara Federal de Cascavel, por existirem sérias dúvidas jurídicas sobre a legitimidade do título de propriedade por parte da empresa.

Sobre a disputa pela terra na região

Desde o último dia 1!° de maio, milhares de famílias Sem Terra se organizam no lote de um agricultor do Assentamento Ireno Alves dos Santos, ao lado da área ocupada. A juventude Sem Terra, filhos e filhas de assentados da região, são os maiores protagonistas desse processo.

Desde 2004, tramita na justiça uma ação promovida pelo Incra contra a Araupel.

Desde a abertura do processo, os Sem Terra já conquistaram dois assentamentos sobre as terras em disputa: o Assentamento Celso Furtado, em Quedas do Iguaçu, e 10 de Maio, em Rio Bonito do Iguaçu.

A imissão de posse de ambas as áreas concedida pelo juiz responsável da Comarca de Cascavel foi dada sem que a empresa fosse indenizada, já que se apropriava ilegalmente da área.

O Incra já imitiu posse de parte dessa área, cerca de 23 mil hectares, quando fez o assentamento Celso Furtado. A questão é que o restante dessa área tem a mesma origem no título, que foi outorgada a Companhia de Ferro São Paulo/Rio Grande (em 1926). Então se comprovada área nula, tem

12 de Fevereiro de 2014
por esmael
8 Comentários

Marcha do MST em Brasília acua STF, que suspende sessão por 1 hora

do Brasil 247
O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) reúne na tarde desta quarta-feira 12 cerca de 20 mil manifestantes na Praça dos Três Poderes, em um dos maiores protestos do movimento nos últimos tempos. Houve confronto com a polícia, que explodiu bombas de efeito moral contra manifestantes que levavam paus e derrubaram grades de proteção. Há feridos dos dois lados.

O ato teve como ponto de partida o acampamento do grupo no Estádio Nilson Nelson e parada no Ministério da Educação, onde os militantes pediram melhorias em relação à s escolas rurais e entregaram carta ao ministro José Henrique Paim (leia matéria abaixo). A multidão passou em frente à  embaixada americana e seguiu para o Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a sessão do dia alegando falta de segurança e temendo inclusive uma invasão. A sessão já foi retomada.

A Polícia Militar faz um esquema especial para controlar o trânsito por conta do protesto e 150 policiais do Exército ajudam na segurança do local. Sem-terra participam desde segunda-feira, em Brasília, do 6!º Congresso Nacional, que marca os 30 anos do movimento. A abertura do evento, que se prolonga até a próxima sexta-feira, foi marcada por críticas ao governo Dilma Rousseff.

“O governo Dilma é sustentado por uma ampla aliança, que inclui setores do agronegócio que impedem o avanço da reforma agrária”, disse Diego Moreira, membro da direção nacional do MST. Segundo ele, “há retrocesso na desapropriação de terras” (leia mais aqui). Abaixo, reportagem da Agência Brasil sobre o protesto no MEC:

Sem-terra protestam por mais e melhores escolas no campo

Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil – Após duas horas de protesto, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) desocuparam o saguão da portaria principal do Ministério da Educação (MEC). Os manifestantes entregaram ao ministro da Educação, José Henrique Paim, carta em que pedem a abertura de mais escolas no campo, melhor transporte escolar e merenda para os alunos, entre outras demandas.