7 de abril de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Meio milhão por Lula Livre; acompanhe ao vivo

Meio milhão por Lula Livre; acompanhe ao vivo

O líder do MST, João Pedro Stédile, pediu meio milhão de pessoas em Curitiba para tirar Lula da prisão. ... 

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24 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Lula foi sequestrado pelo STF”, denuncia João Pedro Stédile

“Lula foi sequestrado pelo STF”, denuncia João Pedro Stédile

O líder do MST João Pedro Stédile denunciou nesta quinta (24) que o ex-presidente Lula não é mais preso político, mas, sim, sequestrado do Supremo Tribunal Federal. ... 

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21 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro promete “chumbo” e “lança-chamas” contra trabalhadores sem terra

Bolsonaro promete “chumbo” e “lança-chamas” contra trabalhadores sem terra

O deputado Jair Bolsonaro (PSL-RJ) comparou nesta segunda-feira (21) os trabalhadores sem terra a marginais terroristas e prometeu “chumbo” e “lança-chamas” contra o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). ... 

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9 de agosto de 2016
por Esmael Morais
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Temer estuda utilizar lei antiterrorismo contra trabalhadores que lutam por direitos

temer_lei_antiterrorismo_trabalhadoresO clima está muito tenso na Câmara, em Brasília. Dois petroleiros foram presos na manhã desta terça (9), que protestavam contra o PLP 257 (Projeto de Lei Complementar sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal). Leia mais

24 de maio de 2016
por Esmael Morais
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“Richa e Alckmin se destacam pela truculência contra o povo”

richa_pm_alckminO deputado Enio Verri (PT-PR), em sua coluna de hoje (24), relata o infortúnio do professor Vitor Molina de Maringá, que foi agredido e preso na sexta (20) — a pedido do governador Beto Richa (PSDB) — quando protestava contra a falta de merenda e em solidariedade a estudantes que ocupam o Colégio Estadual Gerardo Braga, no município do Noroeste do Paraná. Colunista afirma que a violência e a repressão são marcas dos governos tucanos contra movimentos populares e, sobretudo, contra a educação e a juventude. Enio recorda do massacre de professores em 29 de abril, em Curitiba, e da repressão a alunos em São Paulo, bem como o assassinato de trabalhadores sem terra no Paraná. Leia, comente e compartilhe a íntegra do texto abaixo: Leia mais

11 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Na insanidade, ALEP-PR tem “torcida” pelo assassinato de sem terra

Nesses tempos de fascismo propiciados pela Vaza Jato e mídia golpista, há torcida por mortes de sem terra na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP-PR).

Os deputados estaduais batem boca no plenário sob gritos  das galerias de “vergonha” e vaias — evidentemente criticando os falecidos.

Dois trabalhadores sem terra foram mortos na quinta-feira (7), segundo o MST, em emboscada montada por policiais e jagunços da Araupel.

Em situações de normalidade democrática, o presidente da Assembleia daria voz de prisão à claque que acompanha as discussões por incitação à violência. Infelizmente, a Casa virou um covil de fascistas.

Aqui tem um link para assistir ao vivo.

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10 de abril de 2016
por Esmael Morais
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24 horas depois de agredida, Gleisi é recebida com festa em aeroporto

Nada como o tempo para curar o ódio e a ressaca dos golpistas, que se misturam com os fascistas.

24 horas depois de covardemente agredida no aeroporto de Curitiba, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) foi recebida ontem (9) com festa no mesmo local.

A parlamentar sofreu ataque covarde de fascistas na última quinta-feira (7), à noite, quando vinha participar de uma audiência pública sobre refugiados e imigrantes na manhã seguinte.

Qual o quê! Os fascistas invadiram na manhã de sexta-feira (8) o plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná. Eles são contrários à ajuda humanitária os imigrantes.

Pois bem, os ataques contra a senadora tinham ocorrido no contexto do posicionamento dela em relação ao assassinato de dois trabalhadores rurais sem terra, em Quedas do Iguaçu, e sua militância em favor da democracia e contra o golpe no país.

Os brasileiros não podem achar “normal” um estado como o do Paraná, que massacra professores, mata sem terra, grampeia telefones, e ameaça fisicamente quem pensa diferente e defende a democracia. É preciso resgatar os princípios que regem o Estado Democrático de Direito.

Aliás, membros da União da Juventude Socialista (UJS) e do movimento estudantil estão programando “recepções calorosas”, esta semana, nos aeroportos de todo o país, aos parlamentares golpistas. Ou seja, darão o troco nos fascistas com a mesma moeda.

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24 de julho de 2015
por Esmael Morais
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Dilma Rousseff prestigia MST nesta sexta-feira em agenda no Paraná

Atenção: devido ao mau tempo, Dilma cancelou visita a Irati

A presidente Dilma Rousseff (PT) participa hoje às 15 horas da 14ª Jornada de Agroecologia em Irati-PR. Ao lado do prefeito Odilon Burgath e da senadora Gleisi Hoffmann (ambos do PT), a presidente será recepcionada por diversas lideranças políticas do Estado e da região e irá visitar o Centro de Tradições Willy Lars, onde acontece o evento.

O evento é promovido pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e a iniciativa da presidente é uma forma de buscar uma aproximação com os movimentos sociais. Dilma deve anunciar as metas da reforma agrária e a criação de novos assentamentos por Estado. O MST cobrará da presidente mudanças na política econômica e aumento dos assentamentos e programas de habitação popular nas cidades.

Na defesa de um novo projeto, popular e soberano para a agricultura, a 14ª Jornada de Agroecologia traz o tema “Terra livre de transgênicos e sem agrotóxicos”, numa programação que conta com conferências, seminários, oficinas, atos políticos e intervenções culturais. A comitiva presidencial contará com a presença de diversos ministros e circulará pelas dependências da Jornada, sendo recebida pelos trabalhadores.

A presença da chefe do Executivo brasileiro é tida pelos trabalhadores rurais como afirmação do compromisso do Estado brasileiro com a agroecologia, que pode representar uma alternativa de trabalho para produção no campo em convívio com o meio ambiente, que até então segue sendo devastado pelo atual modelo hegemônico no meio rural, o agronegócio.

Os participantes cobram, desde o último dia 22/07 quando realizaram uma marcha pelas ruas de Irati, a efetivação de uma política pública voltada para a agroecologia. Este modelo, construído desde o trabalho cooperado entre agricultores, impulsiona um caminho sólido para a soberania alimentar do país, já que, segundo dados do Censo Agropecuário de 2010, é a agricultura camponesa que põe 70% da comida na mesa das famílias brasileiras.

A Jornada de Agroecologia se iniciou em 2002, como uma ação de diálogo e mostra da força que tem a agricultura camponesa agroecológica e, desde então, vem ganhando proporções nacionais. Até o próximo sábado, 25/07, mais de 7 mil visitantes devem passar pela 14ª Jornada de Agroecologia, que se encerra com um ato político, apresentação da Carta da Jornada, e a partilha de sementes.

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