Após 40 anos, Justiça determina reintegração de perseguida política na Itaipu Binacional

A secretária Sônia Lúcia Castanheira, de 71 anos, demitida pela Itaipu Binacional no longínquo fevereiro ano de 1977, foi reintegrada à empresa por decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT-PR). Na época dos “anos de chumbo”, ela foi acusada de terrorismo.

Audiência pública em Campo Largo debaterá nesta quinta práticas antissindicais da montadora Fiat

via Blog do Milton Alves
sindicatosSerá realizada nesta quinta-feira (24) uma audiência pública na Câmara Municipal de Campo Largo para discutir práticas antissindicais de empresa Fiat instalada no município.

A audiência foi convocada pelo vereador João Marcos Cavalin Cuba (PR) e pela Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Paraná, presidida pelo deputado Tadeu Veneri (PT), por solicitação do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas Montadoras de Veículos de Campo Largo (Sindimovec).

Justiça mantém condenação a helicóptero eleitoral de Richa

londrina
Condenado há duas semanas por usar helicóptero do governo no programa eleitoral, o governador-candidato Beto Richa (PSDB) recorreu, tentado reverter o caso, mas a decisão foi mantida. Para o Juiz, Richa usou do cargo para ter acesso a espaço restrito, gravando o comercial no hangar da Polícia Militar com a participação de um servidor.

O juiz auxiliar Leonardo Castanho Mendes, da Justiça Eleitoral do Paraná, ! negou o! recurso apresentado pela defesa do candidato a reeleição ao cargo de governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), no caso do helicóptero usado no programa eleitoral. Richa foi condenado há duas semanas por usar imagens captadas no hangar de helicópteros da Polícia Militar do Estado. Como o local não é de acesso livre, ficou caracterizado o uso de serviço público em favor da sua candidatura.

O Juiz destacou na sentença que durante a exibição da propaganda foram ouvidos um comandante da aeronave e um médico do SAMU. Ou seja, a rigor tem-se um servidor público, no exercício de sua função, pago com dinheiro público, louvando o programa criado pelo governador candidato à  reeleição. Isso constitui-se uso de serviço público, em favor de uma candidatura, o que não é admissível.!