11 de dezembro de 2017
por esmael
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Maduro “janta” oposição e anuncia criação da criptomoeda na Venezuela

O presidente da Venezuela Nicolás Maduro venceu as eleições deste domingo (10) em 90 por cento das 335 prefeituras. Para usar uma figura de linguagem adequada, o chavismo “jantou” os oposicionistas daquele país caribenho.

23 de outubro de 2015
por admin
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Coluna do Bruno Meirinho: Por uma ‘Cidade sem catracas’

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Bruno Meirinho*

No último dia 20 de outubro, anunciei ao Partido Socialismo e Liberdade minha pré-candidatura a prefeito de Curitiba, função pela qual concorri nas eleições de 2008 e 2012.

Desde 2008, com nossa campanha “Curitiba sem catracas”, temos apresentado nossa tese sobre a cidade. Criticamos o mito da cidade modelo e denunciamos a segregação, como em 2012, inspirados por Caetano Veloso e Maiakovski, em que nossa campanha anunciava: “Gente é pra brilhar”.

Em todas as campanhas, lançamos também vereadoras e vereadores, com o objetivo de conquistar um espaço na câmara municipal, que ainda não tem um representante do PSOL. Estamos confiantes que no ano de 2016 poderemos conseguir esse resultado.

Sinto que todo esse processo tem sido um grande aprendizado para o nosso partido. As campanhas representam um esforço muito grande de toda militância, mas que todos nós assumimos com grande disposição.

Pretendemos que nossas campanhas representem não apenas a opinião dos membros do PSOL, mas também o pensamento das diversas pessoas que se identificam com as ideias da esquerda. Afinal, sabemos que as alternativas de candidaturas à esquerda são escassas, especialmente quando outros partidos que defendem ideais de esquerda coligam-se com partidos da direita, sem qualquer programa.

Nas eleições que participamos, construímos humildemente um programa para a cidade. Com esse programa, pretendemos colocar em prática políticas públicas que possam construir uma cidade mais justa e solidária.

Desprivatizar a cidade pode ser a atitude mais importante a ser tomada em uma prefeitura socialista. Hoje, somos reféns dos empresários do transporte, das empresas concessionárias dos serviços públicos, do mercado imobiliário e dos proprietários de terras, dos bancos, e, até mesmo, do excesso de carros.

Uma cidade privatizada, como a cidade de Curitiba, é uma cidade hostil, pois perdeu o maior valor do espaço urbano: ser o cenário do encontro. Nosso programa é desprivatizar a cidade e, para isso, é fundamental que haja ampla participação popular. Por meio da participação, as pessoas podem se

31 de agosto de 2015
por esmael
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Coluna do Luiz Cláudio Romanelli: Estagnada, Curitiba pede mais ação

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Luiz Cláudio Romanelli*

Apesar de ter nascido em Londrina e representar em especial a região do Norte Pioneiro na Assembleia, sempre tenho um especial carinho quando falo sobre Curitiba. Afinal, esta é a cidade que me acolheu, me deu muitas oportunidades, pessoais e profissionais, é onde vivo com meus filhos. Em Curitiba iniciei a minha vida pública, tendo sido vereador na década de 1990.

Por isso, assim como muitos curitibanos, tenho acompanhado com preocupação e de certa forma até tristeza, o que a cidade tem passado nos últimos anos. Parece repetitivo o que vou falar, mas o fato é que temos visto a estagnação da cidade. Seja de novas ideias ao sufoco no atendimento dos serviços públicos. Nunca tantas pessoas moraram nas ruas da cidade. Até nas coisas simples, como a limpeza das ruas, praças e parques, que sempre foram referência, a cidade parece abandonada.

Muitos podem se perguntar quem é o culpado. Eu, particularmente, acredito que o prefeito Gustavo Fruet (PDT) tem sim boa parte da responsabilidade. Já outros podem colocá-la na situação econômica e política do país. Porém, ao mesmo tempo que penso sobre isso, lembro de uma das maiores figuras públicas que conheci: o Maurício Fruet, pai de Gustavo e primeiro prefeito de Curitiba após a ditadura militar.

Quem, assim como, eu conheceu o Maurício e fez parte de sua equipe, tem saudades. Uma pessoa admirável, que cativava os amigos e tratava de forma séria a coisa pública. Neste domingo, 30 de agosto, completaram-se 17 anos desde que ele nos deixou.

Maurício sempre governou Curitiba com leveza e ouvindo as pessoas. Numa época de desemprego, de crise e de recessão mais acentuadas do que agora, quando a nossa capital não tinha dinheiro, foi apenas por meio de sua liderança, do diálogo e da criatividade que nós fizemos tanta coisa. As principais mudanças na forma de Curitiba tratar a desigualdade social começaram, com certeza, na gestão de Maurício Fruet.

Porém, o prefeito Gustavo parece não ter herdado algumas das qualidades do prefeito Maurício. Os eleitores de Gustavo esperavam a quebra de paradigmas e ações para que a cidade voltasse a ser inovadora, principalmente no que diz respeito ao transporte público.

A realidade, porém, é dura: o sistema de transporte está deteriorado e o edital do metrô empacou, não foi nem sequer lançado. Mais recente, o sistema passou pela desintegração tarifária e física, causando transtorno para moradores de toda a região metropolitana. O grande “avanço” da área na atual gestão é a tarifa temporal de uma única linha, a Interbairros I – ideia na verdade implantada pelo ex-prefeito Luciano Ducci.

Basicamente, a prefeitura não tem coragem de enfrentar o cartel de empresários que não deseja um transporte moderno, confortável e justo, que muda a qualidade da

15 de Maio de 2015
por esmael
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Luciano Ducci acredita que fim da reeleição e unificação das eleições sejam aprovadas na reforma política

ducciO deputado federal Luciano Ducci (PSB) acredita que o fim da reeleição para cargos do poder executivo e a unificação das eleições são praticamente consenso entre os deputados. “Acho que estes dois pontos têm maioria entre os deputados. Também considero que passe mandato de 5 anos”, afirmou o ex-prefeito de Curitiba, membro da comissão especial que discute a reforma política na Câmara Federal.