Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

13 de abril de 2016
por esmael
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PDT decide votar contra impeachment de Dilma; PMDB, PP e PRB se dividem

O governo garantiu a bancada do PDT na votação contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Mesmo com alguns críticos à política econômica, os 20 parlamentares do partido fecharam questão em favor da democracia e contra o golpe.

Além de assegurar o PDT, o Palácio do Planalto discute avulso com deputados do PMDB, PP e PRB — que oficialmente anunciaram que votarão “sim” no próximo domingo (17).

O PP que tem 43 parlamentares, por exemplo, poderá dar até 20 votos contra o golpe. Os governistas também contabilizam 20 do PMDB, de uma bancada de 65.

O PSD também discute posição sobre o impeachment. O partido tem o Ministério das Cidades, ocupado por Gilberto Kassab, e há outros interesses em áreas do governo. Até agora, de uma bancada de 31 deputados, 15 estão contra o golpe.

A oposição precisará arregimentar 342 votos — ou dois terços de 513 deputados — para depor Dilma. A missão é praticamente impossível, segundo todos os institutos de pesquisas sérios do país.

Segundo o DataEsmael, que sempre acertou todas, dentro da margem de erro, o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas.Os indecisos somam 16.

12 de abril de 2016
por esmael
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DataEsmael divulga novo placar do impeachment: 326 contra, 171 a favor

Após placar de ontem (11) com sabor de derrota na comissão do golpe, agora a oposição caminha para a derradeira e fragorosa derrota no plenário da Câmara no próximo domingo (17).

Levantamento do DataEsmael*, concluído ao meio dia desta terça-feira (12), aponta que o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas. Os indecisos somam 16.

Na sondagem anterior, na última sexta-feira (8), o DataEsmael havia contabilizado 321 deputados contra o golpe e os mesmos 171 a favor.

Cabe ao plenário da Câmara a tarefa de autorizar ou rejeitar a abertura, pelo Senado, do processo de impeachment da presidente da República; são necessários 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível para oposição alcançar.

O aumento de apoios do Palácio do Planalto tem a ver com os seguintes fatores: 1- derrota moral na comissão do impeachment, onde os oposicionistas ficaram aquém do esperado (apenas 58% dos votos); 2- mobilização da base social contra o golpe; 3- pesquisa que põe Lula à frente na corrida presidencial de 2018, o que dá mais perspectiva de poder ao PT.

A virada do governo foi expressa ontem no voto do deputado Aliel Machado (Rede-PR), único representante do partido de Marina Silva na comissão.

O parlamentar pontagrossense se livrou do assédio “coxinha” ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe de Estado em curso. Igual a ele, no próximo domingo, data da votação do impeachment, deverá surgir dezenas de “Aliels” se libertando do “carimbo” golpista.

Entretanto, há aqueles deputados, como Fernando Francischini (SD-PR), que se orgulham de serem chamados de “golpistas” se o objetivo for derrubar Dilma Rousseff.

Portanto, a tendência é que o placar contra o golpe se amplie no plenário da Câmara. É aguardar e conferir.

*DataEsmael é instituto de pesquisa criado e patrocinado pelo Blog do Esmael, que nunca errou uma sondagem dentro da margem de erro.

8 de abril de 2016
por esmael
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DataEsmael divulga Placar do golpe: 321 contra e 171 a favor

O DataEsmael realizou levantamento sobre o posicionamento dos deputados federais acerca do golpe de Estado em andamento, que a velha mídia convencionou chamar de “impeachment” da presidente Dilma Rousseff.

Até às 14 horas de hoje, 321 deputados se manifestaram contra o golpe ante 171 favoráveis ao afastamento da presidente.

Para aprovar o impeachment no plenário da Câmara, serão necessários 342 votos — ou dois terços dos 512 parlamentares. Portanto, falta exatamente a mesma quantia: 171.

Nesta sexta-feira (8), a Folha de S.Paulo divulgou pesquisa do Datafolha que reconhece ser matematicamente impossível aprovar o impeachment na Câmara.

Os números do instituto DataEsmael, que nunca errou uma sondagem, estão dentro da margem de erro da Câmara. A rigor, não há método científico que mensure a “trairagem” em qualquer parlamento do mundo.

8 de abril de 2016
por esmael
9 Comentários

Impeachment não passará na Câmara, reconhece Datafolha

Até mesmo o Datafolha jogou a toalha em relação a aprovação do impeachment, cuja votação está prevista na Câmara para o próximo dia 17 de abril. A informação é do jornal Folha de S. Paulo, edição desta sexta-feira (8).

Segundo levantamento feito pelo instituto, de 21 de março a 7 de abril, entre os parlamentares, 60% deles dizem que darão votos favoráveis ao impedimento da petista.

Entretanto, os números são insuficientes para a instalação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.

Pelas contas do Datafolha, são 308 deputados favoráveis ao golpe contra a democracia.

O DataEsmael, que nunca errou uma projeção, conta 321 deputados contra o impeachment depois do “fico” do Partido Progressista. Bastam apenas 172 para barrar o golpe.

O DataEsmael também apurou que 28 senadores votam “ideologicamente” contra o impeachment, ou seja, os golpistas não passarão nas duas Casas.

18 de março de 2016
por esmael
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Cinco milhões foram às ruas pelo impeachment da parceria Moro-Globo, diz DataEsmael

O instituto DataEsmael, que nunca errou uma sondagem, levantou que 5 milhões de almas foram às ruas em todo o país pelo impeachment da parceria entre o juiz Sérgio Moro e a Rede Globo.

No último dia 13, o DataEsmael acertou na mosca a quantidade de manifestantes pró-golpe (clique aqui).

Usando vermelho para se diferenciarem dos “camisas amarelas” — ou coxinhas –, esses brasileiros também se levantaram contra o golpe e a favor da democracia.

Os números do DataEsmael estão dentro da margem de erro das ruas. A rigor, não há método científico que mensure multidões em espaços abertos.

A seguir, veja o relatório do DataEsmael por capital, em ordem alfabética:

Alagoas
Cidade: Maceió
60 mil pessoas

Amazonas
Cidade: Manaus
150 mil pessoas

Amapá
Cidade: Macapá
50 mil pessoas

Bahia
Cidade: Salvador
500 mil pessoas

Ceará
Cidade: Fortaleza
500 mil pessoas

Distrito Federal
Cidade: Brasília
150 mil pessoas

Espírito Santo
Cidade: Vitória
40 mil pessoas

Goiânia
50 mil pessoas

Maranhão
Cidade: São Luis
30 mil pessoas

Mato Grosso
Cidade: Cuiabá
50 mil pessoas

Mato Grosso do Sul
Cidade: Campo Grande
30 mil pessoas

Minas Gerais
Cidade: Belo Horizonte
300 mil

Pará
Cidade: Belém
130 mil pessoas

Paraíba
Cidade: João Pessoa
130 mil

Paraná
Cidade: Curitiba
130 mil

Pernambuco
Cidade: Recife
500 mil pessoas

Piauí
Cidade: Teresina
80 mil pessoas

Rio de Janeiro
Cidade: Rio de Janeiro
550 mil pessoas

Rio Grande do Norte
Cidade: Natal
130 mil

Cidade: Mossoró
25 mil pessoas

Rio Grande do Sul
Cidade: Porto Alegre
130 mil

Rondônia
Cidade: Porto Velho
30 mil pessoas

São Paulo
Cidade: São Paulo
1 milhão pessoas

Santa Catarina
Cidade: Florianópolis
80 mil pessoas

Sergipe
Cidade: Aracaju
90 mil pessoas

18 de março de 2016
por esmael
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Dinheiro suspeito (caixa 2) financia manifestações de golpistas no país

Na noite desta quinta-feira (17) o DataEsmael contou cerca de 300 pessoas vestidas de “camisas amarelas” se concentrando em frente à Praça do Homem Nu, centro de Curitiba, em apoio ao juiz Sérgio Moro e o golpe contra a democracia – que eles também denominam de impeachment da presidente Dilma e contra a posse do ministro Lula na Casa Civil.

O que chamou a atenção não foi o fiasco de mais uma manifestação dos “camisas amarelas” – em alusão aos “camisas negras” das jornadas fascistas –, mas sim a estrutura de mobilização que os poucos gatos-pingados tinham e têm à sua disposição para lutar contra o governo democraticamente eleito. Nem o show do Rolling Stones possuía aparato de som e propaganda que dispõem os golpistas na capital paranaense ou “Capital da Lava Jato” como eles se orgulham nas redes sociais.

Dinheiro de caixa dois? De onde vem a bufunfa que patrocina os golpistas? A grana vem do estrangeiro? Podem eles utilizar verbas de origem duvidosa para supostamente combater criminosos, a exemplo de grampos ilegais para punir supostos crimes? Evidentemente que não, mas nesses tempos de fascismos tudo pode e [quase] tudo é acobertado pela carcomida mídia golpista.

Não há a quem recorrer para pedir investigação sobre a origem do dinheiro dos golpistas, pois eles se uniram à mídia e aos juízes que, aliás, ontem à tarde, em Curitiba, realizaram comício em frente à Justiça Federal em defesa da Lava Jato.

Parte dessa turma que organiza o movimento e grita “fora, Dilma” é composta de gente que tem problema na Justiça; outra é ligada a movimentos extremistas, fundamentalistas, com direito a financiamento público por meio de uma organização criminosa chamada “Tenda Digital” – da qual os leitores do Blog do Esmael já estão de saco cheio de tanto ouvir falar.

Mas os juízes estão atrás de um “mal maior”, que seria prender Lula e derrubar Dilma; possivelmente sonhem instituir uma “ditadura-jurídica-policial” para eles mesmos, haja vista o enfraquecimento dos partidos políticos.

Esse ativismo judicial da magistratura tem como objetivo a derrubada do governo constitucional, a tomada do poder, e nada a ver com democracia. Até mesmo o jornal Folha de S. Paulo, em editorial, na edição de hoje, vê excessos do juiz Sérgio Moro: “… não pode avançar à revelia das garantias individuais e das leis em vigor no país”, diz o jornalão dos Frias, que sabe do que fala porque na década de 60 apoio o golpe que resultou numa ditadura militar de 21 anos.

Abaixo, leia a íntegra do editorial da Folha:

Protag

13 de março de 2016
por esmael
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DataEsmael divulga números das manifestações pelo impeachment

dataesmaelO DataEsmael, instituto de pesquisa do Blog do Esmael, contou o número de manifestantes pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff em todo o país. Leia mais