PDT decide votar contra impeachment de Dilma; PMDB, PP e PRB se dividem

Bancada do PDT fechou questão contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff; mesmo com algumas críticas à política econômica do governo, os 20 parlamentares do partido fecharam questão em favor da democracia e contra o golpe; Palácio do Planalto também discute avulso com deputados do PMDB, PP e PRB -- que oficialmente anunciaram que votarão "sim" no próximo domingo (17); oposição precisará arregimentar 342 votos — ou dois terços de 513 deputados — para depor Dilma. A missão é praticamente impossível, segundo todos os institutos de pesquisas sérios do país; segundo DataEsmael, que nunca errou sondagem antes, dentro da margem de erro, governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas; indecisos somam 16.
Bancada do PDT fechou questão contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff; mesmo com algumas críticas à política econômica do governo, os 20 parlamentares do partido fecharam questão em favor da democracia e contra o golpe; Palácio do Planalto também discute avulso com deputados do PMDB, PP e PRB — que oficialmente anunciaram que votarão “sim” no próximo domingo (17); oposição precisará arregimentar 342 votos — ou dois terços de 513 deputados — para depor Dilma. A missão é praticamente impossível, segundo todos os institutos de pesquisas sérios do país; segundo DataEsmael, que sempre acertou todas, dentro da margem de erro, governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas; indecisos somam 16.

DataEsmael divulga novo placar do impeachment: 326 contra, 171 a favor

Levantamento do DataEsmael, concluído ao meio dia desta terça-feira (12), aponta que o governo tem na ponta do lápis 256 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas; indecisos somam 86; oposição caminha para a derradeira e fragorosa derrota domingo (17) no plenário da Câmara, que decidirá pela autorização ou rejeição da abertura, no Senado, do processo de impeachment da presidente da República; são necessários 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível para oposição alcançar; aumento de apoios do Palácio do Planalto tem a ver com os seguintes fatores: 1- derrota moral na comissão do impeachment, onde os oposicionistas ficaram aquém do esperado (apenas 58% dos votos); 2- mobilização da base social contra o golpe; 3- pesquisa que põe Lula à frente na corrida presidencial de 2018, o que dá mais perspectiva de poder ao PT; virada do governista foi expressa ontem no voto do deputado Aliel Machado (Rede-PR), único representante do partido de Marina Silva na comissão; parlamentar pontagrossense se livrou do assédio "coxinha" ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe de Estado em curso; igual a ele, no próximo domingo, data da votação do impeachment, deverá surgir dezenas de "Aliels" se libertando do “carimbo” golpista; entretanto, há aqueles deputados, como Fernando Francischini (SD-PR), que se orgulham de serem chamados de “golpistas” se o objetivo for derrubar Dilma Rousseff.
Levantamento do DataEsmael, concluído ao meio dia desta terça-feira (12), aponta que o governo tem na ponta do lápis 326 votos contra o impeachment ante 171 dos golpistas; indecisos somam 16; oposição caminha para a derradeira e fragorosa derrota domingo (17) no plenário da Câmara, que decidirá pela autorização ou rejeição da abertura, no Senado, do processo de impeachment da presidente da República; são necessários 342 votos dos parlamentares — ou dois terços de 513 — um quórum matematicamente impossível para oposição alcançar; aumento de apoios do Palácio do Planalto tem a ver com os seguintes fatores: 1- derrota moral na comissão do impeachment, onde os oposicionistas ficaram aquém do esperado (apenas 58% dos votos); 2- mobilização da base social contra o golpe; 3- pesquisa que põe Lula à frente na corrida presidencial de 2018, o que dá mais perspectiva de poder ao PT; virada do governista foi expressa ontem no voto do deputado Aliel Machado (Rede-PR), único representante do partido de Marina Silva na comissão; parlamentar pontagrossense se livrou do assédio “coxinha” ao se posicionar a favor da democracia e contra o golpe de Estado em curso; igual a ele, no próximo domingo, data da votação do impeachment, deverá surgir dezenas de “Aliels” se libertando do “carimbo” golpista; entretanto, há aqueles deputados, como Fernando Francischini (SD-PR), que se orgulham de serem chamados de “golpistas” se o objetivo for derrubar Dilma.

DataEsmael divulga Placar do golpe: 321 contra e 171 a favor

Fica cada vez mais distante a chance de o golpe contra a democracia prosperar no Parlamento; até às 14 horas de hoje, 321 deputados se manifestaram contra o golpe ante 171 favoráveis ao afastamento da presidente; golpistas necessitam de 342 votos na Câmara; Datafolha desta sexta-feira (8) também reconheceu ser matematicamente impossível aprovar o afastamento da petista; (foto ilustra torcida do Liverpool, que levou ontem (7) faixa contra o impeachment de Dilma no jogo contra o Dortmund: “Não terá golpe no Brasil”).
Fica cada vez mais distante a chance de o golpe contra a democracia prosperar no Parlamento; até às 14 horas de hoje, 321 deputados se manifestaram contra o golpe ante 171 favoráveis ao afastamento da presidente; golpistas necessitam de 342 votos na Câmara; Datafolha desta sexta-feira (8) também reconheceu ser matematicamente impossível aprovar o afastamento da petista; (foto ilustra torcida do Liverpool, que levou ontem (7) faixa contra o impeachment de Dilma no jogo contra o Dortmund: “Não terá golpe no Brasil”).

Impeachment não passará na Câmara, reconhece Datafolha

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Datafolha jogou a toalha em relação à aprovação do impeachment, cuja votação está prevista na Câmara para o próximo dia 17 de abril; segundo jornal Folha de S. Paulo, edição desta sexta-feira (8), levantamento feito pelo instituto, de 21 de março a 7 de abril, entre os parlamentares, 60% deles dizem que darão votos favoráveis ao impedimento da petista; números são insuficientes para a instalação do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff; DataEsmael, que nunca errou uma projeção, conta 321 deputados contra o impeachment depois do “fico” do Partido Progressista. Bastam apenas 172 para barrar o golpe; Blog do Esmael também apurou que 28 senadores votam “ideologicamente” contra o impeachment, ou seja, os golpistas não passarão nas duas Casas.

Cinco milhões foram às ruas pelo impeachment da parceria Moro-Globo, diz DataEsmael

DataEsmael, que nunca errou uma sondagem antes, levantou que 5 milhões de almas foram às ruas em todo o país, nesta sexta-feira (18), pelo impeachment da parceria entre o juiz Sérgio Moro e a Rede Globo; (na foto, Lula discursa para 1 milhão de pessoas na Avenida Paulista); abaixo, leia o relatório do instituto por capital, em ordem alfabética.
DataEsmael, que nunca errou uma sondagem antes, levantou que 5 milhões de almas foram às ruas em todo o país, nesta sexta-feira (18), pelo impeachment da parceria entre o juiz Sérgio Moro e a Rede Globo; (na foto, Lula discursa para 1 milhão de pessoas na Avenida Paulista); abaixo, leia o relatório do instituto por capital, em ordem alfabética.

O instituto DataEsmael, que nunca errou uma sondagem, levantou que 5 milhões de almas foram às ruas em todo o país pelo impeachment da parceria entre o juiz Sérgio Moro e a Rede Globo.

No último dia 13, o DataEsmael acertou na mosca a quantidade de manifestantes pró-golpe (clique aqui).

Usando vermelho para se diferenciarem dos “camisas amarelas” — ou coxinhas –, esses brasileiros também se levantaram contra o golpe e a favor da democracia.

Os números do DataEsmael estão dentro da margem de erro das ruas. A rigor, não há método científico que mensure multidões em espaços abertos.

A seguir, veja o relatório do DataEsmael por capital, em ordem alfabética:

Dinheiro suspeito (caixa 2) financia manifestações de golpistas no país

Megaproduções nos protestos contra a democracia -- e a favor do golpe -- suscitam perguntas sobre quem financia os golpistas em todo o país; movimento contra presidente Dilma e o ex-presidente Lula contam com logística invejável aos grandes shows internacionais com direito a camisetas personalizadas, faixas elaboradas em plásticos e cartazes impressos no caríssimo papel couche; de onde vem o dinheiro, de caixa dois, do estrangeiro, quem investiga essa farra, se o judiciário milita para derrubar o governo e o PT?; podem eles utilizar verbas de origem duvidosa para supostamente combater criminosos, a exemplo de grampos ilegais para punir supostos crimes?; ficha começou cair até mesmo para o jornal Folha de S. Paulo, em editorial desta sexta-feira (18), que vê os perigosos excessos do juiz Sérgio Moro com desconfiança; possivelmente juízes sonhem instituir uma "ditadura-jurídica-policial" para eles mesmos, haja vista o enfraquecimento dos partidos políticos.
Megaproduções nos protestos contra a democracia — e a favor do golpe — suscitam perguntas sobre quem financia os golpistas em todo o país; movimento contra presidente Dilma e o ex-presidente Lula contam com logística invejável aos grandes shows internacionais com direito a camisetas personalizadas, faixas elaboradas em plásticos e cartazes impressos no caríssimo papel couche; de onde vem o dinheiro, de caixa dois, do estrangeiro, quem investiga essa farra, se o judiciário milita para derrubar o governo e o PT?; podem eles utilizar verbas de origem duvidosa para supostamente combater criminosos, a exemplo de grampos ilegais para punir supostos crimes?; ficha começou cair até mesmo para o jornal Folha de S. Paulo, em editorial desta sexta-feira (18), que vê os perigosos excessos do juiz Sérgio Moro com desconfiança; possivelmente juízes sonhem instituir uma “ditadura-jurídica-policial” para eles mesmos, haja vista o enfraquecimento dos partidos políticos.