7 de novembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Fim do Ministério do Trabalho é ‘contra os trabalhadores’, diz CUT

Fim do Ministério do Trabalho é ‘contra os trabalhadores’, diz CUT


A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou nota nesta quarta-feira (8) condenando o anúncio do fim do Ministério do Trabalho pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). A medida representa um ataque frontal aos trabalhadores e vai significar o fim da fiscalização realizada pelo MT para assegurar as regras de proteção trabalhista, o combate ao trabalho escravo, a gestão do FGTS e do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Além da administração do seguro-desemprego. Confira a íntegra da nota da CUT. ... 

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12 de junho de 2015
por Esmael Morais
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Artigo de Paulo Rossi: “Governo Dilma assalta direitos da classe trabalhadora”

requiao_gleisi_rossiPaulo Rossi*

O (des)ajuste fiscal promovido pela presidente petista Dilma Rousseff foi um verdadeiro assalto ao bolso e aos direitos duramente conquistados pelos trabalhadores, ao longo de décadas, através de suas entidades sindicais.

As recentes medidas provisórias aprovadas pelo congresso nacional, as famigeradas MPs 664 e 665, defendidas por parlamentares da base governista, inclusive com o voto dos senadores paranaenses Gleisi Hoffmann (PT) e Roberto Requião (PMDB), alegam que não prejudicariam os menos favorecidos, ou seja, a classe trabalhadora. Mas estas medidas provisórias retiram, sim, DIREITOS.

Ao aprovar a MP 664, que trata da pensão por morte, o argumento foi de que havia muitas fraudes. Ora, se existem essas fraudes, que se punam os criminosos! Mas é inadmissível que cônjuges e dependentes paguem o preço da incompetência gerencial do governo federal que, ao invés de fiscalizar e corrigir esses possíveis erros, penaliza pessoas honestas.

Já em relação a MP 665, avaliamos que essa foi uma verdadeira “facada” da presidente Dilma nos trabalhadores, pois endurece as regras para a concessão do seguro-desemprego, do seguro-defeso e do abono salarial. Leia mais

25 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna da Gleisi Hoffmann: O oportunismo da oposição a Dilma

gleisiGleisi Hoffmann*

A semana que passou foi intensa no Senado da República em discussões sobre os direitos trabalhistas. Tivemos a discussão da MP 665, que altera o tempo para o acesso ao seguro-desemprego. A oposição aproveitou para fazer discursos oportunistas sobre o direito dos trabalhadores, o compromisso que tem com estes direitos e a necessidade de votar contra a MP 665.

Também tivemos debates sobre o projeto de lei da terceirização da mão de obra, aprovado recentemente na Câmara dos Deputados. O Senado realizou uma sessão especial de debate sobre a matéria. Apesar de ser um projeto nocivo, este sim, aos trabalhadores, porque precariza a relação de trabalho, ninguém da oposição levantou-se contra ele. Aliás, apoiam incondicionalmente a proposta que veio da Câmara dos Deputados, posto que lá já votaram favoráveis.

O Projeto da Terceirização assumiu o número 30 no Senado (PLC 30/2015). A proposta em debate não se destina apenas a regulamentar as atividades terceirizadas como justificam seus defensores. Ela amplia, libera e estimula a terceirização para todas as áreas de trabalho, inclusive a atividade fim das empresas. Leia mais

12 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: Governo Dilma garante justiça, equilíbrio e sustentabilidade nos benefícios dos trabalhadores

enio_dilmaEnio Verri*

Na semana passada a bancada do PT na Câmara fechou questão para apoiar as medidas provisórias do governo federal de ajustes no sistema de benefícios sociais, mas não sem antes assegurar o aprimoramento das MPs e a manutenção de políticas importantes para os trabalhadores e trabalhadoras.

Um exemplo foi a MP 664, que dispõe sobre o pagamento de pensões previdenciárias como pensão por morte e auxílio doença, que será votada nesta semana. Unida em defesa da manutenção dos direitos dos trabalhadores, a bancada conseguiu obter avanços que melhoram as condições para obtenção de pensões.

Uma das mudanças garantidas foi a redução do tempo de contribuição exigido para que o cônjuge possa obter a pensão por morte. Diferente da regra atual, que exige o mínimo de 2 anos de casamento de 2 anos de contribuição, o novo texto permitirá que cônjuges possam receber o benefício a partir de 2 anos de união estável e 18 meses de contribuição com a Previdência. Leia mais

8 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Deputado João Arruda: ‘Lá e cá, PT e PSDB votaram contra os trabalhadores’

arruda_arrocho_pt_psdbO deputado federal João Arruda (PMDB), coordenador-geral da bancada do Paraná no Congresso Nacional, em artigo especial para o Blog do Esmael, analisa o comportamento “parecido” e “diferente” do PSDB e PT em Brasília e no Paraná.

O parlamentar vê falta de “coerência” dos dois partidos diante das contradições apresentadas entre si durante a votação que retirou lá e cá direitos dos trabalhadores.

Na opinião de Arruda, o ajuste fiscal de Beto Richa (PSDB) tirou dinheiro da mesa do trabalhador e confiscou a poupança previdenciária dos servidores do Paraná. No entanto, os tucanos foram contra o ajuste da presidenta Dilma em Brasília.

Já o PT, segundo o peemedebista, sob o argumento de que estava defendendo os direitos dos trabalhadores, apoiou o ajuste de Dilma, “porém, no Paraná, posicionou-se contrário às medidas similares adotadas pelo governador Beto Richa”.

“Falta coerência ao PT e ao PSDB”, critica João Arruda.

A seguir, leia a íntegra do artigo especial do deputado do PMDB: Leia mais

7 de maio de 2015
por Esmael Morais
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De olho na Prefeitura de PG, Aliel “fura” orientação do PCdoB e vota contra ajuste fiscal da presidenta Dilma

alielmO deputado federal Aliel Machado (PCdoB) contrariou a orientação do seu partido e votou ontem (6) contra a medida provisória 665, primeira parte do ajuste fiscal do governo federal, que foi aprovada ontem na Câmara Federal.

O Blog do Esmael ouviu o deputado Aliel para saber os motivos do seu voto. Ele justificou sua decisão dizendo que seria incoerente com sua trajetória qualquer voto que prejudicasse os trabalhadores e retirasse direitos de quem mais precisa.

Apesar de compreender e concordar com o ajuste em si, Aliel considera injusto retirar o abono salarial e mudar as regras de acesso ao seguro desemprego. “São direitos básicos que devem ser mantidos, em especial em momentos crise, que é quando os trabalhadores mais precisam”, afirmou ele, que é pré-candidato à Prefeitura de Ponta Grossa nas eleições de 2016. Leia mais

30 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma põe ajuste fiscal na conta dos trabalhadores; haverá reação dos sindicatos ou está tudo dominado?

A então candidata à  reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, desfilou em carro aberto ao lado do senador Roberto Requião (PMDB-PR), durante o segundo turno, nas ruas centrais de Curitiba. Foto: Geraldo Bubniak / AGB.

A então candidata à  reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, desfilou em carro aberto ao lado do senador Roberto Requião (PMDB-PR), durante o segundo turno, nas ruas centrais de Curitiba. Foto: Geraldo Bubniak / AGB.

A presidenta Dilma Rousseff (PT), contrariando seu discurso na campanha pela reeleição, anunciou ontem (29) medidas de ajuste fiscal que sacrificam benefícios sociais dos trabalhadores brasileiros. ... 

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