12 de Janeiro de 2018
por esmael
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Globo prova que ‘mentira tem perna curta’ ao trapacear sobre entrevista de Huck

A Globo mentiu ao dizer que a participação do dublê e apresentador da emissora fora gravada em 11 de novembro. Revendo o vídeo, o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, desmontou a farsa ao destacar um trecho da entrevista: Leia mais

30 de novembro de 2016
por esmael
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Câmara aprova punição ao abuso de autoridade de juízes e integrantes do MP

deltan_congressoA Câmara aprovou na madrugada desta quarta (30), por 313 votos favoráveis a 132 contrários, a responsabilização de juízes e de membros do Ministério Público por crimes de abuso de autoridade.

3 de outubro de 2015
por esmael
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Veja essa: revistas descobrem que Eduardo Cunha não existe

do Brasil 247

brito_revistasO desinteresse das revistas semanais pelos US$ 5 milhões escondidos pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Suíça, deixou indignado o escritor Fernando Morais. Eis o que ele postou no Facebook:

o presidente da câmara dos deputados é acusado pelo governo da suíça de manter várias contas secretas no país, para lavagem de dinheiro – fato que ele havia negado diante de uma cpi. e o que é o assunto de capa das três maiores revistas nacionais? o ex-presidente lula. é a merecida paga que o pt recebe por ter, durante doze anos, chocado o ovo dessa serpente com verbas publicitárias do estado.

Fernando Brito, editor do Tijolaço, também escreveu a respeito:

Sensacional: revistas descobrem que Eduardo Cunha não existe!

1 de Abril de 2014
por esmael
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CPI da Petrobras mira só a superfície. Disputa real é pelo pré-sal

do Brasil 247 Numa palestra em que a declaração que mais repercutiu foi política (“tanto faz enfrentar Dilma ou Lula”), o presidenciável tucano Aécio Neves (PSDB-MG) antecipou também um ponto importante de sua plataforma econômica. No encontro promovido pelo Lide, ele afirmou que pretende rever o modelo de partilha no setor de petróleo e retomar o projeto de concessões. “Acredito que as concessões são a melhor forma de atrair investimentos”, disse ele. “O problema é que o Brasil não está mais sozinho. Nos últimos anos, dos US$ 300 bilhões que foram investidos, nada veio para cá, até porque houve novas descobertas no Golfo do México e na costa africana”.

O modelo de partilha, implantado depois da descoberta do pré-sal, é um tema caro à  presidente Dilma Rousseff. O ápice desse modelo ocorreu na venda de Libra, campo que foi arrematado pela Petrobras, em parceria com a Shell e com duas empresas chinesas. Na ocasião, Dilma convocou cadeia nacional de rádio e televisão para enaltecer o resultado do leilão. Os defensores da partilha argumentam que não faz sentido apenas leiloar essas bacias, uma vez que já existe a comprovação da existência do petróleo.

Os críticos desse modelo alegam, no entanto, que o modelo gera ônus excessivos para a Petrobras e que seria necessário abrir o setor a outros investidores para que o Brasil amplie mais rapidamente sua produção de petróleo, reduzindo importações.

Essa disputa entre partilha versus concessões foi também abordada pelo site Tijolaço no post abaixo:

Aécio diz em público o que Serra cochichava: quer o fim do modelo Lula no petróleo

Uma pessoa presente à  palestra de Aécio Neves hoje, numa associação de empresários, relata que, ao prometer reestatizar! a Petrobras, Aécio Neves admitiu rever o modelo de partilha do petróleo da camada pré-sal, instituído por Lula e que garante não apenas que o Estado brasileiro fica com parte da produção como assegura que a Petrobras seja a operadora única, com pelo menos 30% de qualquer consórcio privado que receba o direito de explorar o óleo.

Não é, a rigor, novidade.

O tucano já havia defendido a volta ao modelo de concessão de Fernando Henrique Cardoso em outubro do ano passado.

à‰ o mesmo que José Serra havia prometido a Patrícia Pradal, executiva da Chevron, numa reunião privada, que vazou com os telegramas do Wikileaks.

Não seria de esperar outra coisa de um candidato que, pela primeira vez desde 2002, resolveu se assumir como fernandista!.

à€ medida em que os dias forem se passando, a mistificação em torno da CPI da Petrobras vai deixar claro o pano de fundo de toda essa história.

Enquanto isso, a campanha de desgaste da Petrobras, além de prejudicar a empresa e o país,

28 de Março de 2014
por esmael
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Requião: Se eu quero comprar peixe, eu vou à  peixaria; se eu quero comprar pesquisa, eu vou ao Ibope!

O senador Roberto Requião (PMDB), governador do Paraná por três vezes, produziu uma máxima em 2002, quando sondagens o deixava fora do segundo turno: Se eu quero comprar peixe, eu vou à  peixaria; se eu quero comprar pesquisa, eu vou ao Ibope!, sentenciou na época.

Nesta sexta (28), novamente o Ibope volta ter sua credibilidade questionada, como mostra abaixo o portal Brasil 247:

O Ibope ruim e o Ibope bom. Em qual confiar?

Famoso por ser dono de um instituto de pesquisas de nome forte e resultados polêmicos, Carlos Augusto Montenegro tem agora mais uma contradição para explicar. E que contradição!

Apresentadas ao público com um intervalo de seis dias entre a primeira e a segunda, as duas pesquisas Ibope divulgadas na sexta-feira 21 e na quinta-feira 27 contêm resultados absolutamente díspares, sem que se encontre um explicação plausível para tanto. O problema maior, porém, nem é esse.

O fato que assombra é o de que a pesquisa de intenções de voto que apontou a presidente Dilma Rousseff com 43% de índice !“ suficiente para dar a ela vitória folgada em primeiro turno !“ teve seu campo de entrevistas iniciado antes e fechado depois da pesquisa Ibope que indicou uma queda de popularidade no governo dela de sete pontos percentuais.

Para chegar à  conclusão de que Dilma tem 43% de intenções, o Ibope colocou seus pesquisadores em campo entre os dias 13 e 20 de março.

Mas !“ atenção !“ para estabelecer que o governo Dilma perdeu sete pontos percentuais de popularidade, o que alvoroçou o mercado financeiro e a oposição, naturalmente, o mesmo Ibope fez pesquisa de campo entre os dias 14 e 17 de março.

Isso mesmo: a pesquisa que pode ser considerada boa para Dilma começou antes e terminou depois que a pesquisa vista como ruim para ela.

Como pode Dilma ter 43% de intenções de voto numa das pesquisas e, na outra, seu governo perder nada menos que 7 pontos percentuais de popularidade? E tudo isso com aferição no mesmo período?

Será que, de posse dos primeiros números favoráveis a Dilma, apurados nas entrevistas do dia 13 de março, Montenegro não gostou e, por isso, já no dia seguinte mandou que outro levantamento — o da popularidade do governo – fosse feito?

Como o presidente do Ibope explica essa manobra?

A apuração das datas, com verificação nos registros do Tribunal Superior Eleitoral, foi feita pelo site O Tijolaço, que publica a informação abaixo.

Confira e tire suas conclusões:

Por dados do Ibope, Dilma não perdeu popularidade. Pesquisa de hoje é mais antiga que a dos 43%. Aliás, estava pronta quando esta foi publicada

Primeiro, semana passada, o boato de que a pesquisa Ibope traria uma queda !“ que não houve !“ da intenção de voto em Dilma Rousseff.

Seis dias depois, uma “outra” pesquisa do Ibope, estranhamente, capta uma súbita mudança de estado de espírito da população e Dilma (que tinha 43% das intenções de voto na tal pesquisa eleitoral) e registra uma perda de sete pontos percentuais em sua aprovação: curiosamente dos mesmos 43% para 37%…

Puxa, como foi rápida a queda, em apenas seis dias, quase um por cento por dia…

à‰, meus amigos e amigas, é mais suspeito do que isso.

A pesquisa de intenção de voto, divulgada na sexta-feira, foi registrada no TSE no 14 de março, sob o protocolo BR-00031/2014 , com realização das entrevistas entre os dia 13 e 20/03/14.

Já a de popularidade recebeu o protocolo BR-00053, no dia 21 passado,mas quando já se encontrava concluída, com entrevistas entre os dias 14 e 17.

Reparou?

Quinta feira à  tarde, dia 20, uma intensa boataria toma conta do mercado de capitais, dizendo que Dilma perderia pontos numa pesquisa Ibope a ser divulgada no Jornal Nacional.

O estranho é que ninguém tinha contratado, isto é , ninguém pagou por essa pesquisa. Em tese, é claro.

A pesquisa é divulgada sem nenhuma novidade.

Mas, naquele momento, o Ibope já tinha outra (outra, mesmo?) pesquisa, terminada três dias antes e certamente já tabulada.

Vamos acreditar que o Ibope fez duas pesquisas diferentes, com a mesma base amostral e 2002 entrevistas exatamente cada uma…

O boato, portanto, não saiu do nada.

No mínimo veio de dentro do Ibope, que tinha nas mãos duas pesquisas totalmente contraditórias.

Uma, “sem dono”, que dizia que Dilma continuava nadando de braçada.

Outra, encomendada pela CNI de Clésio Andrade, um dos senadores signatários da CPI da Petrobras, apontando uma queda de sete pontos em sua popularidade.

Mas a gente acredita em institutos de pesquisas, não é?

O Ibope teve nas mãos duas pesquisas com a mesma base, realizadas praticamente nos mesmos dias, com resultados totalmente diferentes entre si?

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