Blog do Esmael

A política como ela é em tempo real.

24 de junho de 2018
por esmael
Comentários desativados em Facebook em declínio no Brasil; mídia dá grito de independência

Facebook em declínio no Brasil; mídia dá grito de independência

A Folha conta que teve recorde de acesso no site, no mês de maio, depois que deixou oficialmente o Facebook há três meses. Leia mais

17 de fevereiro de 2018
por esmael
Comentários desativados em Requião: Intervenção militar no Rio pode significar o fim das eleições livres no Brasil

Requião: Intervenção militar no Rio pode significar o fim das eleições livres no Brasil

O senador Roberto Requião (MDB-PR), à luz da intervenção militar no Rio, alerta que as eleições livres e democráticas podem não ocorrer em outubro deste ano. Ou, noutra hipótese, ter o resultado fraudado. Leia mais

7 de janeiro de 2018
por esmael
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PSOL defende em manifesto direito de Lula ser candidato a presidente da República

Diferente de Ciro Gomes, do PDT, a ex-candidata do PSOL à Presidência da República Luciana Genro, do PSOL, por meio de sua corrente Movimento Esquerda Socialista (MES), lançou manifesto na sexta-feira (5) defendendo apoio ao direito de Lula ser candidato nas eleições deste ano. Leia mais

20 de outubro de 2013
por esmael
2 Comentários

“à‰ preciso entender as redes e as ruas”

por Igor Carvalho, na Revista FórumO caso Snowden é o último elo de uma cadeia que vem vindo de várias outras que já entenderam o enorme potencial das redes, de politizar as questões simplesmente pela circulação dos fluxos de informação. Por quê? Porque se o Estado e o mercado podem saber tudo sobre a população, explorando isso do ponto de vista do controle, por outro lado os movimentos também podem.! A ponderação é de Laymert Garcia dos Santos, doutor em Ciências da Informação pela Universidade de Paris VII e professor titular do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, e remete à  importância de se debater o funcionamento das redes e sua relação com as ruas, algo que veio à  tona com as manifestações de junho no Brasil.

Para Laymert, o advento do Wikileaks fez com que se prestasse mais atenção sobre quais informações as elites gostariam que não fossem reveladas. O conflito de classes, em escala global, começa a acontecer nas redes, porque existe uma política de controle e hierarquização da informação nas redes, e, do outro lado, há gente trabalhando para a desobstrução dos canais!, afirma. E isso é democracia, porque se você começa a fazer todo o fluxo de informação passar, as pessoas ficam sabendo o que os de cima não querem que elas saibam.! Confira abaixo trechos da entrevista, que está na edição 127 de Fórum.

Fórum !“ Dentro dessa sua ideia de entender o digital como o futuro e remetendo um pouco à s manifestações. Nós tínhamos esse setor do Gil, com o Juca Ferreira, no governo Lula, que tinha esse entendimento muito claro do papel da tecnologia aliada à  cultura. Mas as manifestações também não mostraram para certos setores que estão analógicos demais? Ou seja, nossos partidos de esquerda, muitos sindicatos e movimentos sociais não tratam desse tema ainda.

Laymert !“ Concordo plenamente com a análise que você faz, tem uma questão que para mim é complicada, a incapacidade que governos do PT tiveram em lidar com a questão da mídia. De certo modo, ela permaneceu intocada, até quando houve momentos em que alguma coisa de mais forte poderia ter sido feito, quando a Globo fez uma aposta errada no mercado financeiro e entrou em uma situação de crise. Ali havia um flanco aberto, mas o governo Lula foi lá e bancou, sem colocar condições.

Isso continua até hoje. Em parte, isso se deve ao fato de a esquerda brasileira nunca ter feito a crítica de fundo da mídia. E nem da tecnologia. A posição de esquerda de partidos, sindicatos etc. é de que os meios são neutros e tudo depende de quem se apropria dessa técnica e, portanto, quando chegar o momento de a esquerda estar no poder, se faz uma inversão de signos. Isso é o máximo que a esquerda pensou sobre essa questão, e há muitos anos venho pensando e batalhando por um outro entendimento, porque não é possível você considerar a tecnologia como algo meramente instrumental, quando ela modifica completamente todos os tipos de relação. A tecnologia, sobretudo