4 de dezembro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Bolsonaro abre hoje balcão do ‘toma-lá-dá-cá’ com as velhas raposas do Congresso

Bolsonaro abre hoje balcão do ‘toma-lá-dá-cá’ com as velhas raposas do Congresso

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) não resistiu ao fisiologismo das velhas raposas do rabo felpudo no Congresso Nacional. ... 

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2 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer na ambulância

Temer na ambulância

Michel Temer voltou ao varejo. Nesta sexta-feira (2), por exemplo, ele foi a Sorocaba (SP) distribuir 300 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. ... 

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2 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer na ambulância

Temer na ambulância

Michel Temer voltou ao varejo. Nesta sexta-feira (2), por exemplo, ele foi a Sorocaba (SP) distribuir 300 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. ... 

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2 de março de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Temer na ambulância

Temer na ambulância

Michel Temer voltou ao varejo. Nesta sexta-feira (2), por exemplo, ele foi a Sorocaba (SP) distribuir 300 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência. ... 

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28 de março de 2016
por Esmael Morais
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Saída do PMDB do governo terá pouca efetividade, dizem parlamentares

O Blog do Esmael ouviu congressistas do PMDB nesta segunda-feira (28), véspera da reunião do diretório nacional sobre a saída da agremiação da base de sustentação do governo Dilma Rousseff.

Na prática, dizem os parlamentares, independente da decisão de amanhã, com ou sem unanimidade, pouca coisa mudará em relação ao fisiologismo do PMDB — que “permanecerá intacto”.

“O partido tem mais de mil cargos no governo federal e dificilmente desocupará a moita. Se uns saírem, outros peemedebistas entrarão no lugar”, disse um deputado sob a condição de anonimato. “Eu mesmo quero indicar uns diretores regionais, pois não existe espaço vazio na política”, filosofa.

O PMDB é uma agremiação que gosta de dar “prazos” em seus rompimentos. Possivelmente, a legenda deixe formalmente a base mas efetivamente continuará governista. “Temer meterá um pé no barco do golpe, mas terá dificuldade de tornar a medida eficaz”, avalia outro congressista.

“A saída ou rompimento do PMDB tem mais efeito psicológico, para dizer que o governo acabou, do que uma eficácia imediata. Uma coisa é o resultado da reunião do diretório amanhã, outra totalmente diferente é o processo de impeachment em curso”, diz um terceiro parlamentar peemedebista.

Um dos poucos a falar de peito aberto sobre a reunião pró-golpe de amanhã foi o senador Roberto Requião (PMDB), via Twitter: “Grave não é o PMDB sair ou não da base do governo, grave é o documento aloprado chamado ‘PONTE PARA O FUTURO’”.

“Dilma está praticamente cassada pelo Congresso. Agora resta a ela mexer na economia e buscar apoio nas ruas para defender a democracia”, declarou ontem o senador peemedebista ao Blog do Esmael.

Resumo da ópera: o mundo não acaba com a saída do PMDB e o governo promete resistência ao golpe em curso; a economia continua como dantes.

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11 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Veja essa: Joaquim Barbosa quer mandar no STF mesmo aposentado

do Brasil 247
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa encaminhou um novo ofício ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski, reiterando pedido pela manutenção de 46 servidores do seu gabinete na corte, após sua aposentadoria. Barbosa já deveria estar aposentado desde a última quinta-feira (10), mas adiou a saída para 6 de agosto.

O documento com o pedido esdrúxulo de Barbosa foi recebido nesta sexta-feira (11) pelo gabinete de Lewandowski. No ofício anterior, de segunda-feira (7), Barbosa havia enviado a Lewandowski uma relação de indicados aos cargos em comissão, funções comissionadas e demais servidores que ”deverão retornar” ao seu gabinete de ministro assim que ele deixar a corte. O caso gerou novo, e talvez o último, embate entre Barbosa e seu sucessor na presidência da corte.

Em novo ofício, datado do dia 9, Barbosa cita o regulamento interno do tribunal para justificar seu pedido. De acordo com as regras, quando um ministro está de saída, seus assessores serão exonerados 120 dias após seus afastamento.

“Em face da clareza das normas internas, sigo na expectativa de que as tradições desta Casa venham a ser observadas na presente transição, evitando-se, com isso, que se cause inesperado desassossego aos profissionais técnicos que, por longo tempo, vêm prestando inestimáveis serviços a este tribunal”, diz trecho do ofício.

Quatro ministros do STF ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo dizem que o ofício de Barbosa, apesar de legal, não é comum. A praxe é o presidente que deixa o cargo entregar um pedido de exoneração de todos os funcionários. Os concursados são realocados, e os que não são deixam o Supremo.

O gabinete sem o novo ministro tem de ficar aberto para consultas a processos existentes. Para esse serviço, bastam quatro ou cinco funcionários, 10% dos 46 que Barbosa deseja manter empregados. Cada gabinete tem, em média, 30 funcionários. Ou seja, o de Barbosa já é um gabinete com excesso de comissionados.

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11 de julho de 2014
por Esmael Morais
8 Comentários

Em nome do fisiologismo, Barbosa cria novo embaraço a seu sucessor no STF

do Brasil 247

Presidente da corte, Joaquim Barbosa, que renunciou no final de maio, teria adiado sua aposentadoria para agosto na tentativa de pressionar Ricardo Lewandowski a manter 46 funcionários de seu gabinete em cargos de confiança mesmo após sua saída; em nota, alegou que está fazendo tudo de acordo com as normas de transição do STF e com base nas "tradições da casa".

Presidente da corte, Joaquim Barbosa, que renunciou no final de maio, teria adiado sua aposentadoria para agosto na tentativa de pressionar Ricardo Lewandowski a manter 46 funcionários de seu gabinete em cargos de confiança mesmo após sua saída; em nota, alegou que está fazendo tudo de acordo com as normas de transição do STF e com base nas “tradições da casa”.

Depois de renunciar, adiar a aposentadoria e ainda pedir férias, o ministro Joaquim Barbosa voltou a criar um impasse para seu sucessor na Presidência do Supremo Tribunal Federal. ... 

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