28 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Papa Francisco é alvo de guerra suja por poder no Vaticano, diz El País

Papa Francisco é alvo de guerra suja por poder no Vaticano, diz El País

O espanhol El País analisa nesta terça (28) que o Papa Francisco é alvo de uma guerra suja pelo poder no Vaticano. ... 

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27 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em “Temer acabou”, diz Paraná Pesquisas

“Temer acabou”, diz Paraná Pesquisas

O diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, à luz dos protestos de caminhoneiros, afirmou que o governo Michel Temer “acabou” de vez. ... 

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19 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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Enigmática, Folha desencava “caveiras” da Globo na Copa de 2014

A princípio o mais desavisado leitor pode acreditar que é uma matéria sobre futebol, esportes, Neymar Jr. ou mesmo acerca da Copa de 2014. Mas não é, quando se coloca uma lupa sobre o caso. O craque da seleção brasileira e do PSG, o mais caro do planeta, teve um contrato de exclusividade com a Globo no último mundial de futebol — quando o Brasil levou o chocolate de 7 a 1 da Alemanha. ... 

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7 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Da guerra: a lição do mensalão

Da guerra: a lição do mensalão

O jornalista Ricardo Cappelli escreve que o ex-presidente Lula disputará essa eleição mesmo que condenado, preso e impedido.  ... 

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18 de junho de 2016
por Esmael Morais
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Jorge Bernardi: Tia Eron, a certeza de que o futuro deste país está nas mulheres

jorge_bernardi_tia_eronJorge Bernardi (REDE), em sua coluna deste sábado (18), registra que a deputada Tia Eron (PRB-BA) foi quem degolou o “esperto” Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Conselho Ética da Câmara. Leia mais

30 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Artigo especial de Ester Maria Dreher Heuser: “Sim, nós podemos!”

Sim, nós podemos!

Três lições que os professores deram aos governantes e a si mesmos sobre o poder

Ester Maria Dreher Heuser*

É senso comum pensar que quem tem o poder são os políticos e os ricos. Daí ser usual ouvir que “lei vale para o povo, políticos e ricos sempre se livram dela”. No Paraná, até início de fevereiro de 2015, essa era a convicção da maior parte da população, de ricos a pobres, de governantes a governados. A partir do mês do carnaval, contudo, a crença foi abalada: passamos a ver na “telinha”, ricos empreiteiros saindo da cadeia para suas casas, mas com tornozeleiras de controle; deputados em camburão para dentro da Casa do Povo, com medo do povo, para votar contra o povo; um governador, eleito em primeiro turno, governando em lugar quase secreto, ironicamente, chamado “chapéu pensador”.

O que pensavam, naquela altura de 2015, os ricos “entornozelados”, os deputados “encamburizados” e o governador “enchapelado”? Tudo se tratava de um passageiro pesadelo, o poder ainda era deles. O que pensava o povo que assistia aquela anomalia pela “telinha”? As coisas estavam saindo dos eixos, algo estava fora de lugar.

Uma parcela do povo, que já não mais ocupava o seu lugar de costume, mas as ruas da capital,sentia que as coisas poderiam ser diferentes e pensava que páginas de livros “do tempo da faculdade” poderiam fazer sentido. Cada um dessa parcela, a partir da sua singularidade, apesar dos apelos das lideranças encima do trio elétrico, decidiu contrariar o senso comum. Rompeu a corrente humana de homens fardados e tomou lugar na Casa do Povo, conseguindo pôr fim na autoritária Comissão Geral, exclusiva da ALEP (Assembleia Legislativa do Paraná). Desse momento em diante, aquilo que parecia ser só um jogo de marketing do Tio Sam começou a funcionar como uma verdade em forma de refrão: SIM, NÓS PODEMOS! Essa foi a primeira lição do ano que a parcela do povo que leciona todos os dias deu aqueles que, até então, acreditavam ter o poder. Mas também ensinou a si mesma que ela também podia.

Passadas as águas de março, após amostras poderosas daqueles que acreditavam ter o poder, o refrão voltou a soar nas mentes daquela parcela. Surpreendentemente, cada um, por sua própria singularidade, passou a acreditar, ainda mais, no slogan que deixara de ser apenas uma jogada de marketing: SIM, NÓS PODEMOS! E, por sua própria conta e risco, outra vez, saiu de seu lugar de costume para ocupar as ruas da capital. Porém, os homens de farda não eram os mesmos, a corrente que separava aquela parcela da Casa do Povo não era mais feita só de homens, tinha com Leia mais

11 de julho de 2014
por Esmael Morais
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Veja essa: Joaquim Barbosa quer mandar no STF mesmo aposentado

do Brasil 247
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa encaminhou um novo ofício ao vice-presidente da corte, Ricardo Lewandowski, reiterando pedido pela manutenção de 46 servidores do seu gabinete na corte, após sua aposentadoria. Barbosa já deveria estar aposentado desde a última quinta-feira (10), mas adiou a saída para 6 de agosto.

O documento com o pedido esdrúxulo de Barbosa foi recebido nesta sexta-feira (11) pelo gabinete de Lewandowski. No ofício anterior, de segunda-feira (7), Barbosa havia enviado a Lewandowski uma relação de indicados aos cargos em comissão, funções comissionadas e demais servidores que ”deverão retornar” ao seu gabinete de ministro assim que ele deixar a corte. O caso gerou novo, e talvez o último, embate entre Barbosa e seu sucessor na presidência da corte.

Em novo ofício, datado do dia 9, Barbosa cita o regulamento interno do tribunal para justificar seu pedido. De acordo com as regras, quando um ministro está de saída, seus assessores serão exonerados 120 dias após seus afastamento.

“Em face da clareza das normas internas, sigo na expectativa de que as tradições desta Casa venham a ser observadas na presente transição, evitando-se, com isso, que se cause inesperado desassossego aos profissionais técnicos que, por longo tempo, vêm prestando inestimáveis serviços a este tribunal”, diz trecho do ofício.

Quatro ministros do STF ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo dizem que o ofício de Barbosa, apesar de legal, não é comum. A praxe é o presidente que deixa o cargo entregar um pedido de exoneração de todos os funcionários. Os concursados são realocados, e os que não são deixam o Supremo.

O gabinete sem o novo ministro tem de ficar aberto para consultas a processos existentes. Para esse serviço, bastam quatro ou cinco funcionários, 10% dos 46 que Barbosa deseja manter empregados. Cada gabinete tem, em média, 30 funcionários. Ou seja, o de Barbosa já é um gabinete com excesso de comissionados.

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