9 de maio de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Câmara aprova texto sobre privatização da Eletrobras

Câmara aprova texto sobre privatização da Eletrobras

A Câmara dos Deputados deu mais um passo importante para a privatização dos sistema Eletrobras, nesta quarta (9), com a aprovação na Comissão Mista Especial que analisa a Medida Provisória 814, por 17 votos a sete, o relatório do deputado Júlio Lopes (PP-RJ). O texto ainda precisa ser votado pelos plenários da Câmara e do Senado. ... 

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8 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em TIM quer comprar as estatais Copel e Cemig nas áreas de telecomunicações

TIM quer comprar as estatais Copel e Cemig nas áreas de telecomunicações

A Telecom Itália, controladora da TIM no Brasil, quer comprar as divisões de telecomunicações das estatais de energia Cemig e Copel. A empresa de telefonia quer ampliar a presença no mercado brasileiro de banda larga. ... 

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28 de setembro de 2017
por Esmael Morais
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Câmara aprova suspensão do leilão da Cemig

Entrou água na privatização de Michel Temer (PMDB), pois, nesta quinta-feira (28), a CCJ da Câmara aprovou a suspensão de duas portarias do Executivo que delegaram à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a realização de leilão para concessão de quatro usinas hidrelétricas atualmente operadas pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). Leia mais

28 de setembro de 2017
por Esmael Morais
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Senadores anunciam revogação das privatizações de Michel Temer

Um grupo de 36 senadores protocolou um projeto de referendo para revogar os leilões de usinas hidrelétricas e de blocos para exploração de petróleo promovidos nesta quarta-feira (27) por Michel Temer (PMDB). Leia mais

5 de dezembro de 2014
por Esmael Morais
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Moro: Corrupção vai além da Petrobras. Será a Cemig de Aécio?

do Brasil 247
moro_cemigHá indícios de que o esquema de cartel, superfaturamento e pagamentos de propina investigado pela Polícia Federal na Operação Lava Jato vá “muito além” da Petrobras, atingindo outros setores. A constatação é do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos referentes ao caso, com base em uma tabela apreendida com o doleiro Alberto Youssef em que são citadas cerca de 750 obras públicas em diversos setores de infraestrutura.

“Há indícios que os crimes transcenderam a Petrobras”, disse Moro em despacho publicado na quarta-feira 3, pelo qual o juiz negou o pedido de revogação de prisão de Gerson de Mello Almada, vice-presidente da Engevix. No documento, ele classifica como “perturbadora” a tabela de Youssef. Constavam nela “a entidade pública contratante, a proposta, o valor e o cliente do referido operador, sendo este sempre uma empreiteira”, descreve.

Em declaração recente, Moro disse que grande parte do esquema se mantém encoberto, sem possibilidade de se prever o tamanho do escândalo, nem partidarizar os envolvidos. Seu despacho dessa semana sinaliza que outros setores além do petróleo devem ser alvo de investigação. A oposição deverá agora pressionar para que a apuração atinja, por exemplo, o setor elétrico e todas as obras federais.

Neste cenário, o teste da imparcialidade será a estatal mineira Cemig, joia da coroa do governo Aécio Neves (PSDB), sobre a qual o próprio Sérgio Moro já afirmou ver suspeitas. O juiz apontou, em novembro, uma comissão de R$ 4,6 milhões paga pela InvestMinas, do empresário Pedro Paulo Leoni Ramos, à  MO Consultoria, uma das empresas de fachada de Alberto Youssef, na venda de pequenas centrais hidrelétricas à  Light, controlada pela Cemig. O caso será investigado pela PF. Leia mais