8 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em TIM quer comprar as estatais Copel e Cemig nas áreas de telecomunicações

TIM quer comprar as estatais Copel e Cemig nas áreas de telecomunicações

A Telecom Itália, controladora da TIM no Brasil, quer comprar as divisões de telecomunicações das estatais de energia Cemig e Copel. A empresa de telefonia quer ampliar a presença no mercado brasileiro de banda larga. ... 

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3 de agosto de 2014
por Esmael Morais
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Coluna do Rocha Loures: Impostos são a principal barreira ao crescimento

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, critica a excessiva carga tributária no país, que, segundo ele, chega a 40% do PIB; à‰ muito elevada mesmo em relação a países desenvolvidos, que devolvem o arrecadado à  população na forma de serviços públicos de qualidade!, reclama o empresário, que aponta a alta e complexa carga tributária! praticada pelos governos federal, estaduais e municipais como causa principal do crescimento pífio do país; colunista afirma que os estados abusam da substituição tributária e denuncia que o Paraná é um dos estados com a maior alíquota de ICMS sobre o consumo de energia e de telecomunicações (29%); O ICMS é pago antes das mercadorias chegarem à s mãos dos consumidores!, afirma Rocha Loures, que então sugere uma Reforma Tributária para que Brasil volte a crescer; leia o texto e compartilhe.

Rocha Loures, em sua coluna deste domingo, critica a excessiva carga tributária no país, que, segundo ele, chega a 40% do PIB; à‰ muito elevada mesmo em relação a países desenvolvidos, que devolvem o arrecadado à  população na forma de serviços públicos de qualidade!, reclama o empresário, que aponta a alta e complexa carga tributária! praticada pelos governos federal, estaduais e municipais como causa principal do crescimento pífio do país; colunista afirma que os estados abusam da substituição tributária e denuncia que o Paraná é um dos estados com a maior alíquota de ICMS sobre o consumo de energia e de telecomunicações (29%); O ICMS é pago antes das mercadorias chegarem à s mãos dos consumidores!, afirma Rocha Loures, que então sugere uma Reforma Tributária para que Brasil volte a crescer; leia o texto e compartilhe.

Rodrigo da Rocha Loures* ... 

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26 de dezembro de 2013
por Esmael Morais
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Alô, Paulo Bernardo! Pesquisa diz que 58% dos clientes acham operadoras de telecomunicações um horror

A Paraná Pesquisas, de Murilo Hidalgo, foi à s ruas para saber o humor dos brasileiros acerca das operadoras de telecomunicações. A maioria — 58% dos entrevistados — considera a qualidade dos serviços de tevê por assinatura, telefonia fixa, telefonia móvel e internet/banda larga regular ou ruim.

Segundo a pesquisa, que ouviu 2.250 pessoas em 158 municípios brasileiros, 35% dos entrevistados acham que os serviços são bons ou ótimos. Outros 7% não souberam avaliar.

As empresas concessionárias de telecomunicações estão subordinadas ao Ministério das Comunicações cujo titular da pasta é o ministro Paulo Bernardo, marido da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT), pré-candidata ao governo do Paraná.

De acordo com o levantamento, 67,5% dos consumidores consideram um “escárnio” o preço cobrado pelas operadoras. O valor da conta da internet/banda larga é apontado como “roubo” por 70% dos entrevistados.

O diretor da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, afirma que 15,3% dos consumidores trocaram de operadora por causa dos preços abusivos nas tarifas.

Imagine uma empresa perder 15% dos seus clientes ao longo de um ano. O impacto da troca só não é sentido mais profundamente porque, enquanto perdem clientes de um lado, as operadoras ganham clientes vindos da concorrência!, analisa Hidalgo.

O serviço de TV por assinatura foi o melhor avaliado com 43% de aprovação. Na sequência, telefonia fixa (34%); telefonia móvel (32%); e internet/banda larga (31%).

A principal causa de descontentamento dos consumidores ainda é a telefonia móvel, mal avaliada por 37% dos entrevistados. à‰ justamente nesse segmento que estão os clientes mais insatisfeitos e infiéis. Nos últimos 12 meses, quase 18% trocaram de operadora em busca de mais qualidade e melhor custo-benefício, contra 14,8% da tevê por assinatura e 13,5% da telefonia fixa.

Veja o infográfico com a pesquisa:

Com informações da Paraná Pesquisas/ Leia mais

2 de outubro de 2013
por Esmael Morais
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Bernardo volta atrás e agora vê com bons olhos fusão das teles

Há uma semana, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que Vivo e TIM não poderia atuar juntas no mercado brasileiro (clique aqui para relembrar). Ele discorria sobre a concentração de empresas no mercado de telefonia, pois, disse na oportunidade que a fusão diminui a concorrência. Um grupo não pode controlar duas empresas desse porte no país, tem impedimento na legislação. Na hora que formalizar isso, eles vão receber um prazo para fazer a venda da empresa!.

Pois bem, agora parece que Bernardo vê com bons olhos essa mesma fusão que criticou semana passada. Veja matéria na Agência Brasil:

Nova empresa de telecomunicações terá capital com maioria brasileira, diz Paulo Bernardo

da Agência Brasil
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse hoje (2) que, mesmo com a fusão entre a Portugal Telecom e Oi/Brasil Telecom, a maior parte de capital da empresa será brasileiro, e que, até o momento, não vê nenhum tipo de problema! na fusão entre elas.

Há alguns anos, o governo brasileiro incentivou mudança as regras do setor, com o objetivo de criar uma empresa nacional de grande porte, com o objetivo de fortalecer a concorrência na área de telecomunicações.

A maioria do capital será brasileiro, se somarmos [as participações do] BNDES mais fundos de pensão e investidores privados!, disse o ministro, após participar de audiência no Senado pela manhã. Paulo Bernardo disse que ainda não teve tempo para analisar o fato relevante divulgado nessa madrugada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Vamos examinar e avaliar o que eles estão anunciando!, acrescentou.

De acordo com Paulo Bernardo, o BNDES foi consultado, bem como os fundos, sobre se queriam aumentar a participação, mas não houve interesse!. No entanto, a participação acionária brasileira aderiu á parte do acordo anterior, que previa aporte de R$ 2 bilhões para pagamento de dívidas e investimentos.

Para o ministro, a fusão será positiva. Não vejo grandes problemas. Eles fizeram o comunicado via CVM e parece que houve coletiva de imprensa em Londres. Ontem me ligaram. Parece que [a empresa] têm planos de fazer uma grande capitalização e grandes investimentos. Mas precisamos ainda ver o que disseram na conferência [de imprensa, em Londres] e examinar. Vamos chamar a direção [da empresa] para saber melhor os planos. Acho que será positivo!.

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