7 de setembro de 2016
por esmael
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“Mr. Fora Temer” é vaiado na abertura do desfile de 7 de Setembro em Brasília

fora_temerO ilegítimo “Mr. Fora Temer” foi vaiado hoje na abertura do desfile de 7 de Setembro, em Brasília, na Esplanada dos Ministérios. Manifestantes exigem novas eleições presidenciais.

22 de Maio de 2016
por esmael
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Dilma pode voltar se fizer autocrítica dos erros na economia, avalia Lula

lula_2018O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou esta semana, em entrevista à televisão venezuelana teleSUR, que a presidente eleita Dilma Rousseff tem possibilidade de voltar a governar o Brasil.

“Quem convenceu 54 milhões de eleitores não terá dificuldade, se houver dedicação, de convencer seis senadores a mudarem seus votos”, disse. (Abaixo, assista ao vídeo).

6 de dezembro de 2015
por esmael
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“Eleições na Venezuela são eficientes e democráticas”, diz embaixador brasileiro Samuel Pinheiro

O embaixador brasileiro Samuel Pinheiro, em entrevista à Telesur, neste domingo (6), afirmou que as eleições parlamentares na Venezuela estão acontecendo sob os signos da organização e eficiência.

Nas eleições de hoje, cerca de 19 milhões de venezuelanos vão às urnas para eleger 167 deputados à Assembleia Nacional. O voto ocorre em urnas eletrônicas, mas que imprimem o voto.

“É um processo democrático, diferente do que diz a imprensa mundial”, declarou Samuel Pinheiro, que está no país caribenho para acompanhar o processo eleitoral.

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) também está na Venezuela acompanhando as eleições parlamentares deste domingo. Na tarde de ontem (5), o parlamentar brasileiro, juntamente com o embaixador Pinheiro, realizaram várias inserções ao vivo pela TV 15 com transmissão pelo Blog do Esmael.

A tendência é que o governo Nicolás Maduro conquiste a maioria das cadeiras na Assembleia Nacional, ou seja, mantenha a hegemonia no parlamento.

Sondagens de vários institutos de pesquisas são contraditórias entre si, mas mostram avanço dos chavistas na reta final.

Sobre as eleições parlamentares da Venezuela:

Estão em disputa 167 cadeiras na Assembleia Nacional. O eleitor escolhe um candidato em lista fechada do partido e outro nominal, de determinado distrito eleitoral.

São 87 circunscrições no país, o que, segundo a oposição, favorece os chavistas.

Do total, 113 serão eleitos pelo voto nominal e 51 por listas fechadas dos partidos.

25 de julho de 2015
por esmael
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Ignacio Ramonet: Maior batalha da esquerda na América Latina é contra ‘golpe midiático’

Da Opera Mundi
O maior confronto enfrentado na América Latina atualmente é “a batalha midiática”, desde pelo menos o ano de 2002, quando a tentativa frustrada de derrubar Hugo Chávez na Venezuela deu início a um novo tipo de golpe de Estado, o “golpe midiático”, transferindo aos meios de comunicação privados o papel de partido político nas oposições aos governos da “guinada à esquerda”. A avaliação foi feita pelo jornalista e professor Ignacio Ramonet, ex-editor do jornal Le Monde Diplomatique, na palestra de abertura do congresso “Comunicação e Integração Latino-Americana”, realizado entre os dias 22 e 23 de julho em Quito, capital do Equador.

Organizado pelo Ciespal (Centro Internacional de Estudos Superiores da Comunicação para a América Latina), o evento comemora nesta sexta-feira (24/07) os dez anos de fundação da Telesur, canal multinacional de televisão mantido por diversos governos da região.

Fundada por iniciativa de Chávez três anos após o golpe fracassado, a emissora nasceu com o papel de promover uma alternativa na cobertura das notícias latino-americanas, feita por jornalistas e comunicadores da própria região.

“Nos últimos 15 anos, todos os governos progressistas que chegaram ao poder democraticamente na região vêm sendo mantidos por via eleitoral. Nenhum deles foi derrotado nas urnas. Por isso, a resistência à mudança vem sendo cada vez mais brutal, apelando para novos tipos de golpes, alguns com fachada judicial, parlamentar, e sempre com forte ajuda da mídia”, disse Ramonet, lembra

17 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Com apoio dos EUA, golpistas venezuelanos divulgam fotos falsas nas redes sociais

Tentativa de golpe contra presidente Nicolás Maduro, com apoio dos EUA, tem até falsificação de fotos nas redes sociais; direita venezuelana está empenhada em derrubar governo democraticamente eleito há dez meses; norte-americanos estão de olho no petróleo do país, segundo denúncia de Evo Morales, presidente da Bolívia.

Tentativa de golpe contra presidente Nicolás Maduro, com apoio dos EUA, tem até falsificação de fotos nas redes sociais; direita venezuelana está empenhada em derrubar governo democraticamente eleito há dez meses; norte-americanos estão de olho no petróleo do país, segundo denúncia de Evo Morales, presidente da Bolívia.

Visando continuar a marcha rumo a um golpe de Estado, com apoio dos Estados Unidos, a direita venezuelana tenta manipular as redes sociais disseminando imagens falsas sobre mortos nos confrontos no país. Leia mais

12 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Black Blocs também conseguem um cadáver na Venezuela

Por Deisy Buitrago e Peter Murphy, da ReutersMilhares de simpatizantes e opositores do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, saíram à s ruas em todo o país nesta quarta-feira gritando frases de apoio ou crítica a seu governo, depois de dias de violentos protestos que deixaram pelo menos cinco feridos à  bala.

Testemunhas da Reuters disseram que um manifestante morreu nesta quarta-feira na capital, Caracas, supostamente após ser baleado na cabeça. O presidente da Assembleia Nacional afirmou que a vítima fatal era a favor do governo.

Houve manifestações oposicionistas, coloridas e com grande número de participantes em Caracas e nas cidades mais populosas do país petrolífero, com queixas contra o elevado custo de vida, a escassez de produtos e a insegurança, e pedindo a libertação de várias pessoas presas nos últimos dias.

Os partidários de Maduro se manifestaram pacificamente em Caracas, celebrando o dia da juventude em um ato que iria culminar com um pronunciamento do chefe de Estado.

“à‰ preciso fazer terapia para viver em Caracas”, dizia um cartaz levado por estudantes de psicologia. “Estou aqui para mostrar minha insatisfação com o governo. Estou descontente com a insegurança que nos subjuga”, disse Manuel González, estudante de 22 anos que caminhava rodeado de colegas com apitos, vuvuzelas e bandeiras.

Enquanto isso, em outro ponto de Caracas, milhares de simpatizantes de Maduro celebravam o dia da juventude, em comemoração a uma batalha da independência no século 19 que contou com uma forte participação de estudantes.

“Nós somos jovens revolucionários, lado a lado com nosso governo venezuelano”, disse uma moça vestida de vermelho, a cor do governista Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

As marchas não se encontraram em nenhum ponto e transcorreram em paz, apesar de muita gente ter preferido não sair de casa, temendo atos violentos.

Nas últimas semanas, grupos encabeçados pela ala mais radical da oposição, composta por Leopoldo López, a deputada María Corina Machado e o prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, saíram à s ruas para protestar contra o governo de Maduro, provocando enfrentamentos violentos com as forças de segurança.

Maduro, um ex-