8 de novembro de 2016
por esmael
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Roberto Requião: PEC 55, ex-PEC 241, o Tratado de Versalhes self-service

requiao_pecO senador Roberto Requião (PMDB-PR), em artigo especial, afirma que a imposição da PEC 241 é a morte do Brasil soberano, forte, próspero e inclusivo. O parlamentar faz uma analogia da atual economia verde-amarela com a Alemanha pré-nazista, na década de 20 do século passado, quando ela foi humilhada pelos aliados com o fim da Primeira Guerra. “Mas temos certeza que o Brasil não aceitará sua morte de forma resignada”, considera, ao lembrar o exemplo dos alemães que também não se resignaram. Abaixo, leia a íntegra.

7 de dezembro de 2015
por admin
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Coluna da Maria Victória: A importância do investimento na primeira infância

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Maria Victoria Borghetti Barros*

Recentemente concluí um curso na Universidade de Harvard em parceria com a Fundação Maria Cecília Vidigal, Núcleo de Ciência pela Primeira Infância (NCPI) e o Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) sobre o desenvolvimento na primeira infância.

Gostaria de compartilhar meu aprendizado e espero poder conquistar seu apoio para esta causa tão nobre e importante para as futuras gerações.

Um estudo de Hofstade sobre Diferenças Culturais, modelo usado para facilitar a compreensão e adaptação de administradores estrangeiros no Brasil, permite comparar países baseados em seis dimensões, sendo elas: power distance, individualism, masculinity, high uncertainty avoidance, long-term orientation e indulgence.

De acordo com o gráfico (abaixo), conclui-se que o Brasil é imediatista e pensa a curto prazo, enquanto países como Alemanha e China, obtiveram um crescimento econô

5 de julho de 2015
por esmael
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Grécia diz “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo FMI e União Europeia

Oxi_Grecia_TsiprasCerca de 60% dos gregos disseram neste domingo (5) “NÃO” ao ajuste fiscal imposto pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e União Europeia (UE). O resultado do plebiscito convocado há dez dias representa uma vitória do primeiro-ministro Alexis Tsipras. Leia mais

8 de novembro de 2014
por esmael
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Gorbachev diz que mundo está à  beira de nova Guerra Fria

da Reuters
MikhailGorbachev_muro.jpgO ex-líder soviético Mikhail Gorbachev advertiu em um discurso em Berlim neste sábado que as tensões Leste-Oeste com a crise Ucrânia estão ameaçando levar o mundo rumo a uma nova Guerra Fria, 25 anos após a queda do Muro de Berlim.

Gorbachev, que é creditado por forjar a aproximação com o Ocidente que levou ao fim dos regimes comunistas na Europa Oriental, acusou o Ocidente, e os Estados Unidos em particular, de não cumprirem suas promessas depois de 1989.

“O mundo está à  beira de uma nova Guerra Fria. Alguns dizem que isso já começou”, disse Gorbachev, que é festejado na Alemanha por seu papel crucial em ajudar a criar as condições para a abertura pacífica do Muro de Berlim em 9 de novembro de 1989, anunciando o fim da Guerra Fria.

6 de julho de 2014
por esmael
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#CopaDasCopas é premiada com semifinal épica. Golaço de Dilma?

do Brasil 247
Nem nos melhores sonhos seria possível imaginar um final de Copa do Mundo tão épico quanto o que se desenha na próxima semana. Estarão em campo, na terça-feira, no Mineirão, e no dia seguinte, no Itaquerão, as quatro grandes superpotências do futebol mundial: Brasil, Alemanha, Argentina e Holanda. Um prêmio justo à quela que, fora de campo, já foi classificada, por torcedores e jornalistas especializados do mundo inteiro, como a #copadascopas.

No primeiro confronto, o Brasil do gigante David Luiz, que será o capitão na ausência de Thiago Silva, pega a Alemanha do surpreendente goleiro Neuer, que, muitas vezes, joga avançado e faz o papel de último zagueiro, ajudando os alemães a encurralar os adversários. Será uma reprise da final da Copa do Mundo de 2002, na Coréia e no Japão, quando o Brasil se sagrou pentacampeão.

Na quarta-feira, Holanda e Argentina repetem a final de 1978, quando nossos vizinhos conquistaram seu primeiro título mundial, jogando em casa. Os holandeses passaram com dificuldades contra uma Costa Rica que levou a decisão para os pênaltis, mas o resultado foi justo. Num mundial de sonhos, como o que o Brasil realiza, a Costa Rica, com todo o respeito que merece, seria uma intrusa na festa final.

Ao todo, estarão em campo dez títulos mundiais: os cinco do Brasil, três da Alemanha e dois da Argentina. Isso sem contar as três finais já disputadas pela Holanda. Com essas quatro equipes em campo, qualquer resultado será normal. Finais entre Brasil e Holanda ou Brasil e Argentina, assim como Alemanha e Holanda ou Alemanha e Argentin serão absolutamente normais.

Qualquer uma delas teria grande significado. Se Argentina e Alemanha se enfrentarem, será um tira-teima das duas finais já disputadas entre as duas equipes, em 1986, vencida pelos argentinos, e 1990, quando os alemães levaram o título. Caso a Holanda dispute contra a Alemanha, poderá usar seus craques Robben, Snejder e Van Persie para vingar a derrota da laranja mecânica, de Cruyff, em 1974. Uma disputa entre holandeses e brasileiros seria também a oportunidade perfeita, do ponto de vista holandês, para pagar três derrotas em mundiais. Essa sina amarga só seria compensada por uma eventual vitória contra o Brasil, em pleno Maracanã, o palco sagrado do futebol.

No entanto, a final dos sonhos seria mesmo entre Brasil e Argentina, que transformaria o Maracanã no palco da maior batalha de todos os tempos. Se o Brasil chega à s semifinais desfalcado de Neymar, a Argentina também perdeu um dos seus: o atacante Di Maria. E se eles têm Messi, o Brasil tem David Luiz.

O Brasil, que realizou a melhor Copa do Mundo da história fora de campo, acaba de ser premiado com a melhor Copa de todos os tempos também dentro dos gramados. Um prêmio merecido.

4 de novembro de 2013
por esmael
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A serviço dos EUA: Folha diz que Brasil espionou diplomatas estrangeiros

do Brasil 247

No momento em que os Estados Unidos estão sob a ataque no mundo inteiro, por terem colocado em prática um dos mais amplos programas de espionagem de todos os tempos, que chegou até a grampear celulares de líderes globais, e que Brasil e Alemanha apresentam resolução conjunta à  ONU em defesa da privacidade, a Folha acusa o governo Lula de usar a Abin para espionar diplomatas; reportagem cai como luva para o discurso oficial dos Estados Unidos, na linha de que "eu faço, mas todo mundo faz"; estranho, muito estranho.

No momento em que os Estados Unidos estão sob a ataque no mundo inteiro, por terem colocado em prática um dos mais amplos programas de espionagem de todos os tempos, que chegou até a grampear celulares de líderes globais, e que Brasil e Alemanha apresentam resolução conjunta à  ONU em defesa da privacidade, a Folha acusa o governo Lula de usar a Abin para espionar diplomatas; reportagem cai como luva para o discurso oficial dos Estados Unidos, na linha de que “eu faço, mas todo mundo faz”; estranho, muito estranho.

Os Estados Unidos, como se sabe, estão na berlinda. Programas de espionagem em larga escala, colocados em prática pela Agência de Segurança Nacional, a NSA, vigiaram cidadãos e governos de países como Brasil, México, França, Espanha e Alemanha. Leia mais

3 de novembro de 2013
por esmael
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Espionagem: Aliada ao Brasil, Alemanha pode dar asilo a Snowden

do Brasil 247
A revista alemã Der Spiegel foi a publicação escolhida por Edward Snowden, técnico da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos, a NSA, para publicar um manifesto onde afirma algo incontestável: dizer a verdade não pode ser considerado um crime (leia mais aqui).

No entanto, mais do que simplesmente publicar o texto de Snowden, enviado à  revista de forma criptografada, a Spiegel tomou uma posição editorial: defendeu, na capa, que a chanceler alemã Angela Merkel conceda o asilo diplomático a ele. Embora já tenha obtido esse benefício da Rússia, Snowden se adaptaria melhor à  Alemanha. Além disso, sua presença no país ajudaria a desvendar os segredos da espionagem norte-americana.

Caso Merkel tome essa decisão, ela poderá fazer por Snowden algo que esteve diante também do Brasil. Em julho deste ano, quando vieram à  tona as primeiras informações sobre a espionagem americana sobre o governo Dilma, alguns senadores defenderam que o Brasil lhe desse asilo diplomático.

“A reação mais lógica e mais séria em relação a essa história da espionagem americana seria imediatamente conceder asilo ao Snowden. E nós teríamos condição de saber, nós e o mundo, com mais seriedade e transparência, o que realmente significou a espionagem. O Snowden é um herói dos Estados Unidos. Amanhã ou depois, a história vai se lembrar do Snowden, e não do Obama, que foi quem acabou sendo responsável pela espionagem na internet no mundo inteiro. à‰ uma vergonha que alguns países latino-americanos tenham oferecido, e nós fiquemos enrolando esse assunto”, disse o senador Roberto Requião (PMDB-PR).

No manifesto publicado neste fim de semana, Snowden alega ter prestado um serviço a vários países. “Em vez de causar danos, a informação que trouxe a público é útil, e isso está claro agora, porque reformas e leis estão sendo sugeridas”, escreveu ele. “Os cidadãos têm o direito de lutar contra a supressão de informações que lhe são essenciais. Aqueles que falam a verdade não estão cometendo nenhum crime.”

Até agora, já se sabe que, além do Brasil, México, Espanha, França e Alemanha também foram espionados. No caso alemão, foi mais grave, porque as interceptações atingiram o celular de Angela Merkel e o próprio secretário de Estado norte-americano, John Kerry, afirmou que a espionagem foi “longe demais”.

No entanto, isso não significa que os Estados Unidos estejam dispostos a perdoar Snowden. Neste domingo, Dan Pfeiffer, conselheiro da Casa Branca, declarou à  Associated Press que Snowden terá que retornar aos Estados Unidos para responder por crimes de traição e vazamento de informação confidencial.

Unidos por terem sido alvos da espionagem, as presidentes Dilma Rousseff e Angela Merkel apresentarão uma resolução conjunta à s Nações Unidas em defesa da privacidade dos governos e dos cidadãos.

26 de outubro de 2013
por esmael
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Espionados, Brasil e Alemanha se unem por resolução para a internet

NAà‡à•ES UNIDAS, 26 Out (Reuters) – Brasil e Alemanha estão preparando uma resolução para a Assembleia-Geral da ONU que vai exigir o fim da espionagem excessiva e da invasão de privacidade, depois que um ex-prestador de serviços da agência de inteligência dos Estados Unidas revelou grandes programas de vigilância internacionais, disseram diplomatas da ONU na sexta-feira.

A presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel, condenaram a espionagem generalizada feita pela Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA.

Acusações de que a NSA acessou dezenas de milhares de registros telefônicos franceses e monitorou o celular de Merkel têm causado indignação na Europa. A Alemanha disse na sexta-feira que vai enviar seus chefes de inteligência para Washington na próxima semana para buscar explicações da Casa Branca.

Em resposta à s divulgações sobre a espionagem dos EUA, muitos delas vindas do ex-técnico da NSA Edward Snowden, as delegações de Brasil e Alemanha na ONU começaram a trabalhar em um projeto de resolução para ser submetido à  Assembleia-Geral, de 193 países, afirmaram vários diplomatas da ONU à  Reuters.

“Esta resolução provavelmente terá um enorme apoio na AG (Assembleia-Geral), uma vez que ninguém gosta que a NSA os espione”, declarou um diplomata ocidental da ONU, sob condição de anonimato.

Resoluções da Assembleia-Geral não são vinculantes, ao contrário de resoluções do Conselho de Segurança, de 15 nações. Mas as resoluções da Assembleia que conseguem um amplo apoio internacional podem ganhar peso moral e político significativo.

Merkel pediu na quinta-feira que Washington faça um acordo de “não-espionagem” com Berlim e Paris até o final do ano, acrescentando que queria ação do presidente Barack Obama, não apenas pedidos de desculpas.

No mês passado, Dilma usou sua posição como primeira líder mundial a discursar na reunião anual da Assembleia-Geral para acusar os Estados Unidos de violar os dire

24 de outubro de 2013
por esmael
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Angela Merkel diz a Obama que espionagem entre aliados é inaceitável

Da Agência Brasil*A chanceler alemã, Angela Merkel, disse hoje (24), em sua chegada a Bruxelas para a reunião do Conselho Europeu, que espionagem entre amigos é algo que não se faz!, referindo-se ás escutas de que teria sido alvo por parte dos serviços secretos dos Estados Unidos.

Argumentando que a espionagem entre aliados é inaceitável e que a confiança deve ser restabelecida!, Angela Merkel informou que já teve oportunidade de dizer isso ao próprio presidente norte-americano, Barack Obama, ontem (23), em uma conversa por telefone.

O caso das escutas norte-americanas foi abordado hoje em Bruxelas por Angela Merkel e o presidente francês, François Hollande, em um encontro bilateral que antecedeu a Cúpula do Conselho da União Europeia, que vai até amanhã (25). Segundo o jornal Le Monde, foram interceptadas milhões de chamadas telefônicas na França pela Agência Nacional de Segurança (NSA) norte-americana.

O tema tornou-se o assunto dominante no início de reunião entre os chefes de Estado e de governo da União Europeia. O presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, confirmou que o tema vai ser discutido em alto nível – isto é, entre chefes de Estado e de governo, além de ministros.

Antes do começo do encontro, o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, ao ser questionado sobre o tema, enfatizou que, na União Europeia, o direito á privacidade é fundamental.

“Soubemos até recentemente o que é o totalitarismo e o que é a intromissão do Estado na vida privada”, disse Durão Barroso. O líder europeu deu como exemplo a ação da polícia política na ex-República Democrática da