Por Esmael Morais

Garganta Profunda de Londrina: ‘Corrupção na Educação do Paraná vai para o televisivo Fantástico’

Publicado em 25/06/2015

Governador Beto Richa continua a saga para “desbancar” William Bonner do Jornal Nacional; dia sim e outro também, tucano tem frequentado o telejornal global com pautas que envergonham os paranaenses -- menos a Assembleia Legislativa, que lhe rende obediência bovina; nesta quinta-feira (25), perdigueiros do programa dominical Fantástico investigam escândalo na Fundepar e SUDE, órgãos vinculados à Secretaria de Educação.

Governador Beto Richa continua a saga para “desbancar” William Bonner do Jornal Nacional; dia sim e outro também, tucano tem frequentado o telejornal global com pautas que envergonham os paranaenses — menos a Assembleia Legislativa, que lhe rende obediência bovina; nesta quinta-feira (25), perdigueiros do programa dominical Fantástico investigam escândalo na Fundepar e SUDE, órgãos vinculados à Secretaria de Educação.

Uma equipe de perdigueiros do programa Fantástico, da TV Globo, circula com desenvoltura nos arredores do Centro Cívico. O material também poderá ser aproveitado pela emissora carioca no Jornal Nacional. A pauta não poderia ser outra: corrupção no governo Beto Richa (PSDB).

A informação é de ‘Garganta Profunda de Londrina’, um privilegiado X-9 do Blog do Esmael com acesso ao 3º andar do Palácio Iguaçu, na antessala do governador Beto Richa (PSDB).

Pois bem, a bola da vez são os escândalos na Secretaria de Educação (SEED), mais precisamente no órgão vinculado chamado Instituto de Desenvolvimento Educacional (Fundepar) – recriado no início deste ano.

Temendo a repercussão, o Palácio Iguaçu convocou às pressas coletiva de imprensa para explicar o quiproquó envolvendo mais um amigo (de tênis) do governador tucano, Maurício Jandoi fanini Antonio, conhecido como “Mamão Verde”.

A história foi contata em primeira mão no dia 7 de junho, em meio à greve dos educadores que lutavam pelo reajuste na data-base de 8,17% (clique aqui para relembrar).

O que chamou a atenção nesse novíssimo escândalo (sim, têm vários!) foi a exoneração do superintendente da SUDE (Superintendência de Desenvolvimento Educacional), Jaime Sunye, um enxadrista conhecido nacionalmente, que denunciou a tramoia toda.

A suspeita é de corrupção na medição e no pagamento de obras escolares não executadas. Igualmente se suspeita que parte do dinheiro fora destinada a campanhas eleitorais.

O assunto tomou proporções nacionais porque envolve recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).