28 de agosto de 2018
por Esmael Morais
Comentários desativados em Candidato na chapa de Bolsonaro é agredido no centro de Curitiba

Candidato na chapa de Bolsonaro é agredido no centro de Curitiba

O ex-vereador Professor Galdino (PSL), candidato a deputado estadual na chapa do presidenciável Jair Bolsonaro, foi espancado hoje (28) no centro de Curitiba. ... 

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15 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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“PSDB repudia agressão à vereadora, mas bater em professor pode!”

psdb_agressao_professoresJustíssima a posição do PSDB de Curitiba, que reprovou a agressão do vereador Prof. Galdino a também vereadora Carla Pimentel (PSC). Mas é lamentável que o partido não tenha tomada a mesma atitude contra o governador Beto Richa (PSDB), que, em 29 de abril de 2015, ordenou o massacre de 213 professores no Centro Cívico. Leia mais

14 de setembro de 2016
por Esmael Morais
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Vereadora evangélica acusa colega do PSDB de atacá-la sexualmente na Câmara de Curitiba

galdino_preso_carlaA vereadora Carla Pimentel (PSC), da Bancada Evangélica na Câmara Municipal de Curitiba, na manhã desta quarta (14), denunciou que foi atacada “física e sexualmente” pelo também vereador Professor Galdino (PSDB). Abaixo, assista ao vídeo. Leia mais

18 de agosto de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Marcelo Araújo: Uma conversa franca com o Prefeito

Marcelo Araújo*

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Hoje pretendo ter uma conversa franca com nosso prefeito Gustavo Fruet (PDT) sobre um de seus colaboradores, pois se a comida não está boa não adianta discutir na cozinha, melhor falar com o gerente.

Sua colaboradora responsável pelo trânsito fez uma representação criminal contra mim e a deixou em edital ao lado do relógio-ponto dos agentes. Essa desnecessária exposição poderia se constituir numa forma de intimidação a mim ou aos agentes, alguma forma infantil de demonstração de força, mas acabou expondo a fragilidade e despreparo de sua equipe.

Para que tal documento não vire motivo de chacota vou sugerir que seja retirado dessa exposição ridícula. Explico os motivos:

1 – A crítica ou opinião contrária à atuação estatal é exercício democrático da liberdade de expressão, não consistindo em crime contra a honra. O cidadão tem o direito pleno de fiscalizar a atuação estatal e se opor ao que considerar errado. A crítica a procedimentos públicos inadequados não encerra animus difamandi, ao contrário, se volta para o aperfeiçoamento dos poderes públicos.

2 – Após decisão do STF, declarando a inconstitucionalidade da Lei de Imprensa, não há que se falar, de acordo com a melhor doutrina, em crime contra a honra de Órgão Público. É efetivo que o agente público pode ser vítima de difamação, mas não o Órgão Público referido genericamente. A referência genérica acaba por revelar a crítica à atuação estatal. Além do mais o Executivo Municipal se manifesta em juízo através da Procuradoria do Município, cujo procurador é muito competente mas foi preterido. Também não creio que haja outorga de poderes para falar em nome de toda uma equipe.

3 – Difamação é infração penal de menor potencial ofensivo, de competência do Juizado Especial Criminal, não havendo justificativa para a apuração pela Procuradoria Geral de Justiça, ensejando tão somente a lavratura de termo circunstanciado, notadamente quando o noticiado não possui foro privilegiado. Sou cidadão comum, meu caso seria de delegacia, mas passo a acreditar que a quantidade de candelas do brilho faz algumas pessoas menos iluminadas a me ver maior que sou.

4 – A notitia criminis que objetiva a instauração de investigação por crime contra a honra, deve trazer mínimos elementos probatórios, sob pena de inexistir justa causa para a apuração fática. Em síntese, se existe vídeo ou áudio, tal elemento deve ser apresentado e não apenas referido. A inexistência de dados empíricos mínimos leva ao necessário arquivamento da pretensão.

Não falei em cotas e muito menos fiz referência a qualquer pessoa. A reportagem, no caso concreto, abordou um caso de várias autuações que foram feitas por um dos agentes recentemente reintegrado aos quadros, e que qualquer pessoa perceberia a impropriedade das autuações, basta apurar.

Mas, para afastar qualquer suspeita que os agentes possam estar sofrendo pressões ou sendo vítimas de ‘bullying’ devido ao pequeno número de autuações (como os agentes da CET/SP denunciaram recentemente) basta informar o número de autuações mês a mês de janeiro/15 a julho/15, bem como quais foram os agentes que mais autuaram nos últimos 2 meses, e quantas autuações esses mesmos agentes fizeram no início do ano.

Vereador Professor Gaudino (PSD Leia mais

31 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Beto Richa e pré-candidato Professor Galdino “afrouxaram o sutiã” na convenção do PSDB de Curitiba

richa_psdb_curitibaComo o Blog do Esmael havia antecipado ontem (30), o governador Beto Richa (PSDB) não compareceu neste domingo (31) à convenção municipal do PSDB de Curitiba. O tucano temia vaias e coro de “Fora Beto Richa” até no ninho da capital paranaense. ... 

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30 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Com medo de vaias, Beto Richa cogita faltar à convenção do PSDB de Curitiba

richa_galdino_juraciPara o governador Beto Richa, o seguro já morreu de velho. ... 

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10 de setembro de 2014
por Esmael Morais
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Briga de cachorro: Vereador do PSDB acusa àlvaro de “plágio” ao mostrar Poodle no horário eleitoral

Vereador curitibano Professor Galdino, candidato a estadual pelo PSDB, acusa o colega de ninho e senador àlvaro Dias de "plagiá-lo" no horário eleitoral gratuito; veterano senador surgiu nesta terça-feira (10), à  tarde, abraçado a um Poodle!; Galdino tem pautado sua campanha na defesa dos cachorros desde o início no programa político; ele também tem aparecido na TV com um "Poodle! no colo; Ricardo Gomyde, candidato ao Senado pelo PCdoB, aproveitou a polêmica para dar uma sapecada nos candidatos do PSDB; segundo o comunista, os tucanos não entendem nada de gente, votam contra programas sociais que beneficiam a sociedade, por isso exibem

Vereador curitibano Professor Galdino, candidato a estadual pelo PSDB, acusa o colega de ninho e senador àlvaro Dias de “plagiá-lo” no horário eleitoral gratuito; veterano senador surgiu nesta terça-feira (10), à  tarde, abraçado a um Poodle!; Galdino tem pautado sua campanha na defesa dos cachorros desde o início no programa político; ele também tem aparecido na TV com um “Poodle! no colo; Ricardo Gomyde, candidato ao Senado pelo PCdoB, aproveitou a polêmica para dar uma sapecada nos candidatos do PSDB; segundo o comunista, os tucanos não entendem nada de gente, votam contra programas sociais que beneficiam a sociedade, por isso exibem “cachorrinhos de madame” no horário eleitoral.

Está dando um quiproquó danado no PSDB do Paraná o programa eleitoral do senador àlvaro Dias, que foi ao ar na tarde desta terça-feira (10). O parlamentar surgiu na televisão com um ‘cachorro de madame’, um Poodle, nos braços, para explicar uma lei de sua autoria que proíbe utilizar os animais como cobaias de laboratório. ... 

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17 de julho de 2014
por Esmael Morais
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TRE cassa em Curitiba vereador considerado o mais chato do Brasil

Considerado pelo PT o político mais chato do país, o vereador curitibano Professor Galdino (PSDB) teve o diploma cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná. Agora, na Câmara Municipal, já é grande a disputa pelo título do tucano.

Galdino conseguiu a “condecoração” em 2012, quando instalou seu comitê eleitoral ao lado de um comitê do PT. O vereador tucano acabou com a paz dos petistas no pedaço. Galdino, desde as primeiras horas do dia, ligava aquele jingle grudento Professor Galdino, 45021, pocotó, pocotó, pocotó!¦!. O moço também gostava de assumir o microfone até altas horas da noite.

Mas não foi a chatice que derrubou o vereador Galdino. Segundo o Ministério Público Eleitoral (MPE), Galdino estava com os direitos políticos suspensos por causa de uma condenação por crime eleitoral e não poderia ter sido diplomado.(Abaixo, assista ao vídeo).

O caso é de desacato à  autoridade, que ocorreu em julho de 2011, quando o parlamentar fazia campanha no município de Bituruna, no sul do Paraná. Assim como a campanha realizada em nome próprio e buscando a eleição para vereador, Galdino buscava chamar a atenção dos eleitores para o candidato a prefeito do município, Rodrigo Rossoni, filho do deputado estadual Valdir Rossoni, com uma bicicleta e som alto. A denúncia contra o vereador foi protocolada pelo Ministério Público Eleitoral porque Galdino teria se recusado a atender um pedido do chefe do cartório eleitoral da cidade.

O vereador foi condenado a 3 meses e 15 dias de detenção em regime aberto, mas teve a pena substituída por prestações de serviços à  comunidade. Além disso, teve que pagar multa que corresponde a menos de um décimo do salário mínimo. Galdino ainda poderá recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O vereador do PSDB se considerava! uma ave no início do mandato, mas agora acredita ser a própria eguinha pocotó!. Assista ao vídeo com a musiquinha de Prof. Galdino e tire suas conclusões:

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5 de fevereiro de 2014
por Esmael Morais
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Professor Galdino, aquele que acredita ser uma ave, pode ser cassado pela Justiça Eleitoral

via Bandnews FM
O vereador Professor Galdino (PSDB), de Curitiba, pode perder o mandato. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não aceitou o recurso, apresentado em habeas corpus pelos advogados Guilherme Brenner Lucchesi e Celso da Silva Labres, contra um pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) de cassação do mandato. Portanto, a decisão anterior está mantida. Segundo o MPE, Galdino estava com os direitos políticos suspensos por causa de uma condenação por crime eleitoral e não poderia ter sido diplomado.

O caso é de desacato à  autoridade, que ocorreu em julho de 2011, quando o parlamentar fazia campanha no município de Bituruna, no sul do Paraná. Assim como a campanha realizada em nome próprio e buscando a eleição para vereador, Galdino buscava chamar a atenção dos eleitores para o candidato a prefeito do município, Rodrigo Rossoni, filho do deputado estadual Valdir Rossoni, com uma bicicleta e som alto. A denúncia contra o vereador foi protocolada pelo Ministério Público Eleitoral porque Galdino teria se recusado a atender um pedido do chefe do cartório eleitoral da cidade.

O vereador foi condenado a 3 meses e 15 dias de detenção em regime aberto, mas teve a pena substituída por prestações de serviços à  comunidade. Além disso, teve que pagar multa que corresponde a menos de um décimo do salário mínimo.

O vereador Professor Galdino não foi encontrado para dar entrevista.

O Tribunal Regional Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral foram procurados pela reportagem da BandNews e devem confirmar os próximos prazos do processo.

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