8 de março de 2019
por Esmael Morais
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Em todo país, 8 de Março homenageia Marielle e exige punição para assassinos

Os atos e marchas neste Dia Internacional da Mulher (8M) em todo o país resgatam a memória da ex-vereadora do PSOL, Marielle Franco – cujo assassinato por milicianos vai completar 1 ano sem solução no próximo dia 14– e contra as políticas do governo Bolsonaro,  a denúncia do feminicídio e a proposta da ‘reforma’ Previdência, que prejudica as mulheres. ... 

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7 de março de 2019
por Esmael Morais
Comentários desativados em Em todo o país, mulheres nas ruas no 8 de Março por direitos e contra Bolsonaro

Em todo o país, mulheres nas ruas no 8 de Março por direitos e contra Bolsonaro


O Dia Internacional da Mulher será marcado por manifestações em todo o país nesta sexta-feira (8) em defesa das bandeiras da igualdade direitos e contra as ameaças que o governo Bolsonaro representa para as mulheres, o combate à violência, ao feminicídio e de mobilização para impedir a ‘reforma’ da previdência, que penaliza a mulher trabalhadora. ... 

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10 de agosto de 2018
por editor
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Brasil bate recorde de assassinatos e de violência contra mulheres

O Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) divulgou ontem (9) o Anuário Brasileiro de Segurança Pública referente a 2017. O relatório aponta um novo recorde de mortes violentas, com 63.880 casos. Isso significa que 175 pessoas são mortas violentamente por dia no Brasil, um acréscimo de 2,9% em relação a 2016. ... 

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9 de novembro de 2015
por Esmael Morais
18 Comentários

Coluna da Gleisi Hoffmann: É por Dilma, pela mulher, pela dignidade feminina

Gleisi Hoffmann*

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Mais uma vez, a presidenta Dilma foi agredida e desrespeitada em sua condição de mulher. Uma ação grosseira, com uma tatuagem ofensiva à dignidade feminina, tal qual o adesivo machista para tanque de gasolina feito meses atrás.

Esse ataque a Dilma não tem nada de crítica política, protesto oposicionista, liberdade de expressão. É crime e ofende a todas nós, mulheres, independente de posição política. É a representação mais bruta, grotesca e animalesca que se pode ter: a ação masculina sob forma de violência sexual, acontecendo bem diante de nossos olhos.

Estamos em pleno 2015 e assistimos a ações impensadas contra as mulheres. A Câmara dos Deputados quer retroceder em direitos conquistados, com discurso falso moralista, de ataque a questões de gênero, além de vermos sistematicamente deputados agredindo suas colegas de mandato.

O Enem deu um passo importantíssimo no debate a violência contra a mulher ao colocá-la como tema de sua redação. Sete milhões de jovens pensaram e escreveram sobre isso. Tivemos reações críticas inimagináveis, alegando-se direcionamento ideológico por parte do MEC. É como se a violência contra a mulher não fosse fato real e corriqueiro em nossa sociedade. Sobrou até para Simone de Beauvoir.

Como não ficar triste ao relembrar centenas, milhares de casos de violência sexual e física seguida de morte de mulheres, muitas meninas, sem solução. Essa permissividade de parte da sociedade brasileira com a violência contra a presidenta é responsável também pela impunidade nos casos de homicídios, feminicídios agora, contra nossa população feminina.

Só no Paraná, nosso Estado, terceiro no ranking da violência contra a mulher, sobram casos não esclarecidos e não punidos contra nossas meninas. São os casos de Raquel, Tayná, Giovana, Elisabeth, Cecília, Alessandra, Julia… Sem contar os casos contra as mulheres jovens e adultas, principalmente aqueles que pretendem se esconder atrás de motivos ditos passionais, que graças à legislação mais moderna que temos hoje no Brasil, não prosperam.

Os homicídios, feminicídios agora, por “amor”, ciúme, “posse”… A maioria está vegetando em gavetas de delegacias, promotorias, juizados. O que podemos fazer em relação a isso? Não cabem as forças tarefas, tão utilizadas pelo Ministério Público, Polícia, para apurar casos de outras áreas. Recebem até nomes glamourosos e criativos. Por que não fazem isso em relação as nossas meninas, as nossas mulheres?!

Infelizmente, a cultura do estupro, da violência contra a mulher, da pedofilia, do machismo, está entranhada em nossa sociedade. Os homens, mesmo os que não são opressores, estão sentados em cima de privilégios históricos e sociais que os deixam, num primeiro momento, cegos para as injustiças que as mulheres sofrem todos os dias.

Precisamos lutar contra isso! Contra a cultura da agressão sexual, contra a cultura de qualquer agressão. Se nos calamos diante dos ataques e desrespeito à mulher que preside o nosso país, com certeza não teremos força, como está acontecendo, para cobrar punição a todos os outros casos. A solidariedade aqu Leia mais