20 de agosto de 2016
por esmael
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Dilma sofre processo de impeachment só porque ela é mulher, acusa Gleisi

gleisi_giro_dilmaA senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em entrevista ao programa “Giro com Willian Corrêa” da TV Cultura, em Brasília, acusou a “misoginia” de estar por trás do golpe contra a presidente Dilma Rousseff. Abaixo, assista ao vídeo:

12 de agosto de 2016
por esmael
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Ministro trapalhão da Saúde leva sabugada da própria filha; assista ao vídeo

vic_ricardo_cidaA pré-candidata à Prefeitura de Curitiba, Maria Victória (PP), filha do ministro trapalhão da Saúde, Ricardo Barros, deu uma sabugada no pai ao contestá-lo sobre a afirmação de que os homens procuram menos serviço médico por “trabalharem mais do que as mulheres” e serem provedores do lar. Abaixo, assista:

3 de agosto de 2016
por esmael
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A misoginia d’O Antagonista

vanessa_antagonista_gleisi“O Antagonista”, espécie de assessoria de Michel Temer (PMDB) e do golpe, é um site misógino. O Blog do Esmael selecionou algumas postagens do dia de ontem (2) contra as senadoras Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e Gleisi Hoffmann (PT-PR).

9 de Abril de 2016
por esmael
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Escândalo Andrade Gutierrez/PSDB: veja como a mídia golpista manipula a informação da Vaza Jato

estadao_aecio_AG_dilmaO mau-caratismo e seletividade da velha mídia golpista e de seus miquinhos amestrados da Vaza Jato podem ser explicados — e detalhados — pela própria velha mídia golpista. A manipulação é tosca e escandalosa ao mesmo tempo.

O Blog do Esmael resgatou do fundo do baú neste sábado (9) uma reportagem do Estadão, datada de 7 de outubro de 2015, sobre troca de mensagens no WhatsApp entre a cúpula da empreiteira Andrade Gutierrez.

O distinto leitor ficará chocado com os conteúdos machistas, sexistas e misóginos dos diálogos que têm como alvo a presidente Dilma Rousseff na véspera e no dia do segundo turno — 26 de outubro de 2014.

As conversas abaixo foram resgatadas pela Polícia Federal na Vaza Jato.

“É agora… O tema corrupção….A mulher está nervosa demais….Agora o homem moeu a gorda de perna aberta”, disse Anuar Caram, que foi logo respondido por Ricardo Sá: “Fora sapa com cara do satanás!!!”.

10 de dezembro de 2015
por esmael
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Comentário sexista faz ministra jogar vinho na cara do tucano José Serra

do Brasil 247

Ministra da Agricultura, Kátia Abreu, jogou uma taça de vinho no rosto do senador José Serra (PSDB-SP) durante um jantar de fim de ano realizado na casa do senador Eunício Guimarães (PMDB-CE), no qual também estava presente o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP).

Incidente teria acontecido quando a ministra conversava com alguns dos senadores presentes na confraternização. Segundo Kátia, Serra “simplesmente chegou numa roda em que não tinha sido chamado, sem mais nem menos” e teria afirmado que “dizem por aí que você é muito namoradeira”. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) ainda teria alertado o senador tucano. “Serra, a ministra se casou neste ano”, teria dito.

Irritada, Kátia Abreu enquadrou José Serra. “Você é um homem deselegante, descortês, arrogante, prepotente. É por isso que você nunca chegará à Presidência da República”, disparou. : “E, de mais a mais, nunca traí ninguém na minha vida”, emendou. Em seguida, jogou o vinho na cara do senador tucano e pediu que ele se retirasse do local.

Kátia disse que o quiprocó entre ela e Serra não tem ligação alguma com o fato de estarem em lados opostos quanto ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Enquanto o tucano atua para afastar a presidente, Kátia é ministra e amiga pessoal de Dilma.

9 de novembro de 2015
por esmael
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Coluna da Gleisi Hoffmann: É por Dilma, pela mulher, pela dignidade feminina

Gleisi Hoffmann*

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Mais uma vez, a presidenta Dilma foi agredida e desrespeitada em sua condição de mulher. Uma ação grosseira, com uma tatuagem ofensiva à dignidade feminina, tal qual o adesivo machista para tanque de gasolina feito meses atrás.

Esse ataque a Dilma não tem nada de crítica política, protesto oposicionista, liberdade de expressão. É crime e ofende a todas nós, mulheres, independente de posição política. É a representação mais bruta, grotesca e animalesca que se pode ter: a ação masculina sob forma de violência sexual, acontecendo bem diante de nossos olhos.

Estamos em pleno 2015 e assistimos a ações impensadas contra as mulheres. A Câmara dos Deputados quer retroceder em direitos conquistados, com discurso falso moralista, de ataque a questões de gênero, além de vermos sistematicamente deputados agredindo suas colegas de mandato.

O Enem deu um passo importantíssimo no debate a violência contra a mulher ao colocá-la como tema de sua redação. Sete milhões de jovens pensaram e escreveram sobre isso. Tivemos reações críticas inimagináveis, alegando-se direcionamento ideológico por parte do MEC. É como se a violência contra a mulher não fosse fato real e corriqueiro em nossa sociedade. Sobrou até para Simone de Beauvoir.

Como não ficar triste ao relembrar centenas, milhares de casos de violência sexual e física seguida de morte de mulheres, muitas meninas, sem solução. Essa permissividade de parte da sociedade brasileira com a violência contra a presidenta é responsável também pela impunidade nos casos de homicídios, feminicídios agora, contra nossa população feminina.

Só no Paraná, nosso Estado, terceiro no ranking da violência contra a mulher, sobram casos não esclarecidos e não punidos contra nossas meninas. São os casos de Raquel, Tayná, Giovana, Elisabeth, Cecília, Alessandra, Julia… Sem contar os casos contra as mulheres jovens e adultas, principalmente aqueles que pretendem se esconder atrás de motivos ditos passionais, que graças à legislação mais moderna que temos hoje no Brasil, não prosperam.

Os homicídios, feminicídios agora, por “amor”, ciúme, “posse”… A maioria está vegetando em gavetas de delegacias, promotorias, juizados. O que podemos fazer em relação a isso? Não cabem as forças tarefas, tão utilizadas pelo Ministério Público, Polícia, para apurar casos de outras áreas. Recebem até nomes glamourosos e criativos. Por que não fazem isso em relação as nossas meninas, as nossas mulheres?!

Infelizmente, a cultura do estupro, da violência contra a mulher, da pedofilia, do machismo, está entranhada em nossa sociedade. Os homens, mesmo os que não são opressores, estão sentados em cima de privilégios históricos e sociais que os deixam, num primeiro momento, cegos para as injustiças que as mulheres sofrem todos os dias.

Precisamos lutar contra isso! Contra a cultura da agressão sexual, contra a cultura de qualquer agressão. Se nos

22 de setembro de 2015
por esmael
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“Meio prefeito” que fecha a prefeitura não merece ser reeleito

marcel_betoO presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP) e prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheleto (PSDB), declarou apoio às medidas que cortam R$ 400 milhões das prefeituras paranaenses. Isto mesmo! O gajo anunciou ser favorável ao “pacote de maldades 3” do governador Beto Richa (PSDB).

Para Micheleto, política também é “esquizofrenia” pois orientou dezenas de prefeituras a cerrarem as portas ontem (21) em protesto contra diminuição repasses de recursos pelo governo federal.

13 de julho de 2015
por esmael
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Garganta Profunda de Londrina: ‘Sciarra deverá ocupar a Secretaria de Representação em Brasília’

rossoni_richa_roma_sciarraNem Copel nem Secretaria da Infraestrutura.

Garganta Profunda de Londrina relata que o destino do atual chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), será o Escritório da Representação do Paraná em Brasília. Até o final deste mês, o quarto andar do Palácio Iguaçu terá como titular o “biscatão” deputado federal Valdir Rossoni (PSDB).

Garganta Profunda de Londrina conta com exclusividade aos leitores do Blog do Esmael detalhes do encontro ocorrido na manhã desta segunda-feira (13) entre o governador Beto Richa (PSDB) e Rossoni.

De acordo com o informante, Sciarra será “exilado” em Brasília com a tarefa de prorrogar o contrato do ‘pedágio mais caro do mundo’ haja vista a resistência de boa parte da bancada federal paranaense.

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), ao Blog do Esmael, contestou as informações de Garganta Profunda. “Não existe esse movimento de troca na Casa Civil”, jurou.

12 de julho de 2015
por esmael
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Em crise, Beto Richa pode trocar esta semana o chefe da Casa Civil

Deputado federal Valdir Rossoni deverá assumir a chefia da Casa Civil; palacianos relatam que o atual titular da pasta, Eduardo Sciarra, perdeu a iniciativa política depois do massacre dos professores; "Ele tem priorizado os negócios a articulação do governo", relata Garganta Profunda de Londrina, informante do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu.

Deputado federal Valdir Rossoni deverá assumir a chefia da Casa Civil; palacianos relatam que o atual titular da pasta, Eduardo Sciarra, perdeu a iniciativa política depois do massacre dos professores; “Ele tem priorizado os negócios a articulação do governo”, relata Garganta Profunda de Londrina, informante do Blog do Esmael no Palácio Iguaçu.

Desgastado na opinião pública após os pacotes de maldades e o massacre no Centro Cívico, em abril, o governador Beto Richa (PSDB) planeja agora reconstruir sua imagem política a partir do “zero”. O primeiro passo, já decidido, será trocar o atual chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), pelo deputado federal Valdir Rossoni (PSDB). Leia mais

3 de junho de 2015
por esmael
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No meio da crise, chefe da Casa Civil abandona barco do tucano Beto Richa

O chefe da Casa Civil, Eduardo Sciarra (PSD), vem sendo acusado por setores do Palácio Iguaçu de “abandonar o barco” do governador Beto Richa (PSDB) em meio à crise com professores e servidores públicos em greve.

Sciarra viajou com a esposa para Itália, em férias, mesmo tendo ingressado no cargo somente 20 dias após o início desta segunda gestão do governo tucano. Ou seja, esta é a segunda vacância em menos de seis meses de nomeação.

O jornalista Alexandre Teixeira é quem está exercendo interinamente a chefia da Casa Civil (vide a assinatura no decreto de exoneração do procurador-geral do Estado Ubirajara Ayres Gasparin).

Eduardo Sciarra perdeu força política em meio à crise depois que o deputado Tadeu Veneri (PT), líder da oposição, na tribuna da Assembleia, o acusou de ordenar a polícia militar a “meter bomba” nos professores, no dia 29 de abril, cumprindo ordens do governador do PSDB.

Em virtude de o comandante abandonar o barco, o deputado federal Valdir Rossoni, ex-presidente da Assembleia, voltou a sonhar com o cargo de chefe da Casa Civil. No entanto, um deputado estadual governista ironizou a vontade do tucano: “O biscatão não tem chances!”, disse, referindo-se ao episódio em que o ex-presidente do PSDB xingou uma professora de “biscate”.

26 de Maio de 2015
por esmael
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Depois de chamar professora de “biscate”, Rossoni é defenestrado da presidência do PSDB do Paraná

rossoni_traiano_PSDBO deputado federal Valdir Rossoni, ex-presidente da Assembleia Legislativa, foi defenestrado da presidência do PSDB do Paraná dez dias depois de, num bate-boca no Facebook, xingar de “biscate” a professora curitibana Adriane Sobanski.

Os tucanos alçaram ao comando do ninho paraense o atual presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano, que vinha ocupando o cargo de secretário-geral na sigla.

“Biscate” na linguagem popular significa pessoa que faz serviço ocasional, mulher de vida fácil, vadia ou puta.

Na esteira da perda de compostura do parlamentar tucano, a senadora Gleisi Hoffmann (PT) protocolou na semana passada uma representação contra Rossoni à Procuradoria da Mulher na Câmara dos Deputados.

18 de Maio de 2015
por esmael
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Coluna da Gleisi Hoffmann: O massacre da educação, o machismo do PSDB e a representação contra o presidente tucano na Câmara

Gleisi Hoffmann*

O deputado Valdir Rossoni, presidente do PSDB do Paraná, tratou de maneira desrespeitosa e até violenta a professora Adriane Sobanski nas redes sociais neste sábado. Na falta de argumentos, mandou mensagem pelo Facebook chamando-a de “biscate”.

A atitude do deputado não é inédita. Em 2010 chamou a estudante Vanessa Brito, pelo Twitter, de “mal amada”. Seu colega de partido, que o sucedeu na presidência da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano, faz questão de postar fotos na rede ladeado por assessoras, querendo mostrar poder e virilidade.

Parece da gene de comandantes do PSDB a subjugação das mulheres. As atitudes dos deputados são coerentes com a postura do governador Beto Richa de querer justificar e tratar como normal o massacre aos professores, no dia 29 de abril. Aliás, professoras, porque as mulheres são maioria nesta categoria profissional. Assim como são maioria as trabalhadoras na educação e uma porção muito grande em outras áreas do funcionalismo. As vítimas na praça no dia 29 de abril foram, em sua maioria, as mulheres.

A violência, física ou verbal, é inaceitável. Contra a mulher, a violência é ainda pior. Quando essa agressão parte de um parlamentar, que se vale da sua condição para intimidar ou atacar a vida pessoal de alguém, temos a combinação de violência covarde com abuso de poder. Assim como quando parte de um governador, cuja obrigação é defender e dar condições de trabalho ao funcionalismo, mas autoriza a agressão, sabendo, inclusive, que se tratava de uma manifestação pacífica e majoritariamente feminina.

Atitudes como essas não podem ser ignoradas, toleradas nem chanceladas. Não podem ser reduzidas a “mal entendidos” ou ser silenciadas com pedidos vazios de desculpas, que legitimam que outras agressões sejam cometidas diariamente contra as mulheres em suas mais distintas e perversas faces.

Como diz o antropólogo Matthew Gutmann, em uma ótima entrevista que deu ontem à Folha de São Paulo: “Enquanto pensarmos que comportamentos masculinos como agressividade ou apetite sexual (como motivo para estupro) são biológicos, perderemos o foco das questões sociais e culturais, que são as que precisam ser resolvidas… Os homens só se comportarão de forma diferente se forem confrontados e punidos.”

Por isso temos de denunciar e buscar responsabilização de fatos como estes. O governo de Beto Richa, ele inclusive, já está sendo investigado por abuso e desrespeito aos direitos humanos, seja pelo Ministério Público ou pelo sistema de Direitos Humanos em várias esferas.

Assim também terá de responder o deputado Valdir Rossoni. Representarei contra ele, com outras parlamentares, à Procuradoria da Mulher na Câmara dos Deputados, para que se tomem as providênc

16 de Maio de 2015
por esmael
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Presidente do PSDB do Paraná xinga professora de “biscate” pelo Facebook

rossoni_biscateO presidente estadual do PSDB do Paraná, deputado federal Valdir Rossoni (PSDB), neste sábado (16), perdeu a compostura ao xingar pelo Facebook a curitibana professora Adriane Sobanski de “biscate”.

A revelação é da jornalista cascavelense Laís Lainy, em seu blog, o diálogo “inbox” entre a professora e parlamentar tucano.

“Biscate” na linguagem popular significa pessoa que faz serviço ocasional, mulher de vida fácil, vadia ou puta.

O bate-boca entre o deputado e a professora teve início por causa das provocações do tucano, que chamou a presidenta Dilma Rousseff (PT) de “fraca”, “incompetente” e de “enganadora”.

Ex-presidente da Assembleia Legislativa, Rossoni é cotado para assumir uma secretaria no governo Beto Richa (PSDB).

O parlamentar tucano poderá ser indicado ou para a Secretaria da Educação ou para a Casa Civil, cujo cargo ele disputa “na faca” com o atual titular Eduardo Sciarra (PSD).

A atitude sexista e machista do deputado está gerando protestos nas redes sociais desde a manhã de hoje.

Rossoni é reincidente no machismo. Em 2010, pelo Twitter, ele chamou a então estudante Vanessa de Brito de “mal amada”. Na época, houve protestos contra a declaração do deputado.

A seguir, leia a íntegra do relato no blog de Laís Lainy:

11 de Fevereiro de 2014
por esmael
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Prefeita de Campo Mourão denuncia armação política! do Palácio Iguaçu contra Gleisi Hoffmann

Regina Dubay (PR) é prefeita do município de Campo Mourão, região Centro-Oeste do Paraná. Primeira mulher a governar a cidade, nas eleições de 2012 ela derrotou no “olho clínico” o ex-prefeito Taulio Tezelli (PPS) — compadre do líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno, o homem do “voto limpo”.

A prefeita foi eleita com apoio da então ministra-chefe da Casa Civil, agora senadora Gleisi Hoffmann (PT), e do senador Roberto Requião (PMDB).

Pois bem, Regina, uma pedagoga de 45 anos, começou fevereiro dentro de um verdadeiro turbilhão. Denúncias na velha mídia apontando a existência de uma quadrilha! agindo na Prefeitura mourãoense a pegou de surpresa. Em um primeiro momento, atônita, chorou. No segundo, determinou rigor na apuração dos fatos. Por último, foi atrás das digitais do ataque à  sua administração.

Regina Dubay enxergou dedo do Palácio Iguaçu, sede do governo estadual, na “armação” triangulada pelo PSDB, Solidariedade e PPS para tirá-la do cargo. A prefeita vê sexismo na ação dessas forças políticas, pois, além de atingir a ela própria, as denúncias visam macular a imagem da senadora Gleisi Hoffmann — de quem é coordenadora da pré-campanha ao governo do Paraná.

“Por que o Gaeco não agiu com a mesma vontade em relação à  denúncia de propina de R$ 500 mil para Pepe Richa, o irmão do governador, conforme denúncia da revista Istoà‰? Ninguém viu a mesma destreza dos agentes no caso do secretário da Infraestrutura”, comparou prefeita.

Apesar da forte crítica ao Gaeco, Regina se coloca à  disposição do órgão e da Justiça para provar a “armação política” contra sua gestão na Prefeitura de Campo Mourão. “Os coronéis da cidade ainda não se conformam de terem perdido a eleição para uma mulher. Eles têm uma visão sexista do mundo, machista”, dispara.

A prefeita Regina Dubay diz que tem mais um motivo para acreditar numa armação política! para desestabilizá-la, pois, segundo ela, seu vice e principal conspirador, Rodrigo Salvadori, é do mesmo partido do deputado Fernando Francischini !“ o Solidariedade (SDD).

A seguir, leia a íntegra da nota oficial da prefeita Regina Dubay:

Nota Oficial

Diante dos fatos acontecidos envolvendo servidor da Secretaria da Saúde, e surpreendida pela notícia de que o vice-prefeito Rodrigo Salvadori entregou pedido de exoneração do cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico, e ainda pensando no povo de Campo Mourão e no trabalho que estamos fazendo para o desenvolvimento de nossa cidade,

Venho de público esclarecer:

-Quanto ao delito penal que querem impor aos servidores desta administração sobre fatos ocorridos na Secretaria da Saúde e que culminaram com a prisão de um servidor: ainda não tomei conhecimento total do processo que está na Gaeco, mas desde quarta-feira já nos colocamos à  disposição para colaborar a ajudar no esclarecimento dos fatos ocorridos e pronta a tomar as medidas que se façam justas para estabelecer a verdade e a ordem. Até o momento temos apenas as informações obtidas através da imprensa. Mesmo assim, já determinei a Procuradoria Geral do Município que acompanhe pessoalmente todo procedimento junto a Gaeco e instaure imediatamente uma sindicância para apurar os fatos noticiados. Estamos a total disposição da justiça para prestar esclarecimentos ou apresentar as informações e documentos solicitados para elucidar o mais breve possível este incidente.

-Não me omiti das minhas funções em momento algum e tenho cumprido minha agenda de trabalho como espera o povo Mourãoense que me elegeu. Estive, na quinta-feira e sexta-feira em Curitiba com reuniões no Detran e DNIT, no sábado entreguei ambulâncias na cidade, e viajo para Brasília neste começo da semana com agenda importante no Ministério das Cidades, tratando de projetos de moradias, entre outros compromissos com o Governo Federal agendados desde o final de 2013.

-Nunca fui procurada por nenhum funcionário reclamando ou denunciando a prática de recolhimento de dinheiro dos cargos comissionados na prefeitura, muito menos por meu vice-prefeito.

-Quanto à  atitude do vice e ex-secretário Rodrigo Salvadori, afirmo que me senti traída e desrespeitada. Respeito a decisão que ele tomou, mas não concordo com a forma nem com as suas justificativas. Ele me devia, no mínimo respeito e lealdade ao anunciar sua saída do Governo, antes fazer isso diretamente nos órgãos de comunicação. Fomos el