5 de agosto de 2016
por esmael
16 Comentários

Emir Sader abre hoje às 18h o ‘Circo da Democracia’ em Curitiba

emir_circoRespeitável público! Vai começar em Curitiba, nesta sexta (5), às 18 horas, o maior fórum público do país sobre democracia, educação, política, justiça, arte e cultura, economia e comunicação.

24 de junho de 2016
por esmael
78 Comentários

Emir Sader: O dedo de Lula

via Brasil 247

bolsonaro_dedo_moroEmir Sader*

Dois ídolos do ódio racista que a direita promoveu no Brasil, Bolsonaro e Moro, usaram o dedo do Lula para expressar seus valores. Bolsonaro imprimiu e difundiu camisetas em que aparece a mão do Lula com quatro dedos, explorando o defeito físico do maior líder popular que o Brasil já teve. Moro, conversando com seus comparsas, se refere ao maior dirigente político que o país tem como “nine”, uma forma depreciativa de mencionar Lula.

28 de Maio de 2016
por esmael
48 Comentários

Requião prevê que Senado vai barrar o impeachment de Dilma

requiao

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) disse neste sábado (28) que o Senado irá barrar o afastamento definitivo da presidente eleita Dilma Rousseff.

“Acredito que senado já percebeu que o impeachment é asneira. Precisamos encontrar caminho nacionalista para nosso Brasil. Sem Meirelladas!”, tuitou o parlamentar.

8 de dezembro de 2015
por admin
17 Comentários

Intelectuais se manifestam contra o golpe e pela cassação de Cunha

via Brasil 247

Está disponível o texto do manifesto de artistas e intelectuais em defesa da democracia e a favor da cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que utiliza o cargo para tentar solapar a democracia. Já assinam o texto nomes como Chico Buarque, Emir Sader, Eric Nepomuceno, Frei Betto, Paulo Betti, Fernando Morais, Chico César e Jorge Mattoso.

Confira a seguir:

Manifesto em defesa das instituições democráticas

O Brasil vive um momento histórico em que a legalidade e as instituições democráticas são testadas, o que exige opinião e atitude firme de todos e todas que têm compromisso com a democracia.

Desde as eleições de 2014, vivemos um grande acirramento político que permeia as mais diversas relações humanas e sociais. Essa situação ganhou novos ingredientes a partir da eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara dos Deputados e, de forma especial, após este ser denunciado pelo Ministério Público Federal por seu envolvimento em atos de corrupção, possuindo contas bancárias no exterior e ocultando patrimônio pessoal.

Absolutamente acuado pelas denúncias, pelas fartas provas do seu envolvimento em atos ilícitos e enfrentando manifestações em todo Brasil contra a agenda conservadora e retrógrada do ponto de vista de direitos que lidera, Cunha, que já não tem mais nenhuma legitimidade para presidir a Câmara, decidiu enfrentar o Estado Democrático de Direito. A aceitação de um pedido de impedimento da Presidenta da República no momento em que avança o processo de cassação do deputado é uma atitude revanchista que atenta contra a legalidade e desvia o foco das atenções e das investigações.

Neste sentido, viemos a público repudiar a tentativa de golpe imposta por Eduardo Cunha, por não haver elementos que fundamentem esta atitude, a não ser pelo desespero de quem não consegue explicar o seu comprovado envolvimento com esquemas espúrios de corrupção. Não se trata neste momento de aprovar ou reprovar a administração nem a forma como a Presidenta da República governa, mas defender a legalidade e a legitimidade das instituições do nosso país.

Por outro lado, defendemos o cumprimento do Regimento da Câmara dos Deputados e da Constituição Federal, ambos instrumentos com fartos elementos que justificam a cassação do mandato de Eduardo Cunha. Caso contrário, toda a classe política e as instituições brasileiras estarão desmoralizadas, por manter no exercício do poder um tirano que utiliza seu cargo de forma irresponsável para manutenção dos seus interesses pessoais. Apelamos às e aos parlamentares, ao Ministério Público e ao Supremo Tribunal Federal, autoridades cuidadoras da sanidade da política e da salvaguarda da ordem democrática num Estado de Direito, sem a qual mergulharíamos num caos com consequências políticas imprevisíveis. O Brasil clama pela atuação corajosa e decidida de Vossas Excelências.

Não aceitamos rompimento democrático! Não aceitamos o golpe! Não aceitamos Cunha na presidência da Câmara dos Deputados!

29 de julho de 2014
por esmael
22 Comentários

Mercosul deve endurecer posição contra Israel

via Brasil 247

Reunidos em Caracas para a 46!ª Cúpula do Mercosul, os presidentes dos cinco países que formam o bloco, Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Venezuela, devem discutir, além de outros temas, o conflito entre Israel e os palestinos na região da Faixa de Gaza. Os representantes das nações devem debater uma posição comum diante dos bombardeios das forças militares de Israel, que deixou mais de 1.000 palestinos mortos, a maioria civis, contra 53 soldados israelenses e três civis.

Israel foi o primeiro país fora da América Latina a ter um Tratado de Livre Comércio com o Mercosul, assinado em 2010. Na opinião do cientista político Emir Sader, chegou o momento de discutir a pertinência desse tratado e de o Mercosul “endurecer” sua posição contra o país, em um boicote aos produtos fabricados por Israel em assentamentos palestinos pelos bombardeios contra Gaza. “Países como Brasil e Uruguai têm um intenso intercâmbio militar com Israel. Coisa absolutamente indevida”, comentou.

“A ideia da condenação de Israel, especialmente pela postura em relação à  Gaza, acho que é algo absolutamente consensual”, acrescenta Sader, ainda sobre o Mercosul. O cientista político avalia como positiva a posição do governo brasileiro em relação a Israel, mas lembra que outros países da América Latina tomaram posições formais “mais duras”. A Argentina e a Venezuela, por exemplo, estão retirando embaixadores e rompendo relações.

O tema de uma resposta do Mercosul a Israel foi sugerido pelo Brasil para ser discutido na cúpula do bloco. Na semana passada, ao chamar de “ação desproporcional” e classificar de “inaceitável” a escalada de violência na região, o País foi chamado de “anão diplomático” pelo porta-voz da chancelaria israelense, Yigal Palmor. A cúpula em Caracas também vem em boa hora para que os países da América do Sul se unam em defesa do Brasil e contra a ofensa de Israel.