18 de Maio de 2018
por esmael
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Michel Temer, reprovado por 90%, vai desistir das eleições de 2018

Michel Temer quer integrar o “Centrão” do PSDB e quer empurrar Geraldo Alckmin goela-abaixo do MDB velho de guerra. Nem o Vampirão Neoliberalista nem o ex-ministro dos bancos privados, Henrique Meirelles, têm pedigree para disputar a Presidência da República. Eles também não têm voto. Temer, por exemplo, é reprovado por 90% e Meirelles tem apenas 1% nas intenções de voto. Um horror. Leia mais

16 de Maio de 2018
por esmael
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Requião candidato a presidente da República pelo MDB

O senador Roberto Requião enviou uma carta à bancada do MDB no Senado, nesta terça-feira (15), informando coloca-se à disposição do partido na disputa pela Presidência da República e que baterá chapa na convenção nacional de julho com o ex-ministro dos bancos Henrique Meirelles. Leia mais

7 de julho de 2015
por esmael
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Em delírio golpista, Aécio afirma que foi “reeleito presidente da República”

richa_aecioO senador Aécio Neves (MG) cometeu ato falho nesta terça-feira (7) em entrevista à Rádio Gaúcha. O tucano disse que foi “reeleito presidente da República” na convenção nacional do PSDB, realizada no domingo (6). Leia mais

21 de junho de 2014
por esmael
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PT oficializa Dilma neste sábado com proposta de mais mudanças

do Brasil 247
A partir das 10h deste sábado, a cúpula do PT, acompanhada de seus aliados, vai lançar oficialmente a campanha da presidente Dilma Rousseff.

Após rumores do Volta, Lula!, a sigla deve subir ao palanque com discurso radicalizado contra o PSDB, visto como principal adversário, e o slogan Mais Mudanças, Mais Futuro!. Ideia é vincular a presidente Dilma ao lema de que só quem fez no passado tem credibilidade para fazer diferente.

Ao lado do ex-presidente Lula, a presidente vai adotar claramente a estratégia do nós contra eles!. Mas, ficará a cargo de Lula os ataques mais duros ao adversário tucano Aécio Neves.

“Nós queremos fazer uma campanha de comparação. Vamos fazê-la criteriosa e detalhadamente”, disse o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), citando a geração de emprego e a educação como pontos importantes nesse debate comparativo.

O vice-líder do governo na Câmara José Guimarães (PT-PE) vai na mesma linha e afirma que a tarefa é “organizar uma campanha pedagógica para mostrar o que significam esses 12 anos de governo do PT”.

O presidente do PT, Rui Falcão, reconhece que esta eleição será a mais difícil de todas e vai insistir na luta ao ódio contra o PT!: Já vencemos o medo com a esperança. Agora, vamos renovas as esperanças do povo para vencer o ódio, o rancor, o preconceito, o racismo, a violência, o machismo, a homofobia, o fundamentalismo! (com Reuters).

18 de junho de 2014
por esmael
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Coluna do Ademar Traiano: Campanha de Aécio começa em clima de “Diretas Já” enquanto o PT prega o ódio

Coordenador da campanha de Aécio Neves no Paraná, o colunista Ademar Traiano relata expectativas dos tucanos em relação à s eleições presidenciais deste ano: Está na hora do Brasil voltar a ser governado por uma legenda que dá mais importância para o país e para os brasileiros do que para os interesses de um partido!; o guru ideológico de Beto Richa e Valdir Rossoni, ao se referir ao PT, ainda afirma que o país não suporta tanta radicalização, tamanha hostilidade ideológica!; segundo Traiano, a convenção nacional do PSDB, que confirmou o senador mineiro na corrida presidencial, lembrou o clima das

Coordenador da campanha de Aécio Neves no Paraná, o colunista Ademar Traiano relata expectativas dos tucanos em relação à s eleições presidenciais deste ano: Está na hora do Brasil voltar a ser governado por uma legenda que dá mais importância para o país e para os brasileiros do que para os interesses de um partido!; o guru ideológico de Beto Richa e Valdir Rossoni, ao se referir ao PT, ainda afirma que o país não suporta tanta radicalização, tamanha hostilidade ideológica!; segundo Traiano, a convenção nacional do PSDB, que confirmou o senador mineiro na corrida presidencial, lembrou o clima das “Diretas Já” porque é hora de mudança! e o Brasil quer mudar!; leia o texto e compartilhe.

Ademar Traiano

O lançamento da candidatura presidencial de Aécio Neves a presidente da República pelo PSDB no último sábado foi marcado pelo alto astral. O clima do evento me lembrou o da campanha das Diretas Já. à‰ hora de mudança. O Brasil quer mudar. Leia mais

9 de junho de 2014
por esmael
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PMDB renovará amanhã apoio a Dilma, mas quer mais espaço no governo

Por Jeferson Ribeiro, da Reuters, via 247Há algumas semanas, crescia no PMDB o movimento “não vai ter aliança”, numa analogia ao bordão das manifestações populares contra a Copa do Mundo, mas ele foi contido e o partido deve reafirmar na terça-feira, durante sua convenção nacional, o pacto com o PT para a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Mas a legenda quer repactuar essa aliança após a eleição.

Para conseguir conter o movimento rebelde, com raízes muito fortes na bancada na Câmara, foi necessário um grande esforço do vice-presidente da República Michel Temer, presidente licenciado da legenda, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de Dilma e dos caciques do PMDB no Senado.

Esse esforço político, porém, foi para salvar a aliança eleitoral.

Para que ela prospere nos próximos meses e se consolide após a possível reeleição de Dilma, porém, o PMDB recebeu a promessa de que o acordo com o PT será repactuado, permitindo que o maior partido da aliança da presidente tenha mais espaço num vindouro ministério e uma maior participação nas políticas públicas, segundo peemedebistas ouvidos pela Reuters.

Confiante, o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), disse à  Reuters que cerca de 80 por cento dos 738 votos da convenção devem apoiar a renovação da aliança. Já nas contas dos rebeldes essa vantagem, se ocorrer, será muito menor.

Raupp admite que as negociações estaduais causaram problemas para a aliança nacional em Pernambuco, no Rio de Janeiro, no Mato Grosso do Sul, na Bahia e no Rio Grande do Sul.

Essas tensões locais e o difícil relacionamento de Dilma com o Congresso desde que assumiu em 2011 são os motores da divisão no seio peemedebista, como ficou evidenciado numa reunião do diretório nacional da legenda no mês passado.

Raupp disse que o PMDB quer participar mais do governo num eventual segunda mandato de Dilma. “Não é uma questão de cargos. Eu defendia e continuo defendendo inclusive uma redução no número de ministérios”, argumentou. Segundo ele, o que PMDB quer é integrar para valer a condução e a contrução das políticas públicas.

Um outro peemedebista disse à  Reuters, sob condição de anonimato, que esse aceno já foi feito por Dilma e Lula em reuniões recentes com peemedebistas.

“à‰ uma repactuação da relação (entre o partido e o governo), do diálogo com o Congresso, da participação da formulação do novo governo, das implementação das políticas públicas”, disse essa fonte.

Para esse peemedebista, mais do que a participação de Lula e Dilma na reta final, a manutenção da aliança foi garantida pelo esforço de Temer e dos caciques partidários do Senado.

Na covenção, serão 510 delegados com direito a voto, sendo que alguns deles tendo mais de um voto, dependendo do cargo que ocupam na estrutura partidária. Por isso, o total de votos da convenção é de 738.

REBELDES AINDA ESTàƒO EM CAMPO

A despeito da cúpula peemedebista divulgar que a aliança será renovada, nos bastidores o “Movimento PMDB Independente” continua se esforçando para aprontar uma surpresa e rejeitar a dobradinha com PT na terça.

Na semana passada, os peeme

8 de junho de 2014
por esmael
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Dividido, PMDB aumenta fatura para apoiar reeleição de Dilma

do Brasil 247
Faltando apenas dois dias para a convenção nacional do partido, o PMDB deverá confirmar a reedição da aliança com o PT, porém, com uma série de exigências à  presidente Dilma Rousseff, num eventual segundo governo em janeiro de 2015. As principais são mais espaço nas decisões do governo e mais ministérios, os que tenham apelo popular!.

Peemedebistas citam muitos exemplos de como tem sido postos de lado nas discussões de governo. Não são chamados, por exemplo, para reuniões no Alvorada com Lula, Dilma, e o presidente do PT, Rui Falcão, sobre estratégias de campanha. Em maio, sequer foram consultados sobre a edição do decreto que regula participação popular.

O presidente da Câmara, deputado Henrique Alves (RN), deu o tom de como o partido irá posicionar. “Em 2015 queremos um espaço mais justo, que enseje maior colaboração do PMDB e maior participação nas políticas públicas. As principais pastas estão nas mãos do PT e são elas também as principais vias para executar políticas públicas. Isso vai constar da discussão do novo governo”, alertou Alves.

Sob o comando do PMDB estão atualmente cinco ministérios. Mas o partido quer mais. Saúde, Educação e Cidades, esta última dominada pelo PP, estão entre as mais cobiçadas na conta a ser entregue à  presidente em caso de vitória.

A provável reedição da chapa Dilma-Michel Temer deve contar, segundo contas de dirigentes peemedebistas ouvidos pelo Estadão, com ao menos 10% de vantagem na convenção. A previsão de placar apertado se deve à  instabilidade da ala rebelde, que defende a implosão da aliança devido a conflitos regionais. Uma surpresa não está descartada.

O cenário, porém, já foi pior e exigiu uma operação encabeçada por Lula e Temer para acalmar os dissidentes. O alvo principal foi o líder da bancada na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), que ao longo do mandato de Dilma liderou insurreições na Câmara contra o governo. De algumas semanas para cá, porém, o embate foi sendo amenizado.

Ainda assim, Temer defendeu a manutenção da aliança. “Disse a todos: para onde vamos? Um partido do tamanho do PMDB não ter posição no cenário político nacional? Muitos dizem que em 2018 precisamos ter um candidato nacional. Eu estou de acordo. Mas agora temos que nos manter como um partido líder no processo de desenvolvimento do Brasil”, afirmou.