16 de agosto de 2017
por Esmael Morais
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URGENTE: Requião pede expulsão de Cunha e Jucá do PMDB

Azedou o arroz doce no PMDB, pois o senador Roberto Requião (PMDB-PR) pediu nesta quarta-feira (16) a expulsão do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do presidente da sigla Romero Jucá (PMDB-RR). Leia mais

8 de março de 2017
por Esmael Morais
Comentários desativados em Cunha e PSDB tomaram de assalto o Planalto, acusa Renan Calheiros

Cunha e PSDB tomaram de assalto o Planalto, acusa Renan Calheiros

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) “descobriu” nesta quarta (8) o que o Blog do Esmael e a imprensa livre e democrática já anotaram há muito tempo: o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o PSDB tomaram de assalto o Palácio do Planalto. Leia mais

24 de fevereiro de 2017
por Esmael Morais
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‘Cunha prevê prisão de Temer após reforma da previdência’

O senador Roberto Requião (PMDB-PR) alertou pelo Twitter, nesta sexta-feira (24), que o correligionário Michel Temer e integrantes de seu governo poderão ter o mesmo destino do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) preso pela Lava Jato desde outubro do ano passado. Leia mais

15 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Vaza lista com ‘ministério do golpe’ da dupla Cunha-Temer; confira

temer_cunhaVazou nesta sexta-feira (15) nova lista com o ‘ministério do golpe’ do vice Michel Temer, que já é chamado pelos áulicos de “presidente” antes mesmo da deposição de Dilma Rousseff. Leia mais

12 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Deputado denuncia que foi ameaçado por Cunha para votar pelo golpe. Cadê o Supremo nessas horas?

do Brasil 247

Integrante da comissão do impeachment, que votou contra o relatório do deputado Jovair Arantes, o deputado federal da Rede Aliel Machado (PR) revela em entrevista ao jornal Gazeta do Povo articulações pesadas de bastidores e até ameaças em busca de votos para aprovar o afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Ele diz ter sido procurado por pessoas ligadas ao vice-presidente, Michel Temer, que perguntaram “o que ele queria, do que precisava”. “O Cunha falou: ‘Você não vai mais andar em Ponta Grossa. O Temer vai ser presidente, você vai ver'”, contou Machado. “Os caras que estão a favor do impeachment estão montando o governo com o Temer, eles vão assumir o comando de tudo. DEM, PSDB, todos esses caras. É o jogo aqui”.

Segundo ele, Temer está articulando abertamente em prol do impeachment. “Ele foi para o Rio de Janeiro conquistar os deputados do PMDB. E foi para outros estados. E quem está operacionalizando isso para ele é o Cunha”. Seu partido, a Rede, liderado por Marina Silva, se manifestou a favor do impeachment nesta segunda-feira.

Em discurso feito nesta terça no Palácio do Planalto, a presidente Dilma disse que a acusaram de “usar expedientes escusos para recompor a base do governo”. “Me julgando pelo seu espelho, pois são eles que usam tais métodos. Caluniam enquanto leiloam oposições no gabinete do golpe, no governo dos sem voto”, criticou.

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2 de abril de 2016
por Esmael Morais
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Em editorial, Folha agora prega golpe contra Dilma e Temer. Adivinha quem assumiria a Presidência?

O jornal Folha de S. Paulo, em editorial publicado neste sábado (2), surtou de vez ao defender a “deposição constitucional” da presidente Dilma Rousseff e a renúncia do vice-presidente Michel Temer, que, na opinião do veículo, não dispõe de apoio da sociedade.

O editorial, que representa a opinião oficial do jornal, afirma que a presidente tem que ser afastada mesmo que falte “comprovação cabal” de que ela tenha cometido crime. “Dilma deve renunciar já para poupar o país do trauma do impeachment”.

A Folha também diz que é importante afastar a “figura nefasta” de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara.

Pela fórmula do jornalão dos Frias, por WO, a Presidência da República cairia no colo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Na sequência, o próximo na linha sucessória seria o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

A Folha, no entanto, propõe que o  Tribunal Superior Eleitoral julgue as contas da chapa eleita em 2014 e a casse. “Seja por essa saída, seja pela renúncia dupla, a população seria convocada a participar de nova eleição presidencial, num prazo de 90 dias.”

Neste momento de desatino da Folha, recorre-se à opinião supersincera do ministro Luís Roberto Barroso: “Meu Deus do céu! Essa é a nossa alternativa de poder. Eu não vou fulanizar, mas quem viu a foto sabe do que estou falando”.

Leia a íntegra do editorial da Folha:

Nem Dilma nem Temer

A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu as condições de governar o país.

É com pesar que este jornal chega a essa conclusão. Nunca é desejável interromper, ainda que por meios legais, um mandato presidencial obtido em eleição democrática.

Depois de seu partido protagonizar os maiores escândalos de corrupção de que se tem notícia; depois de se reeleger à custa de clamoroso estelionato eleitoral; depois de seu governo provocar a pior recessão da história, Dilma colhe o que merece.

Formou-se imensa maioria favorável a seu impeachment. As maiores manifestações políticas de que se tem registro no Brasil tomaram as ruas a exigir a remoção da presidente. Sempre oportunistas, as forças dominantes no Congresso ocupam o vazio deixado pelo colapso do governo.

A administração foi posta a serviço de dois propósitos: barrar o impedimento, mediante desbragada compra de apoio parlamentar, e proteger o ex-presidente Lula e companheiros às voltas c Leia mais

30 de março de 2016
por Esmael Morais
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Temer e Cunha desembarcaram sozinhos do governo. E agora?

O teatro de três minutos que foi a reunião do diretório nacional do PMDB, ontem (29), em Brasília, possibilitou os solitários desembarques do governo do vice-presidente da República, Michel Temer, e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, em mensagem pelo Twitter, disse que ela e os outros cinco correligionários se licenciarão da legenda em “respeito à decisão aprovada”.

Entretanto, os seis ministros peemedebistas se mostram dispostos continuar em seus respectivos cargos. O partido ocupa as seguintes pastas: Ciências e Tecnologia, Aviação Civil, Minas e Energia, Agricultura, Saúde e Portos.

Na reunião que decidiria pelo “rompimento”, a claque peemedebista gritara ontem a palavra de ordem errada — “Fora, PT” — quando deveria ter bradado “Fora, PMDB” do governo.

24 horas depois do teatro, o senador Roberto Requião acusou Temer de aplicar golpe no PMDB. Segundo o parlamentar paranaense, não tinha quórum para deliberar a saída do governo Dilma. “Só conferir nos vídeos”, sugeriu.

A saída do núcleo golpista do governo abriu espaço, no PMDB, para a outra metade da legenda que vinha sendo sufocada pela fome de leão, por cargos, da dupla Cunha-Temer.

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29 de março de 2016
por Esmael Morais
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Cunha acelera o golpe na Câmara

da Agência Brasil

Comissão do impeachment inicia amanhã fase de depoimentos com Reale Jr

Começa amanhã (30) a fase de depoimentos da comissão especial que analisa o impeachment da presidenta Dilma Rousseff, na Câmara dos Deputados. Foram confirmados os depoimentos dos juristas Miguel Reale Jr. e Janaína Paschoal, autores do pedido que culminou no processo. A sessão ainda não tem horário definido. Os dois nomes foram indicados pelos líderes pró-impeachment, que estiveram reunidos, com a base aliada, na manhã de hoje (29), para tentar firmar uma acordo.

Do lado governista, as testemunhas – ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor de Direito Tributário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro – serão ouvidas na quinta-feira (31). Os nomes foram definidos depois de consulta do vice-líder do governo, Paulo Teixeira (PT-SP), ao Palácio do Planalto. Teixeira anunciou a decisão durante reunião do colegiado, levantando questionamento sobre o fato dos depoimentos serem feitos antes da entrega da defesa da presidente Dilma, prevista para a próxima segunda-feira (4), caso a Câmara mantenha o ritmo de uma sessão por dia. O prazo é contado a partir de 10 sessões plenárias da Casa.

O relator do processo, Jovair Arantes (PTB-GO) garantiu que “nem as oitivas de amanhã nem as de quinta-feira trarão qualquer fato novo para o processo, mas apenas para esclarecimento”, afirmou. Arantes lembrou que, com a defesa da presidente Dilma, ele terá o prazo de cinco sessões para apresentar um relatório, que será submetido à votação, na comissão, para depois seguir para o plenário da Casa, onde são necessários dois terços (2/3) dos votos.

O presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), explicou que o acordo foi feito para que a comissão esclarecesse fatos e que isso não teria qualquer interferência sobre a defesa de Dilma. Ele disse ainda que recebeu o novo pedido de impeachment, protocolado ontem (29), pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo Rosso, o trabalho da comissão “não guarda qualquer vinculo com a denúncia [que trata de irregularidades nas contas do governo] e nem será objeto de análise Leia mais

2 de março de 2016
por Esmael Morais
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Por 6 a zero, Eduardo Cunha vira réu no Supremo Tribunal Federal

do Brasil 247 

O ministro Teori Zavascki, relator do processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no Supremo Tribunal Federal, afirmou nesta quarta-feira 2 que “elementos básicos para recebimento da denúncia [contra o deputado] encontram-se presentes”.

Primeiro a votar, Teori disse ainda ser consistente a acusação de que Cunha pressionou o empresário Julio Camargo via requerimentos na Câmara para receber propina. Desta forma, o ministro recebeu a denúncia de que o deputado usou seu cargo para cometer crime.

O magistrado disse ainda que há indícios suficientes para receber a denúncia contra Cunha também por lavagem de dinheiro. Ele rejeitou, porém, a acusação contra o peemedebista por crimes relacionados à celebração de contrato fraudulento.

O julgamento não deve ser concluído nesta quarta. A tendência é que a maioria do plenário siga a posição de Teori Zavascki, fazendo com que Cunha se torne réu por corrupção e lavagem de dinheiro.

Após Teori, os ministros Cármen Lúcia, Luiz Carlos Fachin, Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber adiantaram seus votos e informaram que acompanhavam o relator.

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26 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Eduardo Cunha, líder dos coxinhas, fugiu para Cuba? E agora, que fazer?

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), anticomunista até a medula, embarcou neste sábado (26) para Havana, Cuba, num voo que partiu do aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. A informação é de Lauro Jardim, colunista d’O Globo.

Cunha é um dos heróis dos “coxinhas” que lutam pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

O presidente da Câmara acusa Dilma de comunista, mas, segundo Jardim, é ele quem desfruta os últimos anos de 2015 na ilha do comandante-em-chefe Fidel Castro.

Há quem cogite a hipótese de Cunha pedir asilo político ou pedir apoio de Raúl Castro, visando permanecer na Câmara.

Uma das filhas o presidente da Câmara, Gabi Cunha, postou nas redes sociais uma apontando o “dedo médio” e escreveu a seguinte frase: “see you in Cuba” ( te vejo em Cuba).

Eduardo Cunha, por sua vez, negou a viagem a Cuba. Pelo Twitter chamou o jornalista Lauro Jardim de “pilantra”.

“Esse pilantra tem um pilantrinha assistente que faz bullying em cima dos meus filhos o tempo todo,tentando confirmar mentiras toda semana”, tuitou Cunha, referindo-se ao colunista d’O Globo.

Post atualizado às 18h52 de 27/12/2015.

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17 de dezembro de 2015
por Esmael Morais
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Fachin votou com Cunha, pelo impeachment de Dilma

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (16), manteve a votação secreta de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na Câmara, que criou a comissão especial do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

O magistrado argumentou que “não há ofensa à Constituição no fato de regimento da Câmara propiciar votação secreta”, mas ressaltou que a decisão da comissão especial deverá ter votação aberta no plenário.

Em 25 de novembro, o mesmo Fachin mandou que o Senado realizasse votação aberta acerca da continuidade ou não da prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), então líder do governo, acusado de atrapalhar investigações da Lava Jato.

Fachin foi indicado pelo STF graças ao empenho dos senadores paranaenses Alvaro Dias (PSDB) e Roberto Requião (PMDB). Coube a Dilma apresentar o nome do novo ministro ao Senado.

Depois de nomeado para o cargo, o ministro foi sorteado para julgar o caso do conselheiro Maurício Requião, irmão do senador Requião, que foi afastado em 2008 do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE). Fachin se declarou impedido.

O diabo é que se o ministro se declara impedido de julgar questões que envolvem “amigos”, também deveria fazê-lo nas matérias que envolvem “inimigos”. Por questão de coerência, o ministro Fachin não poderia votar nem favorável nem contra – muito pelo contrário — em todas as demandas que cheguem às suas mãos no STF.

A impressão que fica é que o ministro Edson Fachin se esforça para provar à burguesia que não é vermelho. Quer esconder o passado. Parece até que foi cooptado pela velha mídia e pela desgraça da vaidade, aquela puta velha que se traduz em homenagens e títulos em castelos onde se tramam os golpes.

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