9 de junho de 2014
por Esmael Morais
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PMDB renovará amanhã apoio a Dilma, mas quer mais espaço no governo

Por Jeferson Ribeiro, da Reuters, via 247Há algumas semanas, crescia no PMDB o movimento “não vai ter aliança”, numa analogia ao bordão das manifestações populares contra a Copa do Mundo, mas ele foi contido e o partido deve reafirmar na terça-feira, durante sua convenção nacional, o pacto com o PT para a reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Mas a legenda quer repactuar essa aliança após a eleição.

Para conseguir conter o movimento rebelde, com raízes muito fortes na bancada na Câmara, foi necessário um grande esforço do vice-presidente da República Michel Temer, presidente licenciado da legenda, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de Dilma e dos caciques do PMDB no Senado.

Esse esforço político, porém, foi para salvar a aliança eleitoral.

Para que ela prospere nos próximos meses e se consolide após a possível reeleição de Dilma, porém, o PMDB recebeu a promessa de que o acordo com o PT será repactuado, permitindo que o maior partido da aliança da presidente tenha mais espaço num vindouro ministério e uma maior participação nas políticas públicas, segundo peemedebistas ouvidos pela Reuters.

Confiante, o presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), disse à  Reuters que cerca de 80 por cento dos 738 votos da convenção devem apoiar a renovação da aliança. Já nas contas dos rebeldes essa vantagem, se ocorrer, será muito menor.

Raupp admite que as negociações estaduais causaram problemas para a aliança nacional em Pernambuco, no Rio de Janeiro, no Mato Grosso do Sul, na Bahia e no Rio Grande do Sul.

Essas tensões locais e o difícil relacionamento de Dilma com o Congresso desde que assumiu em 2011 são os motores da divisão no seio peemedebista, como ficou evidenciado numa reunião do diretório nacional da legenda no mês passado.

Raupp disse que o PMDB quer participar mais do governo num eventual segunda mandato de Dilma. “Não é uma questão de cargos. Eu defendia e continuo defendendo inclusive uma redução no número de ministérios”, argumentou. Segundo ele, o que PMDB quer é integrar para valer a condução e a contrução das políticas públicas.

Um outro peemedebista disse à  Reuters, sob condição de anonimato, que esse aceno já foi feito por Dilma e Lula em reuniões recentes com peemedebistas.

“à‰ uma repactuação da relação (entre o partido e o governo), do diálogo com o Congresso, da participação da formulação do novo governo, das implementação das políticas públicas”, disse Leia mais

5 de maio de 2014
por Esmael Morais
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PMDB nacional via Rocha Loures: O 15 é muito forte no Paraná”

Rodrigo Rocha Loures, homem de confiança de Temer e Raupp, divulgou nesta segunda (5) recado da direção nacional do PMDB à  agremiação no estado: "O 15 é muito forte no Paraná"; ex-chefe das Relações Institucionais da Vice-Presidência da República, além de reafirmar a decisão da cúpula pela candidatura própria do partido, ao Palácio Iguaçu, amanhã, em São José dos Pinhais, defenderá a aprovação de moção pelo projeto autônomo; Rocha Loures também deverá ser aclamado pelo diretório municipal para concorrer à  Câmara Federal.

Rodrigo Rocha Loures, homem de confiança de Temer e Raupp, divulgou nesta segunda (5) recado da direção nacional do PMDB à  agremiação no estado: “O 15 é muito forte no Paraná”; ex-chefe das Relações Institucionais da Vice-Presidência da República, além de reafirmar a decisão da cúpula pela candidatura própria do partido, ao Palácio Iguaçu, amanhã, em São José dos Pinhais, defenderá a aprovação de moção pelo projeto autônomo; Rocha Loures também deverá ser aclamado pelo diretório municipal para concorrer à  Câmara Federal.

O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures que, até o início de abril, respondia pela Chefia de Assuntos Institucionais da Vice-Presidência da República, defenderá amanhã (6), no diretório municipal de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, uma moção pela candidatura própria do PMDB ao governo do Paraná. ... 

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