Enem 2025: o que pode e o que não pode levar na prova

O Enem 2025 tem datas marcadas para os dias 9 e 16 de novembro e a pergunta que domina milhões de estudantes é simples, mas decisiva: o que pode e o que não pode levar para a prova, sob pena de eliminação imediata. Documento oficial com foto e caneta preta transparente são obrigatórios, e o celular desligado dentro do envelope é questão de sobrevivência no exame que abre portas para Sisu, Prouni e Fies.

O exame exige identificação original, física ou digital, como e-Título, CNH Digital e RG Digital, mas só pelo app oficial e sem print. A caneta deve ser preta de corpo transparente, e vale reforçar para evitar drama no portão: leve mais de uma. O cartão de confirmação não é obrigatório, porém recomendado para consulta rápida do local e demais informações. Quem precisa comprovar presença pode imprimir a declaração de comparecimento, que também deve ficar guardada durante a aplicação.

Os lanches e bebidas são liberados, desde que embalagens sejam transparentes, sem rótulos e sem barulho. Água em garrafa transparente é o básico. Alimentos leves, como barrinhas, castanhas, biscoitos simples e sanduíche natural, ajudam a encarar mais de cinco horas de prova. Mochila pode entrar, mas vai para debaixo da cadeira, lacrada e sem manuseio.

Eletrônicos devem ficar desligados e lacrados no envelope distribuído na sala. Se tocar, vale eliminação. Óculos escuros, chapéus, bonés, viseiras, lápis, borrachas, marcadores, réguas, corretivo, fones, relógios e tudo que possa transmitir ou receber informação vai para o envelope ou para baixo da carteira. Armas não entram, mesmo com porte, e exigem sala separada quando houver autorização legal.

A redação continua sendo o ponto de virada, e as regras do Inep seguem rigorosas: sem assinatura, sem desenhos e legibilidade obrigatória. Alunos nota mil recomendam estudar a Cartilha do Participante, evitar repertório genérico e revisar redações próprias, além de manter calma e capricho. A recomendação oficial é chegar cedo, vestir roupa confortável e garantir que nada vai interferir no foco.

Os horários seguem rígidos, com portões abrindo às 12h e fechando às 13h no fuso de Brasília. A prova começa às 13h30, com término às 19h no primeiro domingo e às 18h30 no segundo. Só é permitido sair com o caderno nos últimos 30 minutos. Em Belém, Ananindeua e Marituba, no Pará, a aplicação ocorre em 30 de novembro e 7 de dezembro.

Todas essas regras existem para garantir lisura e igualdade de condições, num exame que democratizou o acesso ao ensino superior e consolidou programas sociais criados no governo Lula, como Sisu, Prouni, Fies e Lei de Cotas, reforçados pelo Pé-de-Meia e pela expansão da Rede Federal. A aposta oficial e dos especialistas é que a educação pública como política de Estado segue sendo o caminho para reduzir desigualdades e mudar destinos.

A prova pode até assustar, mas organização e serenidade continuam sendo os aliados mais confiáveis. Documento em mãos, caneta no bolso, garrafinha transparente e fé na preparação. Boa prova.