5 de novembro de 2015
por esmael
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Lei do Direito de Resposta dá ‘dor de barriga’ na velha mídia

O direito de resposta, tal qual aprovado ontem, dá dor de barriga na velha mídia porque é um passo essencial para quebrar o monopólio da verdade; projeto do senador Roberto Requião (PMDB-PR), aprovado ontem (4), significa um ensaio geral para o Estado instituir a tão desejada regulação da mídia.

O direito de resposta, tal qual aprovado ontem, dá dor de barriga na velha mídia porque é um passo essencial para quebrar o monopólio da verdade; projeto do senador Roberto Requião (PMDB-PR), aprovado ontem (4), significa um ensaio geral para o Estado instituir a tão desejada regulação da mídia.

A velha mídia quer o monopólio da opinião, por isso se coloca contra o direito de resposta automático a ofendidos. A lei aprovada na noite de ontem (4), de autoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR), é importante não só para o exercício do contraditório como também fundamental para evitar a judicialização e a interdição do debate democrático. Leia mais

1 de setembro de 2015
por esmael
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Lula se vê vítima da concentração da velha mídia. Regulação já?

do Brasil 247

lula_midiaNum texto postado em sua página no Facebook, o ex-presidente Lula se colocou como vítima da excessiva concentração da mídia no Brasil. “Quando você vê uma notícia em vários lugares, tem certeza de que não são todos o mesmo?”, questionou Lula, em sua página no Facebook, ao se referir ao modo como a denúncia de Época, sobre a construção do Porto de Mariel, em Cuba, foi repercutida em outros programas e veículos da Globo, como Jornal Nacional, jornal O Globo e CBN, por exemplo.

Em paralelo, um professor da Universidade de Brasília, Venício Lima, pretende usar o ranking de bilionários da revista Forbes, para defender a democratização dos meios de comunicação.

Leia, abaixo, nota do Instituto Lula:

Organizações Globo inflam pretensa denúncia contra Lula

23 de novembro de 2014
por esmael
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Radicalismo pró-golpe de Veja reforça opção Requião para as Comunicações

requiao_vejaQuem não se lembra da capa da revista Veja, edição de 25 de maio de 2011, na qual calculava que os estádios ficariam prontos somente em 2038? Seria tranquilo, se o semanário tivesse apenas errado na matemática. Mas não foi como se pôde verificar nas edições seguintes em que o esforço era para incriminar Dilma Rousseff. A tentativa era !“ e é — derrubar a presidenta democraticamente reeleita em 26 de outubro. Leia mais

12 de outubro de 2014
por esmael
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“Milho pra bode”: PT paga o preço de ter alimentado mídia hostil

do Brasil 247
Nunca houve clareza no PT sobre como se relacionar com a mídia tradicional e familiar. A negação, a crítica, o distanciamento sempre foram as marcas mais visíveis da relação. O relacionamento que continha desprezo e até ojeriza nos primeiros tempos de formação do partido, no ABC !“ quando os jornalistas em geral eram chamados de petistas e Lula e o comando dos sindicalistas rechaçavam o diálogo com “a imprensa burguesa” – tornou-se agora de vida ou morte. Esse longo braço de ferro com a mídia tal qual ela sempre foi conhecida !“ Globo, da família Marinho, Folha, dos Frias, Estado, dos Mesquista etc etc !“ está perto de uma definição. Como nunca antes, todos os veículos de maior faturamento comercial e circulação do País estão rasgadamente contra o PT !“ e o PT definitivamente contra todos. à‰ a final da luta do século, com revanche para sabe-se lá quando houver novas eleições gerais.

Nesta eleição, o caso virou briga de rua, em que vale, expressamente, tudo. Concretamente, vale até o maior vazamento eleitoral da história do Brasil. De fato, nunca se tinha visto antes uma operação tão orquestrada, de na hora certa da eleição a voz do delator premiado Paulo Roberto Costa aparecer em todas as mídias para entregar “3% para o PT” nos contratos que ele operava na Petrobras. O espaço natural que o vazamento iria mesmo ocupar no noticiário, na abertura da reta final da eleição, em pleno empate técnico entre a presidente Dilma Rousseff e o senador Aécio Neves, foi amplificado ao último volume. Neste final de semana, para completar a blitzkrieg, tratamento extra VIP é dado neste final de semana pelas revistas Veja e à‰poca, em campanha desabrida pelo candidato do PSDB.

Finalmente, agora, com a maior aliança de mídia já feita no Brasil explicitamente contra uma candidatura presidencial !“ a de Dilma, como todos sabem -, o PT sabe o que fazer. Após ter passado 12 anos no poder sem ter uma proposta consensual sequer a respeito de uma renovação, que seja, da legislação que regula os meios de comunicação no Brasil, o partido tem uma proposta de legislação para o setor de mídia.

A chamada Lei de Meios, que não foi incluída no programa oficial da candidatura Dilma por veto da presidente, o que demonstrou a falta de consenso, voltou à  baila. E pela voz da própria Dilma, que disse a blogueiros finalmente ter aderido à  ideia de mudar as normas que permitem a maior concentração de propriedade do mundo, monopólio, participações cruzadas e, é claro, autoregulamentação publicitária. Um espetáculo de privilégios que foi brindado com reserva de mercado desde os tempos do regime militar, com as leis que impedem a participação de grupos estrangeiros no controle da empresas de comunicação. Por baixo do pano, ainda nos anos 1960, a Globo quebrou essa regra, mais tarde a Abril se capitalizou com sul-africanos apresentados pela CIA, e a concentração só se fortaleceu.

O partido, conscientemente, fez sua trajetória na diagonal dos meios que encontrou implantados, quando, segundo o PT dos primeiros tempos, a história do Brasil estava começando, exatamente porque o partido surgia. Agora, porém, a aposta é alta, do tipo quem vencer leva tudo: a radicalização sem precedentes ou vai mudar tudo, em caso de vitória de Dilma, ou tende a tornar o setor ainda mais concentrado na propriedade.

O impacto de toda a mídia de um País, de uma vez só, veicular a voz BBB de Costa disparando contra o PT coroou o movimento de rasgar de fantasia da mídia. O caso virou, é claro, comentário de botequim. A Folha, que nos comerciais diz que é a favor disso, contra aquilo, que é democrática, etc, passou recibo no Facebook ao publicar um meme de Aécio em festa como se fosse do próprio jornal. “Também estamos em festa” foi o recado. De bandeja, em seguida, aparece o vídeo de Costa, com o dedo no olho do PT. E contra esse “golpe”, assim classificado pela própria Dilma, o partido se debate agora.

Será um feito não menor que o espetac

27 de Maio de 2014
por esmael
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PT propõe rever anistia a crimes da ditadura e regular a mídia em programa de Dilma

do Brasil 247
O Partido dos Trabalhadores divulgou nesta segunda-feira 26 a última versão das diretrizes que servirão de base para o programa de governo da presidente Dilma Rousseff, caso ela seja reeleita em outubro. Os pontos apresentados durante o 14!º Encontro Nacional do PT, no início de maio, foram novamente discutidos e definidos em reunião da Executiva Nacional do partido ontem, em Brasília.

A apresentação do documento traz críticas indiretas aos dois principais pré-candidatos da oposição: Aécio Neves, do PSDB, e Eduardo Campo, do PSB. “A proposta de um novo ciclo de mudanças constitui a melhor resposta aos que tentam manipular as legítimas aspirações de mudança do povo brasileiro, propondo o retorno aos tempos dos governos neoliberais de Fernando Henrique Cardoso. Constitui também a melhor forma de desmascarar quem tenta se apresentar como ‘terceira via’, mas concilia com os interesses neoliberais”, diz o texto.

No encontro da Executiva, comandado pelo presidente do PT, Rui Falcão, o texto original recebeu propostas e ganhou uma versão com projetos em diversas áreas. Entre eles, no campo dos direitos humanos, a revisão da Lei da Anistia incluindo punição para os crimes praticados por agentes do Estado durante a ditadura militar e continuidade do apoio à  Comissão da Verdade, criada no governo Dilma.

As diretrizes reforçam a ideia de realizar uma Constituinte exclusiva para a reforma política, como propôs a presidente Dilma no ano passado, após as manifestações de junho, e continua defendendo em discursos recentes. Segundo ela, a reforma não será concluída sem a pressão e participação da sociedade. Ainda sobre a reforma política, o PT propõe o fim de doações de empresas à s campanhas eleitorais.

A legenda sugere também “combater monopólios” e promover e proteger os direitos humanos por meio da regulação dos veículos de imprensa, “sem que isso implique em censura, limitação ou controle de conteúdos”. Não ficou claro no documento, porém, de que forma isso será feito. O secretário-geral do PT, deputado Geraldo Magela (DF), defende que, na prática, haja uma “ampla participação social” e que o debate inclua todos os segmentos, inclusive o da mídia.

Há ainda propostas para o crescimento da produtividade, infraestrutura e reforço no combate à  pobreza e à  desigualdade, como mais espaços de lazer e cultura e soluções para os problemas da mobilidade urbana. Segundo Magela, as diretrizes ainda serão discutidas com os partidos que estarão na aliança e co

14 de Maio de 2014
por esmael
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Segundo Forbes, mídia concentrada dá US$ 28 bilhões aos Marinho da Globo

do Brasil 247
O herdeiros do empresário Roberto Marinho, que introduziu o BV (bonificação de volume) nas relações entre as agências de publicidade e a nascente Rede Globo, nos anos 1960, acabam de ser apontados o clã familiar mais rico do Brasil. Não apenas no setor de comunicação, mas entre todos os que formam a economia. Quem garante é a revista Forbes, famosa por suas listas de bilionários em todo o mundo. No ranking divulgado na terça-feira 13 sobre as 15 famílias mais ricas do Brasil, medido a partir da combinação das fortunas pessoais de seus integrantes, os três Marinho !“ João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto Marinho !“ estão na posição top, à  frente das três herdeiras da empreiteira Camargo Corrêa e dos dois irmãos fundadores do banco Safra.

Feitas as contas, a Forbes aponta que os três Marinhos têm para si nada menos que US$ 28,9 bilhões, equivalentes a R$ 64,05 bilhões. Isso mostra que a Rede Globo é não apenas um negócios mais poderosos e influentes do Brasil, mas o que mais dá lucro para seus patrões. Com capital fechado e explorando concessões que, somadas, lhes dão nas mãos um verdadeiro truste, os Marinho deixaram bem para trás os irmão Joseph, Moise e a viúva Lily Safra com um total de US$ 20,1 bilhões. Em terceiro aparece a família Ermírio de Moraes, do conglomerado industrial Votorantim, com US$ 15,4 bilhão.

O topo da lista para os irmão Marinho revela o tamanho da vontade deles em manter, no setor de telecomunicações, o atual estado de coisas. Num amplo cruzamento de propriedades entre concessões de tevês abertas, canais de sinal por assinatura, provedor de internet, jornais e revistas, João Roberto, Roberto Irineu e José Roberto não tem concorrentes do mesmo porte. Apesar da locomotiva de seu comboio, a Rede Globo, perder audiência ano após ano, os Marinho conseguem alcançar lucros cada vez maiores com a ajuda de uma ferramenta introduzida por seu pai nos meios publicitários do Brasil. à‰ o BV, o chamado bônus de valor.

Quanto mais uma agência de publicidade compra em espaço nas emissoras das Organizações Globo, mas as agências são retribuídas pela Globo com a devolução de parte do dinheiro investido. Para muito, um esquema de corrupção dos mais grosseiros. Para outros, algo nada condenável, a ponto de ter se tornado uma prática em boa parte do mercado.

Numa das mais duras críticas sobre a concentração das verbas publicitárias feita até aqui, o ex-presidente Lula lembrou ontem, durante abertura do 2!º Encontro Nacional dos Diários do Interior, que a melhor distribuição dos investimentos federais em publicidade estão ajudando a democratizar a informação. Mas ele não deixou de lembrar que o Código Nacional de Telecomunicações é datado de 1962, quando não havia uma emissora de televisão dominante e nem um público tão amplo.

Preocupações como impedir a ocorrência de um oligopólio no setor não existiam. “Naquele tempo, o Brasil não tinham televisores, tinha televizinhos, como diz o Franklin Martins”, comparou Lula, chamando a atenção para o envelhecimento da legislação. O certo é que enquanto