22 de Março de 2016
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Vaza Jato pegou a Globo; e agora, o juiz Sérgio Moro engaveta ou investiga?

Por Luiz Carlos Azenha, do Blog Viomundo

Documentos apreendidos pela Polícia Federal no “evento 26″ da Operação Lava Jato, a Triplo X, identificam quem está por trás de uma offshore que é dona da Paraty House e envolvem uma certa Paula Marinho de Azevedo, que investigadores terão de determinar se se trata da filha de João Roberto Marinho, um dos controladores do Grupo Globo.

A apreensão foi feita na sede da empresa Mossack & Fonseca, na avenida Paulista, em São Paulo.

A Mossack, do Panamá, é um dos maiores laranjais do mundo.

Oficialmente, faz o que define como “proteção patrimonial”: um empresário que queira guardar patrimônio para se proteger da eventual falência de seu negócio monta uma empresa de fachada, por exemplo.

Na prática, não é assim: as fachadas podem servir para sonegar impostos, transferir dinheiro de origem indeterminada ou lavar dinheiro de origem ilegal.

Segundo Ken Silverstein, que escreveu um longo artigo sobre a Mossack, ela serve a ditadores, terroristas e criminosos.

No âmbito da Lava Jato, a Mossack abriu empresas para que o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, o ex-gerente Pedro Barusco e o operador Renato Góes recebessem propina.

Além disso, a empresa Murray, criada pela Mossack, tem em seu nome 14 unidades do edifício Solaris, que se tornou conhecido por conta do triplex que teria sido reformado para o ex-presidente Lula — ele nega ser dono do imóvel.

1 de setembro de 2015
por esmael
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Lula se vê vítima da concentração da velha mídia. Regulação já?

do Brasil 247

lula_midiaNum texto postado em sua página no Facebook, o ex-presidente Lula se colocou como vítima da excessiva concentração da mídia no Brasil. “Quando você vê uma notícia em vários lugares, tem certeza de que não são todos o mesmo?”, questionou Lula, em sua página no Facebook, ao se referir ao modo como a denúncia de Época, sobre a construção do Porto de Mariel, em Cuba, foi repercutida em outros programas e veículos da Globo, como Jornal Nacional, jornal O Globo e CBN, por exemplo.

Em paralelo, um professor da Universidade de Brasília, Venício Lima, pretende usar o ranking de bilionários da revista Forbes, para defender a democratização dos meios de comunicação.

Leia, abaixo, nota do Instituto Lula:

Organizações Globo inflam pretensa denúncia contra Lula