19 de maio de 2015
por Esmael Morais
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Coluna do Enio Verri: “Além do pessimismo dos urubólogos”

verriEnio Verri*

Recorde na produção do Pré-Sal e lucro líquido de R$ 5,33 bilhões! O que representa uma surpresa para o mercado financeiro e uma derrota aos pessimistas, nada mais é do que a força da maior empresa brasileira, a Petrobrás.

O relatório positivo da Estatal no primeiro semestre de 2015 e os 800 mil barris de pré-sal produzidos diariamente, um novo recorde, não apenas reitera a solidez da Petrobrás, como também, da política econômica brasileira estruturada desde o primeiro mandato do Governo Lula.

Trata-se, assim, de enxergar além do pessimismo dos urubólogos que a todo custo tentam rebaixar o Brasil e, passar a examinar sob um olhar crítico e responsável, conferindo ao País, o tamanho que o torna tão respeitado internacionalmente.

Abandonou-se o Brasil de Fernando Henrique Cardoso que emparelhou a Petrobrás, cultivou a corrupção e, agora, foge de sua responsabilidade, se eximindo de culpa ao atirar para todos os lados. Como também, esqueceu-se no passado o País que vendia suas estatais a preço de banana. Leia mais

6 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Norte e Nordeste que ‘reelegeram’ Dilma puxam crescimento do país

via Agência Brasil

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A produção industrial brasileira desconcentrou-se das regiões Sul e Sudeste e está mais presente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste ao longo de uma década. No Sudeste, o estado de São Paulo, maior parque industrial do Brasil, foi o responsável pela retração, já que o Rio de Janeiro e Minas Gerais registraram aumento na participação produtiva. Os dados estão em mapa divulgado hoje (6), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o perfil do setor nos 27 estados.

Segundo o levantamento da CNI, entre 2001 e 2011, o Norte, Centro-Oeste e Nordeste, aumentaram, respectivamente, 1,9; 1,3 e 0,6 ponto percentual a participação no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos no país) da indústria. No Sul e Sudeste, o movimento foi contrário, com queda respectiva de 2,1 e 1,7 ponto percentual na participação. Leia mais