21 de outubro de 2015
por Esmael Morais
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Lula lidera pesquisa em Alagoas na frente de Marina, Alckmin e Ciro

alagoasNo mais provável cenário da disputa presidencial em 2018, o o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está na frente no estado de Alagoas. Os números são da Paraná Pesquisas, que sondou 1252 eleitores de 32 municípios entre os dias 15 e 19 de outubro.

Segundo o instituto, Lula lidera com 26,8% das intenções de voto seguido da ex-senadora Marina Silva (Rede), com 24,7%. O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) aparece em terceiro lugar com 18,5% e em quarto, Ciro Gomes (PDT) com 6,5%.

Num cenário com o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) na disputa, o que é improvável, este tem a liderança com 33,3%. Lula tem 25,8% e Marina fica em terceiro com 17,2%. Em quarto, novamente Ciro com 5,2%. A margem de erro é de 3%. Leia mais

9 de abril de 2015
por Esmael Morais
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Papa Francisco e CNBB se manifestam contra a redução da maioridade penal

maioridadeA escolha do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para a presidência da Câmara dos Deputados, conjugada com o isolamento político da presidenta Dilma Rousseff (PT), propiciaram uma intensa rebelião na base aliada do governo no Congresso que vem adotando uma pauta fortemente conservadora. ... 

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12 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Universalização da banda larga no Brasil custará R$ 50 bilhões

via Agência Brasil

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A universalização da banda larga, promessa de campanha da presidenta Dilma Rousseff para o próximo mandato, custará R$ 50 bilhões. Como não pretende cobrir todo esse gasto sozinho, o governo buscará parcerias com a iniciativa privada, informou hoje (12) o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Atualmente, 47% dos municípios já têm fibra ótica.

Universalizar a internet em quatro anos é [meta] factível e realizável. Mas é importante frisar que universalizar não significa que 100% das pessoas estarão conectadas porque nem a tevê aberta faz isso. Imagino que já se pode começar a falar em universalização quando esse percentual de acesso estiver na faixa dos 90%!, disse o ministro. Leia mais

7 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Dilma: Qualquer setor tem regulação, e a mídia não pode ter?!

via Brasil 247

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Em entrevista concedida à  mídia do Palácio do Planalto, presidente Dilma Rousseff encarou temas do que considera centrais de sua próxima gestão. Prometeu reduzir gastos! e apertar o controle da inflação!. Além disso, comentou a questão da regulação da mídia e de comparações de seu governo com o bolivarianismo.

Sobre a mídia, negou qualquer ideia de regulação de conteúdo, mas defendeu o que considera regulação econômica: “Eu defendo a liberdade de expressão e ela não é só liberdade de imprensa, mas é o direito de todo mundo que tiver uma opinião, mesmo que você não concorde com ela, ele tem direito de expressar. Tem direito de se expressar até contra a democracia.

Outra coisa diferente é confundir isso aí com regulação econômica, que diz respeito a processo de monopólio ou oligopólios que pode ocorrer em qualquer setor econômico, onde se visa o lucro. O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) está aí para isso em qualquer setor. Mas qualquer outro setor, como transportes, energia, petróleo… tem regulações e a mídia não pode ter? Estou falando sobre o que ocorre em muitos países do mundo. Centros democráticos. Ou alguém desconhece a regulação que existe nos Estados Unidos? Desconhece a regulação na Inglaterra? Do meu ponto de vista, é uma das mais duras. Estou dando dois exemplos de situações que não temos que ser iguais. Não quero para nós uma regulação tal qual a americana!, disse. Leia mais

6 de novembro de 2014
por Esmael Morais
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Norte e Nordeste que ‘reelegeram’ Dilma puxam crescimento do país

via Agência Brasil

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A produção industrial brasileira desconcentrou-se das regiões Sul e Sudeste e está mais presente no Norte, Nordeste e Centro-Oeste ao longo de uma década. No Sudeste, o estado de São Paulo, maior parque industrial do Brasil, foi o responsável pela retração, já que o Rio de Janeiro e Minas Gerais registraram aumento na participação produtiva. Os dados estão em mapa divulgado hoje (6), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o perfil do setor nos 27 estados.

Segundo o levantamento da CNI, entre 2001 e 2011, o Norte, Centro-Oeste e Nordeste, aumentaram, respectivamente, 1,9; 1,3 e 0,6 ponto percentual a participação no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos no país) da indústria. No Sul e Sudeste, o movimento foi contrário, com queda respectiva de 2,1 e 1,7 ponto percentual na participação. Leia mais