Hackers de Moro não são as fontes do Intercept, diz Veja

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A revista Veja publicou matéria nesta sexta-feira (26) na qual descarta a possibilidade de os supostos hackers presos pelo ministro Sérgio Moro serem as fontes do site The Intercept Brasil.

De acordo com a matéria da revista, o fundador do Intercept, jornalista Glenn Greenwald, certificou-se no dia 5 de junho –antes do início da série #VazaJato no dia 9 de junho– que suas fontes não invadiram o Telegram do ministro da Justiça, Sergio Moro.

Greenwald disponibilizou à Veja um print das conversas que manteve sobre esse tema com as fontes.

Entretanto, foi o jornalista Lauro Jardim, do O GLOBO, quem primeiro desmascarou a farsa dos hackers mostrando que as mensagens publicadas partiram de Brasília e não de Araraquara (SP) como se divulgou pela mídia.

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“Nós não somos ‘hackers newbies’ [amadores], a notícia não condiz com nosso modo de operar, nós acessamos telegrama com a finalidade de extrair conversas e fazer justiça, trazendo a verdade para o povo”, escreveram as fontes do Intercept.

Não é à toa que o jornalista Reinaldo Azevedo comparou a Operação Spoofing da PF, que resultou na prisão de 4 supostos hackers, com a desastrada Operação Uruguai do ex-presidente Collor de Mello de 1992.

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