16 de fevereiro de 2018
por Esmael Morais
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24 de março de 2016
por Esmael Morais
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Globo quer cooptar ministros do STF com prêmios. Quem para o golpe?

do Brasil 247

Pelo terceiro ano seguido, a Globo, da família Marinho, concedeu seu prêmio Faz Diferença a um juiz. Primeiro foi Joaquim Barbosa, depois Sergio Moro e, na noite de ontem, a ministra Carmen Lúcia, que será a próxima presidente do Supremo Tribunal Federal.

Em seu discurso, a ministra exaltou a Operação Lava Jato, “que cumpre as leis”, e também disse que o impeachment não é golpe por estar previsto na Constituição – um truísmo, pois golpe, como afirmou a presidente Dilma Rousseff, é um impeachment sem crime de responsabilidade.

“Não acredito que a presidente tenha falado que impeachment é golpe. Impeachment é um instituto previsto constitucionalmente. O que não pode acontecer de jeito nenhum é impeachment nem ou qualquer tipo de processo político-penal ou penal sem observar as regras constitucionais. Não há impeachment em andamento ainda, não tenho nenhuma dúvida que teremos que observar todas as regras constitucionais”, disse a ministra.

O que Dilma afirmou é que, embora esteja previsto na Constituição, um processo de impeachment não prescinde de um crime de responsabilidade – o que, no seu caso, inexiste. A acusação contra a presidente está ancorada na tese das “pedaladas fiscais”, quando as contas do governo federal nem sequer foram apreciadas pelo Congresso Nacional.

Ao premiar juízes, a Globo parece adotar uma estratégia de sedução e cooptação de magistrados. No entanto, nas últimas semanas, dois ministros do STF, Marco Aurélio Mello e Teori Zavscki, definiram como crime a divulgação de grampos ilegais da presidente Dilma Rousseff – o que foi feito pela Globo após o vazamento dos áudios pela Lava Jato. Depois da decisão de Teori, um editor da Globo chegou até a prever que Teori seria alvo de revolta popular (leia aqui). Ou seja: a Globo premia os amigos e ameaça os divergentes.

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