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“Temos de pensar na hipótese do impeachment de Bolsonaro”, diz Kakay

O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, em entrevista ao Blog do Esmael, disse que é hora de o Congresso Nacional pensar no impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Temos de pensar na hipótese do impeachment de Bolsonaro”, afirmou Kakay, que participou de uma live do Blog do Esmael nesta quinta-feira (3).

O criminalista destacou que não tem militância partidária, mas que vê elementos jurídicos para investigar Bolsonaro por crimes de responsabilidade e comuns.

“Nós temos sem menor sombra de dúvida cometimento de vários crimes de responsabilidade”.

Para o criminalista, a falta de um ministro da Saúde, em plena pandemia de covid-19, já caracteriza o crime de responsabilidade.

Segundo Kakay, há hipótese de impeachment e há condições para a discussão com muita maturidade.

O criminalista afirmou que era contra o afastamento do presidente da República, mas que mudou de ideia durante a pandemia, pois Bolsonaro banalizou a vida e fez uma opção de jogar com a vida dos brasileiros.

“Tudo isso passa por dois terços do Congresso. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não apresentou antes o pedido de impeachment porque seria um desastre. Fortaleceria Bolsonaro. Antes, não tinha as condições políticas para o impedimento. Agora já há maturidade”, disse Kakay.

O debate dessa quinta também teve a participação do advogado Luiz Carlos Rocha, o Rochinha, um dos defensores do ex-presidente Lula.

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    O diretório nacional do PT, pelas redes sociais, abriu a “guerra da vacina” contra o presidente Jair Bolsonaro.

    Em vídeo publicado nas redes sociais, o PT critica o presidente Bolsonaro por dizer que ninguém é obrigado a tomar vacina contra a covid-19.

    Os petistas recordam na peça publicitária que a primeira grande campanha de vacinação ocorreu há 116 anos no Brasil, por iniciativa de Osvaldo Cruz, durante pandemia de varíola.
    Na época, políticos de oposição usaram “fake news” contra a campanha e 6 mil pessoas morreram no Rio de Janeiro.

    “Bolsonaro é irresponsável, sabotador, genocida. Ele não gosta do Brasil nem dos brasileiros”, diz o texto em off do vídeo.

    Assista ao vídeo:

    Ao vivo: Kakay e advogado de Lula dão adeus a Deltan Dallagnol na Lava Jato

    O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, e o advogado Luiz Carlos Rocha, o Rochinha, são os entrevistados do Blog do Esmael nesta quinta-feira (3). A atração é ao vivo e com transmissão multicanais.

    Kakay defende clientes implicados na Lava Jato, e, no final de 2019, sustentou oralmente a defesa da ADC 43, no STF, que confirmou a constitucionalidade do art. 283 do CPP. Com isso, possibilitou a soltura do ex-presidente Lula.

    Luiz Carlos Rocha, o Rochinha, é um dos advogados do ex-presidente Lula, que, nos 580 dias de prisão do petista, esteve praticamente todos os dias na Superintendência da Polícia Federal do Paraná.

    O Blog do Esmael abre seus canais para que os advogados deem adeus ao procurador Deltan Dallagnol, demitido esta semana da coordenação da Lava Jato.

    Não haverá censura no debate de hoje à noite. Pelo contrário. Nós iremos perguntar sobre a implosão da força-tarefa, a atuação do PGR Augusto Aras, do presidente Bolsonaro e das eleições 2022.

    Acompanhe ao vivo e compartilhe essa transmissão ao vivo.

    Kakay e advogado de Lula serão entrevistados hoje, às 19h, pelo Blog do Esmael

    O criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, será o entrevistado do Blog do Esmael nesta quinta-feira, dia 3 de setembro, às 19 horas. Também participará do debate o advogado Luiz Carlos Rocha, o Rochinha, um dos defensores do ex-presidente Lula.

    Os juristas falarão sobre o impacto da demissão do procurador Deltan Dallagnol, que deixou esta semana a força-tarefa Lava Jato depois de seis anos.

    O leitor pode acionar o lembrete da transmissão e os demais veículos de comunicação –corporativos e independentes– têm autorização para reproduzir e compartilhar a íntegra do conteúdo (link aqui).

    A entrevista de hoje ocorre no contexto de implosão da Lava Jato, com movimentos demissionários na força-tarefa, e o risco de abertura de uma CPI no Congresso para investigar as atividades do ex-coordenador Deltan Dallagnol e do ex-juiz Sérgio Moro.

    Quem é Kakay

    Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, tem 61 anos. Nasceu em Patos de Minas (MG) e cursou direito na UnB, em Brasília. É advogado criminal. Dentre várias atuações em tribunais superiores, Kakay esteve na defesa da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADC) nº 43, que derrubou a prisão após segunda instância para condenados.

    Sobre “Rochinha”, advogado de Lula

    O advogado Luiz Carlos Rocha, o Rochinha, um dos defensores do ex-presidente Lula, esteve praticamente todos os dias no cárcere com o petista. Nos 580 dias em que Lula ficou preso, em Curitiba, Rochinha visitou o ex-presidente no cárcere da Polícia Federal do Paraná.

    Serviço:

    Entrevista com Kakay e Rochinha
    Data: quinta-feira, dia 3 de setembro de 2020
    Horário: 19 horas
    Local/canais:
    ‘https://www.esmaelmorais.com.br/’
    ‘https://www.facebook.com/esmael.morais/’
    ‘https://twitter.com/esmaelmorais’
    ‘https://www.youtube.com/c/BlogdoEsmaelTV’

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    O ministro Ricardo Lewandowski determinou que o juiz responsável pela 13ª Vara Federal Criminal, em Curitiba, conceda, em até 48 horas, o acesso ao acordo de leniência da Odebrecht ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Divulgada na tarde desta quarta-feira, 2, a decisão de Lewandwoski responde a uma reclamação do ex-presidente, que alega não ter tido a liberação para avaliar as informações que lhe digam respeito nos documentos.

    O primeiro pedido feito pela defesa do ex-presidente Lula data de 27 de setembro de 2017, ou seja, há mais de três anos. O primeiro pedido deferido por decisão do ministro Luiz Edson Fachin foi indefinidamente negado pela juíza Gabriela Hardt, substituta de Sérgio Moro. A negativa de acesso ao acordo, desconsiderando um direito constitucional, tem causado estranheza no meio jurídico. O que contém o acordo, que levaria os operadores da Lava Jato a se exporem tanto, questionam.

    De acordo com a decisão, Lula terá acesso a “anexos da delação, à troca de correspondência entre a Força Tarefa da Lava-Jato e outros países que participaram, direta ou indiretamente, da avença, como, por exemplo, autoridades dos Estados Unidos da América e da Suíça”. Recentemente, o site A Pública denunciou a existência de acordos ilegais, a margem da legislação brasileira, entre a Operação Lava Jato e autoridades norte-americanas, incluindo o FBI.

    A defesa de Lula também poderá ter acesso aos documentos e depoimentos relacionados aos sistemas da Odebrecht, assim como às perícias da Odebrecht, da Polícia Federal, do MPF e realizadas por outros países. E, ainda, aos valores pagos pela Odebrecht em razão do acordo, bem como à alocação destes pelo MPF e por outros países, como também por outros órgãos, entidades e pessoas que nele tomaram parte, de acordo com a decisão do ministro Lewandowski.

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    O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, ao analisar denúncia na Folha, diz não ter dúvidas de que o juiz Sérgio Moro mandaria para a cadeia o juiz Sérgio Moro — se adotasse os mesmos critérios que usa para perseguir seus inimigos na lava jato.

    Kakay: ‘Moro foi irresponsável ao condenar Vaccari sustentado em delações’

    O advogado criminalista Antonio Carlos “Kakay” de Almeida Castro, em artigo especial, afirma nesta quarta-feira (28) que o juiz Sérgio Moro, titular da lava jato, foi irresponsável ao condenar a mais de 2 anos o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto. No entanto, Vaccari foi absolvido pelo TRF-4, ao sentenciar que ‘delação sem prova não gera sentença condenatória’.

    Para evitar impeachment e cadeia, Richa contrata criminalista René Dotti

    rene_massacre_richaO governador Beto Richa (PSDB) resolveu antecipar-se aos fatos contratando o criminalista paranaense René Ariel Dotti. O renomado jurista vai acompanhar as investigações sobre o esquema de corrupção na Receita Estadual de Londrina e o massacre contra os professores no dia 29 de abril, no Centro Cívico, que deixou 213 feridos.

    Além de temer o processo na área criminal, o tucano também se preocupa com o julgamento político. Amanhã, sexta-feira (21), o advogado e blogueiro Tarso Cabral Violin vai formalizar a abertura do processo de impeachment contra o governador Beto Richa. O foco petição é o massacre no Centro Cívico.

    Nas principais bancas de advocacia da capital paranaense fala-se em “500 milhas” de honorários para Dotti. Ou melhor R$ 500 mil ou meio milhão, segundo alguns advogados com “dor de cotovelo” que sonham com clientes deste quilate pelo valor da causa.

    Nos bastidores da política a conversa é que a família Richa — Beto e Fernanda — vão partir para o ataque contra a RPC TV (afiliada à Globo), pois o governador descartou a renúncia ao cargo conforme anotou hoje o Blog do Esmael.

    STF no divã: mundo jurídico isola ministro Joaquim Barbosa e já o vê como sociopata!