4 de maio de 2016
por Esmael Morais
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Temer poderia prorrogar pedágio mais caro do mundo no Paraná; Alep monta trincheira contra

Faltando cinco anos para o fim dos contratos do pedágio mais caro do mundo, o futuro da concessão das rodovias no Paraná continua incerto.

Se por um lado o governador Beto Richa (PSDB) tenta adiantar a prorrogação dos contratos, sabe-se lá com quais interesses; o setor produtivo e a população torcem para que esse assalto constante termine, e uma nova realidade se estabeleça com preços menos abusivos e melhor qualidade nos serviços.

Medida corajosa mesmo seria a encampação pelo poder público das rodovias paranaenses e o fim do pedágio — “principalmente aos políticos”.

No mês de março, o juiz Rogério Cangussu Dantas Cachichi, da 1ª Vara Federal de Jacarezinho, concedeu liminar proibindo a renovação dos contratos de pedágio sem licitação. Mas o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) derrubou a liminar por entender que não há iniciativa concreta de renovação.

O duro é que o recurso pela derrubada da liminar partiu da Advocacia-Geral da União (AGU), que recorreu por entender que ainda falta muito tempo para o fim dos contratos. Até agora, o Ministério dos Transportes do governo da presidenta Dilma vinha se posicionando de maneira contrária à renovação antecipada e sem licitação.

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