Rublo se fortalece frente ao dólar mesmo no cenário de guerra, diz Rússia

► Cotação da moeda russa em relação ao dólar, euro na bolsa de Moscou ► Anteriormente, o Banco da Rússia decidiu não retomar os pregões de 14 a 18 de março de 2022 ► Banco Central do Brasil deve anunciar nova alta na Selic ► Fed, o banco central americano, irá aumentar as taxas de … Read more

Cesar Benjamin: Para entender a independência do Banco Central

Cesar Benjamin* Há dois anos escrevi o post abaixo, sobre independência do Banco Central, que o Senado acaba de aprovar. * * * Está de volta o besteirol sobre Banco Central independente, para ficamos com instituições iguais às dos Estados Unidos. Meu Deus, eles não sabem o que falam! Vou ter que escrever o que … Read more

Coronavírus é usado como ‘freio de arrumação’ na economia dos EUA

Há uma crise de superprodução no capitalismo que fez travar as economias globais. Por isso, enquanto autoridades sanitárias tentam aplacar o coronavírus, as autoridades financeiras utilizam o Covid-19 como ‘freio de arrumação’ na equação produção/consumo. É nesse contexto que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, reduziu hoje as taxas de juros para quase … Read more

Bolsa desaba e dólar sobe em nova ‘Black Monday’ na China

do Brasil 247, com Reuters

Ibovespa abre em forte queda nesta segunda-feira 4, primeira sessão do ano, marcada por aversão ao risco após a atividade industrial na China mostrar retração pelo 10º mês seguido, reacendendo as preocupações sobre a economia do país asiático; às 10h24 (horário de Brasília), o benchmark caía 1,95%, a 42.503 pontos; mercados acionários chineses despencaram cerca de 7% na sua primeira operação de 2016, forçando as bolsas a suspenderem as operações pela primeira vez; moeda chinesa alcançou maior desvalorização desde 2011 em relação ao dólar; sobre o real, a moeda norte-americana dispara mais de 2% e passa de R$ 4; comportamento do mercado reforça o cenário de crise global.
Ibovespa abre em forte queda nesta segunda-feira 4, primeira sessão do ano, marcada por aversão ao risco após a atividade industrial na China mostrar retração pelo 10º mês seguido, reacendendo as preocupações sobre a economia do país asiático; às 10h24 (horário de Brasília), o benchmark caía 1,95%, a 42.503 pontos; mercados acionários chineses despencaram cerca de 7% na sua primeira operação de 2016, forçando as bolsas a suspenderem as operações pela primeira vez; moeda chinesa alcançou maior desvalorização desde 2011 em relação ao dólar; sobre o real, a moeda norte-americana dispara mais de 2% e passa de R$ 4; comportamento do mercado reforça o cenário de crise global.

Read more